Criado em 15 Dezembro 2014

Você já pensou em comer todos os alimentos salgados que gosta sem correr o risco de aumentar sua pressão arterial? Pois é exatamente isso o que a Matrix Health apresenta ao mercado brasileiro ao lançar o primeiro salgante do país, um substituto do sal que não contém sódio. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de sal (cloreto de sódio) recomendado é de dois gramas por dia, podendo-se chegar ao máximo de cinco. Pesquisas mostram que, em geral, o brasileiro consome mais que o dobro do limite, chegando a ingerir 12 gramas de sal diariamente. 

O resultado não é difícil prever. Calcula-se que mais de 44 milhões de brasileiros, cerca de 20% da população é hipertensa, necessitando praticar dietas hipossódicas. "As consequências da chamada pressão alta são muitas, sendo que em casos mais graves o paciente pode vir a ter um infarto do miocárdio, muitas vezes levando-o à morte instantânea", afirma o sócio diretor da Matrix Health, Nilson Capozzi. 

Além das pessoas que sofrem com hipertensão arterial, nota-se que a redução da ingestão de sódio também é bastante desejada pelos que adotam estilos de vida mais saudáveis, os chamados fitness. "O sódio, entre outros males, provoca inchaço e retenção de líquidos. Quem se preocupa com a saúde ebeleza do corpo quer evitar isso", completa. 

O problema é tão grave que em 2012 o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) anunciaram mais uma etapa de um programa para redução de sódio em produtos processados no Brasil, estipulando a diminuição do uso de sal nos caldos, temperos, margarinas e cereais matinais. Nas etapas anteriores, foram definidas metas de redução de sódio em produtos como massas instantâneas, pães de forma, batatas fritas e biscoitos. A expectativa é que a quantidade de sódio no mercado reduza pelo menos 8,8 mil toneladas até 2020. 

Mas a cassada ao sódio acaba de ganhar um novo aliado. Depois de cinco anos de projeto, e algumas tentativas de trazer salgantes importados para o Brasil, a Matrix Health desenvolveu um salgante genuinamente brasileiro. A pesquisa foi comandada pelo experiente químico e farmacêutico, professor da USP com especialização nos EUA e colaborador de muitas empresas farmacêuticas nacionais e multi nacionais, Massayoshi Yoshida. 

O produto foi testado pela Unifesp em ratos normotensos (sem hipertensão arterial) e hipertensos. O resultado é que após sete e dez dias ingerindo a dose equivalente à recomendada para ingestão humana de sal comum, tanto os normotensos como os hipertensos apresentaram aumento da pressão arterial. Com o Bio Salgente, que é à base de cloreto de potássio, ambos os grupos apresentaram a manutenção da pressão arterial. A tese vai ao encontro do conceito atual da implantação de alimentos que propiciem uma redução da ingestão de sal e terapia não medicamentosa no combate à hipertensão arterial. 

O Bio Salgante, que está registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), promete ser uma opção mais saudável tanto para hipertensos quanto para normotensos, certamente mudando o nosso jeito de consumir alimentos salgados. Com um paladar agradável e extremamente próximo ao do sal, muitas vezes seu uso nem foi percebido em testes cegos. Sua única restrição em relação ao sal comum é que o salgante não deve ser submetido a temperaturas superiores a 180 graus ºC, devendo passar por um processo de cozimento mais brando. 

"Ficamos extremamente felizes por conseguir desenvolver um produto tecnicamente tão bom e capaz de auxiliar na manutenção da pressão arterial. Isso certamente garante mais sabor e prazer às pessoas que são obrigadas a manter dietas hipossódicas e àquelas que desejam preservar-se dos malefícios do sal, como a retenção de líquidos e sobrepeso hídrico", conclui Capozzi.

 

Bonde

 
Criado em 10 Dezembro 2014

Na nossa cultura não é fácil acreditar que uma agulha posicionada num determinado ponto (por exemplo, no pé) pode aliviar uma dor em outro ponto (por exemplo, na cabeça).A acupuntura funciona tão bem no alívio de muitas dores, que cientistas em universidades do mundo inteiro têm pesquisado a sua ação sobre o nosso organismo. E as pesquisas têm mostrado resultados satisfatórios. A acupuntura atua em vários níveis do cérebro:
. Ativando um circuito denominado sistema supressãor da dor (também conhecido como sistema inibitório descendente);
. Promovendo a liberação de endorfinas (substâncias semelhantes à morfina, fabricadas nos neurônios, que promovem sensação de alívio da dor e bem-estar);
. Aumentando os níveis de serotonina no líquor e tronco cerebral inferior;
. Diminuindo a liberação de substâncias cerebrais relacionadas à dor.
O efeito da acupuntura numa crise de enxaqueca pode ser muito rápido, com graus de alívio que podem ser muito grandes. E sem os efeitos colaterais dos medicamentos.
A acupuntura pode, também, ser utilizada periodicamente fora das crises de enxaqueca, com o objetivo de preveni-las.Porém, não há porque, em pleno século 21, eleger a acupuntura como a única e isolada forma de tratamento para a enxaqueca ou qualquer dor de cabeça que seja. A acupuntura pode ser melhor encarada como mais uma forma de tratamento eficaz dos sintomas. 
Lembre-se: além do tratamento das crises propriamente ditas, sessões regulares de acupuntura podem ser eficazes no tratamento preventivo da enxaqueca, ou seja, na diminuição da freqüência da dor de cabeça.
Tenha sempre em mente: embora a acupuntura possa ser muito eficaz no tratamento do sintoma (dor de cabeça, náuseas, etc), ela (assim como as drogas) não trata a causa da enxaqueca. Por isso, associe sempre ao seu tratamento, mudanças saudáveis de hábitos e estilo de vida.

Alimentos que combatem a enxaqueca:

São muitas as causas da enxaqueca, ou mesmo de uma simples dor de cabeça: falta de sono, estresse, variações de temperatura, hábitos alimentares... Ainda há, no caso das mulheres, aquela dor de cabeça típica do período pré-menstrual. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, 15% da população do planeta sofre desse mal, o que inclui, aproximadamente, 25 milhões de brasileiros afetados pela doença.Além de usar medicamentos e evitar as causas acima, um dos poderosos remédios contra a enxaqueca pode ser o mesmo hábito que a provoca - a alimentação. Você sabia que alguns nutrientes têm o poder de aliviar os sintomas e reduzir essa complicação? Veja quais são e por quê:

1. Selênio contra os radicais livres
Presente principalmente em salmão, ostras cruas, castanha do Pará, fígado de boi e farelo de trigo, o selênio é um mineral capaz de retirar os metais tóxicos do corpo. "Esses metais tóxicos, quando se depositam em nosso organismo, não só contribuem para o aumento dos radicais livres como podem causar sintomas de enxaqueca, além de elevar o risco de doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilibrio Nutricional.

2. Magnésio
O papel do magnésio no combate às dores de cabeça e enxaquecas foi demonstrado em uma série de estudos. De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, a concentração de magnésio em nosso corpo afeta os receptores de serotonina - substância responsável por regular a percepção a dor e disposição - bem como outros receptores e neurotransmissores relacionados à enxaqueca.

3. Aproveite a ação anti-inflamatória do Ômega3
O consumo em excesso de alimentos inflamatórios, como carboidratos refinados, gorduras e embutidos, provoca a produção de substâncias pró-inflamatórias, que causam a dilatação dos vasos e, consequentemente, a dor de cabeça. Nesse caso, o ômega3 é o melhor remédio. "Ele tem ação anti-inflamatória, combatendo essas substâncias causadoras de enxaqueca", afirma a nutricionista Roseli Rossi.

4. Invista nos antioxidantes

Azeite de oliva, Frutas cítricas, frutas vermelhas, Linhaça...
"As substâncias antioxidantes têm o poder de fazer a varredura do excesso de radicais livres e outras substâncias tóxicas em nosso organismo", afirma a nutricionista Roseli Rossi. Essa ação contribui para o equilíbrio metabólico e o melhor funcionamento da circulação, além de ser anti-inflamatória. "Essas propriedades funcionais podem amenizar o sintoma de dor, interferindo indiretamente, portanto, na incidência de enxaquecas".

Fonte:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias.

Gislene Libanio

 Fisioterapeuta Especialista em Acupuntura

Crefito 8 - 40904-F

Em novo endereço:

R. Manoel Ribas, 1555

(próximo ao Hospital Municipal)

Assaí - Paraná 

Telefones:

43 3262-3007 - 9111-8243 - 8432-3018

 

 
Criado em 14 Novembro 2014

A maioria das pessoas já sentiu, ao menos uma vez na vida, aquela dificuldade para comer, uma dor na garganta que pode ser mais ou menos intensa, às vezes, acompanhada de certa indisposição…

 

Se você já passou por isso é bem provável que tenha logo associado os sintomas à “garganta inflamada” – que, na verdade, é uma denominação popular das chamadas faringoamigdalites.

 

Alexandre de Souza Cury, médico otorrinolaringologista, mestre em Biologia Molecular, docente da graduação em Medicina da Universidade Anhanguera-Uniderp, explica que faringoamigdalites são inflamações nos tecidos das amígdalas, faringe e anexos da cavidade oral, frequentemente denominadas “garganta inflamada”. “Elas podem ser decorrentes de processos infecciosos ou não”, diz.

 

Faringite x amigdalite

 

Faringite é o nome dado à inflamação da faringe, e amigdalite, à inflamação das amígdalas. Ambas apresentam como principal sintoma a dor de garganta.

 

Como faringe e amígdalas estão anatomicamente próximas, é muito comum inflamarem simultaneamente, resultando no exatamente no quadro chamado de faringoamigdalite.

 

Mas, apesar de existir esta possibilidade (de inflamarem juntas), algumas pessoas têm predominantemente amigdalite; enquanto outras, faringites.

 

Garganta inflamada x garganta infeccionada

 

Alexandre Cury explica que, na verdade, “garganta inflamada” e “garganta infeccionada” são terminologias leigas. “Podemos dizer que a garganta inflamada representa sinais sugestivos de inflamação, sem termos como fator etiológico uma infecção. Enquanto que na garganta infeccionada, teríamos uma inflamação decorrente de um processo infeccioso causado por vírus ou bactéria”, destaca.

 

Sintomas da garganta inflamada

 

De acordo com o médico otorrinolaringologista Cury, as faringoamigdalites têm como principais sintomas:

 

  • Dor de garganta;
  • Dificuldade para engolir;
  • Febre (em alguns casos);
  • Dificuldade para respirar (em algumas situações).

 

Por que garganta inflamada causa febre?

 

Esta não é uma regra, mas, em alguns casos, a febre pode ser um dos sintomas da “garganta inflamada”.

 

Alexandre Cury explica que isso ocorre, em alguns casos, porque, geralmente, a febre é um indicativo de um processo infeccioso viral ou bacteriano. “Sendo, então, este um dado semiológico importante para a conduta investigativa da causa da ‘garganta inflamada’”, diz.

 

Quando procurar ajuda médica?

 

Alexandre Cury explica que, ao observar um dos sintomas das faringoamigdalites (popularmente chamadas de garganta inflamada), é importante procurar ajuda médica. “É essencial termos sempre uma avaliação médica para o melhor diagnóstico e, consequentemente, tratamento adequado logo no início, nos primeiros sinais ou sintomas”, destaca.

 

Tratamento da garganta inflamada

 

O tratamento deve ser sempre baseado na causa base. Alexandre Cury destaca alguns exemplos: nos casos de infecções bacterianas, deve-se fazer uso de anti-inflamatórios e antibióticos; enquanto em casos de infecções virais, faz-se o uso apenas dos anti-inflamatórios. Procure um médico para que ele indique qual é a opção correta para o seu caso.

 

Dicas para aliviar os sintomas da garganta inflamada

O otorrinolaringologista Cury explica que, em casa, o mais importante é manter uma hidratação adequada, seja com água ou alguns chás que podem proporcionar o alívio dos sintomas. Neste sentido, confira as orientações:

  • Beba bastante água;
  • Beba também chás, como o preto, o verde e o branco;
  • Faça gargarejo com água e sal, o que pode ajudar a diminuir o desconforto pelo edema.

Vale destacar que essas dicas servem apenas para aliviar os sintomas da garganta inflamada, mas não excluem, de forma alguma, a necessidade de um tratamento adequado (indicado pelo médico).

Como prevenir a garganta inflamada

Alexandre Cury destaca que a prevenção baseia-se em ter um estilo de vida saudável. Neste sentido, confira algumas orientações:

  • Siga uma alimentação adequada (com o consumo de mais alimentos naturais e menos industrializados);
  • Mantenha a higiene bucal em dia;
  • Preze pela boa qualidade do sono (dormindo cerca de 8 horas por dia);
  • Ingira bastante líquido para manter uma hidratação adequada.

Além disso, não hesite em procurar ajuda médica caso sintomas como dor de garganta, dificuldade para engolir, entre outros, comecem a incomodar. Somente um profissional poderá investigar o caso e tratá-lo da melhor maneira possível.

 

 

 

 
Criado em 20 Outubro 2014

Embutidos, vísceras, cerveja e outros alimentos são prejudiciais para quem corre risco de desenvolver a doença

Quem já não escutou que se sua pele está descamando pode ser por causa do ácido úrico? Embora isto possa acontecer em pacientes que tem suas articulações inflamadas pelo excesso desta substância, as consequências do excesso de ácido úrico no nosso organismo são bem mais abrangentes e severas. 

Considerado um produto final do metabolismo das purinas (substância encontrada em proteínas animais e vegetais que ingerimos na alimentação) não nos traz nenhum problema se circular pelo nosso sangue em níveis adequados, até 5,7 mg/dl em mulheres e até 7 mg/dl em homens. Até porque cumprem também determinadas funções específicas. 

O problema começa quando seus níveis sanguíneos se elevam exageradamente, condição chamada de hiperuricemia, podendo se acumular em determinadas articulações sendo as mais frequentes as do hálux (dedão do pé), tornozelo, calcanhar e joelho, levando a um quadro inflamatório local bastante doloroso, ficando a região muito inchada, vermelha e com aumento da temperatura da pele da região afetada. Chamamos esta situação de gota, mais frequente em homens do que em mulheres. 

Mas por que os níveis de ácido úrico podem se elevar no sangue? Bem, esta resposta é um pouco complexa, mas vamos tentar resumir esta história. Normalmente a quantidade de ácido úrico que circula no sangue é o resultado final do total que foi produzido dentro do corpo (gerado pelo metabolismo das proteínas que ingerimos) menos a quantidade que foi excretada pelos rins. Isto mesmo, boa parte do ácido úrico que produzimos é jogada fora pela urina e graças à este mecanismo que ele não se acumula dentro do corpo, nos protegendo dos danos causados pelo seu excesso. Algumas pessoas geneticamente predispostas não conseguem cumprir com eficiência este passo de excretar o ácido úrico pela urina, sendo chamados pela medicina de hipoexcretores. 

Já outras pessoas produzem o próprio ácido úrico de maneira exagerada dentro do organismo, sendo classificados como hiperprodutores. Para completar o problema alguns fatores extras podem atuar nas duas pontas, ou seja, aumentar a produção e diminuir a excreção do ácido úrico, como é o caso da ingesta de bebidas alcoólicas e deficiência de algumas enzimas específicas envolvidas na sua produção e metabolismo. Qualquer que seja o mecanismo envolvido citado acima, a consequência final será o acúmulo excessivo de ácido úrico em nosso organismo, principalmente nas articulações e no próprio rim, aumentando também a chance de formar cálculos nos rins, quadro bastante desconfortável e aumentando a chance de alterar o bom funcionamento deste importante órgão. 

Agora que ficou mais claro o porquê do ácido úrico se elevar dentro do corpo veja como deve ser feita sua correção. A princípio, exames laboratoriais específicos devem ser solicitados pelo médico para diagnosticar corretamente esta condição clínica e, inclusive, diferenciar se o paciente faz parte do grupo dos hiperprodutores ou do grupo dos hipoexcretores, já que para cada caso existem medicamentos adequados para ajudar a controlar o excesso do ácido úrico no sangue. 

Sabe-se também que vários fatores paralelos podem contribuir e muito para a elevação do ácido úrico, como obesidade, hipertensão arterial, síndrome metabólica, consumo excessivo de álcool, doenças renais crônicas e uso de diuréticos, tiazídicos, e salicilatos em baixas doses. Todos estes fatores contribuintes devem ser corrigidos com os tratamentos. 

O cuidado na alimentação das pessoas com hiperuricemia deve ser uma prioridade, já que vários alimentos são fontes de purinas que entram na formação do ácido úrico. Os mais contraindicados são: 

  • Condimentos como caldos de galinha ou carne
  • Vísceras como: coração de galinha, rim, fígado, moelas, miolo.
  • Alimentos embutidos: salsicha, presunto, mortadela, linguiça.
  • Ovas de peixe e molhos à base de carne.
  • Peixes: sardinha, anchova, cavala, arenque, manjuba.
  • Mexilhão - Bebidas alcoólicas: principalmente a cerveja.

Alguns alimentos devem ter seu consumo diminuídos, mas não necessariamente eliminados, como: carnes, peixes, aves, mariscos. 

Embora alguns alimentos fontes de proteínas vegetais sempre foram excluídos do cardápio das pessoas com excesso de ácido úrico, estudos recentes concluíram que não são desencadeadores do quadro de Gota, sendo eles: espinafre, couve-flor, cogumelos comestíveis, lentilha, feijões e ervilhas. Ou seja, não precisa eliminá-los do cardápio, mas seu exagero não é prudente. 

Outros vilões na alimentação também parecem contribuir para o risco do desenvolvimento da Gota, segundo estudos atuais: a frutose, utilizada pela indústria alimentícia nas bebidas açucaradas como refrigerantes e sucos artificiais. A gordura saturada em excesso (banha de porco, cortes gordurosos de carne vermelha e de porco, manteiga, bacon, queijos amarelos) e o exagero nos carboidratos refinados (açúcar, pão branco, bolos, bolachas, massas, arroz branco, etc) parecem contribuir para o risco da gota. 

Existem alimentos e nutrientes que parecem conferir uma certa proteção contra o desencadeamento da gota e deveriam fazer parte da estratégia alimentar dos pacientes com maior risco: 

  • Vegetais (legumes e verduras)
  • Proteína láctea, do leite
  • Vitamina C (sem excesso pelo risco de cálculo renal em altas doses)
  • Café e chá (sem exageros pelos riscos do excesso da cafeína)

Como resumo vale ressaltar que os cuidados na alimentação são cruciais para a prevenção ou para o melhor controle da gota, doença ainda muito incidente em nosso meio e bastante debilitante. 

 
Criado em 14 Outubro 2014

O café foi difundido pela cultura Árabe e trazido para o Brasil  por volta de 1727. Segundo a Pesquisa do IBGE sobre Orçamentos Familiares, o famoso cafezinho é consumido pelo brasileiro entre quatro e cinco xícaras de café por dia e é uma das bebidas mais consumidas no país. Para esclarecer às dúvidas a nutricionista Cintya Bassi, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, fala sobre as propriedades do café.

Reprodução

 

A substância mais conhecida da bebida é a cafeína, encontrada em plantas e alimentos. "Presente no café a proporção de 40 a 60 miligramas em 50 ml da bebida, sua atuação no sistema nervoso central aumenta o estado de alerta e, em decorrência disso, seu efeito mais conhecido atribui-se a ação estimulante", explica a nutricionista. Por essas reações do organismo, o excesso no consumo de bebidas ricas em cafeína pode ser prejudicial, "Algumas pessoas podem apresentar sintomas como irritabilidade, insônia, dor de cabeça e ansiedade. 

A substância em demasia também tem sido relacionada à indução de erro em atividades intelectuais, alteração na qualidade vocal, má formação fetal, gastrite e outros malefícios como osteoporose e aumento na pressão arterial. Além disso, alguns estudos apontam que o café não filtrado, chamado café turco, aumenta o risco de infarto agudo do miocárdio, pois relaciona-se ao aumento do colesterol ruim", explica Cintya. 

A recomendação é que as doses de cafeína não ultrapassem 300 mg/dia, o equivalente a 3 xícaras de café, "Oriento meus pacientes que o consumo do cafezinho seja distante de refeições como almoço e jantar, já que suas substâncias atrapalham a absorção de nutrientes como vitamina C e ferro. Se consumido a noite, pode prejudicar o sono de indivíduos mais sensíveis", explica a especialista. 

O café possui outras substâncias, como a teofilina e a teobromina que agem como agentes potencializadores do efeito da cafeína, além de minerais, aminoácidos, lipídeos e açúcares. "Entre essas substâncias encontram-se o ácido clorogênico, que possui ação antioxidante e atividade antibacteriana e antiviral, e a melanoidinas que, além de dar a cor característica do grão, está associada à prevenção de doenças como Alzhemeir e Parkinson", finaliza a nutricionista.

Bonde

 

 
Criado em 14 Outubro 2014

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira (14), que a epidemia de ebola podeevoluir catastroficamente se não for contida, o dados elevam para um número de dez mil novos casos por semana, dentro de um espectro de dois meses. O diretor-geral assistente da entidade, Bruce Aylward, também disse que a taxa de mortalidade da doença aumentou para 70%, ante estimativa anterior de 50%. 

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O diretor geral caracterizou o ebola como uma "doença de alta mortalidade" em qualquer circunstância e disse que a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) ainda está focada em tentar isolar as pessoas contaminadas e prover tratamento aos doentes o mais cedo possível. 

"Seria horrivelmente antiético dizer que estamos apenas isolando pessoas", afirmou Aylward, acrescentando que novas estratégias como dar equipamentos de proteção a familiares e montar clínicas simples são prioridade. 

O representante da OMS disse ainda que se a resposta à crise do ebola não se intensificar em 60 dias, "muito mais pessoas irão morrer" e haverá a necessidade de lidar com um número crescente de novos casos. 

A OMS aumentou sua contagem de mortos na epidemia do ebola para um total de 4.447, sendo quase todos no oeste da África. A entidade divulgou também que o número de casos prováveis ou suspeitos da doença aumentou para 8.914. 

Serra Leoa, Guiné e Libéria são os países mais atingidos pela crise e Aylward disse que a OMS está muito preocupada com a propagação da doença em suas capitais. O representante afirmou também que a organização tem observado uma queda no número de casos de certas regiões, mas que "isso não significa que eles chegarão a zero". Fonte: Associated Press.

Bonde

 
Criado em 08 Outubro 2014

Bastante gente já ouviu falar sobre lúpus, mas poucas pessoas conhecem de fato a doença. Prova disso é que existem muitos mitos e dúvidas em torno do assunto. Por exemplo, esta é uma doença que acomete somente as mulheres? É contagiosa? Quais sintomas apresenta? Tem cura? Todas essas e outras questões serão esclarecidas abaixo.

O que é lúpus?

Evandro Mendes Klumb, coordenador da Comissão de Lúpus da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e presidente da Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro, destaca que lúpus eritematoso sistêmico (LES), ou simplesmente lúpus, é uma doença inflamatória, autoimune e crônica.

Abaixo você conhece melhor os principais fatos sobre esta doença:

1. A principal característica da doença é a intermitência (intercalação) de suas manifestações clínicas.

Klumb explica que a pessoa com lúpus tem, habitualmente, fases nas quais apresenta sintomas, chamados pelos médicos de “períodos de atividade” e, outros momentos, nos quais fica sem manifestações da doença, chamado de período de “remissão”.

Exatamente por isso, “ainda que a pessoa não apresente sintoma algum, não é possível afirmar que a doença esteja ‘curada’, pois as alterações imunológicas continuam presentes e podem determinar o retorno dos sintomas outra vez”, destaca o médico.

“É necessário manter o controle médico de forma contínua com o uso de um ou mais medicamentos, para a maioria das pessoas portadoras de lúpus, que ajudam a manter a doença sob controle”, acrescenta o especialista.

2. Lúpus é uma doença inflamatória e autoimune.

Evandro Klumb esclarece que o lúpus pode apresentar sintomas em vários órgãos, sendo esses decorrentes de uma inflamação, ocasionada por um desequilíbrio no sistema imunológico da pessoa, fazendo com que ela produza uma quantidade aumentada de anticorpos.

“São exatamente esses anticorpos que têm a capacidade de reagir contra proteínas do nosso próprio organismo, que estabelecem o conceito de doença autoimune”, explica o especialista da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

3. Lúpus depende de herança genética mas está relacionado a fatores ambientais.

Vale ressaltar que o sistema imune é desenhado para proteger o corpo humano de bactérias, vírus e outros patógenos. No caso das doenças autoimunes, de forma geral, ele identifica partes do próprio corpo como patógenos e as ataca.

Mas não é possível definir uma única causa para este “engano” inicial no sistema imune. Acredita-se na combinação de tendências genéticas com fatores ambientais – entre eles, não só a irradiação ultravioleta, mas também o tabaco, conforme destaca o especialista Klumb.

4. Existem dois tipos de lúpus: sistêmico e cutâneo.

Evandro Klumb destaca que existem dois tipos de lúpus: um é o sistêmico, característico por apresentar sintomas em vários órgãos, como pele, pulmões, coração, rins, além de articulações e outros, podendo ter um curso grave ou não. “Nesta forma sistêmica, também são comuns sintomas gerais com cansaço, desânimo, anemia, febre baixa e emagrecimento”, destaca.

O segundo tipo, ainda de acordo com o médico, é uma doença que só apresenta sintomas na pele, ou seja, não há qualquer manifestação nos outros órgãos e é denominado lúpus cutâneo.

5. O lúpus pode apresentar sintomas bastante variados.

Evandro Klumb reforça que o lúpus eritematoso sistêmico (LES) desencadeia sintomas que podem surgir em diversos órgãos, de forma lenta e progressiva (meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão.

O reumatologista destaca que, nas fases iniciais do LES, principalmente, os sintomas que mais incomodam são:

Desânimo;

Cansaço;

Perda de apetite.

Ainda de acordo com Klumb, a maioria das pessoas com LES também pode apresentar, em algum momento:

Dor nas juntas, às vezes também com inchaço (artrite).

Além disso, de forma geral, conforme destaca o reumatologista Klumb, pelo menos 50% dos portadores de lúpus terá, em algum momento da doença:

Inflamação na pleura (membrana que recobre os pulmões) ou no pericárdio (membrana que recobre o coração);

Inflamação nos rins, que não determina dor, necessariamente, mas sim a perda de proteínas na urina, inchaço nas pernas e no rosto, hipertensão arterial e, nos casos mais graves, insuficiência renal com necessidade de hemodiálise.

Já no caso do lúpus cutâneo, os sintomas ocorrem somente na pele. Pode ocorrer, de forma geral:

Hipersensibilidade à luz (vermelhidão/ inflamação da pele nas partes expostas à luz, como rosto e colo);

Manchas;

Perda de cabelo.

O especialista Klumb ressalta que qualquer órgão ou tecido pode ser envolvido pela inflamação que ocorre no lúpus, mas alguns são particularmente preocupantes. “Na pele do rosto, por exemplo, a pessoa pode ficar com marcas e, por isso, estigmatizada, o que determina diminuição da autoestima, principalmente para as mulheres”, diz.

6. O lúpus é mais prevalente entre as mulheres do que entre os homens.

Evandro Klumb explica que a doença pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, raça e sexo, porém as mulheres são muito mais acometidas, principalmente, na faixa etária entre 20 e 45 anos.

Ainda de acordo com o médico, estima-se que 120 mil a 250 mil pessoas tenham Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) no Brasil. “1 a cada 1.000 mulheres, no Brasil, são portadoras de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). No Rio de Janeiro, estima-se que a doença afeta entre 8 a 14 mil pessoas. Em São Paulo, os especialistas estimam a existência de 12 a 18 mil portadoras de LES”, acrescenta Klumb.

7. O tratamento do lúpus varia de acordo com a gravidade da doença.

O diagnóstico do LES é feito pelo médico reumatologista que reconhece os sintomas característicos da doença, com associação a exames que incluem hemograma, avaliação dos rins e pesquisa dos distúrbios imunológicos próprios da doença.

O tratamento do portador de lúpus, de acordo com Evandro Klumb, depende do tipo de manifestação apresentada e deve ser individualizado. “O objetivo é reequilibrar o sistema imunológico, além de controlar dor e inflamação. E o tratamento começa pela conscientização do paciente”, explica.

A intensidade com que se busca esse reequilíbrio (do sistema imunológico) e a quantidade de medicamentos necessários para esse controle, depende fundamentalmente da gravidade e extensão da doença, de acordo com o médico:

Casos iniciais e mais leves: pode-se usar apenas a cloroquina ou hidroxicloroquina (que são imunomoduladores) e analgésicos.

Casos mais avançados ou mais graves: pode-se fazer necessário o emprego de corticosteroides (cortisona), imunossupressores e, mais modernamente, também alguns medicamentos denominados de agentes biológicos como terapia ‘míssel’ ou terapia ‘alvo’.

O especialista acrescenta que algumas medidas são fundamentais para o reequilíbrio imunológico do portador de lúpus:

Medidas de proteção contra a claridade ou irradiação solar (com o uso de fotoprotetores),

Suspensão do tabagismo,

Afastamento de condições de estresse,

Alimentação balanceada,

Repouso adequado,

Atividade física regular.

8. Ainda não é possível falar em cura do lúpus, mas em controle da doença.

Na atualidade, ainda não é possível falar em cura do lúpus, mas em controle da doença, destaca Klumb. “Existem inúmeras pessoas com LES que usam apenas cloroquina (medicamento) e medidas gerais com um bom controle da doença”, diz.

No entanto, ressalta o médico, a maioria irá precisar de um acompanhamento regular, a cada três ou seis meses, com um reumatologista. “Pois, em caso de uma reativação dos sintomas da doença, esses devem ser controlados logo no início, permitindo que a pessoa rapidamente reequilibre o seu sistema imunológico e recupere sua saúde”, explica.

9. A maioria das pessoas com lúpus levam uma vida normal.

“Hoje, podemos afirmar que a maioria das pessoas com lúpus leva uma vida relativamente normal, ainda que essa normalidade seja flutuante e dependa de um acompanhamento regular com o reumatologista”, comenta o especialista Klumb.

10. Lúpus não é uma doença contagiosa e nem hereditária.

Embora muita gente tenha dúvidas sobre isso, é mito dizer que o lúpus é uma doença contagiosa. Ela é uma doença inflamatória, autoimune e crônica.

No que diz respeito à hereditariedade, este é outro mito. Especialistas acreditam na predisposição genética, mas não na hereditariedade – ou seja, não é porque a mãe de uma pessoa tem a doença, por exemplo, que ela também terá.

Outro mito é dizer que a paciente com lúpus nunca poderá ter filhos. Embora a gravidez não seja indicada enquanto a doença estiver em atividade, a mulher poderá, sim, engravidar, desde que com planejamento e autorização do médico.

Por fim, vale destacar que é consenso entre os especialistas da Sociedade Brasileira de Reumatologia(SBR) que cada vez mais surgem novos conhecimentos acerca dos mecanismos envolvidos no desenvolvimento do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Com isso, surgem também novos medicamentos, com mais eficácia e menos efeitos adversos.

 

 

 
Criado em 02 Outubro 2014

Campanha internacional visa mostrar a importância da detecção precoce para o sucesso no tratamento da doença

Neste mês ocorre a campanha Outubro Rosa, iniciativa mundial de combate ao câncer de mama. O movimento teve início nos Estados Unidos, na década de 90, onde através de ações isoladas buscava-se conscientizar as pessoas sobre a doença. Com a evolução dos números de casos do câncer de mama, os estados americanos resolveram somar esforços para que a campanha pudesse atingir o maior número de pessoas possível, dando origem assim ao movimento internacional. 

A campanha Outubro Rosa visa a conscientização das mulheres sobre a importância da realização do autoexame. Durante todo o mês de outubro, são realizadas ações que estimulam a mobilização em torno da luta contra o câncer de mama. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença atinge mais de um milhão de casos todo ano, sendo considerado o segundo tipo de câncer mais comum em todo o mundo entre as mulheres. 

No Brasil, os números também são alarmantes. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), só em 2013 foram diagnosticados aproximadamente 53 mil novos casos da doença, índice que preocupa e reafirma a relevância da campanha Outubro Rosa. 
O Inca recomenda que as mulheres façam a mamografia a partir dos 40 anos - nessa faixa etária o exame é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Unico de Saúde (SUS). 

A gerente e responsável pela divulgação da campanha na cidade de Arapongas, Gisela Polizeli Furtado do Centro Integrado de Saúde da Mulher (CISAM), diz que houve um aumento bastante significativo na procura pelo exame e por informações sobre o assunto. "Todos os anos muitas empresas procuram o CISAM em busca de palestras e orientações sobre a mamografia, isso mostra que a conscientização vem surtindo efeito", ressalta. 

Karine Cavalcanti
Karine Cavalcanti - Centro Integrado de Saúde da Mulher (CISAM)
Centro Integrado de Saúde da Mulher (CISAM)


Para estudante de Recursos Humanos Mariana Soares, a campanha despertou a atenção de pessoas que não vivem a realidade do câncer de mama para a importância da mamografia preventiva. "Acho que a campanha é uma iniciativa muito boa, porque muita gente por nunca ter conhecido alguém que já teve câncer, desconhece o problema, e a campanha mostra que isso pode acontecer com qualquer pessoa". 

A enfermeira Raquel de Oliveira Leme trabalha há quatro anos no CISAM e afirma que a mamografia preventiva é essencial para o êxito do tratamento, principalmente por essa ser uma doença em que o diagnóstico precoce pode ser um sinônimo de cura. "É vital a realização do exame preventivo, é importante dizer que o câncer de mama tem cura, com o diagnostico precoce nós conseguimos descobrir a doença logo no primeiro estágio, e iniciar o tratamento imediatamente, o que aumenta as chances." 

A dona de casa Irene dos Santos já realizou o exame e ressalta a importância de estar em dia com a saúde. "A mamografia é um exame muito rápido, não senti nenhum tipo de desconforto e acho muito importante o cuidado com a nossa saúde", finaliza. O símbolo da campanha é o laço na cor rosa, que em outubro está presente em todos os lugares, empresas, entidades e espaços públicos, um esforço coletivo a uma causa muito importante.

Karine Cavalcanti - Irene dos Santos fala da importância de estar em dia com a saúde

Bonde

 
Criado em 23 Setembro 2014

Dor lombar ou lombalgia… Estes nomes podem não soar tão familiares, mas, na verdade, são sinônimos da conhecida “dor nas costas”, que muita gente, infelizmente, sente ou já sentiu ao menos uma vez na vida.

Na maioria dos casos, a pessoa se queixa de uma dor difusa (espalhada), na região baixa da coluna vertebral, próxima à cintura e acima das nádegas (região da coluna chamada de coluna lombar).

A dor nas costas, no início, pode até ser mais leve, mas pode ir aumentando gradativamente e costuma piorar quando a pessoa se movimenta. A sensação é que a coluna está “travada” e, por isso, a pessoa com este problema tende a andar com o corpo rígido ou até encurvado.

De forma geral, a dor nas costas aparece principalmente pela manhã e melhora logo após a pessoa começar a andar. Mas alguns movimentos como, por exemplo, se curvar para lavar o rosto, abaixar para pegar algo que caiu ao chão etc., também costumam incomodar bastante.

Principais causas das dores nas costas

Rogério Vidal de Lima, ortopedista e especialista em cirurgia da coluna vertebral, cita as principais causas das dores nas costas:

O médico destaca que as dores nas costas podem atingir pessoas de todas as faixas etárias.

5 exercícios para aliviar dores nas costas

exercicios para aliviar dores nas costas 2 Exercícios para aliviar dores nas costas

Thaise Titon, professora de Yoga e especialista do Personare, explica que a coluna possui três curvas naturais, responsáveis por absorver os impactos e as pressões que recebe diariamente para sustentar todo o corpo e movimentar-se. “Por isso, a flexibilidade e o alongamento são importantes. As curvaturas estão na cervical, lombar e na região torácica. Sendo que nas duas primeiras, as curvas são para dentro e, na última citada, a curva é para fora”, diz.

A profissional cita abaixo exemplos de exercícios que ajudam a aliviar as dores nas costas:

Exercício 1

Deitar com as costas e a planta dos pés no chão. Fazer o movimento apenas na região lombar, sem tirar o quadril do chão. Ao inspirar, elevar a lombar (mantendo o sacro no chão) e, ao exalar, descer a lombar no chão.

“Esse exercícios vai ajudar a liberar as tensões pélvicas e lombares”, diz Thaise Titon.

Efeitos: relaxamento da região sacroilíaca e da lombar.

Recomendação: fazer cerca de 8 repetições – que equivalem a 8 respirações.

exercicio 1a Exercícios para aliviar dores nas costas

exercicio 1 Exercícios para aliviar dores nas costas

Exercício 2

Deitar com as costas no chão e, quando inspirar, puxar os joelhos com as mãos, e afastar os joelhos do abdômen. E, ao exalar, puxar os joelhos, os aproximando do abdômen.

“Neste caso os pés não voltam ao chão”, orienta Thaise Titon. “Este exercício também ajuda a acalmar a lombar”, acrescenta.

Recomendação: fazer umas 8 repetições – que equivalem a 8 respirações.

exercicio 2a Exercícios para aliviar dores nas costas

exercicio 2b Exercícios para aliviar dores nas costas

Exercício 3

Torção Marichyasana, postura do sábio Marichi: sentar com as pernas estendidas e coluna alinhada, ísquios bem conectados no chão. Dobrar a perna direita colocando a planta do pé direito no chão próximo à coxa esquerda. Ao exalar, a mão esquerda pega o joelho direito girando o tronco para a direita, ou seja, em direção à perna flexionada. Fazer tudo para o outro lado também.

Efeitos: abertura peitoral e também fortalecimento da lombar.

exercicio 3 Exercícios para aliviar dores nas costas

Exercício 4

Sentar de forma confortável (pernas cruzadas ou em cima dos pés), elevar o braço direto e, com a mão esquerda, puxar o cotovelo direito. A mão vai encostar a parte superior das costas. Lembrar de manter o alinhamento do pescoço. Focar a respiração na abertura dos ombros, axila e peitoral. Depois, fazer para o outro lado.

Efeitos: abertura peitoral, alívio de tensão dos ombros e pescoço.

Recomendação: 8 respirações para cada lado.

exercicio 4a Exercícios para aliviar dores nas costas

exercicio 4b Exercícios para aliviar dores nas costas

Exercício 5

Adho mukha svansana (“postura do cachorro olhando para baixo”) é um espreguiçamento de todo o corpo. Subir o quadril, esticar os braços e as pernas, formando um triângulo com o corpo. Mãos e pés ficam no chão, bem distantes. No início, o calcanhar fica fora do chão. A cabeça deve ficar voltada para dentro. Alongar toda a coluna.

Efeito: além do alongamento em toda a coluna, o exercício ajuda a fortalecer a musculatura das costas e os braços.

exercicio 5 Exercícios para aliviar dores nas costas

Existem exercícios próprios para prevenir dores nas costas?

Thaise Titon reforça que a maioria das posturas de yoga serve para prevenir as dores nas costas. “Mas é preciso a execução consciente e cautelosa, e de acordo com o biótipo da pessoa. Por exemplo, se ela sofre com alguma hérnia, existem restrições. Por isso é importante informar o professor quando procurar a prática”, destaca a especialista.

Ainda de acordo com Thaise, os exercícios citados acima servem também para prevenir o problema. Abaixo ela cita outro exercício que pode ajudar neste sentido:

  • Trikonasana: em pé, os pés devem ficar afastados; um dos pés apontando para frente; o que estiver atrás ficará num ângulo de 45 graus. Braços abertos e mantendo o alinhamento da coluna, o braço segue o pé apontado à frente, enquanto que o outro braço se estende em direção ao teto.

“Os exercícios restaurativos, os quais usam almofadas, cobertores e faixas e até a parede, para ajudar na execução, são ótimos para prevenir dores. Depois de todo o cansaço e o estresse do dia a dia, a melhor maneira é compensar este corpo, para que o acúmulo não se torne algo crônico”, acrescenta a especialista Thaise.

Atividades físicas que ajudam a prevenir as dores nas costas

exercicios para aliviar dores nas costas 3 Exercícios para aliviar dores nas costas

Abaixo você conhece algumas atividades físicas que, de forma geral, ajudam a prevenir dores nas costas. Vale reforçar que elas devem ser praticadas sempre com o acompanhamento de um profissional da área:

Yoga

A professora Thaise ressalta que, na prática de yoga, um dos grandes objetivos é o cuidado da coluna vertebral. “Pois é através da saúde da coluna vertebral que o corpo todo se equilibra. E por que o yoga contribui para a coluna vertebral? Porque a coluna é a base, é ao longo da coluna que ocorre a conexão cerebral para o resto do corpo. Os movimentos e reflexos dependem desta coluna preservada. Portanto, quanto mais saudável a coluna, mais desenvoltura nos movimentos a pessoa terá. E yoga é justamente esta integração do corpo – mente”, destaca Thaise Titon.

Natação

Exercícios realizados na água são aeróbicos de baixo impacto e são uma alternativa para quem quer evitar dores nas costas, porque aliviam o peso do corpo sobre a coluna.

Vale destacar, porém, que em alguns casos de problema de coluna o nado de peito e o de borboleta não são indicados. Por isso o ideal é sempre se consultar com um médico antes de iniciar qualquer atividade física, bem como contar com orientação profissional durante a prática.

Hidroginástica

Como no caso da natação, a hidroginástica é um aeróbico de baixo impacto que pode ser muito útil para quem quer evitar dores nas costas. Isso porque os exercícios na água aliviam o peso do corpo sobre a coluna.

Musculação

A musculação também é uma boa atividade para quem tem e/ou quer evitar dores nas costas. Isso porque ela ajuda a fortalecer a musculatura do core, abdômen, quadril e lombar – musculaturas que precisam estar fortes para que a coluna fique bem estável.

O mais indicado é realizar os exercícios nas máquinas, o que irá garantir a melhor execução dos movimentos. Mas, independentemente disso, é fundamental que todo exercício seja acompanhado por um profissional da área.

Rogério Vidal ressalta que qualquer atividade que reforce a musculatura é interessante para aliviar e evitar as dores nas costas. “Os exercícios que agem reforçando a musculatura evitam a sobrecarga articular, evitando a dor”, diz.

O que fazer no dia a dia para evitar dores nas costas

exercicios para aliviar dores nas costas 4 Exercícios para aliviar dores nas costas

Confira algumas dicas simples que podem ser tomadas no dia a dia para ajudar no sentido de evitar dores nas costas:

  • Controle sempre sua postura (isso vale para quando estiver andando, para quando estiver parado etc.);
  • Mantenha uma alimentação saudável para não exceder seu peso ideal;
  • Pratique atividade física regularmente (para ajudar na manutenção do peso e, também, para reforçar a musculatura);
  • Escolha uma cadeira adequada para o seu tipo de trabalho;
  • Durma em um colchão em bom estado;
  • Escolha uma posição confortável para dormir;
  • Na hora de dirigir, sente-se o mais próximo possível do volante, assim, você estará mantendo os seus joelhos um pouco mais alto que os quadris. Coloque ainda uma almofada atrás da região lombar.
  • Não fume. O tabagismo, além de vários outros malefícios que oferece, também é um dos fatores de risco para as dores nas costas.

Por fim, caso apresente dores nas costas frequentemente, não hesite em procurar ajuda médica. O profissional te indicará a melhor forma de tratamento, opções de atividades físicas que poderão ser feitas e dicas que ajudarão a evitar a dor no seu dia a dia.

 

 
Criado em 16 Setembro 2014

Não é novidade que o cálcio é importante para a boa saúde dos ossos e dentes para homens e mulheres em todas as fases da vida. Mas, durante a gestação, sua ingestão na quantidade adequada é essencial para a formação do feto e para a manutenção do bom funcionamento do organismo materno. 

Responsável por quase 2% do peso de uma pessoa, 99% do cálcio concentra-se nos dentes e ossos e 1% esta distribuído no sangue e nos tecidos, por isso, além dele ter a função de garantir a boa formação dentária e óssea, ele também atua outras áreas extremamente importantes para o organismo. 

Como exemplo temos sua ação na coagulação do sangue, em conjunto com a vitamina K; no processo de contração e relaxamento dos músculos; na transmissão de estímulos nervosos; na regulação dos batimentos cardíacos e ajuda, inclusive, a combater a hipertensão, preocupação extremamente importante no dia a dia das gestantes. 

Na gestação e na amamentação, a mulher fica mais carente de cálcio. "Durante os últimos dois trimestres de gravidez e no período de aleitamento, seu corpo absorve mais cálcio dos alimentos do que quando ela não está grávida. 

Durante e após a gravidez, é imprescindível a ingestão dos principais alimentos como fonte dietética de cálcio, como o leite e seus derivados (queijo, manteiga e iogurte, entre outros), além dos vegetais verdes escuros folhosos, a gema do ovo, os mariscos e as leguminosas (feijão, grão-de-bico e lentilha).

Bonde

 

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