Criado em 05 Fevereiro 2015

Especialistas afirmam: frutas são essenciais para a dieta e para a saúde. Mas você sabia que a forma que você consome faz toda a diferença e que o exagero pode transformar as frutinhas em vilãs para o corpo? Para evitar problemas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda comer cinco porções por dia. E qual deve ser a quantidade de fruta em uma porção? E onde o suco entra nessa história?

O que é uma porção de fruta

Uma porção é calculada pelas calorias dos alimentos, onde cada porção equivale a cerca de 60 ou 70 calorias (relativo a uma dieta de 2 mil calorias diárias). 

A conta é simples. Frutas unitárias de tamanho médio, como maçã, banana e pera, por exemplo, podem ser consideradas uma porção. Frutas maiores, como melão, mamão ou melancia, têm em uma fatia as calorias necessárias da porção. Já frutinhas pequenas, que vêm em cachos, como uvas, podem ser consumidas de 10 a 12 frutos por porção. 
 

Um copo de suco é uma porção de fruta?

Os sucos podem ser perigosos, já que, muitas vezes se usa mais do que uma porção de frutas para preparar um copo. É o caso do suco de laranja, por exemplo, que precisaria de ao menos três laranjas para preparar a bebida. Nesse caso, a pessoa consumiria três das cinco porções diárias recomendadas em apenas um copo da bebida.

Além disso, o suco é uma opção mais calórica e com menos fibras do que a fruta in natura, e também pode pedir pela adição de açúcar ou adoçante. Por isso é sempre mais indicado comer uma porção de fruta. Porém, caso não tenha como consumi-las, o suco pode ser uma alternativa – desde que respeite a quantidade ideal indicada pela OMS.

 

 

 
 
Criado em 30 Janeiro 2015

Provavelmente você já sentiu a barriga roncando, ouviu seus joelhos estalarem ou já percebeu aquele barulhinho no ouvido que você não sabe de onde vem. Normalmente, esses sons não devem ser causa de preocupação e são reações normais do corpo a alguns estímulos. No entanto, persistências e anormalidades nesses barulhos podem indicar que algo não vai bem no organismo. Saiba mais sobre os principais sons que o corpo produz e o que eles significam.

Ronco

Ao dormir, o tecido mole da garganta vibra conforme o ar passa. Fatores como sobrepeso, alterações hormonais e problemas de respiração podem contribuir para que esse processo produza um ruído, o ronco.

Quando devo me preocupar?

Se o ronco acontece sempre e dura a noite toda, é importante checar suas causas. Obesidade, refluxo e apneia do sono podem ser alguns dos problemas relacionados e devem ser tratados em função do risco de provocarem outros tipos de doenças no organismo.

Estalo nas articulações

Normalmente, os estalos não são motivo de preocupação e acontecem em função de uma mudança de pressão dentro das articulações. Ao estalar os dedos, por exemplo, o líquido acumulado em um dos lados passa para o outro e emite um ruído.

Quando devo me preocupar?

Quando o estalo causa inchaço ou dor é importante procurar um especialista o mais rápido possível, pois esses sintomas podem indicar desgastes e desajustes nas articulações.

Zumbido no ouvido

O zumbido é caracterizado como um tipo de campainha bem baixa que persiste por algum tempo nos ouvidos e depois some. Isso acontece porque o cérebro pode interpretar alguns sinais elétricos como sons.

Quando devo me preocupar?

Se o zumbido é persistente ou se você sente em apenas um dos ouvidos é importante consultar o médico para verificar se há infecção. Sintomas como tontura, perda da audição e otite também pode indicar a presença de bactérias.

Ronco na barriga

O barulho acontece em função da contorção do sistema gastrointestinal para eliminar resíduos de alimentos do corpo. O resultado é um som causado pela mistura de líquidos com ar.

Quando devo me preocupar?

Se o ronco produz um som fora do comum ou provoca dor pode sinalizar uma infecção ou obstrução intestinal e você deve  consultar um médico.

Soluço

O soluço acontece em função de desordens no diafragma que acontecem normalmente após a ingestão de alimentos, quando o estômago, cheio, comprime o órgão.

Quando devo me preocupar?

Se o soluço é persistente e dura horas, consulte um médico. Esse sintoma pode indicar irritações no esôfago ou excesso de acidez, por exemplo.

Assobio pelo nariz

Quando o ar passa por um espaço muito estreito nas fossas nasais acaba produzindo um assobio. Normalmente, é sintoma de congestão nasal: assoar o nariz resolve o problema.

Quando devo me preocupar?

Se o assobio não cede durante o dia, procure um especialista. O sintoma pode ser sinal de rinite alérgica, infecções e desvio de septo, por exemplo. 

Fonte: Bolsa de Mulher

 

 
Criado em 29 Dezembro 2014

A febre chikungunya foi registrada no Brasil pela primeira vez em setembro deste ano. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (do dia 15 de novembro), haviam sido identificados 1.364 casos no país, sendo 71 importados e 1.293 diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para locais onde há transmissão.

A doença, causada por um vírus do gênero Alphavirus, é transmitida sobretudo peloAedes aegypti, transmissor da dengue, e peloAedes albopictus. Os sintomas incluem febre alta, dor muscular, nas articulações e na cabeça, além de manchas vermelhas pelo corpo, que costumam durar de três a dez dias. A letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, a orientação do ministério é que as pessoas reforcem as ações para eliminar criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas adotadas para o controle da dengue: verificar se a caixa d'água está bem fechada, não acumular vasilhames no quintal, verificar se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, desde 2004, o chikungunya havia sido identificado em 19 países. A partir do final de 2013, entretanto, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, este ano, na República Dominicana e no Haiti. Até então, apenas África e Ásia tinham registro da circulação do vírus.

Desde que foram confirmados casos no Caribe, o governo brasileiro elaborou um plano nacional de contingência da doença, com as metas de intensificar as atividades de vigilância, a preparação de resposta da rede de saúde, o treinamento de profissionais, a divulgação de medidas às secretarias, além de equipar laboratórios de referência para diagnóstico.

Também foram reforçadas medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre chikungunya, foram constituídas equipes técnicas pelas secretarias de saúde locais para orientar a busca de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades. Para garantir o controle dos mosquitos transmissores da doença, está sendo realizada, entre outras ações, a eliminação de criadouros.

A recomendação do ministério é que – uma vez caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – os demais casos sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas apresentados e o vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

Transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, Chikungunya assusta o país em 2014

O diário

 
Criado em 29 Dezembro 2014

A febre chikungunya foi registrada no Brasil pela primeira vez em setembro deste ano. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (do dia 15 de novembro), haviam sido identificados 1.364 casos no país, sendo 71 importados e 1.293 diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para locais onde há transmissão.

A doença, causada por um vírus do gênero Alphavirus, é transmitida sobretudo peloAedes aegypti, transmissor da dengue, e peloAedes albopictus. Os sintomas incluem febre alta, dor muscular, nas articulações e na cabeça, além de manchas vermelhas pelo corpo, que costumam durar de três a dez dias. A letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, a orientação do ministério é que as pessoas reforcem as ações para eliminar criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas adotadas para o controle da dengue: verificar se a caixa d'água está bem fechada, não acumular vasilhames no quintal, verificar se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, desde 2004, o chikungunya havia sido identificado em 19 países. A partir do final de 2013, entretanto, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, este ano, na República Dominicana e no Haiti. Até então, apenas África e Ásia tinham registro da circulação do vírus.

Desde que foram confirmados casos no Caribe, o governo brasileiro elaborou um plano nacional de contingência da doença, com as metas de intensificar as atividades de vigilância, a preparação de resposta da rede de saúde, o treinamento de profissionais, a divulgação de medidas às secretarias, além de equipar laboratórios de referência para diagnóstico.

Também foram reforçadas medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre chikungunya, foram constituídas equipes técnicas pelas secretarias de saúde locais para orientar a busca de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades. Para garantir o controle dos mosquitos transmissores da doença, está sendo realizada, entre outras ações, a eliminação de criadouros.

A recomendação do ministério é que – uma vez caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – os demais casos sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas apresentados e o vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

Transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, Chikungunya assusta o país em 2014

O diário

 
Criado em 15 Dezembro 2014

Você já pensou em comer todos os alimentos salgados que gosta sem correr o risco de aumentar sua pressão arterial? Pois é exatamente isso o que a Matrix Health apresenta ao mercado brasileiro ao lançar o primeiro salgante do país, um substituto do sal que não contém sódio. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de sal (cloreto de sódio) recomendado é de dois gramas por dia, podendo-se chegar ao máximo de cinco. Pesquisas mostram que, em geral, o brasileiro consome mais que o dobro do limite, chegando a ingerir 12 gramas de sal diariamente. 

O resultado não é difícil prever. Calcula-se que mais de 44 milhões de brasileiros, cerca de 20% da população é hipertensa, necessitando praticar dietas hipossódicas. "As consequências da chamada pressão alta são muitas, sendo que em casos mais graves o paciente pode vir a ter um infarto do miocárdio, muitas vezes levando-o à morte instantânea", afirma o sócio diretor da Matrix Health, Nilson Capozzi. 

Além das pessoas que sofrem com hipertensão arterial, nota-se que a redução da ingestão de sódio também é bastante desejada pelos que adotam estilos de vida mais saudáveis, os chamados fitness. "O sódio, entre outros males, provoca inchaço e retenção de líquidos. Quem se preocupa com a saúde ebeleza do corpo quer evitar isso", completa. 

O problema é tão grave que em 2012 o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) anunciaram mais uma etapa de um programa para redução de sódio em produtos processados no Brasil, estipulando a diminuição do uso de sal nos caldos, temperos, margarinas e cereais matinais. Nas etapas anteriores, foram definidas metas de redução de sódio em produtos como massas instantâneas, pães de forma, batatas fritas e biscoitos. A expectativa é que a quantidade de sódio no mercado reduza pelo menos 8,8 mil toneladas até 2020. 

Mas a cassada ao sódio acaba de ganhar um novo aliado. Depois de cinco anos de projeto, e algumas tentativas de trazer salgantes importados para o Brasil, a Matrix Health desenvolveu um salgante genuinamente brasileiro. A pesquisa foi comandada pelo experiente químico e farmacêutico, professor da USP com especialização nos EUA e colaborador de muitas empresas farmacêuticas nacionais e multi nacionais, Massayoshi Yoshida. 

O produto foi testado pela Unifesp em ratos normotensos (sem hipertensão arterial) e hipertensos. O resultado é que após sete e dez dias ingerindo a dose equivalente à recomendada para ingestão humana de sal comum, tanto os normotensos como os hipertensos apresentaram aumento da pressão arterial. Com o Bio Salgente, que é à base de cloreto de potássio, ambos os grupos apresentaram a manutenção da pressão arterial. A tese vai ao encontro do conceito atual da implantação de alimentos que propiciem uma redução da ingestão de sal e terapia não medicamentosa no combate à hipertensão arterial. 

O Bio Salgante, que está registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), promete ser uma opção mais saudável tanto para hipertensos quanto para normotensos, certamente mudando o nosso jeito de consumir alimentos salgados. Com um paladar agradável e extremamente próximo ao do sal, muitas vezes seu uso nem foi percebido em testes cegos. Sua única restrição em relação ao sal comum é que o salgante não deve ser submetido a temperaturas superiores a 180 graus ºC, devendo passar por um processo de cozimento mais brando. 

"Ficamos extremamente felizes por conseguir desenvolver um produto tecnicamente tão bom e capaz de auxiliar na manutenção da pressão arterial. Isso certamente garante mais sabor e prazer às pessoas que são obrigadas a manter dietas hipossódicas e àquelas que desejam preservar-se dos malefícios do sal, como a retenção de líquidos e sobrepeso hídrico", conclui Capozzi.

 

Bonde

 
Criado em 10 Dezembro 2014

Na nossa cultura não é fácil acreditar que uma agulha posicionada num determinado ponto (por exemplo, no pé) pode aliviar uma dor em outro ponto (por exemplo, na cabeça).A acupuntura funciona tão bem no alívio de muitas dores, que cientistas em universidades do mundo inteiro têm pesquisado a sua ação sobre o nosso organismo. E as pesquisas têm mostrado resultados satisfatórios. A acupuntura atua em vários níveis do cérebro:
. Ativando um circuito denominado sistema supressãor da dor (também conhecido como sistema inibitório descendente);
. Promovendo a liberação de endorfinas (substâncias semelhantes à morfina, fabricadas nos neurônios, que promovem sensação de alívio da dor e bem-estar);
. Aumentando os níveis de serotonina no líquor e tronco cerebral inferior;
. Diminuindo a liberação de substâncias cerebrais relacionadas à dor.
O efeito da acupuntura numa crise de enxaqueca pode ser muito rápido, com graus de alívio que podem ser muito grandes. E sem os efeitos colaterais dos medicamentos.
A acupuntura pode, também, ser utilizada periodicamente fora das crises de enxaqueca, com o objetivo de preveni-las.Porém, não há porque, em pleno século 21, eleger a acupuntura como a única e isolada forma de tratamento para a enxaqueca ou qualquer dor de cabeça que seja. A acupuntura pode ser melhor encarada como mais uma forma de tratamento eficaz dos sintomas. 
Lembre-se: além do tratamento das crises propriamente ditas, sessões regulares de acupuntura podem ser eficazes no tratamento preventivo da enxaqueca, ou seja, na diminuição da freqüência da dor de cabeça.
Tenha sempre em mente: embora a acupuntura possa ser muito eficaz no tratamento do sintoma (dor de cabeça, náuseas, etc), ela (assim como as drogas) não trata a causa da enxaqueca. Por isso, associe sempre ao seu tratamento, mudanças saudáveis de hábitos e estilo de vida.

Alimentos que combatem a enxaqueca:

São muitas as causas da enxaqueca, ou mesmo de uma simples dor de cabeça: falta de sono, estresse, variações de temperatura, hábitos alimentares... Ainda há, no caso das mulheres, aquela dor de cabeça típica do período pré-menstrual. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, 15% da população do planeta sofre desse mal, o que inclui, aproximadamente, 25 milhões de brasileiros afetados pela doença.Além de usar medicamentos e evitar as causas acima, um dos poderosos remédios contra a enxaqueca pode ser o mesmo hábito que a provoca - a alimentação. Você sabia que alguns nutrientes têm o poder de aliviar os sintomas e reduzir essa complicação? Veja quais são e por quê:

1. Selênio contra os radicais livres
Presente principalmente em salmão, ostras cruas, castanha do Pará, fígado de boi e farelo de trigo, o selênio é um mineral capaz de retirar os metais tóxicos do corpo. "Esses metais tóxicos, quando se depositam em nosso organismo, não só contribuem para o aumento dos radicais livres como podem causar sintomas de enxaqueca, além de elevar o risco de doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilibrio Nutricional.

2. Magnésio
O papel do magnésio no combate às dores de cabeça e enxaquecas foi demonstrado em uma série de estudos. De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, a concentração de magnésio em nosso corpo afeta os receptores de serotonina - substância responsável por regular a percepção a dor e disposição - bem como outros receptores e neurotransmissores relacionados à enxaqueca.

3. Aproveite a ação anti-inflamatória do Ômega3
O consumo em excesso de alimentos inflamatórios, como carboidratos refinados, gorduras e embutidos, provoca a produção de substâncias pró-inflamatórias, que causam a dilatação dos vasos e, consequentemente, a dor de cabeça. Nesse caso, o ômega3 é o melhor remédio. "Ele tem ação anti-inflamatória, combatendo essas substâncias causadoras de enxaqueca", afirma a nutricionista Roseli Rossi.

4. Invista nos antioxidantes

Azeite de oliva, Frutas cítricas, frutas vermelhas, Linhaça...
"As substâncias antioxidantes têm o poder de fazer a varredura do excesso de radicais livres e outras substâncias tóxicas em nosso organismo", afirma a nutricionista Roseli Rossi. Essa ação contribui para o equilíbrio metabólico e o melhor funcionamento da circulação, além de ser anti-inflamatória. "Essas propriedades funcionais podem amenizar o sintoma de dor, interferindo indiretamente, portanto, na incidência de enxaquecas".

Fonte:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias.

Gislene Libanio

 Fisioterapeuta Especialista em Acupuntura

Crefito 8 - 40904-F

Em novo endereço:

R. Manoel Ribas, 1555

(próximo ao Hospital Municipal)

Assaí - Paraná 

Telefones:

43 3262-3007 - 9111-8243 - 8432-3018

 

 
Criado em 14 Novembro 2014

A maioria das pessoas já sentiu, ao menos uma vez na vida, aquela dificuldade para comer, uma dor na garganta que pode ser mais ou menos intensa, às vezes, acompanhada de certa indisposição…

 

Se você já passou por isso é bem provável que tenha logo associado os sintomas à “garganta inflamada” – que, na verdade, é uma denominação popular das chamadas faringoamigdalites.

 

Alexandre de Souza Cury, médico otorrinolaringologista, mestre em Biologia Molecular, docente da graduação em Medicina da Universidade Anhanguera-Uniderp, explica que faringoamigdalites são inflamações nos tecidos das amígdalas, faringe e anexos da cavidade oral, frequentemente denominadas “garganta inflamada”. “Elas podem ser decorrentes de processos infecciosos ou não”, diz.

 

Faringite x amigdalite

 

Faringite é o nome dado à inflamação da faringe, e amigdalite, à inflamação das amígdalas. Ambas apresentam como principal sintoma a dor de garganta.

 

Como faringe e amígdalas estão anatomicamente próximas, é muito comum inflamarem simultaneamente, resultando no exatamente no quadro chamado de faringoamigdalite.

 

Mas, apesar de existir esta possibilidade (de inflamarem juntas), algumas pessoas têm predominantemente amigdalite; enquanto outras, faringites.

 

Garganta inflamada x garganta infeccionada

 

Alexandre Cury explica que, na verdade, “garganta inflamada” e “garganta infeccionada” são terminologias leigas. “Podemos dizer que a garganta inflamada representa sinais sugestivos de inflamação, sem termos como fator etiológico uma infecção. Enquanto que na garganta infeccionada, teríamos uma inflamação decorrente de um processo infeccioso causado por vírus ou bactéria”, destaca.

 

Sintomas da garganta inflamada

 

De acordo com o médico otorrinolaringologista Cury, as faringoamigdalites têm como principais sintomas:

 

  • Dor de garganta;
  • Dificuldade para engolir;
  • Febre (em alguns casos);
  • Dificuldade para respirar (em algumas situações).

 

Por que garganta inflamada causa febre?

 

Esta não é uma regra, mas, em alguns casos, a febre pode ser um dos sintomas da “garganta inflamada”.

 

Alexandre Cury explica que isso ocorre, em alguns casos, porque, geralmente, a febre é um indicativo de um processo infeccioso viral ou bacteriano. “Sendo, então, este um dado semiológico importante para a conduta investigativa da causa da ‘garganta inflamada’”, diz.

 

Quando procurar ajuda médica?

 

Alexandre Cury explica que, ao observar um dos sintomas das faringoamigdalites (popularmente chamadas de garganta inflamada), é importante procurar ajuda médica. “É essencial termos sempre uma avaliação médica para o melhor diagnóstico e, consequentemente, tratamento adequado logo no início, nos primeiros sinais ou sintomas”, destaca.

 

Tratamento da garganta inflamada

 

O tratamento deve ser sempre baseado na causa base. Alexandre Cury destaca alguns exemplos: nos casos de infecções bacterianas, deve-se fazer uso de anti-inflamatórios e antibióticos; enquanto em casos de infecções virais, faz-se o uso apenas dos anti-inflamatórios. Procure um médico para que ele indique qual é a opção correta para o seu caso.

 

Dicas para aliviar os sintomas da garganta inflamada

O otorrinolaringologista Cury explica que, em casa, o mais importante é manter uma hidratação adequada, seja com água ou alguns chás que podem proporcionar o alívio dos sintomas. Neste sentido, confira as orientações:

  • Beba bastante água;
  • Beba também chás, como o preto, o verde e o branco;
  • Faça gargarejo com água e sal, o que pode ajudar a diminuir o desconforto pelo edema.

Vale destacar que essas dicas servem apenas para aliviar os sintomas da garganta inflamada, mas não excluem, de forma alguma, a necessidade de um tratamento adequado (indicado pelo médico).

Como prevenir a garganta inflamada

Alexandre Cury destaca que a prevenção baseia-se em ter um estilo de vida saudável. Neste sentido, confira algumas orientações:

  • Siga uma alimentação adequada (com o consumo de mais alimentos naturais e menos industrializados);
  • Mantenha a higiene bucal em dia;
  • Preze pela boa qualidade do sono (dormindo cerca de 8 horas por dia);
  • Ingira bastante líquido para manter uma hidratação adequada.

Além disso, não hesite em procurar ajuda médica caso sintomas como dor de garganta, dificuldade para engolir, entre outros, comecem a incomodar. Somente um profissional poderá investigar o caso e tratá-lo da melhor maneira possível.

 

 

 

 
Criado em 20 Outubro 2014

Embutidos, vísceras, cerveja e outros alimentos são prejudiciais para quem corre risco de desenvolver a doença

Quem já não escutou que se sua pele está descamando pode ser por causa do ácido úrico? Embora isto possa acontecer em pacientes que tem suas articulações inflamadas pelo excesso desta substância, as consequências do excesso de ácido úrico no nosso organismo são bem mais abrangentes e severas. 

Considerado um produto final do metabolismo das purinas (substância encontrada em proteínas animais e vegetais que ingerimos na alimentação) não nos traz nenhum problema se circular pelo nosso sangue em níveis adequados, até 5,7 mg/dl em mulheres e até 7 mg/dl em homens. Até porque cumprem também determinadas funções específicas. 

O problema começa quando seus níveis sanguíneos se elevam exageradamente, condição chamada de hiperuricemia, podendo se acumular em determinadas articulações sendo as mais frequentes as do hálux (dedão do pé), tornozelo, calcanhar e joelho, levando a um quadro inflamatório local bastante doloroso, ficando a região muito inchada, vermelha e com aumento da temperatura da pele da região afetada. Chamamos esta situação de gota, mais frequente em homens do que em mulheres. 

Mas por que os níveis de ácido úrico podem se elevar no sangue? Bem, esta resposta é um pouco complexa, mas vamos tentar resumir esta história. Normalmente a quantidade de ácido úrico que circula no sangue é o resultado final do total que foi produzido dentro do corpo (gerado pelo metabolismo das proteínas que ingerimos) menos a quantidade que foi excretada pelos rins. Isto mesmo, boa parte do ácido úrico que produzimos é jogada fora pela urina e graças à este mecanismo que ele não se acumula dentro do corpo, nos protegendo dos danos causados pelo seu excesso. Algumas pessoas geneticamente predispostas não conseguem cumprir com eficiência este passo de excretar o ácido úrico pela urina, sendo chamados pela medicina de hipoexcretores. 

Já outras pessoas produzem o próprio ácido úrico de maneira exagerada dentro do organismo, sendo classificados como hiperprodutores. Para completar o problema alguns fatores extras podem atuar nas duas pontas, ou seja, aumentar a produção e diminuir a excreção do ácido úrico, como é o caso da ingesta de bebidas alcoólicas e deficiência de algumas enzimas específicas envolvidas na sua produção e metabolismo. Qualquer que seja o mecanismo envolvido citado acima, a consequência final será o acúmulo excessivo de ácido úrico em nosso organismo, principalmente nas articulações e no próprio rim, aumentando também a chance de formar cálculos nos rins, quadro bastante desconfortável e aumentando a chance de alterar o bom funcionamento deste importante órgão. 

Agora que ficou mais claro o porquê do ácido úrico se elevar dentro do corpo veja como deve ser feita sua correção. A princípio, exames laboratoriais específicos devem ser solicitados pelo médico para diagnosticar corretamente esta condição clínica e, inclusive, diferenciar se o paciente faz parte do grupo dos hiperprodutores ou do grupo dos hipoexcretores, já que para cada caso existem medicamentos adequados para ajudar a controlar o excesso do ácido úrico no sangue. 

Sabe-se também que vários fatores paralelos podem contribuir e muito para a elevação do ácido úrico, como obesidade, hipertensão arterial, síndrome metabólica, consumo excessivo de álcool, doenças renais crônicas e uso de diuréticos, tiazídicos, e salicilatos em baixas doses. Todos estes fatores contribuintes devem ser corrigidos com os tratamentos. 

O cuidado na alimentação das pessoas com hiperuricemia deve ser uma prioridade, já que vários alimentos são fontes de purinas que entram na formação do ácido úrico. Os mais contraindicados são: 

  • Condimentos como caldos de galinha ou carne
  • Vísceras como: coração de galinha, rim, fígado, moelas, miolo.
  • Alimentos embutidos: salsicha, presunto, mortadela, linguiça.
  • Ovas de peixe e molhos à base de carne.
  • Peixes: sardinha, anchova, cavala, arenque, manjuba.
  • Mexilhão - Bebidas alcoólicas: principalmente a cerveja.

Alguns alimentos devem ter seu consumo diminuídos, mas não necessariamente eliminados, como: carnes, peixes, aves, mariscos. 

Embora alguns alimentos fontes de proteínas vegetais sempre foram excluídos do cardápio das pessoas com excesso de ácido úrico, estudos recentes concluíram que não são desencadeadores do quadro de Gota, sendo eles: espinafre, couve-flor, cogumelos comestíveis, lentilha, feijões e ervilhas. Ou seja, não precisa eliminá-los do cardápio, mas seu exagero não é prudente. 

Outros vilões na alimentação também parecem contribuir para o risco do desenvolvimento da Gota, segundo estudos atuais: a frutose, utilizada pela indústria alimentícia nas bebidas açucaradas como refrigerantes e sucos artificiais. A gordura saturada em excesso (banha de porco, cortes gordurosos de carne vermelha e de porco, manteiga, bacon, queijos amarelos) e o exagero nos carboidratos refinados (açúcar, pão branco, bolos, bolachas, massas, arroz branco, etc) parecem contribuir para o risco da gota. 

Existem alimentos e nutrientes que parecem conferir uma certa proteção contra o desencadeamento da gota e deveriam fazer parte da estratégia alimentar dos pacientes com maior risco: 

  • Vegetais (legumes e verduras)
  • Proteína láctea, do leite
  • Vitamina C (sem excesso pelo risco de cálculo renal em altas doses)
  • Café e chá (sem exageros pelos riscos do excesso da cafeína)

Como resumo vale ressaltar que os cuidados na alimentação são cruciais para a prevenção ou para o melhor controle da gota, doença ainda muito incidente em nosso meio e bastante debilitante. 

 
Criado em 14 Outubro 2014

O café foi difundido pela cultura Árabe e trazido para o Brasil  por volta de 1727. Segundo a Pesquisa do IBGE sobre Orçamentos Familiares, o famoso cafezinho é consumido pelo brasileiro entre quatro e cinco xícaras de café por dia e é uma das bebidas mais consumidas no país. Para esclarecer às dúvidas a nutricionista Cintya Bassi, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, fala sobre as propriedades do café.

Reprodução

 

A substância mais conhecida da bebida é a cafeína, encontrada em plantas e alimentos. "Presente no café a proporção de 40 a 60 miligramas em 50 ml da bebida, sua atuação no sistema nervoso central aumenta o estado de alerta e, em decorrência disso, seu efeito mais conhecido atribui-se a ação estimulante", explica a nutricionista. Por essas reações do organismo, o excesso no consumo de bebidas ricas em cafeína pode ser prejudicial, "Algumas pessoas podem apresentar sintomas como irritabilidade, insônia, dor de cabeça e ansiedade. 

A substância em demasia também tem sido relacionada à indução de erro em atividades intelectuais, alteração na qualidade vocal, má formação fetal, gastrite e outros malefícios como osteoporose e aumento na pressão arterial. Além disso, alguns estudos apontam que o café não filtrado, chamado café turco, aumenta o risco de infarto agudo do miocárdio, pois relaciona-se ao aumento do colesterol ruim", explica Cintya. 

A recomendação é que as doses de cafeína não ultrapassem 300 mg/dia, o equivalente a 3 xícaras de café, "Oriento meus pacientes que o consumo do cafezinho seja distante de refeições como almoço e jantar, já que suas substâncias atrapalham a absorção de nutrientes como vitamina C e ferro. Se consumido a noite, pode prejudicar o sono de indivíduos mais sensíveis", explica a especialista. 

O café possui outras substâncias, como a teofilina e a teobromina que agem como agentes potencializadores do efeito da cafeína, além de minerais, aminoácidos, lipídeos e açúcares. "Entre essas substâncias encontram-se o ácido clorogênico, que possui ação antioxidante e atividade antibacteriana e antiviral, e a melanoidinas que, além de dar a cor característica do grão, está associada à prevenção de doenças como Alzhemeir e Parkinson", finaliza a nutricionista.

Bonde

 

 
Criado em 14 Outubro 2014

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira (14), que a epidemia de ebola podeevoluir catastroficamente se não for contida, o dados elevam para um número de dez mil novos casos por semana, dentro de um espectro de dois meses. O diretor-geral assistente da entidade, Bruce Aylward, também disse que a taxa de mortalidade da doença aumentou para 70%, ante estimativa anterior de 50%. 

Reprodução
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O diretor geral caracterizou o ebola como uma "doença de alta mortalidade" em qualquer circunstância e disse que a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) ainda está focada em tentar isolar as pessoas contaminadas e prover tratamento aos doentes o mais cedo possível. 

"Seria horrivelmente antiético dizer que estamos apenas isolando pessoas", afirmou Aylward, acrescentando que novas estratégias como dar equipamentos de proteção a familiares e montar clínicas simples são prioridade. 

O representante da OMS disse ainda que se a resposta à crise do ebola não se intensificar em 60 dias, "muito mais pessoas irão morrer" e haverá a necessidade de lidar com um número crescente de novos casos. 

A OMS aumentou sua contagem de mortos na epidemia do ebola para um total de 4.447, sendo quase todos no oeste da África. A entidade divulgou também que o número de casos prováveis ou suspeitos da doença aumentou para 8.914. 

Serra Leoa, Guiné e Libéria são os países mais atingidos pela crise e Aylward disse que a OMS está muito preocupada com a propagação da doença em suas capitais. O representante afirmou também que a organização tem observado uma queda no número de casos de certas regiões, mas que "isso não significa que eles chegarão a zero". Fonte: Associated Press.

Bonde

 

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