Criado em 18 Outubro 2011

Conheça 5 possíveis causas da exaustão crônica em mulheres

Algumas pessoas sentem que estão sempre exaustas e nem sempre os motivos são tão aparentes. Existem alguns fatores que podem contribuir com o aumento e permanência da sensação de fadiga em sua vida. Descubra quais são estes fatores e elimine o cansaço sem fim de sua vida.

1 – Menopausa

Durante a menopausa é comum que a energia da mulher diminua. Além disso, outros incômodos como irritabilidade, dores de cabeça e sudorese noturna também ajudem a diminuir a disposição da mulher.

Para diminuir esses efeitos negativos da menopausa é aconselhável procurar um especialista para que ele indique maneiras de combater os sintomas. Amenizando os sintomas, consequentemente a sensação de cansaço causada pela menopausa vai diminuir.

Por exemplo, aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibras, como feijão e pão integral, pode ajudar a diminuir alguns dos sintomas e te deixar mais disposta para as atividades do dia a dia.

2 – Escassez de ferro no organismo

Esse é mais um dos fatores que provocam o cansaço excessivo. A falta de ferro no organismo pode ser resultado de dietas pobres nesta substância, menstruação prolongada ou alguma doença que diminua os níveis de ferro no corpo. Para confirmar a carência de ferro no organismo é preciso fazer exames de sangue e consultar um médico.

Quando a falta de ferro no organismo é confirmada, o tratamento deve ser iniciado para repor essa substância e assim o seu corpo poderá voltar a funcionar normalmente. Mas, se ainda assim você continuar se sentindo cansada, o motivo disso pode ser outro e deve ser investigado.

3 – Diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2 pode passar muito tempo despercebida porém trazendo pouco a pouco alguns sintomas bastante incômodos, como a falta de energia. Sua incidência é maior após os 40 anos, mas ela pode aparecer antes e silenciosamente atrapalhar sua vida.

Se você tem infecções frequentes, suas cicatrizes demoram a fechar, sofre com formigamento nos pés e sente que sua visão às vezes fica um pouco embaçada, é recomendado procurar um médico e verificar se você tem diabetes do tipo 2. É possível controlar este tipo de diabetes com medicamentos e exercícios físicos, por isso vale a pena ver se este é o seu caso.

4 – Efeitos colaterais de medicamentos

Alguns medicamentos provocam sonolência excessiva. Por esse motivo, quando você toma estes remédios regularmente, mesmo estando com o corpo descansado a exaustão continua. Os remédios que mais causam estes efeitos são os anti-histamínicos, bloqueadores beta usados no controle da pressão alta e os tranquilizantes.

Se você não pode deixar de usar estes medicamentos, é importante consultar o seu médico a respeito desses efeitos colaterais e perguntar se existem outras opções do mesmo medicamento que não vão te deixar se sentir tão cansada.

5 – Problemas de tireoide

O hipotireoidismo pode causar não só fraqueza e cansaço como também ganho de peso e fala arrastada. Esses incômodos podem diminuir ainda mais a disposição. A doença pode ser controlada com a reposição dos hormônios que faltam para o pleno funcionamento dessa glândula, porém deve ser mantido por toda a vida para que não haja recaída da doença. Se você desconfia que este é o seu problema, procure um tratamento o mais rápido possível.

Se você não se identifica com nenhum desses problemas e se sente muito cansada, não deixe de procurar um médico e descubrir qual á a causa da sua fadiga excessiva.

 
Criado em 10 Setembro 2011


A insônia entre os trabalhadores causa uma perda de produtividade de US$ 63,2 milhões anuais nos Estados Unidos, segundo um estudo publicado na revista Sleep.
 
A falta de sono custa a cada americano uma média de 11,3 dias de trabalho, ou a perda de US$ 2,28 mil em sua produtividade anual. Em termos nacionais, a perda é de 252,7 dias e US$ 63,2 milhões, indicou o estudo.
 
"Estamos chocados com o enorme efeito que a insônia tem na vida das pessoas. É um problema subestimado, porque os americanos não estão faltando ao trabalho, mas rendem menos" devido ao cansaço causado pela insônia, disse o autor do estudo, Ronald Kessler.
 
O impacto da insônia na produtividade poderia justificar a criação de programas para tratá-la dentro das empresas, acrescentou Kessler, porque como não é considerada uma doença, os empregados tendem a ignorar suas consequências.
 
Os resultados foram extraídos de uma mostra de 7.428 trabalhadores para o Estudo Americano Sobre a Insônia, que descreveu seus hábitos de sono e seu rendimento profissional, entre outras variáveis. Segundo a pesquisa, realizada entre 2008 e 2009, 23,2% dos empregados registrou problemas de insônia.
 
O sintoma foi maior entre as mulheres (27,1%) do que entre os homens (19,7%), enquanto os idosos de 65 anos registraram uma menor incidência do problema que o resto dos trabalhadores (14,3%). (com informações agência EFE)

Bonde

 
Criado em 10 Setembro 2011


Um grupo de cientistas norte-americanos identificou um mecanismo biológico que transforma gordura branca em gordura marrom. A novidade foi publicada na edição de setembro da revista Cell Metabolism e poderá auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias para tratar a obesidade.
 
O homem tem dois tipos de tecido adiposo: o marrom, ligado à regulação da temperatura e abundante em recém-nascidos; e o branco, cuja função é acumular energia no corpo e está mais presente em adultos. A gordura branca está associada à obesidade e falta de exercícios. É a gordura indesejada que muitos querem se livrar do excesso.
 
O novo estudo, feito em modelo animal por cientistas do Centro Médico da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, demonstrou que a transformação da gordura ruim em boa é possível devido à ativação de uma enervação e de um caminho bioquímico que começa no hipotálamo (área cerebral envolvida no balanço energético) e que termina nas células adiposas brancas.
 
A transformação das gorduras foi observada quando os animais foram colocados em um ambiente mais rico, com maior variedade de características e desafios físicos e sociais.
 
Camundongos foram inseridos em recipientes contendo rodas de girar, túneis, cabanas, brinquedos e diversos outros elementos, somados a alimento e água em quantidades abundantes. Um grupo controle também foi exposto a água e alimento sem limites, mas em ambiente sem dispositivos para que pudessem se exercitar.
 
Segundo os cientistas, a maior transformação de gordura branca e marrom foi associada a um ambiente fisicamente estimulante, mais do que à quantidade de alimentos ingerida.

Bonde

 

 
Criado em 10 Setembro 2011
 

Um estudo oficial realizado nos Estados Unidos revelou que os stents implantados nas artérias do cérebro não só não previnem como aumentam o risco de o paciente sofrer um derrame cerebral.
 
O stent é um dispositivo mecânico que se utiliza nas artérias coronárias para dilatá-las e prevenir a aparição ou a repetição de um infarto por obstrução sanguínea.
 
Há seis anos a autoridade americana de controle dos medicamentos, a Food and Drug Administration (FDA), autorizou em caráter excepcional um promissor dispositivo, denominado Wingspan, também destinado a prevenir derrames no cérebro.
 
O pequeno aparelho foi implantado em milhares de pacientes, mas um estudo publicado nesta quarta-feira na revista especializada "New England Journal of Medicine" revela que os ataques e mortes registrados nesse grupo de pessoas são mais frequentes que entre os pacientes de risco não tratados com o dispositivo.
 
O estudo, patrocinado pelo Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos, analisou a evolução de 451 pacientes e chegou à conclusão de que a taxa de recorrência de um ataque ou de morte nos primeiros 30 dias era de 14,7% entre as pessoas com stent, em comparação com o índice de 5,8% das tratadas exclusivamente com remédios.
 
Depois de um ano, 20% dos pacientes com stent morreram ou sofreram outro derrame, frente a 12,2% dos doentes tratados com remédios. "A conclusão não é que a técnica do stent seja ruim, mas não é tão boa" como se chegou a pensar, declarou ao diário "The Washington Post" Colin Derdeyn, neurorradiólogo da Universidade Washington de Saint Louis e co-autor do estudo (com agência EFE).


 

 
 

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