Criado em 18 Abril 2015

A maior parte do organismo humano é formada por água, 75% dos músculos é água, por exemplo. Portanto, é importante consumir uma boa quantidade de água diariamente para manter a saúde.

Dois litros de água por dia é o que a maior parte dos nutricionistas e médico aconselha

Com a ingestão de água provocamos uma diurese maior, o que favorece a eliminação de toxinas e previne algumas doenças. Os especialistas vão mais longe e insistem na importância do consumo da água em jejum. Mas por que?

Segundo o Instituto Europeu de Hidratação, a água é o solvente que permite muitas das reações químicas vitais do organismo, ajudando a manter as funções corporais.

Confira abaixo uma lista dos benefícios, segundo o instituto.

Cinco benefícios do consumo de água em jejum:

1 - Uma hidratação adequada é importante para o funcionamento correto do cérebro. Quando estamos hidratados adequadamente, as células do cérebro recebem sangue oxigenado e o cérebro permanece alerta.

2 - O consumo adequado de água é essencial para o bom funcionamento dos rins, ajudando-os a eliminar através da urina os resíduos e nutrientes desnecessários.

3 - A água melhora o trato digestivo, já que é necessária na dissolução dos nutrientes para que estes possam ser absorvidos pelo sangue e transportados para as células.

4 - A água também é uma grande aliada da pele, ajudando a manter a elasticidade e a tonicidade.

5 - A água também atua como um lubrificante para os músculos e articulações: ajuda a proteger as articulações e também o melhor funcionamento dos músculos.

Carmen García Torrent, nutricionista e licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, afirmou que o recomendável é tomar de um a dois copos de água em jejum e, em seguida, continuar bebendo o líquido o resto do dia até chegar aos dois litros.

 

 

 

 
Criado em 06 Março 2015

Saiba quais são os treinos pouco elaborados que mais transformam o corpo feminino.

Se você pega firme na malhação, mas não observa mudanças significativas no seu corpo, pode estar investido no exercício errado. Alguns treinos, apesar de exigirem muito esforço, trabalham áreas que não são seu foco. É o caso dos abdominais, que não são eficazes para queimar caloria e eliminar gordura, ou da dança, que não promove a tonificação muscular de todos os grupos.

 

Sabemos que exercícios completos como muay thai, boxe ou crossfit geram resultados super-rápidos, mas nem sempre temos tempo ou dinheiro para investir em uma escola especializada que ofereça esse tipo de aula. Portanto, se seu objetivo é emagrecer, perder barriga, modelar o bumbum ou eliminar a gordura dos braços, veja quais são os treinos simples que mais dão resultados em mulheres. Eles podem ser feitos até mesmo em casa e transformam o corpo em pouco tempo.

A lista foi desenvolvida pelo portal Health Digezt.

Pular corda O treino, que promove um alto gasto calórico, é a maneira mais fácil e rápida de transformar o corpo. Basta comprar uma corda compatível com a sua altura e fazer quantos saltos aguentar. Divida o treino em séries de 25 a 50, dependendo do seu condicionamento. É importante certificar-se de que você pode fazer exercícios de impacto antes de iniciar a prática.

Agachamento Este exercício trabalha todos os músculos inferiores, a lombar e o abdome e é muito eficaz para mulheres. Se seu objetivo é aumentar o bumbum e enrijecer toda a perna, aposte no agachamento com pouco peso. Se quer ganhar coxas definidas e maiores, aumente a carga.

Flexão de braço A modalidade é difícil e requer bastante força nos membros superiores. Para eliminar o ‘músculo do tchau’, que é aquela gordurinha extra na parte inferior do braço que balança sempre que você acena, você deve trabalhar o tríceps. Para isso, ao fazer a flexão, mantenha o cotovelo o mais próximo possível do corpo.

Afundo Por trabalhar cada perna individualmente, este exercício promove resultados eficazes e rápidos. Além de transformar os membros inferiores, o afundo requer muito do abdome e ainda melhora o equilíbrio. Você pode fazer com ou sem carga.

Natação É o exercício mais completo que existe. Nadar queima muitas calorias, fortalece braços e pernas, trabalha abdome e lombar, tem zero impacto, é relaxante e reduz a depressão. Qualquer pessoa de qualquer idade pode realizar este exercício, que é indicado, inclusive, em casos de reabilitação.

Corrida A boa e velha corrida não poderia ficar de fora da lista, já que, além de ser muito eficaz para queimar calorias, oferece uma série de benefícios ao corpo. Ela melhora a saúde do coração, auxilia na digestão, fortalece os músculos da perna e ainda combate a depressão. Se praticada na praia ou no parque, ainda promove o contato com o ar livre e natureza.

Ciclismo Praticada na bicicleta ergométrica ou ao ar livre, a modalidade promove uma perda muito grande de calorias em pouco tempo e fortalece os músculos da perna. A diferença é notada em poucas semanas. Além disso, o ciclismo trabalha os músculos dos braços, costas e, principalmente, abdominal. No mais, melhora a circulação sanguínea e protege o coração.

 

 
Criado em 27 Fevereiro 2015

Pular da cama ou dormir mais um pouco? Para muita gente, o dilema é diário. Para o nosso corpo, muitas vezes a segunda opção é a escolhida, mesmo quando nosso cérebro sabe que temos que acordar cedo para trabalhar ou cumprir outras atividades. 

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E quando finalmente o despertador é escutado, muitas pessoas começam o dia sem disposição, só pegando no tranco no fim da manhã ou começo da tarde. 

Na maioria das vezes, a dificuldade para acordar bem disposto tem um grande culpado: a privação de sono. "Antes, no começo do século XX, dormíamos cerca de nove horas por noite, hoje a média é menor do que sete horas", compara o pneumologista Geraldo Lorenzi Filho. 

Mas é claro que outros fatores também podem influenciar nisso. "Também existem aspectos genéticos, pessoas que têm tendência a acordar e dormir muito tarde ou muito cedo. Só que essa é uma porcentagem muito pequena da população", frisa a pneumologista Sonia Togerio, pesquisadora do Instituto do Sono, da Unifesp, em São Paulo. 

De qualquer forma, acordar com dívidas na conta de sono pode ser prejudicial ao rendimento e à saúde. "Isso causa problemas de memória, humor, falta de atenção e, é claro, sonolência", ensina Sônia. Por isso pedimos aos especialistas algumas dicas para tornar essa tarefa muito mais fácil. A seguir, você confere as estratégias para conseguir acordar mais cedo e com o pique em alta. 

Tenha horários constantes 

O corpo pode não ser exato, mas ele é regido por um ciclo chamado circadiano, expressão que significa "cerca de um dia". Isso porque o organismo organiza suas funções para que ocorram sempre em 24 horas mais ou menos, obedecendo a duração do dia. Esse é o tal do relógio biológico. Manter uma hora certa para dormir e acordar ajuda a regular um pouco mais esse nosso cronograma interno. 

"Ficar mexendo no nosso ciclo circadiano o desregula. Ao dormir mais tarde, você atrasa o relógio e volta a não conseguir acordar cedo", esclarece o médico do sono Geraldo Lorenzi. É claro que não é preciso exagerar e ser sempre pontual, mas manter uma rotina faz parte da higiene do sono e ensina o corpo a ter uma frequência. 

Use e abuse da luz 

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Um dos reguladores do ciclo circadiano é a luz, já que o corpo tem funções diferentes à noite e durante o dia. Portanto, o sol é um excelente indicador para o corpo que está na hora de acordar. "Abrir a janela de manhã como as avós ou seus pais faziam é uma excelente maneira de dizer para o organismo que já é dia", pontua o médico do sono Lorenzi. 

E em dias nublados, mesmo a luz artificial pode ter esse efeito. "Depende, é claro, de sua intensidade", reitera a pneumologista Sônia Togerio. Em vez de dormir com cortinas ou persianas, que bloqueiam totalmente a passagem da luz matutina, experimente deixar a janela do quarto liberada para a entrada do Sol antes mesmo de ir para a cama. 

Relaxe antes de dormir 

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As vovós também viviam dizendo aos netos para pararem um pouco de brincar na hora de dormir. E, mais uma vez, elas estavam certas! "O mais indicado é não fazer atividades estimulantes, principalmente no caso dos adultos. Trabalhar, por exemplo, excita a mente, ainda mais ficar pensando no que precisa ser feito no dia seguinte", argumenta a pneumologista Sônia. 

Ver televisão, navegar na internet, jogar videogame, tudo isso entra na lista de proibições. Mas não precisa parar de cumprir tudo isso assim que o sol se por. Basta separar uma hora para relaxar e ficar longe de tudo isso quando estiver próximo de dormir. Nessas horas, um livro ou uma música relaxante são ótimas pedidas. 

Tome cuidado com a atividade física 

A atividade faz muito bem à saúde, e quando feita logo cedo, colabora para a disposição. "O nosso ciclo cicardiano está muito relacionado à temperatura do corpo, quando ele está frio, temos sono. A atividade física eleva o calor corporal, ajudando a despertar melhor", explica Lorenzi. Por outro lado, fazer exercícios muito perto da hora de dormir tem o mesmo efeito, atrapalhando o sono. "O indicado é sempre fazer exercício três horas antes de dormir", ensina Sônia. 

Resista ao botão soneca 

Você pode achar que está enganando o despertador, mas é o seu corpo que é feito de bobo ao apertar o botão "soneca" do relógio. "Pode fazer mal, porque se tem um sono fracionado, que é de segunda qualidade, e acaba-se dizendo ao corpo que ele pode dormir assim, o que não é certo", ensina Lorenzi. O ideal é acordar assim que o despertador toca, e não ficar barganhando mais uns minutinhos. 

Bonde

 
Criado em 19 Fevereiro 2015

Para cuidar do bebê com asma é importante evitar os alergênios, como poeira, pólen, pêlo de animais ou bolor, pois facilitam o surgimento dos sintomas de asma que incluem tosse seca, chiado ou respiração rápida, por exemplo. 

Além disso, o pediatra também pode recomendar fazer nebulizações com remédios corticoides, 1 vez por dia, para evitar o surgimento de crises de asma e fazer a vacina da gripe todos os anos, antes do início do inverno

Geralmente, a asma não tem cura, mas ao longo do tempo o bebê pode apresentar cada vez menos crises devido ao desenvolvimento e fortalecimento do sistema respiratório, por isso estes cuidados deverão ser seguidos diariamente, por toda vida. 

Quando desconfiar, se o bebê tem asma 

Os pais podem desconfiar que o bebê sofre com asma quando um dos pais é asmático, se durante a gestação a mãe fumou ou esteve perto de fumantes e se a criança apresentar: 

Chiado no peito ao respirar ou chorar; 

Choro frequente; 

Dificuldade para mamar. 

Neste caso, os pais devem levar a criança ao pediatra, e na consulta, devem falar quais são os sinais que o bebê apresenta, quando surgem e se existe historial de asma na família, para ajudar o médico a chegar ao diagnóstico. 

Como deve ser o quarto do bebê com asma 

 

Reprodução

Os pais devem ter especial atenção ao preparar o quarto do bebê, uma vez que é nesse local que o bebê passa mais tempo durante o dia. Assim, os principais cuidados no quarto incluem: 

Usar capas anti-alérgicas no colchão e almofadas da cama; 

Trocar os cobertores por edredões ou evitar usar cobertores com pêlo; 

Trocar a roupa da cama todas as semanas e lavá-la em água a 130ºC; 

Colocar chão emborrachado lavável, como mostra a imagem 2, nos locais onde a criança brinca; 

Limpar o quarto com aspirador de pó e pano úmido, pelo menos, 2 a 3 vezes por semana; 

Limpar as pás dos ventiladores 1 vez por semana, evitando o acúmulo de poeira em cima do aparelho;

Retirar tapetes, cortinas e carpetes do quarto da criança; 

Evitar a entrada de animais, como gato ou cão, dentro do quarto do bebê. 

Já no caso do bebê que apresenta sintomas de asma devido a alterações na temperatura, também é importante utilizar roupas adequadas à estação de ano para evitar mudanças bruscas de temperatura. 

Além disso, os bonecos de pelúcia devem ser evitados, pois acumulam muita poeria. No entanto, caso existam brinquedos com pêlo é aconselhado mantê-los fechados em um armário e lavá-los, pelo menos, 1 vez por mês. 

Estes cuidados devem ser mantidos por toda a casa para garantir que as substâncias alérgicas, como poeria ou pêlo, não são transportadas para o local onde o bebê se encontra. 

O que fazer quando o bebê tem uma crise de asma 

O que se deve fazer na crise de asma do bebê é fazer as nebulizações com remédios broncodilatadores, como Salbutamol ou Albuterol, prescritas pelo pediatra. Para isso deve-se: 

Colocar o número de gotas do remédio indicado pelo pediatra no copinho do nebulizador; 

Adicionar, no copinho do nebulizador, 5 a 10 ml de soro fisiológico; 

Posicionar a máscara corretamente no rosto do bebê ou colocar junto no nariz e boca; 

Ligar o nebulizador durante 10 minutos ou até que o remédio desapareça do copinho. 

As nebulizações podem ser feitas várias vezes durante o dia, de acordo com indicação do médico, até que os sintomas do bebê diminuam. 

Quando ir no médico 

Os pais devem levar o bebê ao pronto-socorro quando: 

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Os sintomas de asma não diminuem após a nebulização; 

São necessárias mais nebulizações para controlar os sintomas, do que as indicadas pelo médico; 

O bebê apresenta dedos ou lábios arroxeados; 

O bebê está com dificuldade para respirar, ficando muito irritado. 

Além destas situações, os pais devem levar o bebê com asma a todas as consultas de rotina marcadas pelo pediatra para avaliar o seu desenvolvimento. 

Bonde

 
Criado em 12 Fevereiro 2015

Descubra o quanto água de torneira faz mal à saúde e saiba por que especialistas pedem para que se compre água mineral para beber. É claro que algumas pessoas não têm condições de arcar com os custos de se beber água mineral sempre, mas o ideal seria que essas pessoas sempre tomassem a bebida de modo mais límpido possível. A água que sai de nossas torneiras é considerada potável, mas alguns elementos que constam nela podem fazer muito mal à saúde, causando pedras no rim (se consumida a longo prazo) e até outros danos.

 

Descubra o quanto água de torneira faz mal à saúde e comece a repensar o consumo de água vinda da torneira. Entre os elementos encontrados na água que sai de nossa torneira está o alumínio, que é encontrado de modo natural em superficiais e subterrâneas. O alumínio é utilizado no tratamento da água, adicionado em alguns alimentos, na fabricação de latas, telhas, papel alumínio e na indústria farmacêutica. Se ingerido em excesso pode dar problema no sistema nervoso nos ossos.

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PROBLEMAS NO CORAÇÃO

O bário está na água naturalmente, mas isso é potencializado na água tratada porque ele é usado na indústria da borracha, cerâmica, têxtil e farmacêutica. Se consumido em grande quantidade esse produto acaba afetando o coração, causando problemas nervosos e de pressão arterial.

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Nitrogênio nitrato é adicionado a água por causa dos esgotos sanitários, resíduos industriais e escoamento da chuva por solos fertilizados. Essa substância em grande quantidade estimula o crescimento excessivo de algas, o que causa uma poluição na água. Além disso, o nitrogênio nitrato é tóxico e causa metahemoglobinemia, que é uma doença letal emcrianças.

ÁGUA DE TORNEIRA PODE TER EFEITO LAXATIVO

O sulfato que está na água é o resultado da dissolução de solos e rochas, mas o esgoto doméstico e resíduos industriais aumentam a quantidade da substância na água. Se esse elemento estiver presente na água em grande quantidade pode causar dor de barriga. Os demais elementos da água, como o cloro, por exemplo, não causam nenhum mal á saúde, mas mudam o sabor da água vinda da torneira se comparado com a água natural.

Claro que todos esses males somente ocorrem se ingerir as substâncias mencionadas em grandes quantidades, mas para prevenção, o melhor é comprar água mineral.

Mundo das Tribos R7

 

 
Criado em 05 Fevereiro 2015

Especialistas afirmam: frutas são essenciais para a dieta e para a saúde. Mas você sabia que a forma que você consome faz toda a diferença e que o exagero pode transformar as frutinhas em vilãs para o corpo? Para evitar problemas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda comer cinco porções por dia. E qual deve ser a quantidade de fruta em uma porção? E onde o suco entra nessa história?

O que é uma porção de fruta

Uma porção é calculada pelas calorias dos alimentos, onde cada porção equivale a cerca de 60 ou 70 calorias (relativo a uma dieta de 2 mil calorias diárias). 

A conta é simples. Frutas unitárias de tamanho médio, como maçã, banana e pera, por exemplo, podem ser consideradas uma porção. Frutas maiores, como melão, mamão ou melancia, têm em uma fatia as calorias necessárias da porção. Já frutinhas pequenas, que vêm em cachos, como uvas, podem ser consumidas de 10 a 12 frutos por porção. 
 

Um copo de suco é uma porção de fruta?

Os sucos podem ser perigosos, já que, muitas vezes se usa mais do que uma porção de frutas para preparar um copo. É o caso do suco de laranja, por exemplo, que precisaria de ao menos três laranjas para preparar a bebida. Nesse caso, a pessoa consumiria três das cinco porções diárias recomendadas em apenas um copo da bebida.

Além disso, o suco é uma opção mais calórica e com menos fibras do que a fruta in natura, e também pode pedir pela adição de açúcar ou adoçante. Por isso é sempre mais indicado comer uma porção de fruta. Porém, caso não tenha como consumi-las, o suco pode ser uma alternativa – desde que respeite a quantidade ideal indicada pela OMS.

 

 

 
 
Criado em 30 Janeiro 2015

Provavelmente você já sentiu a barriga roncando, ouviu seus joelhos estalarem ou já percebeu aquele barulhinho no ouvido que você não sabe de onde vem. Normalmente, esses sons não devem ser causa de preocupação e são reações normais do corpo a alguns estímulos. No entanto, persistências e anormalidades nesses barulhos podem indicar que algo não vai bem no organismo. Saiba mais sobre os principais sons que o corpo produz e o que eles significam.

Ronco

Ao dormir, o tecido mole da garganta vibra conforme o ar passa. Fatores como sobrepeso, alterações hormonais e problemas de respiração podem contribuir para que esse processo produza um ruído, o ronco.

Quando devo me preocupar?

Se o ronco acontece sempre e dura a noite toda, é importante checar suas causas. Obesidade, refluxo e apneia do sono podem ser alguns dos problemas relacionados e devem ser tratados em função do risco de provocarem outros tipos de doenças no organismo.

Estalo nas articulações

Normalmente, os estalos não são motivo de preocupação e acontecem em função de uma mudança de pressão dentro das articulações. Ao estalar os dedos, por exemplo, o líquido acumulado em um dos lados passa para o outro e emite um ruído.

Quando devo me preocupar?

Quando o estalo causa inchaço ou dor é importante procurar um especialista o mais rápido possível, pois esses sintomas podem indicar desgastes e desajustes nas articulações.

Zumbido no ouvido

O zumbido é caracterizado como um tipo de campainha bem baixa que persiste por algum tempo nos ouvidos e depois some. Isso acontece porque o cérebro pode interpretar alguns sinais elétricos como sons.

Quando devo me preocupar?

Se o zumbido é persistente ou se você sente em apenas um dos ouvidos é importante consultar o médico para verificar se há infecção. Sintomas como tontura, perda da audição e otite também pode indicar a presença de bactérias.

Ronco na barriga

O barulho acontece em função da contorção do sistema gastrointestinal para eliminar resíduos de alimentos do corpo. O resultado é um som causado pela mistura de líquidos com ar.

Quando devo me preocupar?

Se o ronco produz um som fora do comum ou provoca dor pode sinalizar uma infecção ou obstrução intestinal e você deve  consultar um médico.

Soluço

O soluço acontece em função de desordens no diafragma que acontecem normalmente após a ingestão de alimentos, quando o estômago, cheio, comprime o órgão.

Quando devo me preocupar?

Se o soluço é persistente e dura horas, consulte um médico. Esse sintoma pode indicar irritações no esôfago ou excesso de acidez, por exemplo.

Assobio pelo nariz

Quando o ar passa por um espaço muito estreito nas fossas nasais acaba produzindo um assobio. Normalmente, é sintoma de congestão nasal: assoar o nariz resolve o problema.

Quando devo me preocupar?

Se o assobio não cede durante o dia, procure um especialista. O sintoma pode ser sinal de rinite alérgica, infecções e desvio de septo, por exemplo. 

Fonte: Bolsa de Mulher

 

 
Criado em 29 Dezembro 2014

A febre chikungunya foi registrada no Brasil pela primeira vez em setembro deste ano. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (do dia 15 de novembro), haviam sido identificados 1.364 casos no país, sendo 71 importados e 1.293 diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para locais onde há transmissão.

A doença, causada por um vírus do gênero Alphavirus, é transmitida sobretudo peloAedes aegypti, transmissor da dengue, e peloAedes albopictus. Os sintomas incluem febre alta, dor muscular, nas articulações e na cabeça, além de manchas vermelhas pelo corpo, que costumam durar de três a dez dias. A letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, a orientação do ministério é que as pessoas reforcem as ações para eliminar criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas adotadas para o controle da dengue: verificar se a caixa d'água está bem fechada, não acumular vasilhames no quintal, verificar se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, desde 2004, o chikungunya havia sido identificado em 19 países. A partir do final de 2013, entretanto, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, este ano, na República Dominicana e no Haiti. Até então, apenas África e Ásia tinham registro da circulação do vírus.

Desde que foram confirmados casos no Caribe, o governo brasileiro elaborou um plano nacional de contingência da doença, com as metas de intensificar as atividades de vigilância, a preparação de resposta da rede de saúde, o treinamento de profissionais, a divulgação de medidas às secretarias, além de equipar laboratórios de referência para diagnóstico.

Também foram reforçadas medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre chikungunya, foram constituídas equipes técnicas pelas secretarias de saúde locais para orientar a busca de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades. Para garantir o controle dos mosquitos transmissores da doença, está sendo realizada, entre outras ações, a eliminação de criadouros.

A recomendação do ministério é que – uma vez caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – os demais casos sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas apresentados e o vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

Transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, Chikungunya assusta o país em 2014

O diário

 
Criado em 29 Dezembro 2014

A febre chikungunya foi registrada no Brasil pela primeira vez em setembro deste ano. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (do dia 15 de novembro), haviam sido identificados 1.364 casos no país, sendo 71 importados e 1.293 diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para locais onde há transmissão.

A doença, causada por um vírus do gênero Alphavirus, é transmitida sobretudo peloAedes aegypti, transmissor da dengue, e peloAedes albopictus. Os sintomas incluem febre alta, dor muscular, nas articulações e na cabeça, além de manchas vermelhas pelo corpo, que costumam durar de três a dez dias. A letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, a orientação do ministério é que as pessoas reforcem as ações para eliminar criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas adotadas para o controle da dengue: verificar se a caixa d'água está bem fechada, não acumular vasilhames no quintal, verificar se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, desde 2004, o chikungunya havia sido identificado em 19 países. A partir do final de 2013, entretanto, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, este ano, na República Dominicana e no Haiti. Até então, apenas África e Ásia tinham registro da circulação do vírus.

Desde que foram confirmados casos no Caribe, o governo brasileiro elaborou um plano nacional de contingência da doença, com as metas de intensificar as atividades de vigilância, a preparação de resposta da rede de saúde, o treinamento de profissionais, a divulgação de medidas às secretarias, além de equipar laboratórios de referência para diagnóstico.

Também foram reforçadas medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre chikungunya, foram constituídas equipes técnicas pelas secretarias de saúde locais para orientar a busca de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades. Para garantir o controle dos mosquitos transmissores da doença, está sendo realizada, entre outras ações, a eliminação de criadouros.

A recomendação do ministério é que – uma vez caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – os demais casos sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas apresentados e o vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

Transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, Chikungunya assusta o país em 2014

O diário

 
Criado em 15 Dezembro 2014

Você já pensou em comer todos os alimentos salgados que gosta sem correr o risco de aumentar sua pressão arterial? Pois é exatamente isso o que a Matrix Health apresenta ao mercado brasileiro ao lançar o primeiro salgante do país, um substituto do sal que não contém sódio. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de sal (cloreto de sódio) recomendado é de dois gramas por dia, podendo-se chegar ao máximo de cinco. Pesquisas mostram que, em geral, o brasileiro consome mais que o dobro do limite, chegando a ingerir 12 gramas de sal diariamente. 

O resultado não é difícil prever. Calcula-se que mais de 44 milhões de brasileiros, cerca de 20% da população é hipertensa, necessitando praticar dietas hipossódicas. "As consequências da chamada pressão alta são muitas, sendo que em casos mais graves o paciente pode vir a ter um infarto do miocárdio, muitas vezes levando-o à morte instantânea", afirma o sócio diretor da Matrix Health, Nilson Capozzi. 

Além das pessoas que sofrem com hipertensão arterial, nota-se que a redução da ingestão de sódio também é bastante desejada pelos que adotam estilos de vida mais saudáveis, os chamados fitness. "O sódio, entre outros males, provoca inchaço e retenção de líquidos. Quem se preocupa com a saúde ebeleza do corpo quer evitar isso", completa. 

O problema é tão grave que em 2012 o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) anunciaram mais uma etapa de um programa para redução de sódio em produtos processados no Brasil, estipulando a diminuição do uso de sal nos caldos, temperos, margarinas e cereais matinais. Nas etapas anteriores, foram definidas metas de redução de sódio em produtos como massas instantâneas, pães de forma, batatas fritas e biscoitos. A expectativa é que a quantidade de sódio no mercado reduza pelo menos 8,8 mil toneladas até 2020. 

Mas a cassada ao sódio acaba de ganhar um novo aliado. Depois de cinco anos de projeto, e algumas tentativas de trazer salgantes importados para o Brasil, a Matrix Health desenvolveu um salgante genuinamente brasileiro. A pesquisa foi comandada pelo experiente químico e farmacêutico, professor da USP com especialização nos EUA e colaborador de muitas empresas farmacêuticas nacionais e multi nacionais, Massayoshi Yoshida. 

O produto foi testado pela Unifesp em ratos normotensos (sem hipertensão arterial) e hipertensos. O resultado é que após sete e dez dias ingerindo a dose equivalente à recomendada para ingestão humana de sal comum, tanto os normotensos como os hipertensos apresentaram aumento da pressão arterial. Com o Bio Salgente, que é à base de cloreto de potássio, ambos os grupos apresentaram a manutenção da pressão arterial. A tese vai ao encontro do conceito atual da implantação de alimentos que propiciem uma redução da ingestão de sal e terapia não medicamentosa no combate à hipertensão arterial. 

O Bio Salgante, que está registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), promete ser uma opção mais saudável tanto para hipertensos quanto para normotensos, certamente mudando o nosso jeito de consumir alimentos salgados. Com um paladar agradável e extremamente próximo ao do sal, muitas vezes seu uso nem foi percebido em testes cegos. Sua única restrição em relação ao sal comum é que o salgante não deve ser submetido a temperaturas superiores a 180 graus ºC, devendo passar por um processo de cozimento mais brando. 

"Ficamos extremamente felizes por conseguir desenvolver um produto tecnicamente tão bom e capaz de auxiliar na manutenção da pressão arterial. Isso certamente garante mais sabor e prazer às pessoas que são obrigadas a manter dietas hipossódicas e àquelas que desejam preservar-se dos malefícios do sal, como a retenção de líquidos e sobrepeso hídrico", conclui Capozzi.

 

Bonde

 

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