Criado em 10 Setembro 2011


A insônia entre os trabalhadores causa uma perda de produtividade de US$ 63,2 milhões anuais nos Estados Unidos, segundo um estudo publicado na revista Sleep.
 
A falta de sono custa a cada americano uma média de 11,3 dias de trabalho, ou a perda de US$ 2,28 mil em sua produtividade anual. Em termos nacionais, a perda é de 252,7 dias e US$ 63,2 milhões, indicou o estudo.
 
"Estamos chocados com o enorme efeito que a insônia tem na vida das pessoas. É um problema subestimado, porque os americanos não estão faltando ao trabalho, mas rendem menos" devido ao cansaço causado pela insônia, disse o autor do estudo, Ronald Kessler.
 
O impacto da insônia na produtividade poderia justificar a criação de programas para tratá-la dentro das empresas, acrescentou Kessler, porque como não é considerada uma doença, os empregados tendem a ignorar suas consequências.
 
Os resultados foram extraídos de uma mostra de 7.428 trabalhadores para o Estudo Americano Sobre a Insônia, que descreveu seus hábitos de sono e seu rendimento profissional, entre outras variáveis. Segundo a pesquisa, realizada entre 2008 e 2009, 23,2% dos empregados registrou problemas de insônia.
 
O sintoma foi maior entre as mulheres (27,1%) do que entre os homens (19,7%), enquanto os idosos de 65 anos registraram uma menor incidência do problema que o resto dos trabalhadores (14,3%). (com informações agência EFE)

Bonde

 
Criado em 10 Setembro 2011


Um grupo de cientistas norte-americanos identificou um mecanismo biológico que transforma gordura branca em gordura marrom. A novidade foi publicada na edição de setembro da revista Cell Metabolism e poderá auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias para tratar a obesidade.
 
O homem tem dois tipos de tecido adiposo: o marrom, ligado à regulação da temperatura e abundante em recém-nascidos; e o branco, cuja função é acumular energia no corpo e está mais presente em adultos. A gordura branca está associada à obesidade e falta de exercícios. É a gordura indesejada que muitos querem se livrar do excesso.
 
O novo estudo, feito em modelo animal por cientistas do Centro Médico da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, demonstrou que a transformação da gordura ruim em boa é possível devido à ativação de uma enervação e de um caminho bioquímico que começa no hipotálamo (área cerebral envolvida no balanço energético) e que termina nas células adiposas brancas.
 
A transformação das gorduras foi observada quando os animais foram colocados em um ambiente mais rico, com maior variedade de características e desafios físicos e sociais.
 
Camundongos foram inseridos em recipientes contendo rodas de girar, túneis, cabanas, brinquedos e diversos outros elementos, somados a alimento e água em quantidades abundantes. Um grupo controle também foi exposto a água e alimento sem limites, mas em ambiente sem dispositivos para que pudessem se exercitar.
 
Segundo os cientistas, a maior transformação de gordura branca e marrom foi associada a um ambiente fisicamente estimulante, mais do que à quantidade de alimentos ingerida.

Bonde

 

 
Criado em 10 Setembro 2011
 

Um estudo oficial realizado nos Estados Unidos revelou que os stents implantados nas artérias do cérebro não só não previnem como aumentam o risco de o paciente sofrer um derrame cerebral.
 
O stent é um dispositivo mecânico que se utiliza nas artérias coronárias para dilatá-las e prevenir a aparição ou a repetição de um infarto por obstrução sanguínea.
 
Há seis anos a autoridade americana de controle dos medicamentos, a Food and Drug Administration (FDA), autorizou em caráter excepcional um promissor dispositivo, denominado Wingspan, também destinado a prevenir derrames no cérebro.
 
O pequeno aparelho foi implantado em milhares de pacientes, mas um estudo publicado nesta quarta-feira na revista especializada "New England Journal of Medicine" revela que os ataques e mortes registrados nesse grupo de pessoas são mais frequentes que entre os pacientes de risco não tratados com o dispositivo.
 
O estudo, patrocinado pelo Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos, analisou a evolução de 451 pacientes e chegou à conclusão de que a taxa de recorrência de um ataque ou de morte nos primeiros 30 dias era de 14,7% entre as pessoas com stent, em comparação com o índice de 5,8% das tratadas exclusivamente com remédios.
 
Depois de um ano, 20% dos pacientes com stent morreram ou sofreram outro derrame, frente a 12,2% dos doentes tratados com remédios. "A conclusão não é que a técnica do stent seja ruim, mas não é tão boa" como se chegou a pensar, declarou ao diário "The Washington Post" Colin Derdeyn, neurorradiólogo da Universidade Washington de Saint Louis e co-autor do estudo (com agência EFE).


 

 
 

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