Criado em 11 Fevereiro 2014

É um alimento funcional e fonte de carboidratos, contém vitaminas C e do complexo B, ferro, cálcio e potássio

As uvas fazem parte do cardápio da maioria das pessoas. Docinhas e saborosas, podem ser consumidas, por exemplo, no café da manhã ou após as refeições como uma opção de sobremesa saudável.

Porém, embora seja uma fruta bastante conhecida, poucas pessoas conhecem seus benefícios e, também, a diferença entre os diferentes tipos de uva.

Abaixo as principais informações sobre essa fruta.

Benefícios

Sabrina destaca que a uva é um alimento funcional e fonte de carboidratos, importante para o fornecimento de energia para o organismo, além de conter vitamina C, vitaminas do complexo B, ferro, cálcio e potássio. “As uvas possuem ação antioxidante, combatem os radicas livres e são anticancerígenas”, diz.

A nutricionista acrescenta que a casca de algumas uvas possuem resveratrol, uma substância cardioprotetora, que auxilia no controle do colesterol, na diminuição da formação de coágulos sanguíneos e na prevenção de trombose.

Os diferentes tipos de uva e suas particularidades

A nutricionista Sabrina destaca que as uvas escuras possuem ação antioxidante. Abaixo ela fala sobre os diferentes tipos:

  • Uva nacional: excelente para a produção de geleias e sucos. Sofre com a fragilidade para o transporte e armazenamento.
  • Cabernet sauvignon: é uma das uvas mais nobres, servindo de base para os famosos vinhos tintos da região de Bordeaux, na França. É uma bebida de excelente qualidade, cujo aroma e buquê evoluem com o envelhecimento.
  • Itália: sua polpa saborosa não costuma ser usada para a produção de vinhos, mas é um tipo bastante apreciado como fruta fresca. Tem uma versão rosada, chamada no Brasil de uva-rubi.
  • Merlot: junto com a cabernet, pinot noir e syrah, é considerado um dos quatro tipos mais requisitados para os vinhos tintos.

Já as uvas rosadas, ainda de acordo com a nutricionista Sabrina, possuem na casca o resveratrol. São elas:

  • Niágara rosada: a fruta de polpa mole e doce é o tipo de uva mais consumido no país.
  • Thompson: seu grande atrativo é não ter sementes, o que faz dela a uva mais popular nos Estados Unidos. Também serve para produzir passas.
  • Chardonnay: essa variedade de cachos pequenos é a mais tradicional na produção de vinhos brancos em todo o mundo.
  • Moscatel branca: no Brasil, é usada para a alimentação e na produção de vinhos brancos.

Consumo adequado

Ao pensar em frutas, muitas pessoas acreditam que podem consumi-las sem moderação, já que são alimentos saudáveis. Porém, isso não é verdade.

Sabrina Lopes explica que as uvas podem ser consumidas diariamente, porém, o consumo deve ser, no máximo, de 10 unidades ou um copo de 200 ml de suco de fruta.

“Essa quantidade é suficiente para obter os benefícios nutricionais dela. A uva é uma das frutas que possui alto teor de frutose, o açúcar da fruta, por isso é calórica e seu consumo deve ser controlado”, destaca a nutricionista.

Os benefícios da uva passa

uva diversos beneficios para a saude 2 Uva: diversos benefícios para a saúde

Foto: Thinkstock

Sabrina Lopes destaca que as uvas passas são fonte de oligofrutossacarídeos, com ação prebiótica, ricas em flavonoides e ácidos fenólicos, fibras solúveis e boro. “Os compostos fenólicos previnem doenças crônicas degenerativas e do envelhecimento. Em frutas secas como a uva passa, os valores desses compostos por porção são maiores do que em frutas ‘in natura’, porque essas substâncias se concentram no processo de desidratação”, explica.

A nutricionista acrescenta ainda que a quantidade de ferro e vitaminas do complexo B é mais alta nas uvas passas do que nas uvas frescas, porém, as quantidades de vitaminas A e C são inferiores.

“As uvas passas previnem o câncer de cólon, por serem ricas em fibras e possuírem oligofrutossacarídeos de ação prebiótica. Também previnem doenças cardiovasculares devido às fibras e aos compostos fenólicos, que reduzem a absorção de colesterol. E o boro presente na uva passa auxilia na saúde dos ossos”, destaca Sabrina.

Consumo da uva passa

Apesar de todos os benefícios que oferecem, o consumo de uvas passas deve ser, no máximo, de uma colher (de sopa) por dia. “Elas podem ser consumidas nos lanches entre as principais refeições, também podem ser associadas com iogurte desnatado ou light, que é fonte de proteína. Essa associação é capaz de evitar os picos nos índices glicêmicos e a fome em excesso”, diz Sabrina Lopes.

A nutricionista acrescenta que uma porção de uma colher (de sopa) de uvas passas fornece 45 calorias.

Assim, você tem bons motivos para incluir a fruta ‘in natura’ e as uvas passas na sua dieta! Mas lembre-se sempre de que elas devem ser consumidas com moderação.

 
Criado em 05 Fevereiro 2014

Qualquer ajuda é válida na hora de mandar embora os pneuzinhos da barriga. Se ela vier de uma receita fácil de fazer e simples de incluir no dia a dia, melhor ainda. O ingrediente certo na hora adequada pode ser a diferença entre fechar ou não o botão da calça.

Para secar essa região do corpo, frutas com propriedades antioxidantes e misturas que podem ajudar a reduzir a gordura corporal, eliminargases e facilitar o trânsito intestinal são as mais indicadas.

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“O chá verde é uma ótima pedida, porque ajuda na queima de gordura, além de ser diurético. O abacaxi também tem essa propriedade e ainda é anti-inflamatório”, exemplifica a personal diet Luciana Harfenist, diretora da clínica de nutrição que leva seu nome.

Para fazer o intestino preguiçoso funcionar, a nutricionistaGabriela Paschoal, da VP Consultoria, aconselha: “Aproveitar o bagaço de algumas frutas, como laranja, ou folhas verde-escuras, como a couve, são duas propostas que podem ajudar.”

Se o objetivo é desinchar a região abdominal, alguns alimentos intereferem na modulação dos níveis de prolactina, principalmente durante o período pré-menstrual, e auxiliam na diminuição de água acumulada, explica Paschoal. Melancia, limão, abacaxi, farelo de aveia e água de coco são as indicações da nutricionista.

Confira as receitas:

Diuréticos e reguladores do intestino

Suchá verde (mistura de chá verde com fruta) 
Ingredientes: 
2 colheres de sopa de chá verde (erva) 
260 ml de água 
1 xícara de água fervente 
1 fatia de abacaxi 
hortelã a gosto

Preparo: 
Faça primeiro o chá verde. Ferva 260 ml de água. Desligue o fogo, coloque as duas colheres de chá verde e tampe a panela. Deixe esfriar por aproximadamente 15 minutos. Bata no liquidificador com o abacaxi e a hortelã e sirva. 

Suco de melão, hortelã e biomassa de banana verde 
Ingredientes: 
1 colher de sobremesa de biomassa de banana verde 
100g de melão 
3 folhas de hortelã 
240ml de água filtrada

Preparo: 
Biomassa de banana verde: lave uma unidade de banana verde e coloque, com casca, em uma panela de pressão com água. Deixe cozinhar até formar pressão. Após quinze minutos sob pressão, desligue o fogo e retire, com cuidado, as bananas da panela. Amasse até ficar na consistência de uma massa. 
Bata a colher de biomassa de banana verde, juntamente com o melão picado, as folhas de hortelã e a água no liquidificador. Sirva.

Para desinchar a região abdominal

Suco de abacaxi com água de coco e chá de erva-cidreira 
Ingredientes: 
100g de abacaxi 
140ml de água de coco 
10g de erva-cidreira

Preparo: 
Faça a infusão da erva-cidreira em 100ml de água fervida e leve à geladeira. Depois que estiver gelado, coloque o chá, juntamente com o abacaxi picado e a água de coco. Bata tudo e sirva.

Detox

Suco verde com maçã e gengibre 
Ingredientes: 
1 folha pequena de couve-manteiga orgânica 
½ maçã com casca 
Raspas de gengibre 
240 ml de água filtrada

Preparo: 
Higienize bem os alimentos . Rasgue a couve, pique a maçã, raspe o gengibre e coloque tudo no liquidificador junto com a água. Se quiser, pode acrescentar uma colher de sobremesa rasa de açúcar demerara. Sirva.

Para acelerar o metabolismo

Suco de chá verde com limão e gengibre 
Ingredientes: 
200ml de infusão de chá verde 
100ml de suco de limão 
Raspas de gengibre

Preparo: 
Coloque tudo no liquidificador e bata. Se quiser, pode acrescentar 1 colher de sobremesa de açúcar demerara. Sirva. 

 
 
Criado em 31 Janeiro 2014

Conhecida como a vitamina do sol, ela atua em uma série de funções importantes para o organismo

Você já ouviu falar na vitamina D? A substância é fundamental à saúde, pois atua em diversas funções do organismo. A principal delas está ligada à saúde dos ossos, já que ela auxilia na absorção de cálcio, aumenta a força dos ossos e ajuda a prevenir fraturas.

Mas o micronutriente atua ainda em muitas outras áreas: combate a hipertensão, auxilia na regulagem de hormônios, colabora no desempenho dos músculos, entre outros fatores.

A lista abaixo foi elaborada com a orientação da nutricionista Denise Real e indica 17 fatos interessantes que você precisa saber sobre essa vitamina cheia de benefícios. Confira!

  1. A vitamina D é conhecida como a vitamina do sol. Isto porque as maiores quantidades dessa vitamina são obtidas pela exposição da pele aos raios solares.
  2. Ao contrário de outras vitaminas, apenas cerca de 10% da vitamina D de que o corpo necessita vem dos alimentos. Os outros 90% são produzidos pelo próprio organismo.
  3. Pessoas de pele clara absorvem a Vitamina D com mais facilidade. Quanto mais escura a pele, mais tempo de exposição ao sol é necessária para metabolizar a substância.
  4. Um dos principais benefícios da vitamina para o organismo é o aumento na força dos ossos. Isso acontece porque ela estimula a absorção do cálcio, um nutriente indispensável para os ossos e dentes. A vitamina D é, inclusive, considerada uma grande aliada no combate à osteoporose.
  5. Ela também é fundamental para a redução dos níveis de estrogênio na menopausa.
  6. Combater a hipertensão e auxiliar na manutenção do peso são mais algumas de suas muitas funções.
  7. A vitamina D desempenha um importante papel no bom funcionamento da tireóide e na secreção de insulina pelo pâncreas.
  8. Por conta do auxílio no controle da insulina, alguns estudos sugerem que a deficiência dessa vitamina poderia causar diabetes.
  9. A vitamina atua no sistema imunológico e ajuda na proteção do organismo. Acredita-se ainda que ela seja responsável por controlar cerca de 10% das funções das células.
  10. O nutriente colabora no desempenho de músculos, nervos, coagulação do sangue, crescimento celular e utilização de energia.
  11. Novos estudos apontam que a vitamina também é importante no combate ao estresse, na síntese da melanina e na diferenciação das células da pele e sangue.
  12. Pesquisas indicam a eficácia da vitamina em tratamentos de esclerose múltipla. Segundo indica o estudo, quanto mais baixo for o nível de vitamina D, mais virulenta será essa doença.
  13. A exposição ao sol não é a única fonte desta vitamina. Ela também pode ser encontrada em alimentos como leite, iogurte, ovos, manteiga, peixes e fígado de boi. No entanto, acredita-se que a síntese da vitamina pela exposição ao sol seja muito maior que aquela relacionada à ingestão alimentar.
  14. Um estudo mostrou que cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo apresentam níveis baixos de vitamina D1. Em nosso país, 99,3% da população ingerem a vitamina em níveis abaixo dos recomendados.
  15. Nem sempre se consegue níveis suficientes de vitamina D através da exposição aos raios solares. Às vezes, é necessário que a substância seja administrada de outras formas.
  16. Alguns dos sintomas da falta dessa vitamina são fraqueza muscular e riscos de infecção. Em idosos, a falta de vitamina D pode contribuir para ossos quebradiços.
  17. A quem tem deficiência desta vitamina, é possível conseguir a quantidade ideal de vitamina D por meio de suplementos receitados por um médico.

Para contar com os benefícios da vitamina D, procure expor-se ao sol por cerca de 15 a 20 minutos por dia. Mas, sempre com cautela: evite tomar sol das 10:00 às 16:00 e use sempre o filtro solar.

 
Criado em 25 Janeiro 2014

Chia, aveia, brócolis e sardinha fazem parte da lista

É muito comum lembrarmos-nos de leite assim que ouvimos falar sobre a importância do cálcio para a nossa saúde. Mas a verdade é que existem muitos outros alimentos ricos em cálcio, porém, sem lactose – o que se torna uma ótima notícia para as pessoas que são intolerantes a ela.

Amanda Regina, nutricionista e personal diet, explica que o cálcio é essencial para a manutenção dos ossos e dos dentes e tem, também, uma função primordial de agir na contração muscular e de regular o pH sanguíneo.

“A carência desse mineral pode gerar irritabilidade, humor inconstante, prejudicar a memória, formigamentos, queda de cabelo, unhas frágeis, entre outros sintomas”, destaca a profissional.

Recomendação diária

A recomendação varia de acordo com a faixa etária, sexo, gestação e lactação. “Mas, para se ter uma ideia, uma mulher adulta na faixa dos 30 aos 50 anos, deverá ingerir cerca de 1.000mg por dia”, diz a nutricionista Amanda.

A absorção do cálcio

Amanda Regina explica que, para termos uma boa absorção dos minerais, não basta somente sabermos a fonte alimentar, mas também considerarmos fatores internos: digestão, intestino com funcionamento adequado e boa combinação alimentar. “É necessário, para uma boa absorção do cálcio, que ele seja combinado com outro mineral, o magnésio, e que o corpo esteja em um estado alcalino. Ou seja, quando o pH do corpo está ácido, ele desvia a absorção do cálcio do osso para a manutenção do sangue e a absorção para o osso fica prejudicada”, diz.

A nutricionista destaca que são alimentos que alcalinizam o sangue: frutas, hortaliças verde-escuras (couve, brócolis, escarola, etc) e também cereais integrais. Em contrapartida, são alimentos acidificantes: doces, refrigerantes, excesso de proteínas animais etc. “E são boas fontes de cálcio (combinadas com magnésio, para melhor absorção): sardinha, manjuba, cavalinha, entre outros. Já o leite é rico em cálcio, porém, pobre em magnésio”, diz.

Intolerância à lactose

Amanda Regina explica que muitas pessoas são intolerantes à lactose, que é o açúcar do leite, e também à caseína, que é a proteína do leite. “Para isso, é necessário uma avaliação do nutricionista ou médico para saber se esse é o seu caso. Mas, uma sugestão para quem tem a intolerância à lactose, é utilizar alimentos ‘lactose free’ ou ainda variar com leite de cabra, ovelha ou leite de vegetais (amêndoas, arroz etc., que normalmente são enriquecidos com cálcio)”, diz.

Mais alimentos fontes de cálcio

Abaixo você confere uma lista com outros alimentos – facilmente encontrados – que são fontes de cálcio:

1. Espinafre: é um alimento antioxidante, fonte de fibras e também rico em cálcio. Cada 100 g do vegetal contém cerca de 160 mg do nutriente. A hortaliça pode ser consumida sozinha em saladas, em lanches ou cozido.

2. Brócolis: o brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g, mas a recomendação é consumi-lo cozido ou no vapor. Assim, ao submetê-lo ao cozimento, ele perde cerca de 70% da quantidade inicial de cálcio; já no vapor, ele perde cerca de 25% da quantidade inicial. A dica então é apostar no brócolis no vapor e aproveitar seus outros nutrientes, como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

3. Sardinha: bastante conhecida por ser fonte de Ômega 3, ela também fornece quantidade significativa de cálcio, cada 100 g oferece 500 mg do mineral. O peixe pode ser consumido assado, grelhado ou em patês.

4. Tofu: em 100 g de tofu há 159 mg de cálcio. O problema, porém, é que absorvemos melhor o cálcio de alimentos de origem animal do que os de origem vegetal. Mas, ainda assim, o derivado da soja é uma boa fonte do nutriente, é rico também em proteínas, fósforo e magnésio, além de possuir poucas calorias.

5. Semente de gergelim: ela é conhecida por sua alta concentração de fibras. Mas outros nutrientes, como o cálcio, também são encontrados na semente: são 400 mg de cálcio em cada 100 g do alimento.

6. Linhaça: em 100 g de linhaça há cerca de 200 mg de cálcio, mas, é preciso tomar cuidado para não exagerar no consumo deste alimento que é bastante calórico.

7. Soja: o vegetal é rico em cálcio, apresenta 90 mg do mineral a cada 100 g. Suas versões de farinha ou leite apresentam o nutriente ainda em maior concentração.

8. Grão de bico: a cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outra vantagem do alimento é a sensação de saciedade, além da melhora do fluxo intestinal.

9. Aveia: também é rica em cálcio, oferecendo cerca de 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. Pode ser usada em receitas de pães e bolos ou ser misturada com mingau ou frutas.

10. Chia: é uma semente rica em ômega 3, fibras, ferro, proteínas e, ainda, 100 g do alimento contém cerca de 556,8 mg de cálcio.

Agora você já conhece as funções do cálcio e ótimas opções de alimentos que são fontes dele. Mas lembre-se que eles devem estar associados a uma dieta completa e saudável, de preferência, orientada por um nutricionista, para que todos esses benefícios provenientes da absorção do cálcio sejam, de fato, usufruídos.

 

 
Criado em 23 Janeiro 2014

Vacina estará em 36 mil postos e faixa etária será ampliada aos poucos.
Meta é imunizar 80% dos 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos até 2016.

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) a partir de 10 de março para meninas de 11 a 13 anos, em postos de saúde e em escolas públicas e privadas de todo o país, informou nesta quarta-feira (22) o Ministério da Saúde.

A dose, que ajuda a proteger contra o câncer de colo do útero, estará disponível nos 36 mil postos de saúde da rede pública durante todo o ano, de acordo com o ministério. Em 2015, o público-alvo serão as meninas de 9 a 11 anos e, a partir de 2016, a ação ficará restrita às meninas de 9 anos.

Para garantir proteção completa, a imunização ocorrerá de forma estendida, em três doses. A segunda aplicação deve ser feita 6 meses depois da primeira e a terceira, 5 anos depois.

Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, essa faixa etária foi escolhida porque, nela, a produção de anticorpos contra o HPV tem maior eficácia.

"Além disso, na grande média da população brasileira, meninas nessa idade ainda não tiveram início da atividade sexual, que é quando essas futuras mulheres estarão sob risco do vírus HPV. Então, estamos garantindo proteção para quando essas meninas tiverem vida sexual ativa", explicou Padilha.

Ao todo, há mais de cem tipos de HPV, vírus transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Em 2011, 5.160 mulheres morreram em decorrência dessa doença, o terceiro câncer mais comum entre as brasileiras, atrás dos tumores de mama e colorretal. Segundo dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV. 

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, a vacina que será usada pelo SUS tem eficácia de 98,8% contra o câncer de colo do útero. A imunização, porém, é preventiva e não dispensa o uso de camisinha durante a relação sexual.

"A vacinação contra o HPV é uma precaução do câncer de colo do útero. Não é terapêutica, portanto, deve ser recomendada como uma medida preventiva, e não curativa. A vacina não substitui a realização do exame preventivo [papanicolau] nem o uso de preservativos", disse Carla.

Vacinação nas escolas
Para ser vacinada na escola, a menina precisará da autorização da família e apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. O Ministério da Saúde vai orientar as secretarias estaduais e municipais para que tracem suas estratégias de imunização no ambiente escolar.

"O Ministério da Saúde estimula as secretarias a fazer uma grande campanha de vacinação durante o período de aplicação da primeira dose dentro das escolas públicas e privadas", afirmou Padilha. "Caso o município ache interessante, a segunda dose também poderá ser aplicada na escola", completou o ministro.

Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, essa faixa etária foi escolhida porque, nela, a produção de anticorpos contra o HPV tem maior eficácia.

"Além disso, na grande média da população brasileira, meninas nessa idade ainda não tiveram início da atividade sexual, que é quando essas futuras mulheres estarão sob risco do vírus HPV. Então, estamos garantindo proteção para quando essas meninas tiverem vida sexual ativa", explicou Padilha.

Ao todo, há mais de cem tipos de HPV, vírus transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Em 2011, 5.160 mulheres morreram em decorrência dessa doença, o terceiro câncer mais comum entre as brasileiras, atrás dos tumores de mama e colorretal. Segundo dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV. 

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, a vacina que será usada pelo SUS tem eficácia de 98,8% contra o câncer de colo do útero. A imunização, porém, é preventiva e não dispensa o uso de camisinha durante a relação sexual.

"A vacinação contra o HPV é uma precaução do câncer de colo do útero. Não é terapêutica, portanto, deve ser recomendada como uma medida preventiva, e não curativa. A vacina não substitui a realização do exame preventivo [papanicolau] nem o uso de preservativos", disse Carla.

Vacinação nas escolas
Para ser vacinada na escola, a menina precisará da autorização da família e apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. O Ministério da Saúde vai orientar as secretarias estaduais e municipais para que tracem suas estratégias de imunização no ambiente escolar.

"O Ministério da Saúde estimula as secretarias a fazer uma grande campanha de vacinação durante o período de aplicação da primeira dose dentro das escolas públicas e privadas", afirmou Padilha. "Caso o município ache interessante, a segunda dose também poderá ser aplicada na escola", completou o ministro.

HPV (Foto: Arte/G1)

G1 

 

 
 

 

 
Criado em 21 Janeiro 2014

Roupas muito justas, bolsas pesadas e saltos altos são alguns causadores de problemas

Para estarem sempre bonitas e produzida, as mulheres se valem de diversos recursos, como roupas, calçados, acessórios e muitos outros. Mas toda essa beleza pode acabar sendo prejudicial. É que alguns itens do vestuário feminino fazem mal. Veja quais são e por quê:

1 – Sapatos de salto alto e bico fino

Ao caminhar, o peso do corpo fica dividido entre o calcanhar e a parte da frente do pé e a carga concentra-se nos dedos. O resultado são calos, bolhas e dores, podendo chegar ao caso de cirurgia. Outro problema é a dificuldade na flexão da planta do pé, o que prejudica a circulação e potencializa a tendência a varizes. O salto alto causa ainda dores no joelho, no arco anterior dos pés, joanetes, calos, tendinites, unhas encravadas e danos à coluna, como lordose, e outros problemas ortopédicos.

Para evitar que isso aconteça, prefira sapatos largos e confortáveis no dia-a-dia. Já os modelos altíssimos devem ser reservados para ocasiões especiais. “O melhor é usar sapatos mais confortáveis, como salto quadrado e grosso, pois dão maior equilíbrio. Os sapatos que têm mais de dez centímetros devem ser evitados. Evite ainda os sapatos com os bicos finos, que podem causar joanete. Os mais saudáveis são os que têm a frente retangular ou redonda”, recomenda o ortopedista Marco Antônio Ambrósio.

2 – Calcinhas fio-dental

A ginecologista Eddy Nishimura, do Hospital Santa Cruz de São Paulo, alerta que as calcinhas muito apertadas comprimem o local e prejudicam a ‘respiração’, aumentando a umidade e favorecendo o surgimento de bactérias e fungos. O fio-dental aumenta também a fricção, podendo causar assaduras.

“As calcinhas de algodão são menos atraentes que as de material sintético, mas devem ser as escolhidas, pois restringem menos a circulação de ar, além de absorver melhor o suor e a secreção das glândulas sebáceas originadas na área genital, reduzindo a umidade e o abafamento, explica.

3 – Brincos muito pesados

O cirurgião plástico Marcelo Daher, diretor da Interclínica Centroplástica do Rio de Janeiro, diz que esse problema é muito frequente entre as mulheres devido ao contínuo do brinco pesado demais. Para evitar, a dica é evitar o uso diário de brincos grandes e pesados, usar brincos de pressão de vez em quando e tomar cuidado para evitar acidentes: uma criança pode puxar sem querer os brincos, ou o acessório pode prender em uma peça de roupa.

4 – Sutiã com bojo

Eles sustentam os seios, os deixam mais bonitos e valorizam o decote. Mas nada de modelos muito apertados, porque além de marcarem as gordurinhas, eles podem machucar. Se for mesmo necessário, não use por períodos muito longos e evite o bojo, pode machucar a pele e até os mamilos.

5 – Cintas modeladoras

O objetivo de quem usa as cintas é realmente comprimir algumas áreas do corpo. Mas exatamente por serem apertadas demais, especialmente se usadas por muito tempo seguido, podem machucar a pele, causar problemas circulatórios, varizes, além de comprimir os nervos e causar dores e dormência. Se for necessário usar em alguma ocasião especial, com uma roupa que marque muito o corpo, por exemplo, prefira os modelos de microfibra e elastano, que são mais confortáveis.

6 – Bolsas pesadas

O problema da bolsa pesada, segundo o ortopedista, traumatologista e médico do esporte do Hospital Samaritano, Marco Antônio Ambrósio, não fica limitado apenas à coluna, mas aos joelhos e tornozelos, porque não se pode carregar peso por muito tempo, principalmente de um lado só, por causa do equilíbrio.

“A mulher que costuma carregar a bolsa muito pesada sofre um desequilíbrio porque põe o peso só de um lado, o que pode provocar uma patologia chamada de escoliose, que vem a ser um desvio da coluna vertebral, além de tensões musculares, dores nos joelhos e nos tendões”, explica. A recomendação médica é optar sempre por bolsas que distribuam melhor o peso pelo corpo, como mochilas (especialmente com os cintos de segurança, que são presos na barriga), ou bolsas com alças transversais.

7 – Cintos apertados

O nervo cutâneo femoral lateral vai do abdome até a parte externa da coxa e, quando é comprimido por muito tempo, como acontece no uso de cintos muito apertados, pode causar dores e dormência nas pernas.

8 – Jeans muito justos

“Da mesma forma que as calcinhas, os jeans muito apertados aumentam a umidade e o calor local (região íntima), colaborando como um dos diversos fatores que podem quebrar o equilíbrio das defesas locais”, diz a ginecologista Eddy Nishimura, do Hospital Santa Cruz de São Paulo. “As mulheres não devem deixar de usar roupas de tecido sedutor e delinear suas belas formas, basta dosar o seu uso conforme a predisposição de cada mulher e, assim, afastar a possibilidade do surgimento de novos problemas”, completa.

9 – Produtos químicos dos tecidos

Muita gente tem alergias de pele e não sabe que a causa pode estar nos tecidos das roupas, porque no processo de tingimento utilizam muitos produtos químicos, até mesmo alguns que são tóxicos. Lavar as roupas antes de usá-las pode resolver – ou amenizar – o problema.

10 – Biquínis molhados

No verão, é comum passar o dia todo de biquini, entrando e saindo da piscina ou do mar. Mesmo com tempo quente, a umidade permanece e, junto com o calor, pode ser prejudicial para a região íntima da mulher, favorecendo o surgimento da candidíase, um fungo que normalmente já está no organismo e se desencadeia quando encontra ambientes propícios. Cuide-se!

 
Criado em 14 Janeiro 2014

Uma pesquisa da Universidade de Birmingaham, do Reino Unido, concluiu que o café pode ser tão
hidratante quanto a água. O estudo desmistifica uma pesquisa anterior, da década de 1920, que havia
mostrado que a cafeína pode agir como diurético leve, podendo levar à desidratação. De acordo com
reportagem do jornal "Daily Mail", os pesquisadores de Birmingaham alegam que o consumo do café em
bebida não pode ser comparado ao da cafeína pura, por isso, a diferença entre os estudos.
Para chegar ao resultado, os pesquisadores pediram para 50 homens saudáveis tomarem quatro copos
de café diariamente durante três dias. Depois eles tiveram que consumir a mesma quantidade de água
durante outros três dias. As pessoas também foram proibidas de praticarem exercícios físicos e de
ingerirem bebidas alcoólicas durante o experimento.
O resultado mostrou que os homens se mantiveram bem hidratados tanto bebendo café quanto bebendo
água. "Nós descobrimos que o consumo moderado de café não causa diferenças significativas na
hidratação em comparação com a água", comentou uma das autoras da pesquisa, Sophie Killer.
Ainda assim, muitos especialistas ainda são receosos quanto a indicação do consumo de café para
suprir a necessidade diária de líquidos entre homens e mulheres.

Reprodução

 
Criado em 07 Janeiro 2014
Verão e férias é uma combinação que deixa as crianças ouriçadas. Elas querem ficar o dia todo brincando ao ar livre, seja na piscina, na praia ou no parque. E é aí que mora o perigo. Nessa estação, é preciso redobrar os cuidados com a alimentação dos pequenos, ficar atento à segurança deles em piscinas e praias e evitar doenças típicas, como otite e insolação. Abaixo reunimos dicas de pediatras e especialistas em alimentação para que as crianças tenham um verão tranquilo e divertido. Confira!
 
 
 
Férias de verão combinam com praia, sol e crianças comendo fora de casa. Mesmo quando a viagem não está inclusa no pacote, as tardes ensolaradas pedem um passeio no parque ou um mergulho na praia. E como garantir que as crianças se alimentem bem em qualquer lugar?

Mudança de rotina afeta alimentação
Especialista em alimentação infantil, a nutricionista funcional Elaine de Páduaexplica que a mudança de rotina e a praticidade de alimentos industrializados são responsáveis pelo ganho de peso das crianças durante as férias de verão. 

“Apesar de gastar calorias correndo e brincando, neste período elas costumam acordar tarde, pular refeições e substituir o almoço e o jantar por guloseimas e fast-food”, explica a nutricionista. Elaine diz que, prevendo a oscilação de horários durante as férias, é possível montar cardápios saudáveis, que agradem aos filhos.   

De acordo com a nutricionista Larissa Cohen, do Espaço Stella Torreão, no Rio de Janeiro, “com o calor, a tendência é que o apetite das crianças diminua, mas como está em fase de crescimento é fundamental garantir que ela consuma alimentos leves e nutritivos”. 

Confira dicas para que as crianças comam bem durante as férias de verão: 
 
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    Frutas e suas variações
    A nutricionista Elaine de Pádua recomenda variar a forma de oferecer as frutas. “Iogurtes, leite e sucos com frutas podem facilitar o consumo de diferentes tipos delas. Picolés de frutas também são permitidos”, explica. Segundo a nutricionista Larissa Cohen, é preciso estar atenta aos rótulos: “Nos sucos e picolés, evite aqueles em que a primeira ou segunda palavra da entre os ingredientes é açúcar. Polpa, suco ou água devem ser os primeiros da lista, já que representam substâncias em maior quantidade no produto”. Ela lembra as frutas já devem estar picadas, em potes, dentro de uma sacola térmica, para facilitar o consumo.

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    Para quem não gosta de fruta
    Para crianças que torcem o nariz para qualquer tipo de fruta, Larissa Cohen recomenda biscoitos à base de farinhas integrais (doces ou salgados), bolo caseiro simples em fatias (previamente embalados fatia a fatia) e minissanduíches de queijo minas ou mussarela. A nutricionista Elaine de Pádua orienta: “Nunca deixe o pacote de biscoitos com a criança. Ofereça o salgadinho em um potinho e regule a quantidade. O adulto deve estipular os limites”.

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    Comendo na rua
    Quando a fome apertar e não houver nada previamente preparado para a criança, a nutricionista Larissa Cohen recomenda: “A mãe pode comprar milho cozido, biscoito de polvilho, picolés de fruta, sucos e água de coco”. Ela lembra que os sanduíches vendidos na praia, com maionese, devem ser evitados. “Pratos com camarão, empadas, salpicão, salada de frutas e sucos que não sejam industrializados também não devem fazer parte da alimentação das crianças na rua, já que correm o risco de contaminação por bactérias, que provocam infecção intestinal, com febre e diarreia”, explica a nutricionista. 

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    Viagem em família
    A nutricionista Elaine de Pádua explica que o café da manhã dos hotéis costuma fazer a alegria das crianças. “Capriche na primeira refeição do dia, mas faça escolhas saudáveis. Opte por somente uma variação de pão, de preferência integral, evite frituras e alimentos gordurosos”, diz a nutricionista. Se for passar o dia todo fora do hotel, em um lugar que ainda não conhece, Larissa Cohen recomenda levar a comida das crianças já pronta: “No almoço, ofereça um sanduíche de pão integral ou árabe com queijo minas, alface, tomate e cenoura ralada. Para beber, leve água de coco e suco de fruta”. Larissa recomenda que, pelo menos uma vez por dia, a criança consuma verduras, legumes, carnes, arroz e feijão. “Nas férias, os lanches costumam predominar, mas a mãe pode se organizar para oferecer, pelo menos, uma refeição completa por dia para a criança”, orienta a nutricionista. 


Segurança no verão: dicas para cuidar das crianças em praias e piscinas

Calor é sinônimo de crianças brincando em praias e piscinas. Para que eles curtam o verão sem riscos é preciso tomar alguns cuidados. A pediatra Eliana Biondi, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), explica que mães e pais devem ser bons observadores para prever acidentes: “A melhor forma de evitar emergências e situações de risco em praias e piscinas é fazer a análise do ambiente antes de sair de casa, prevendo o que pode acontecer. A ideia é manter os filhos em segurança sem tirar-lhes o gosto pela brincadeira ao ar livre. Por mais que sejam espertas e inteligentes, essa é uma responsabilidade dos pais, não das crianças”.

Eliana diz que uma pulseira ou tag de identificação é necessária para o passeio em praias e parques aquáticos. “Ela deve ser feita de material impermeável e escrita com caneta que não apague na água. Na pulseira devem constar o nome da criança, dos pais, endereço e telefones de contato”, recomenda Eliana. 

Crianças devem ser supervisionadas por adultos
No Brasil, entre os acidentes com crianças, os afogamentos são a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização na faixa etária de 1 a 14 anos. A pediatra explica que o perigo não está somente nas praias, mas também em piscinas de residências, condomínios e hotéis. “Uma criança submersa por poucos minutos pode perder a consciência e ter danos cerebrais graves para o resto da vida. Não é preciso se sentir martirizada e passar o dia brincando dentro d’água, mas é necessário que haja um adulto responsável por perto, mesmo que a criança saiba nadar”, orienta Eliana. 

Em seu consultório, Eliana percebe que a maioria das mães ainda deixa a criança brincando horas seguidas sob o sol ou dentro d’água e faz uma recomendação importante: “O melhor horário para atividades ao ar livre é até às 10 horas e após as 16 horas, mas isso não significa que a criança deva passar todo esse tempo dentro da piscina ou correndo no sol. Bebês, por exemplo, devem ficar no máximo 20 minutos em exposição direta. Após esse tempo é preciso deixá-los em lugar ventilado e com roupa fresca. Mais tarde, você pode colocá-lo mais 20 minutos, sempre observando se a criança está com sede, se parece sentir calor”.

Curso ensina crianças a escapar de situações de risco
A pediatra diz que, em geral, as crianças se desesperam em situações críticas, como uma onda que a puxa para longe da praia. Para deixá-las mais confiantes e tranquilas em situações de emergências, a professora de Educação Física Stella Torreão, diretora técnica do Espaço Stella Torreão no Rio de Janeiro, desenvolveu uma turma de natação diferente. Trazida pela professora de uma viagem ao Canadá, a aula é uma verdadeira brincadeira para os pequenos, que praticam atividades na água com roupas comuns. “O peso das roupas interfere bastante nos movimentos das crianças pequenas dentro d’água, o que dificulta a saída da piscina sem ajuda de um adulto, em caso de emergências. Quando uma criança desenvolve o hábito de nadar vestida com roupas comuns fica muito mais fácil se salvar sozinha em uma situação desse tipo”, diz.

Apesar de lúdica, a aula vai muito além da simples diversão. O objetivo é ensinar as crianças a ter reações mais rápidas no caso de quedas acidentais em piscinas, principalmente em momentos que estão longe dos adultos.

Doenças de verão: saiba quais são as mais comuns em crianças

Doenças de verão: saiba quais são as mais comuns em crianças

Com a chegada do verão, as crianças de férias tendem a passar mais tempo ao ar livre, em contato umas com as outras. Nessa época do ano, algumas doenças apresentam aumento de incidência. De acordo com a pediatra Eliana Bondi, professora de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), com alguns cuidados é possível evitar grande parte delas. 

A principal orientação é prever o dia na praia ou na piscina. Ter mudas de roupas extras, beber água, reaplicar o filtro solar de hora em hora e preparar um lanche balanceado que não estrague no calor já são atitudes que evitam boa parte das complicações”, diz Eliana. A seguir, confira uma lista com as doenças de verão mais comuns entre as crianças:
 
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    Conjuntivite
    Conjuntivite infantil em dias quentes
     
    De acordo com os autores do livro “O primeiro ano do seu bebê” (Editora CMS, 288 páginas, R$ 89), a conjuntivite pode surgir também em bebês pequenos. O problema deixa os olhos inflamados, vermelhos e pode ocorrer a liberação de pus, que forma uma substância grudenta. “Quando associada à gripe, a conjuntivite costuma ser viral e pode ser tratada com a aplicação de compressas de algodão com água fria e fervida. Se não houver melhora em poucos dias, procure um médico. Ocasionalmente, a conjuntivite é causada por uma infecção bacteriana, que exige o uso de colírio antibiótico ou pomada”, explicam os autores do livro. 

    A pediatra Eliana Bondi conta que também existem a conjuntivite alérgica, que causa coceira, além de uma forma causada por queimadura solar. “Crianças expostas ao sol por tempo prolongado podem apresentar queimadura solar nas pálpebras. Para verificar se o problema existe, basta puxar as pálpebras e identificar se existe uma linha esbranquiçada na área avermelhada. Para resolver o problema, pingue colírio do tipo lágrima artificial”, explica Eliana.
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    Otite
    Otite em crianças
     
    Passar o dia mergulhada na água da piscina pode ser o suficiente para a criança ficar com o ouvido inflamado. A otite pode ser causada por fungos ou bactérias e costuma provocar zumbido e dor intensa. A pediatra Eliana Bondi recomenda a visita ao médico para tratar o problema. “A inflamação no ouvido também pode ser causada pelo uso excessivo de haste flexível. Não recomendo remover a cera dos ouvidos das crianças ou introduzir a haste profundamente para limpar a região. Ela pode ser usada apenas para higienizar a região externa do ouvido”, diz a pediatra.  

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    Impetigo
    Impetigo: doença de pele na criança
     
    O impetigo é uma doença de pele causada pelo desequilíbrio na população da bactéria naturalmente encontrada na pele. Picadas de inseto e pequenos machucados podem ser a porta de entrada para a formação de uma ferida

    De acordo com os autores do livro “Primeiro ano do seu bebê”, “a lesão costuma ser vermelha e infecciosa e pode apresentar pequenas bolhas com líquido, que desenvolverão uma casca amarela. Costuma surgir no rosto, mas pode se espalhar por outras partes do corpo. É preciso procurar um médico, que irá receitar creme antibiótico ou remédios. A erupção é extremamente contagiosa. Para evitar que a criança se reinfeste, tenha cuidado especial com a higiene das roupas”.
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    Diarreia
    Diarreia em crianças
     
    De acordo com a pediatra Eliana Bondi, o problema pode surgir após um longo dia na praia, devido a uma gastrointerite. “Crianças não devem comer salgadinhos, peixes ou camarões vendidos na praia, já que desconhecemos a procedência e o modo de preparo. O ideal é preparar o lanche antes de sair de casa. Sanduíches com queijos pasteurizados e frios que não precisam de resfriamento, como o salame, são bem-vindos", explica. 

    Não esqueça de incluir um líquido para hidratar, que pode ser água de coco, sucos ou achocolatados em caixinhas. "Para os bebês, prepare mamadeiras pequenas com água e leite materno. Dessa forma você evitar desperdiçar o alimento, já que ele precisa ser descartado caso a criança não beba tudo”, informa a pediatra. 
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    Insolação
    Insolação infantil
     
    Eliana Bondi explica que a insolação costuma ser causada pela distração da mãe. O problema costuma causar mal estar, dores de cabeça, náuseas e tontura. “Passar o dia todo sob o sol não é recomendado para nenhuma criança. Mesmo nos horários considerados próprios para o banho de sol, ela deve fazer pausas nas brincadeiras, ficar na sombra e beber água. A criança que passa o dia mergulhada na piscina também corre risco de apresentar insolação, já que o espelho d’água reflete a luz solar, aumentando a intensidade dos raios”, explica a pediatra Eliana Bondi. 
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    Micose
    Micoses em crianças
     
    As micoses são infecções de pele causadas por fungos. A pediatra Eliana Bondi explica que deixar bebês e crianças o dia todo com sungas e biquínis molhados é uma das principais causas do problema. “Quando a criança sai da água é preciso trocar por uma muda de roupa limpa e seca, já que o atrito com a roupa pode agravar o problema. Bordas de piscinas, vestiários e lava-pés também podem favorecer esse tipo de parasitose. Para evitar o contágio, as crianças devem estar sempre de chinelo”, diz a pediatra. 
    GNT
 
Criado em 26 Outubro 2013

Maus hábitos alimentares e o sedentarismo está tornando o mundo está cada vez mais 'gordo', e o problema pode começar mais cedo do que você imagina. Não é à toa que a obesidade infantil já é considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), atingindo 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.

Uma reportagem da revista Crescer, especializada no universo infantil, aponta que dois fatores contribuem com o sobrepeso das crianças: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança.

Um estudo do Jornal de Pediatria, do Brasil, revelou que a partir dos 6 meses, 79,3% das crianças já comiam bolachas e 20,7% consumiam sucos artificiais. É motivo de sobra para se preocupar, já que a obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, a Revista Crescer selecionou os oito erros comuns que os pais cometem na dieta dos pequenos. Anote e comece hoje mesmo a corrigir os maus hábitos.

1. Abrir mão de amamentar

Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta. "Nós nascemos com a saciedade regulada, então, é muito difícil um bebê mamar mais do que precisa, a ponto de ganhar peso excessivo", conta Renata Maria de Noronha, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP).

2. Negligenciar as recomendações do pediatra

Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.

3. Culpar a genética

Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.

Reprodução



4. Não estabelecer uma rotina

Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.

5. Viciar o paladar

Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: "Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança", explica Renata. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.

6. Barganhar na hora da refeição

Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. "Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições", reprova Renata.

7. Permitir a TV em excesso

Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. "As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar", conclui Renata. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.

8. Comer por dois quando grávida

Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo. (Fonte: Revista Crescer)

Bonde

 
Criado em 27 Setembro 2013

Evento oficial está sendo organizado pelo Hospital do Coração e será voltado para as crianças

No próximo domingo, 29, a Federação Mundial do Coração (World Heart Federation) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) celebram o Dia Mundial do Coração. 

Neste ano, o tema da campanha é "Ajude as Crianças a Seguir o Caminho para um Coração Saudável." 
Londrina é uma das cidades escolhidas pela SBC para sediar as atividades referentes à data. O evento oficial está sendo organizado pelo Hospital do Coração e será voltado para as crianças. 
Como diz o tema da campanha, tudo será montado, com gincanas e brincadeiras, para ajudar as crianças a saber mais sobre um coração saudável. 
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares - o que inclui doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC) – afetam pessoas de todas as idades e grupos populacionais, incluindo mulheres e crianças. 
As doenças cardiovasculares atualmente causam 17,3 milhões de mortes a cada ano, 80% destas ocorrem em pessoas de baixa e média renda, tornando-se a causa número um de mortes no mundo. 
Muitas dessas doenças têm início do desenvolvimento na infância e adolescência, levando ao estágio avançado da doença ou à morte prematura na vida adulta. 
Crianças, em grande parte, dependem dos adultos para orientação sobre comportamentos saudáveis por isso precisamos garantir que elas adotem bons hábitos de vida. 

Serviço: 

As atividades oficiais do Dia Mundial do Coração em Londrina serão realizadas na Rua Joaquim de Matos Barreto esquina com Avenida Maringá, no Lago Igapó 2, no domingo, dia 29, das 9h às 12h. Se chover, o evento será adiado para 6 de outubro.

Bonde

 

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