Criado em 03 Março 2014

O carnaval é uma época que as pessoas buscam extravasar toda a sua alegria contida, como se os dias de folia fossem os últimos de sua vida. As pessoas pulam, dançam, se aglomeram e isso faz com que suem bastante, alguns se esquecem de beber água e outros preferem matar a sede com cerveja, caipirinha e outros coquetéis a base de álcool para manter a descontração e alegria em alta.

Além do consumo de álcool, muitos buscam no carnaval a desculpa de ser "tudo" liberado, onde se ri de qualquer coisa. É bom lembrar que o uso de álcool em excesso, junto com o consumo de drogas como cocaína, crack e as metanfetaminas podem fazer com que o folião tenha arritmias, desmaios (síncopes), inclusive parada respiratória e até coma, coisas que podem levar à morte. Esta combinação também aumenta as estatísticas de acidentes e mortes no trânsito.

É imprescindível seguir algumas dicas para quem quer se divertir com responsabilidade e de maneira saudável:

• Tome muita água ou bebidas isotônicas antes, durante e depois da folia. Na aglomeração você brinca e pula e não percebe, mas seu suor e respiração eliminam muito líquido e é necessário repor com muita água e bebidas isotônicas;

• Quando você começar a ir ao banheiro após algumas latinhas de cerveja, e estiver no meio da folia, tome água e suspenda o consumo de álcool por pelo menos quarenta minutos;

• Evite se alimentar de frituras, prefira sempre alimentos assados. Durante os dia de carnaval, consuma muita fruta, principalmente as cítricas e banana. Você sofrerá menos com a ressaca e terá mais energia. Da mesma forma, prefira comer um bom prato de macarrão na manteiga ou com molho vermelho, pois o carboidrato tem um metabolismo mais lento, o que fornece mais energia;

• Se você é sedentário e gosta de carnaval, não esqueça que pular e dançar são exercícios físicos, então é importante que antes de sair para a folia você se alongue bem;

• Não esqueça da camisinha! Sexo só se for seguro;

• Combine com seus amigos e elejam o motorista da rodada, porque álcool, drogas e direção não combinam;

Divulgação

Bonde

 
Criado em 24 Fevereiro 2014

Elas são causadas pela gravidez ou ganho de peso ao esticar a pele, e nenhuma de nós é fã das odiosas estrias. Definitivamente, são frustrantes e alteram áreas como o estômago, quadris e coxas. No entanto, podemos agir para tentar eliminar e evitar essas marcas de voltarem ao nosso corpo, mas não é uma simples tarefa, mas pode pelo menos evitá-las e reduzir seus efeitos.

como prevenir estrias na gravidez

Massagem Corporal

Uma ótima dica para prevenir as estrias é a massagem. Opte por aplicar algum tipo de óleo como o óleo tamanu que renova e restaura o colágeno da pele.

Cremes com vitaminas

Usar hidratantes é fundamental para o bom cuidado da pele durante a gravidez devido ao ganho de peso. A chave é escolher hidratantes com vitaminas, como a vitamina E que ajuda a prevenir o aparecimento de estrias.

Outro grande ingrediente para incorporar e prevenir as estrias é o retinol. Este derivado da vitamina A, não só ajuda a combater o envelhecimento da pele, mas também ajuda a renovar a pele e restaurar o seu colágeno.

Alimentação Saudável

As fibras de colágeno e elastina na pele são essenciais para manter a pele saudável. Portanto, é importante manter e estimular a produção de colágeno. Alimentos ricos em vitamina C, zinco, vitamina E, B2 e B3 são essenciais em sua dieta diária, pois te ajudam a ter uma pele saudável.

Também é essencial beber muita água (dois litros por dia) para ajudar a fortalecer e renovar a pele.

 

estrias 1

Exercícios

O exercício é essencial para a saúde global, aumenta os níveis de energia, reduz alterações de humor, melhora o sono e auto-estima. Mas, além disso, o exercício ajuda a prevenir as estrias.

O exercício melhora a circulação mantendo a capacidade elástica, ajudando a esticar a pele à medida que cresce. Esta melhoria na circulação também reduz a possibilidade de veias varicosas e tornozelos inchados durante a gravidez.

 

 
Criado em 22 Fevereiro 2014

Descubra o que colocar no cardápio para combater o envelhecimento precoce

Água

Ela é um dos principais ingredientes para a saúde da pele. Ela mantém as células hidratadas e evita o aparecimento de rugas. Também ajuda a eliminar toxinas que podem favorecer o envelhecimento precoce. A recomendação é beber cerca de oito copos por dia.

Frutas vermelhas

Assim como o morango e a romã, outras frutas como o mirtilo, a framboesa e a amora são ricos em antioxidantes e protegem a pele contra a ação dos radicais livres, moléculas que aceleram o envelhecimento. Inclua-os no café da manhã e no lanche da tarde.

Castanha-do-pará, frutos do mar e trigo integral

Eles são ricos em selênio, que é um potente antioxidante e combate os radicais livres.

Leite

O cálcio, presente nos laticínios, nas folhas verde-escuras e na sardinha, é outro mineral essencial para o bom funcionamento das células da pele. Isso porque ajuda a combater a flacidez e os sinais da idade.

Ovos e carnes

Esses alimentos são ricos em proteínas, que previnem a perda muscular. Dois aminoácidos, a lisina e a prolina, pedaços diminutos das proteínas, são fundamentais para a produção de colágeno e evitam a flacidez.

 

Frutas cítricas

Os alimentos ricos em vitamina C, como a laranja e o kiwi, são uma beleza para a pele porque combatem os radicais livres. Principalmente se abusarmos dos banhos de sol, há maior produção dessas moléculas no corpo e, por isso, vale se esbaldar com essas frutas.

Vegetais de folhas verde-escuras

Assim como o iogurte, vegetais como o espinafre ainda possuem vitaminas do complexo B, que ajudam a controlar a oleosidade e equilibram os hormônios. Uma boa pedida para qualquer manter a pele sempre jovem. corpo e, por isso, vale se esbaldar com essas frutas.

 
Criado em 19 Fevereiro 2014

Ter uma correta higienização oral é fundamental para a saúde. Escovar os dentes após as refeições – pelo menos três vezes ao dia -, antes de dormir e utilizar o fio dental ajudam a prevenir doenças nos dentes, língua e gengivas. Porém, muitas pessoas esquecem ou não sabem como cuidar corretamente do principal objeto desse processo: a escova. 

O cuidado com a escova de dentes é imprescindível. É comum deixá-la exposta na pia do banheiro ou emambientes úmidos, sem qualquer proteção das cerdas. O problema é que, com esse costume, a pessoa pode levar à boca uma quantidade considerável de bactérias. Quando não está protegida adequadamente, as cerdas expostas acumulam microorganismos lançados no ar, sendo alguns provenientes do vaso sanitário. 

A lista de doenças causadas por bactérias acumuladas na escova é grande. Periondotite, candidíase, gengivites, cáries e até diarreia. O problema, aparentemente simples, pode agravar e causar doenças graves cardiopatias e pneumonias. 

Para tentar amenizar esse acúmulo, é aconselhável o uso de protetores ou até mesmo guardá-las fora do banheiro. O cirurgião-dentista, Marcelo Pimenta, orienta como se deve guardar a escova. "Ela deve ser colocada em um recipiente fechado e a uma distância de pelo menos dois metros do vaso sanitário. É importante, também, deixar a tampa do vazo sanitário sempre abaixada na hora da descarga e quando não estiver em uso". 

Mas tampar o recipiente ou mantê-la em armários fechados resolve o problema apenas em parte. Isso porque ambientes abafados e úmidos podem contribuir para a proliferação de bactérias ou até mesmo aquelas vindas da própria boca. 


"Muitas bactérias permanecem vivas nas cerdas da escova por até 24 horas. Por isso, é importante eliminar o excesso de água após o uso, mas nunca utilizando toalhas para secá-la. Borrifar um antisséptico nas cerdas ajuda também. O mais indicado é a clorexidina 0,12%, encontrada em farmácias", explica o dentista. 

A vida útil da escova também é algo a ser levado em conta. Ainda de acordo com o Marcelo Pimenta, a troca deve ser feita a cada quatro meses e o tipo de escova varia do gosto pessoal do usuário.

Bonde

 
Criado em 11 Fevereiro 2014

É um alimento funcional e fonte de carboidratos, contém vitaminas C e do complexo B, ferro, cálcio e potássio

As uvas fazem parte do cardápio da maioria das pessoas. Docinhas e saborosas, podem ser consumidas, por exemplo, no café da manhã ou após as refeições como uma opção de sobremesa saudável.

Porém, embora seja uma fruta bastante conhecida, poucas pessoas conhecem seus benefícios e, também, a diferença entre os diferentes tipos de uva.

Abaixo as principais informações sobre essa fruta.

Benefícios

Sabrina destaca que a uva é um alimento funcional e fonte de carboidratos, importante para o fornecimento de energia para o organismo, além de conter vitamina C, vitaminas do complexo B, ferro, cálcio e potássio. “As uvas possuem ação antioxidante, combatem os radicas livres e são anticancerígenas”, diz.

A nutricionista acrescenta que a casca de algumas uvas possuem resveratrol, uma substância cardioprotetora, que auxilia no controle do colesterol, na diminuição da formação de coágulos sanguíneos e na prevenção de trombose.

Os diferentes tipos de uva e suas particularidades

A nutricionista Sabrina destaca que as uvas escuras possuem ação antioxidante. Abaixo ela fala sobre os diferentes tipos:

  • Uva nacional: excelente para a produção de geleias e sucos. Sofre com a fragilidade para o transporte e armazenamento.
  • Cabernet sauvignon: é uma das uvas mais nobres, servindo de base para os famosos vinhos tintos da região de Bordeaux, na França. É uma bebida de excelente qualidade, cujo aroma e buquê evoluem com o envelhecimento.
  • Itália: sua polpa saborosa não costuma ser usada para a produção de vinhos, mas é um tipo bastante apreciado como fruta fresca. Tem uma versão rosada, chamada no Brasil de uva-rubi.
  • Merlot: junto com a cabernet, pinot noir e syrah, é considerado um dos quatro tipos mais requisitados para os vinhos tintos.

Já as uvas rosadas, ainda de acordo com a nutricionista Sabrina, possuem na casca o resveratrol. São elas:

  • Niágara rosada: a fruta de polpa mole e doce é o tipo de uva mais consumido no país.
  • Thompson: seu grande atrativo é não ter sementes, o que faz dela a uva mais popular nos Estados Unidos. Também serve para produzir passas.
  • Chardonnay: essa variedade de cachos pequenos é a mais tradicional na produção de vinhos brancos em todo o mundo.
  • Moscatel branca: no Brasil, é usada para a alimentação e na produção de vinhos brancos.

Consumo adequado

Ao pensar em frutas, muitas pessoas acreditam que podem consumi-las sem moderação, já que são alimentos saudáveis. Porém, isso não é verdade.

Sabrina Lopes explica que as uvas podem ser consumidas diariamente, porém, o consumo deve ser, no máximo, de 10 unidades ou um copo de 200 ml de suco de fruta.

“Essa quantidade é suficiente para obter os benefícios nutricionais dela. A uva é uma das frutas que possui alto teor de frutose, o açúcar da fruta, por isso é calórica e seu consumo deve ser controlado”, destaca a nutricionista.

Os benefícios da uva passa

uva diversos beneficios para a saude 2 Uva: diversos benefícios para a saúde

Foto: Thinkstock

Sabrina Lopes destaca que as uvas passas são fonte de oligofrutossacarídeos, com ação prebiótica, ricas em flavonoides e ácidos fenólicos, fibras solúveis e boro. “Os compostos fenólicos previnem doenças crônicas degenerativas e do envelhecimento. Em frutas secas como a uva passa, os valores desses compostos por porção são maiores do que em frutas ‘in natura’, porque essas substâncias se concentram no processo de desidratação”, explica.

A nutricionista acrescenta ainda que a quantidade de ferro e vitaminas do complexo B é mais alta nas uvas passas do que nas uvas frescas, porém, as quantidades de vitaminas A e C são inferiores.

“As uvas passas previnem o câncer de cólon, por serem ricas em fibras e possuírem oligofrutossacarídeos de ação prebiótica. Também previnem doenças cardiovasculares devido às fibras e aos compostos fenólicos, que reduzem a absorção de colesterol. E o boro presente na uva passa auxilia na saúde dos ossos”, destaca Sabrina.

Consumo da uva passa

Apesar de todos os benefícios que oferecem, o consumo de uvas passas deve ser, no máximo, de uma colher (de sopa) por dia. “Elas podem ser consumidas nos lanches entre as principais refeições, também podem ser associadas com iogurte desnatado ou light, que é fonte de proteína. Essa associação é capaz de evitar os picos nos índices glicêmicos e a fome em excesso”, diz Sabrina Lopes.

A nutricionista acrescenta que uma porção de uma colher (de sopa) de uvas passas fornece 45 calorias.

Assim, você tem bons motivos para incluir a fruta ‘in natura’ e as uvas passas na sua dieta! Mas lembre-se sempre de que elas devem ser consumidas com moderação.

 
Criado em 05 Fevereiro 2014

Qualquer ajuda é válida na hora de mandar embora os pneuzinhos da barriga. Se ela vier de uma receita fácil de fazer e simples de incluir no dia a dia, melhor ainda. O ingrediente certo na hora adequada pode ser a diferença entre fechar ou não o botão da calça.

Para secar essa região do corpo, frutas com propriedades antioxidantes e misturas que podem ajudar a reduzir a gordura corporal, eliminargases e facilitar o trânsito intestinal são as mais indicadas.

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“O chá verde é uma ótima pedida, porque ajuda na queima de gordura, além de ser diurético. O abacaxi também tem essa propriedade e ainda é anti-inflamatório”, exemplifica a personal diet Luciana Harfenist, diretora da clínica de nutrição que leva seu nome.

Para fazer o intestino preguiçoso funcionar, a nutricionistaGabriela Paschoal, da VP Consultoria, aconselha: “Aproveitar o bagaço de algumas frutas, como laranja, ou folhas verde-escuras, como a couve, são duas propostas que podem ajudar.”

Se o objetivo é desinchar a região abdominal, alguns alimentos intereferem na modulação dos níveis de prolactina, principalmente durante o período pré-menstrual, e auxiliam na diminuição de água acumulada, explica Paschoal. Melancia, limão, abacaxi, farelo de aveia e água de coco são as indicações da nutricionista.

Confira as receitas:

Diuréticos e reguladores do intestino

Suchá verde (mistura de chá verde com fruta) 
Ingredientes: 
2 colheres de sopa de chá verde (erva) 
260 ml de água 
1 xícara de água fervente 
1 fatia de abacaxi 
hortelã a gosto

Preparo: 
Faça primeiro o chá verde. Ferva 260 ml de água. Desligue o fogo, coloque as duas colheres de chá verde e tampe a panela. Deixe esfriar por aproximadamente 15 minutos. Bata no liquidificador com o abacaxi e a hortelã e sirva. 

Suco de melão, hortelã e biomassa de banana verde 
Ingredientes: 
1 colher de sobremesa de biomassa de banana verde 
100g de melão 
3 folhas de hortelã 
240ml de água filtrada

Preparo: 
Biomassa de banana verde: lave uma unidade de banana verde e coloque, com casca, em uma panela de pressão com água. Deixe cozinhar até formar pressão. Após quinze minutos sob pressão, desligue o fogo e retire, com cuidado, as bananas da panela. Amasse até ficar na consistência de uma massa. 
Bata a colher de biomassa de banana verde, juntamente com o melão picado, as folhas de hortelã e a água no liquidificador. Sirva.

Para desinchar a região abdominal

Suco de abacaxi com água de coco e chá de erva-cidreira 
Ingredientes: 
100g de abacaxi 
140ml de água de coco 
10g de erva-cidreira

Preparo: 
Faça a infusão da erva-cidreira em 100ml de água fervida e leve à geladeira. Depois que estiver gelado, coloque o chá, juntamente com o abacaxi picado e a água de coco. Bata tudo e sirva.

Detox

Suco verde com maçã e gengibre 
Ingredientes: 
1 folha pequena de couve-manteiga orgânica 
½ maçã com casca 
Raspas de gengibre 
240 ml de água filtrada

Preparo: 
Higienize bem os alimentos . Rasgue a couve, pique a maçã, raspe o gengibre e coloque tudo no liquidificador junto com a água. Se quiser, pode acrescentar uma colher de sobremesa rasa de açúcar demerara. Sirva.

Para acelerar o metabolismo

Suco de chá verde com limão e gengibre 
Ingredientes: 
200ml de infusão de chá verde 
100ml de suco de limão 
Raspas de gengibre

Preparo: 
Coloque tudo no liquidificador e bata. Se quiser, pode acrescentar 1 colher de sobremesa de açúcar demerara. Sirva. 

 
 
Criado em 31 Janeiro 2014

Conhecida como a vitamina do sol, ela atua em uma série de funções importantes para o organismo

Você já ouviu falar na vitamina D? A substância é fundamental à saúde, pois atua em diversas funções do organismo. A principal delas está ligada à saúde dos ossos, já que ela auxilia na absorção de cálcio, aumenta a força dos ossos e ajuda a prevenir fraturas.

Mas o micronutriente atua ainda em muitas outras áreas: combate a hipertensão, auxilia na regulagem de hormônios, colabora no desempenho dos músculos, entre outros fatores.

A lista abaixo foi elaborada com a orientação da nutricionista Denise Real e indica 17 fatos interessantes que você precisa saber sobre essa vitamina cheia de benefícios. Confira!

  1. A vitamina D é conhecida como a vitamina do sol. Isto porque as maiores quantidades dessa vitamina são obtidas pela exposição da pele aos raios solares.
  2. Ao contrário de outras vitaminas, apenas cerca de 10% da vitamina D de que o corpo necessita vem dos alimentos. Os outros 90% são produzidos pelo próprio organismo.
  3. Pessoas de pele clara absorvem a Vitamina D com mais facilidade. Quanto mais escura a pele, mais tempo de exposição ao sol é necessária para metabolizar a substância.
  4. Um dos principais benefícios da vitamina para o organismo é o aumento na força dos ossos. Isso acontece porque ela estimula a absorção do cálcio, um nutriente indispensável para os ossos e dentes. A vitamina D é, inclusive, considerada uma grande aliada no combate à osteoporose.
  5. Ela também é fundamental para a redução dos níveis de estrogênio na menopausa.
  6. Combater a hipertensão e auxiliar na manutenção do peso são mais algumas de suas muitas funções.
  7. A vitamina D desempenha um importante papel no bom funcionamento da tireóide e na secreção de insulina pelo pâncreas.
  8. Por conta do auxílio no controle da insulina, alguns estudos sugerem que a deficiência dessa vitamina poderia causar diabetes.
  9. A vitamina atua no sistema imunológico e ajuda na proteção do organismo. Acredita-se ainda que ela seja responsável por controlar cerca de 10% das funções das células.
  10. O nutriente colabora no desempenho de músculos, nervos, coagulação do sangue, crescimento celular e utilização de energia.
  11. Novos estudos apontam que a vitamina também é importante no combate ao estresse, na síntese da melanina e na diferenciação das células da pele e sangue.
  12. Pesquisas indicam a eficácia da vitamina em tratamentos de esclerose múltipla. Segundo indica o estudo, quanto mais baixo for o nível de vitamina D, mais virulenta será essa doença.
  13. A exposição ao sol não é a única fonte desta vitamina. Ela também pode ser encontrada em alimentos como leite, iogurte, ovos, manteiga, peixes e fígado de boi. No entanto, acredita-se que a síntese da vitamina pela exposição ao sol seja muito maior que aquela relacionada à ingestão alimentar.
  14. Um estudo mostrou que cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo apresentam níveis baixos de vitamina D1. Em nosso país, 99,3% da população ingerem a vitamina em níveis abaixo dos recomendados.
  15. Nem sempre se consegue níveis suficientes de vitamina D através da exposição aos raios solares. Às vezes, é necessário que a substância seja administrada de outras formas.
  16. Alguns dos sintomas da falta dessa vitamina são fraqueza muscular e riscos de infecção. Em idosos, a falta de vitamina D pode contribuir para ossos quebradiços.
  17. A quem tem deficiência desta vitamina, é possível conseguir a quantidade ideal de vitamina D por meio de suplementos receitados por um médico.

Para contar com os benefícios da vitamina D, procure expor-se ao sol por cerca de 15 a 20 minutos por dia. Mas, sempre com cautela: evite tomar sol das 10:00 às 16:00 e use sempre o filtro solar.

 
Criado em 25 Janeiro 2014

Chia, aveia, brócolis e sardinha fazem parte da lista

É muito comum lembrarmos-nos de leite assim que ouvimos falar sobre a importância do cálcio para a nossa saúde. Mas a verdade é que existem muitos outros alimentos ricos em cálcio, porém, sem lactose – o que se torna uma ótima notícia para as pessoas que são intolerantes a ela.

Amanda Regina, nutricionista e personal diet, explica que o cálcio é essencial para a manutenção dos ossos e dos dentes e tem, também, uma função primordial de agir na contração muscular e de regular o pH sanguíneo.

“A carência desse mineral pode gerar irritabilidade, humor inconstante, prejudicar a memória, formigamentos, queda de cabelo, unhas frágeis, entre outros sintomas”, destaca a profissional.

Recomendação diária

A recomendação varia de acordo com a faixa etária, sexo, gestação e lactação. “Mas, para se ter uma ideia, uma mulher adulta na faixa dos 30 aos 50 anos, deverá ingerir cerca de 1.000mg por dia”, diz a nutricionista Amanda.

A absorção do cálcio

Amanda Regina explica que, para termos uma boa absorção dos minerais, não basta somente sabermos a fonte alimentar, mas também considerarmos fatores internos: digestão, intestino com funcionamento adequado e boa combinação alimentar. “É necessário, para uma boa absorção do cálcio, que ele seja combinado com outro mineral, o magnésio, e que o corpo esteja em um estado alcalino. Ou seja, quando o pH do corpo está ácido, ele desvia a absorção do cálcio do osso para a manutenção do sangue e a absorção para o osso fica prejudicada”, diz.

A nutricionista destaca que são alimentos que alcalinizam o sangue: frutas, hortaliças verde-escuras (couve, brócolis, escarola, etc) e também cereais integrais. Em contrapartida, são alimentos acidificantes: doces, refrigerantes, excesso de proteínas animais etc. “E são boas fontes de cálcio (combinadas com magnésio, para melhor absorção): sardinha, manjuba, cavalinha, entre outros. Já o leite é rico em cálcio, porém, pobre em magnésio”, diz.

Intolerância à lactose

Amanda Regina explica que muitas pessoas são intolerantes à lactose, que é o açúcar do leite, e também à caseína, que é a proteína do leite. “Para isso, é necessário uma avaliação do nutricionista ou médico para saber se esse é o seu caso. Mas, uma sugestão para quem tem a intolerância à lactose, é utilizar alimentos ‘lactose free’ ou ainda variar com leite de cabra, ovelha ou leite de vegetais (amêndoas, arroz etc., que normalmente são enriquecidos com cálcio)”, diz.

Mais alimentos fontes de cálcio

Abaixo você confere uma lista com outros alimentos – facilmente encontrados – que são fontes de cálcio:

1. Espinafre: é um alimento antioxidante, fonte de fibras e também rico em cálcio. Cada 100 g do vegetal contém cerca de 160 mg do nutriente. A hortaliça pode ser consumida sozinha em saladas, em lanches ou cozido.

2. Brócolis: o brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g, mas a recomendação é consumi-lo cozido ou no vapor. Assim, ao submetê-lo ao cozimento, ele perde cerca de 70% da quantidade inicial de cálcio; já no vapor, ele perde cerca de 25% da quantidade inicial. A dica então é apostar no brócolis no vapor e aproveitar seus outros nutrientes, como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

3. Sardinha: bastante conhecida por ser fonte de Ômega 3, ela também fornece quantidade significativa de cálcio, cada 100 g oferece 500 mg do mineral. O peixe pode ser consumido assado, grelhado ou em patês.

4. Tofu: em 100 g de tofu há 159 mg de cálcio. O problema, porém, é que absorvemos melhor o cálcio de alimentos de origem animal do que os de origem vegetal. Mas, ainda assim, o derivado da soja é uma boa fonte do nutriente, é rico também em proteínas, fósforo e magnésio, além de possuir poucas calorias.

5. Semente de gergelim: ela é conhecida por sua alta concentração de fibras. Mas outros nutrientes, como o cálcio, também são encontrados na semente: são 400 mg de cálcio em cada 100 g do alimento.

6. Linhaça: em 100 g de linhaça há cerca de 200 mg de cálcio, mas, é preciso tomar cuidado para não exagerar no consumo deste alimento que é bastante calórico.

7. Soja: o vegetal é rico em cálcio, apresenta 90 mg do mineral a cada 100 g. Suas versões de farinha ou leite apresentam o nutriente ainda em maior concentração.

8. Grão de bico: a cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outra vantagem do alimento é a sensação de saciedade, além da melhora do fluxo intestinal.

9. Aveia: também é rica em cálcio, oferecendo cerca de 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. Pode ser usada em receitas de pães e bolos ou ser misturada com mingau ou frutas.

10. Chia: é uma semente rica em ômega 3, fibras, ferro, proteínas e, ainda, 100 g do alimento contém cerca de 556,8 mg de cálcio.

Agora você já conhece as funções do cálcio e ótimas opções de alimentos que são fontes dele. Mas lembre-se que eles devem estar associados a uma dieta completa e saudável, de preferência, orientada por um nutricionista, para que todos esses benefícios provenientes da absorção do cálcio sejam, de fato, usufruídos.

 

 
Criado em 23 Janeiro 2014

Vacina estará em 36 mil postos e faixa etária será ampliada aos poucos.
Meta é imunizar 80% dos 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos até 2016.

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) a partir de 10 de março para meninas de 11 a 13 anos, em postos de saúde e em escolas públicas e privadas de todo o país, informou nesta quarta-feira (22) o Ministério da Saúde.

A dose, que ajuda a proteger contra o câncer de colo do útero, estará disponível nos 36 mil postos de saúde da rede pública durante todo o ano, de acordo com o ministério. Em 2015, o público-alvo serão as meninas de 9 a 11 anos e, a partir de 2016, a ação ficará restrita às meninas de 9 anos.

Para garantir proteção completa, a imunização ocorrerá de forma estendida, em três doses. A segunda aplicação deve ser feita 6 meses depois da primeira e a terceira, 5 anos depois.

Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, essa faixa etária foi escolhida porque, nela, a produção de anticorpos contra o HPV tem maior eficácia.

"Além disso, na grande média da população brasileira, meninas nessa idade ainda não tiveram início da atividade sexual, que é quando essas futuras mulheres estarão sob risco do vírus HPV. Então, estamos garantindo proteção para quando essas meninas tiverem vida sexual ativa", explicou Padilha.

Ao todo, há mais de cem tipos de HPV, vírus transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Em 2011, 5.160 mulheres morreram em decorrência dessa doença, o terceiro câncer mais comum entre as brasileiras, atrás dos tumores de mama e colorretal. Segundo dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV. 

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, a vacina que será usada pelo SUS tem eficácia de 98,8% contra o câncer de colo do útero. A imunização, porém, é preventiva e não dispensa o uso de camisinha durante a relação sexual.

"A vacinação contra o HPV é uma precaução do câncer de colo do útero. Não é terapêutica, portanto, deve ser recomendada como uma medida preventiva, e não curativa. A vacina não substitui a realização do exame preventivo [papanicolau] nem o uso de preservativos", disse Carla.

Vacinação nas escolas
Para ser vacinada na escola, a menina precisará da autorização da família e apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. O Ministério da Saúde vai orientar as secretarias estaduais e municipais para que tracem suas estratégias de imunização no ambiente escolar.

"O Ministério da Saúde estimula as secretarias a fazer uma grande campanha de vacinação durante o período de aplicação da primeira dose dentro das escolas públicas e privadas", afirmou Padilha. "Caso o município ache interessante, a segunda dose também poderá ser aplicada na escola", completou o ministro.

Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, essa faixa etária foi escolhida porque, nela, a produção de anticorpos contra o HPV tem maior eficácia.

"Além disso, na grande média da população brasileira, meninas nessa idade ainda não tiveram início da atividade sexual, que é quando essas futuras mulheres estarão sob risco do vírus HPV. Então, estamos garantindo proteção para quando essas meninas tiverem vida sexual ativa", explicou Padilha.

Ao todo, há mais de cem tipos de HPV, vírus transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Em 2011, 5.160 mulheres morreram em decorrência dessa doença, o terceiro câncer mais comum entre as brasileiras, atrás dos tumores de mama e colorretal. Segundo dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV. 

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, a vacina que será usada pelo SUS tem eficácia de 98,8% contra o câncer de colo do útero. A imunização, porém, é preventiva e não dispensa o uso de camisinha durante a relação sexual.

"A vacinação contra o HPV é uma precaução do câncer de colo do útero. Não é terapêutica, portanto, deve ser recomendada como uma medida preventiva, e não curativa. A vacina não substitui a realização do exame preventivo [papanicolau] nem o uso de preservativos", disse Carla.

Vacinação nas escolas
Para ser vacinada na escola, a menina precisará da autorização da família e apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. O Ministério da Saúde vai orientar as secretarias estaduais e municipais para que tracem suas estratégias de imunização no ambiente escolar.

"O Ministério da Saúde estimula as secretarias a fazer uma grande campanha de vacinação durante o período de aplicação da primeira dose dentro das escolas públicas e privadas", afirmou Padilha. "Caso o município ache interessante, a segunda dose também poderá ser aplicada na escola", completou o ministro.

HPV (Foto: Arte/G1)

G1 

 

 
 

 

 
Criado em 21 Janeiro 2014

Roupas muito justas, bolsas pesadas e saltos altos são alguns causadores de problemas

Para estarem sempre bonitas e produzida, as mulheres se valem de diversos recursos, como roupas, calçados, acessórios e muitos outros. Mas toda essa beleza pode acabar sendo prejudicial. É que alguns itens do vestuário feminino fazem mal. Veja quais são e por quê:

1 – Sapatos de salto alto e bico fino

Ao caminhar, o peso do corpo fica dividido entre o calcanhar e a parte da frente do pé e a carga concentra-se nos dedos. O resultado são calos, bolhas e dores, podendo chegar ao caso de cirurgia. Outro problema é a dificuldade na flexão da planta do pé, o que prejudica a circulação e potencializa a tendência a varizes. O salto alto causa ainda dores no joelho, no arco anterior dos pés, joanetes, calos, tendinites, unhas encravadas e danos à coluna, como lordose, e outros problemas ortopédicos.

Para evitar que isso aconteça, prefira sapatos largos e confortáveis no dia-a-dia. Já os modelos altíssimos devem ser reservados para ocasiões especiais. “O melhor é usar sapatos mais confortáveis, como salto quadrado e grosso, pois dão maior equilíbrio. Os sapatos que têm mais de dez centímetros devem ser evitados. Evite ainda os sapatos com os bicos finos, que podem causar joanete. Os mais saudáveis são os que têm a frente retangular ou redonda”, recomenda o ortopedista Marco Antônio Ambrósio.

2 – Calcinhas fio-dental

A ginecologista Eddy Nishimura, do Hospital Santa Cruz de São Paulo, alerta que as calcinhas muito apertadas comprimem o local e prejudicam a ‘respiração’, aumentando a umidade e favorecendo o surgimento de bactérias e fungos. O fio-dental aumenta também a fricção, podendo causar assaduras.

“As calcinhas de algodão são menos atraentes que as de material sintético, mas devem ser as escolhidas, pois restringem menos a circulação de ar, além de absorver melhor o suor e a secreção das glândulas sebáceas originadas na área genital, reduzindo a umidade e o abafamento, explica.

3 – Brincos muito pesados

O cirurgião plástico Marcelo Daher, diretor da Interclínica Centroplástica do Rio de Janeiro, diz que esse problema é muito frequente entre as mulheres devido ao contínuo do brinco pesado demais. Para evitar, a dica é evitar o uso diário de brincos grandes e pesados, usar brincos de pressão de vez em quando e tomar cuidado para evitar acidentes: uma criança pode puxar sem querer os brincos, ou o acessório pode prender em uma peça de roupa.

4 – Sutiã com bojo

Eles sustentam os seios, os deixam mais bonitos e valorizam o decote. Mas nada de modelos muito apertados, porque além de marcarem as gordurinhas, eles podem machucar. Se for mesmo necessário, não use por períodos muito longos e evite o bojo, pode machucar a pele e até os mamilos.

5 – Cintas modeladoras

O objetivo de quem usa as cintas é realmente comprimir algumas áreas do corpo. Mas exatamente por serem apertadas demais, especialmente se usadas por muito tempo seguido, podem machucar a pele, causar problemas circulatórios, varizes, além de comprimir os nervos e causar dores e dormência. Se for necessário usar em alguma ocasião especial, com uma roupa que marque muito o corpo, por exemplo, prefira os modelos de microfibra e elastano, que são mais confortáveis.

6 – Bolsas pesadas

O problema da bolsa pesada, segundo o ortopedista, traumatologista e médico do esporte do Hospital Samaritano, Marco Antônio Ambrósio, não fica limitado apenas à coluna, mas aos joelhos e tornozelos, porque não se pode carregar peso por muito tempo, principalmente de um lado só, por causa do equilíbrio.

“A mulher que costuma carregar a bolsa muito pesada sofre um desequilíbrio porque põe o peso só de um lado, o que pode provocar uma patologia chamada de escoliose, que vem a ser um desvio da coluna vertebral, além de tensões musculares, dores nos joelhos e nos tendões”, explica. A recomendação médica é optar sempre por bolsas que distribuam melhor o peso pelo corpo, como mochilas (especialmente com os cintos de segurança, que são presos na barriga), ou bolsas com alças transversais.

7 – Cintos apertados

O nervo cutâneo femoral lateral vai do abdome até a parte externa da coxa e, quando é comprimido por muito tempo, como acontece no uso de cintos muito apertados, pode causar dores e dormência nas pernas.

8 – Jeans muito justos

“Da mesma forma que as calcinhas, os jeans muito apertados aumentam a umidade e o calor local (região íntima), colaborando como um dos diversos fatores que podem quebrar o equilíbrio das defesas locais”, diz a ginecologista Eddy Nishimura, do Hospital Santa Cruz de São Paulo. “As mulheres não devem deixar de usar roupas de tecido sedutor e delinear suas belas formas, basta dosar o seu uso conforme a predisposição de cada mulher e, assim, afastar a possibilidade do surgimento de novos problemas”, completa.

9 – Produtos químicos dos tecidos

Muita gente tem alergias de pele e não sabe que a causa pode estar nos tecidos das roupas, porque no processo de tingimento utilizam muitos produtos químicos, até mesmo alguns que são tóxicos. Lavar as roupas antes de usá-las pode resolver – ou amenizar – o problema.

10 – Biquínis molhados

No verão, é comum passar o dia todo de biquini, entrando e saindo da piscina ou do mar. Mesmo com tempo quente, a umidade permanece e, junto com o calor, pode ser prejudicial para a região íntima da mulher, favorecendo o surgimento da candidíase, um fungo que normalmente já está no organismo e se desencadeia quando encontra ambientes propícios. Cuide-se!

 

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