Criado em 20 Janeiro 2012

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) passou a permitir a utilização de luvas de vinil para procedimentos não cirúrgicos na área da saúde, determinação que coloca em risco os profissionais da área e também pacientes. A luva de vinil não é recomendada para esta finalidade em outros países, pois apresenta qualidade inferior e risco de contaminação muito maior quando comparada à luva de látex. Além disso, a RDC nº 55/2011, resolução da Anvisa publicada recentemente, que entrará em vigor a partir de maio de 2012, exclui as luvas isentas de látex, como as luvas de vinil e de borracha sintética, do sistema de certificação compulsória do Inmetro. Ou seja, estes modelos não passarão mais por avaliação de qualidade, sendo comercializadas livremente no mercado nacional sem comprovação de eficácia, diferentemente das luvas de látex, que continuam tendo sua qualidade verificada a cada seis meses, conforme disposto na Portaria nº 233 do Inmetro, de 30 de junho de 2008. A diferença entre os dois tipos de luvas está na matéria-prima utilizada, que confere diferentes características ao produto. Enquanto as luvas de látex destacam-se pela resistência, flexibilidade, elasticidade e conforto, as luvas de vinil são fabricadas a partir de cloreto de polivinila (PVC), um material plástico muito menos flexível, elástico e durável, e mais suscetível a rompimentos e falhas, como microfuros. Outro risco da luva de vinil é o fato de ela apresentar DEHP na sua composição, um componente prejudicial ao organismo que pode ser transferido da luva para o organismo e apresenta toxicidade, especialmente em meninos em fase de desenvolvimento. A Associação Brasileira de Importadores de Luvas para Saúde (ABILS) observou um aumento na procura de luvas sintéticas, como vinil, nitrilo e neoprene, devido à necessidade de realização de procedimentos em pacientes alérgicos ao látex e também pela identificação de reações alérgicas ao látex nos profissionais de saúde. As luvas de vinil já foram consideradas uma alternativa interessante às luvas de látex. Porém, após diversos estudos em relação à sua eficiência como barreira de proteção, ficou comprovado que elas proporcionam segurança muito inferior e não apresentam barreira microbiológica. Assim, a recomendação para casos de hipersensibilidade é que as luvas de látex tradicionais sejam substituídas por luvas de látex sem pó (Powder Free) e/ou luvas de borracha sintética, como o nitrilo. Estas opções são regulamentadas desde 2008, estando sujeitas à Certificação pelo Inmetro, atestando eficácia e proteção. Em torno de 90% dos pacientes e profissionais alérgicos ao látex não apresentam hipersensibilidade quando utilizam luvas sem pó.  A ABILS e os fabricantes nacionais de luvas de látex, preocupados com a qualidade da luva na área de saúde, são contrários a essa resolução da Anvisa e desejam alertar os profissionais sobre os riscos de optar pelas luvas de vinil, tanto para a sua saúde quanto dos pacientes. Pergunta-se por que a Anvisa está desconsiderando as estatísticas de falhas das luvas de vinil apresentadas nos estudos científicos internacionais? Não há justificativa plausível para que no Brasil haja diferentes critérios de controle de qualidade das luvas que possuem a mesma finalidade de uso.

 
Criado em 09 Janeiro 2012
A Secretaria de Saúde do Paraná notificou no Paraná 10.317 casos suspeitos de dengue, com 218 confirmados, entre agosto e dezembro de 2011. Desse total, 191 foram autóctones, quando a infecção ocorre dentro do estado. De acordo com dados da Secretaria da Saúde, esse número representa uma queda de 78% na quantidade de casos confirmados no mesmo período de 2010 (887).

O último boletim divulgado pela secretaria faz referência ao Programa Estadual de Controle da Dengue, que traça as diretrizes de atuação do governo para os próximos anos. O programa se divide em cinco eixos estratégicos: assistência, vigilância epidemiológica, controle do vetor, comunicação, além da mobilização, gestão e responsabilização.

O texto informa também que no ano passado foram investidos cerca de R$ 5 milhões em estrutura e recursos humanos para o enfrentamento da dengue, como contratação e capacitação de agentes de endemias, médicos, enfermeiros e farmacêuticos, compra de equipamentos e renovação da frota de veículos da vigilância.
Agência Brasil
 
Criado em 06 Janeiro 2012

Próteses que causam qualquer tipo de dano ou aumentam os riscos à saúde podem ser trocadas; rede não cobre motivo estético

Mulheres que usam próteses de silicone que causam qualquer tipo de dano ou aumentam os riscos à saúde podem procurar assistência médica no SUS, que fará a troca sem custo, desde que não seja por motivo estético.
Segundo o Ministério da Saúde, esse tipo de procedimento já é feito para qualquer marca de prótese - e não será feito exclusivamente para as pacientes que usam o silicone da empresa PIP.
Isso ocorre porque o SUS é um sistema de saúde universal. Porém, a mulher que buscar atendimento na rede pública terá de passar por todas as consultas e exames no SUS e só fará a cirurgia reparadora ou reconstrutiva da mama para trocar o silicone caso o médico entenda que há um risco comprovado à saúde.
Assim, a primeira orientação do ministério continua sendo que a mulher com as próteses PIP procure o médico e o serviço de saúde responsáveis pela primeira cirurgia para análise.
Segundo o mastologista José Luiz Pedrini, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, as mulheres levam até dois anos para colocar a prótese após uma cirurgia de retirada das mamas, embora a lei determine que isso seja feito imediatamente.
O MS diz que não recebeu demandas para substituição de próteses PIP porque o sistema é descentralizado e a responsabilidade é dos hospitais.

Agência Estado

 
Criado em 05 Janeiro 2012

Nesta quarta-feira (4/1), a Anvisa publicou, no Diário Oficial da União, a suspensão de produtos e medicamentos irregulares, além de anunciar o recolhimento voluntário do medicamento Redsai Stress.A suspensão é definitiva e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial. As pessoas que já tiverem adquirido algum produto dos lotes suspensos devem interromper o uso.
Recolhimento VoluntárioA empresa Bunker Indústria Farmacêutica Ltda fará o recolhimento de todos os lotes e apresentações do medicamento Redsai Stress. O recolhimento é necessário devido ao indeferimento da renovação do registro do medicamento em questão. O produto não deve ser consumido ou comercializado.

Confira os produtos e medicamentos suspensos abaixo:

MedidaProdutoEmpresaMotivoSuspensão da fabricação, distribuição, RE N°3, em todo o território nacional.Medicamento ENALAMED 20mg, lotes 1101789 e1101838, com validade até 12/2012.Cimed Indústria de medicamentos Ltda. Localizada em pouso alegre-MG. O medicamento apresentou desvio constatado nas embalagens primárias e secundárias do medicamento sobredito. Suspensão da distribuição, comércio e uso RE N°4 em todo o país.Todos os medicamentos fitoterápicos.Energia Pura Comércio de produtos naturais Ltda. Localizada em Itaboraí-RJ.A empresa não possui Autorização de funcionamento para tal atividade, e seus produtos não estão regularizados junto a Anvisa. Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE N°5 em território nacional.  Todos os produtos sob vigilância sanitária. Fabricados por Luiz Gladino.Localizado em Crato- CE.Por não possuir registros e autorização de funcionamento na Anvisa. Suspensão da distribuição, comércio e uso RE N°6em todo o território nacional.Sabão de enxofre e sabonete de aroeira, e de quaisquer outros produtos sujeitos àvigilância sanitária.Laboratório pérola do Brasil S/A. Localizada em Itaquera- SP.O produto não possui registro e autorização de Funcionamento na Anvisa. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 7em todo o território nacional.Detergente Lava Louças Brimax Neutro.PEDRO ROBERTO PETITME. Localizada em São José-SC.O produto não esta regularizado junto a Anvisa. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 8em todo o território nacional.Shampoo PH Balanceado- pró cisteína concept profissional.Essenciale Indútria e comércio de cosméticos Ltda.Localizada em Varginha-MG.O produto apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Identificação de Formaldeído. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 9 em todo o território nacional.Alubrilho e Solubrilho, ede quaisquer outros produtos sujeitos à vigilância sanitária.Mais brilho produtos de limpeza, Ltda. Localizada em, São Ludgero-SC.O produto não possui registro e autorização de funcionamento na Anvisa. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 10 em todo o território nacional.Lote nº 09277 do medicamento Resodic (DiclofenacoSódico 50mg), comprimidos, data fabr. 01/2009 e val. 01/2013.Laboratório químico farmacêutico vitamed, Ltda. Localizada em Caxia do Sul –SC.O produto apresentoudesvio de qualidade nos ensaios de rotulagem e dissolução.

 
Criado em 26 Dezembro 2011

Com a chegada do verão e do calor intenso é natural que as pessoas transpirem mais, porém, para alguns, o suor excessivo é constante, mesmo durante o frio. O desconforto é tamanho que afeta diretamente o cotidiano. As mãos molhadas tornam-se incapazes de segurar os objetos e calçar sandálias se torna um drama, pois aumentam as chances de deslizamento e risco de queda pelos pés encharcados. A demasiada produção de suor, chamada de hiperidrose, tem cura, mas em alguns casos é necessário recorrer à cirurgia.

A hiperidrose pode ocorrer em várias partes do corpo, além das mãos e pés, é muito comum nas axilas, na cabeça e no rosto. As causas são variadas e podem ser genéticas ou psicológicas, incluindo a alteração emocional. Em muitos momentos da vida, o estresse é o responsável por provocar tal mudança e o impacto psicológico e social provocado por quem sofre de hiperidrose é enorme, devido à insegurança motivada pelo constrangimento de se apresentar em público. As roupas ficam marcadas pela umidade e, algumas vezes, o episódio se associa ao mau cheiro do suor, o que gera mais fragilidade, vergonha e estresse, levando a pessoa a suar ainda mais.

A preocupação quanto ao suor exagerado tem incomodado cada vez mais os homens. Antigamente, eles eram menos vaidosos e não se importavam, mas segundo a cirurgiã plástica, Dra. Cristina Pires Camargo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a procura por tratamento da hiperidrose por pessoas do sexo masculino vem aumentando a cada ano. Alguns meninos, ao passarem pelo período da puberdade, desenvolvem o problema, também presente nas virilhas.

É preciso entender que o suor, ou seja, a sudorese é benéfica e necessária. Quando a temperatura interna do organismo sobe, um comando do cérebro é ativado causando uma evaporação da água que se forma na pele. Este fenômeno natural chamado de sudorese serve para aliviar a sensação de calor, ajustar a temperatura do corpo e eliminar algumas substâncias. O seu controle é involuntário e determinado pelo sistema nervoso autônomo, que também é responsável pelas batidas do coração, pelo ritmo respiratório e por outras funções que acontecem sem o nosso controle. A grande quantidade de suor deve ser tratada por aquelas pessoas que ficam com os locais do corpo realmente molhados mesmo sem estar calor.

O suor excessivo pode ainda causar micoses, portanto é imprescindível que se busque uma solução, não apenas pelo incômodo social e estético. O tratamento pode ser medicamentoso ou com o uso da toxina botulínica, cujo uso é simples, mas reversível. Após a aplicação da substância, aguarda-se a redução da sudorese nos próximos três dias e a diminuição ou eliminação do suor na área de aplicação após 20 dias. O efeito do produto pode durar de seis a oito meses e em alguns pacientes pode ser prolongado por até 12 meses.

Nos casos em que a toxina não oferece o tratamento desejado, a cirurgia é indicada para cauterizar o ponto do sistema nervoso que provoca a sudorese. Diferente do recurso que utiliza toxina botulínica, a intervenção cirúrgica é definitiva e o paciente, após alguns meses, pode até se queixar de secura excessiva na área operada ou ainda do aparecimento de hiperidrose em outros locais, principalmente se a área que foi bloqueada for grande. Este efeito é conhecido como rebote e é uma defesa do corpo, pois tem o objetivo de dar continuidade ao sistema de termorregulação, ou seja, a regulação da temperatura corporal.

Bonde

 
Criado em 13 Dezembro 2011

 

Foi assinada nesta terça-feira (13) a nova fase do acordo que prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos. Nesta etapa, serão detalhadas as metas para os alimentos que estão entre os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, incluindo sete categorias: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).

O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. As metas (ver tabela abaixo) devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.

Reprodução


A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. "Este é um grande esforço de acordo voluntário para mostrar à população produtos com menor quantidade de sódio. É uma ação de prevenção. O esforço para mudança de hábito alimentar e o fato das pessoas terem acesso mais fácil a alimentos saudáveis, com menor quantidade de sódio, aliado à atividade física, pode ser fundamental para que a gente previna doenças cardiovasculares, hipertensão e até mesmo alguns tipos de cânceres", afirmou Alexandre Padilha. Segundo o ministro, a se gunda etapa do acordo reforça o projeto conjunto entre governo e indústrias para respeitar a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020.

A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos), de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009.

PREOCUPAÇÃO – De acordo com dados do IBGE, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas diários, enquanto o consumo total foi estimado em aproximadamente 12g diários, o que representa mais do que o dobro do recomendado pela OMS. Esta pesquisa revelou, ainda, que mais de 70% dos brasileiros consomem mais do que 5g de sal ao dia (o equivalente a quatro colheres rasas de café), chegando este percentual a mais de 90%, no caso de adolescentes de 14 a 18 anos e adultos da zona urbana.

Os adolescentes brasileiros apresentaram consumo muito mais elevado de alimentos como salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (perto de quatro vezes maior), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes maior) e biscoitos salgados (50% maior) em relação aos adultos.

O acordo firmado pelo Ministério da Saúde inclui a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).

 

Bonde

 
Criado em 22 Novembro 2011

Entenda porque o iogurte é um alimento tão benéfico para o organismo e aprenda a fazer iogurte natural caseiro

 

O iogurte é um alimento apreciado por pessoas das mais diversas idades, sendo assim uma excelente opção para incrementar as refeições.

Além de ser um alimento muito saboroso, é também extremamente benéfico para o nosso organismo, pois é uma importante fonte de: proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas (A, B1, B2, B3, B6, B12, C, D), potássio, cálcio, fósforo, magnésio, zinco, ferro, sódio, biotina, ácido pantotênico, ácido fólico, colina e inositol.

Sendo assim, listamos nesta matéria os principais benefícios do consumo de iogurte natural e ensinamos como fazer o iogurte natural caseiro, com uma receita simples e prática. Confira.

Os benefícios do iogurte natural

O maior benefício que o consumo de iogurte proporciona ao nosso organismo é a ação dos lactobacilos probióticos presentes nele. Os lactobacilos são organismos vivos que auxiliam o corpo na digestão dos alimentos, sintetização das vitaminas e processamento dos hormônios.

Além disso, o consumo dos lactobacilos vivos ajuda na prevenção e no tratamento de doenças como infecções vaginais até outras mais sérias como úlcera e câncer do intestino.

O iogurte também é uma excelente opção para quem sofre de intolerância à lactose. Como os lactobacilos acidificam todo o açúcar natural do leite – a lactose – mesmo quem sofre com o problema pode consumir o produto à vontade.

Segundo uma pesquisa recente do Departamento de Bioquímica do Instituto de Biologia da UERJ, o iogurte também ajuda a diminuir a quantidade de nitritos no organismo, responsáveis pela formação das nitrosaminas. E considerando que as nitrosaminas podem provocar câncer de estômago e esôfago a ingestão de lactobacilos se torna ainda mais importante.

Porém, para se beneficiar totalmente da ingestão dos lactobacilos, é importante consumir o iogurte o mais próximo possível da sua data de fabricação. Isso se deve ao fato de que os lactobacilos diminuem com o passar do tempo.

Impacto do consumo de iogurte no organismo

Incluir o iogurte na sua alimentação diária pode contribuir nos seguintes aspectos:

  • Bom funcionamento do intestino e combate às bactérias presentes nele, promovendo a limpeza do local;
  • Aumento dos níveis de cálcio no organismo, ajudando no combate à osteoporose e mantendo os ossos e dentes mais fortes;
  • Bom funcionamento do sistema de absorção de nutrientes;
  • Restauração da flora bacteriana, livre de efeitos colaterais;
  • Diminuição da fermentação, dos gases, das flatulências, das inflamações e das infecções intestinais;
  • Melhoria do sistema imunológico;
  • Renovação dos tecidos do corpo;
  • Desaceleração do processo de envelhecimento;
  • Melhoria na queima de gorduras e diminuição da barriga;
  • Reposição do cálcio no período da menopausa.

Receita de iogurte natural caseiro

Aprenda a preparar iogurte natural em casa e inclua já este rico alimento em suas refeições, contribuindo assim com a sua saúde e da sua família também.

Ingredientes

  • 1 copo de iogurte natural (pode ser desnatado ou integral);
  • 1 litro de leite (pode ser desnatado ou integral);
  • Frutas à gosto;
  • Açúcar ou adoçante (à gosto).

Como preparar iogurte natural

  1. Esquente um pouco o leite;
  2. Em uma vasilha com fechamento hermético, misture todo o leite com o copo de iogurte e mexa devagar até misturar completamente;
  3. Deixe a vasilha bem fechada até o dia seguinte (por volta de 24 horas);
  4. Se você puder, deixe a vasilha dentro do forno (apagado), assim o processo se acelera por ser um local abafado;
  5. Verifique a consistência de tempo em tempo para ver se engrossou, mexendo com uma colher;
  6. Quando tiver engrossado, leve à geladeira e utilize aos poucos;
  7. Guarde um copo de 250ml do iogurte para preparar novamente a receita, assim não precisará comprar o iogurte natural;
  8. O iogurte natural pode ser conservado na geladeira, mas para o consumo ele deve estar em temperatura ambiente.

Você pode também transformar o seu iogurte natural caseiro em iogurte de frutas batendo-o no liquidificador com a fruta de sua escolha. Adicione alguns pedaços da fruta após bater para dar um gosto ainda melhor ao iogurte.

Outra opção é servir o iogurte natural é adoçá-lo a seu gosto e coloca-lo por cima de uma deliciosa salada de frutas. Sendo assim uma ótima alternativa ao leite condensado ou caldas.

Sendo assim, fica evidente que o consumo do iogurte só traz benefícios para a nossa saúde e deve ser incluído na alimentação de todos, especialmente das mulheres, porque também contribui para a prevenção do câncer de mama.

 
Criado em 16 Novembro 2011
 
A cirurgia durou pouco mais de cinco horas e Silveira recebeu uma ponte de mamária - artéria que fica próxima ao coração e que foi ressecada durante o procedimento.
 
"Primeiro incorporamos o robô para cirurgia de troca de válvula, que é mais simples. Agora subimos mais um degrau e fomos para a revascularização. É um avanço grande", diz Poffo.
 
Segundo Poffo, uma das vantagens da cirurgia robótica é evitar abrir o peito do paciente, como acontece nas cirurgias tradicionais - o que aumenta o risco de infecções e torna a recuperação bem mais lenta: são dois dias na UTI, dez dias no hospital e até 60 dias para retomar as atividades.
 
Na cirurgia robótica, são feitas quatro pequenas incisões de 1 cm cada ao lado esquerdo do peito, por onde passam uma microcâmera, afastadores, pinças e outros instrumentos.
 
Sem o campo aberto, o risco de infecções cai significativamente. Além disso, há menos sangramento e complicações - já que o robô filtra possíveis tremores do cirurgião e as pinças permitem movimentos mais precisos e delicados. O paciente permanece apenas um dia na UTI, fica três dias internados e em dez dias pode retomar as atividades normalmente.
 
O custo de uma cirurgia robótica é cerca de 30% mais alto do que uma de peito aberto, mas, segundo Poffo, esses gastos acabam sendo minimizados, já que o paciente fica menos tempo em UTI e tem alta mais rápido.
 
"O custo da incorporação de novas técnicas é alto e o treinamento é longo e complexo, exige muito mais habilidade do cirurgião. Mas com o domínio da técnica, a tendência é reduzir esses valores", avalia Poffo.
 
Bernardo Tura, coordenador de ensino e pesquisa do Instituto Nacional de Cardiologia, vinculado ao Ministério da Saúde, diz que essa é uma tecnologia que ainda deve demorar para ser usada em saúde pública.
 
"Os potenciais benefícios da técnica são grandes. Mas isso exige um profissional mais preparado, um aparelho especial. Uma coisa é fazer em casos selecionados, outra é fazer de forma generalizada", pondera.
 
O cirurgião Januário Manuel de Souza, do Hospital Beneficência Portuguesa, tem a mesma opinião. "É uma técnica espetacular, mas ainda está muito longe de ser usada rotineiramente. Além do preço do robô ser um limitador, isso dependeria de uma equipe muito especializada. Talvez, à medida que ela for sendo feita, mais equipes se especializem e o preço caia", diz.
 
Hoje a mesma equipe fará mais uma revascularização por meio do robô. Desta vez, será um homem de 73 anos, de Curitiba.
 
Bonde
 
 
 
Criado em 03 Novembro 2011
De acordo com especialsita, o consumo via oral do colágeno não interfere na firmeza da pele
Quando o assunto é pele firme e bonita, o colágeno é o centro das atenções. Isso porque ele é responsável exatamente por dar mais firmeza e sustentação à pele. Entretanto, há alguns fatores que promovem a destruição dessas fibras e inibem a sua produção, como a exposição solar sem proteção, o fumo e, é claro, o envelhecimento. "A partir dos 25 anos, a perda de colágeno passa a ser maior que a produção, devido à diminuição na quantidade e no funcionamento dos fibroblastos, células das quais as fibras se originam", explica a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço.

Para retardar o envelhecimento, um dos principais fatores é a prevenção, evitando o comportamento que promove a destruição do colágeno. Outra atitude é estimular a produção das fibras colágenas, por meio de tratamentos que atuam diretamente no fibroblasto, como laser, peelings e cremes com ácidos. Além de estimular a produção de colágeno, o especialista pode indicar vários tratamentos que ajudam a ‘proteger’ o colágeno existente no organismo, evitando a sua perda. "Medicamentos via oral, como vitaminas, licopeno, resveratrol, pomegranate e outros antioxidantes podem inibir a produção de enzimas que quebram as fibras colágenas, reduzem o dano solar e protegem a pele de manchas", aponta.

Mas Dra. Annia alerta: o consumo de colágeno via oral não tem efeito sobre a firmeza da pele. Ingerir a substância, seja em pó, cápsulas ou mesmo na gelatina, não contribui para a formação de novas fibras nem evita a perda. "O colágeno, ao ser consumidor via oral, é digerido no estômago e o processo quebra a proteína, transformando-a em aminoácidos que terão outra função no organismo", explica. "Hoje, ainda não há nenhuma comprovação científica de que haja benefício na ingestão. São necessários mais estudos antes de haver a indicação efetiva desse medicamento no tratamento contra o envelhecimento".

A especialista explica que o uso de cosméticos que têm colágeno em sua formulação também não resulta em uma pele mais jovem e bonita. "O colágeno não vai penetrar nas camadas mais profundas da pele, promovendo a firmeza. O que o dermatologista pode indicar são cremes e loções de uso tópico que contêm substâncias que irão estimular a produção das fibras, como o ácido retinóico, por exemplo" (com Literato Comunicação e Conteúdo).
Bonde
 
Criado em 18 Outubro 2011

Conheça 5 possíveis causas da exaustão crônica em mulheres

Algumas pessoas sentem que estão sempre exaustas e nem sempre os motivos são tão aparentes. Existem alguns fatores que podem contribuir com o aumento e permanência da sensação de fadiga em sua vida. Descubra quais são estes fatores e elimine o cansaço sem fim de sua vida.

1 – Menopausa

Durante a menopausa é comum que a energia da mulher diminua. Além disso, outros incômodos como irritabilidade, dores de cabeça e sudorese noturna também ajudem a diminuir a disposição da mulher.

Para diminuir esses efeitos negativos da menopausa é aconselhável procurar um especialista para que ele indique maneiras de combater os sintomas. Amenizando os sintomas, consequentemente a sensação de cansaço causada pela menopausa vai diminuir.

Por exemplo, aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibras, como feijão e pão integral, pode ajudar a diminuir alguns dos sintomas e te deixar mais disposta para as atividades do dia a dia.

2 – Escassez de ferro no organismo

Esse é mais um dos fatores que provocam o cansaço excessivo. A falta de ferro no organismo pode ser resultado de dietas pobres nesta substância, menstruação prolongada ou alguma doença que diminua os níveis de ferro no corpo. Para confirmar a carência de ferro no organismo é preciso fazer exames de sangue e consultar um médico.

Quando a falta de ferro no organismo é confirmada, o tratamento deve ser iniciado para repor essa substância e assim o seu corpo poderá voltar a funcionar normalmente. Mas, se ainda assim você continuar se sentindo cansada, o motivo disso pode ser outro e deve ser investigado.

3 – Diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2 pode passar muito tempo despercebida porém trazendo pouco a pouco alguns sintomas bastante incômodos, como a falta de energia. Sua incidência é maior após os 40 anos, mas ela pode aparecer antes e silenciosamente atrapalhar sua vida.

Se você tem infecções frequentes, suas cicatrizes demoram a fechar, sofre com formigamento nos pés e sente que sua visão às vezes fica um pouco embaçada, é recomendado procurar um médico e verificar se você tem diabetes do tipo 2. É possível controlar este tipo de diabetes com medicamentos e exercícios físicos, por isso vale a pena ver se este é o seu caso.

4 – Efeitos colaterais de medicamentos

Alguns medicamentos provocam sonolência excessiva. Por esse motivo, quando você toma estes remédios regularmente, mesmo estando com o corpo descansado a exaustão continua. Os remédios que mais causam estes efeitos são os anti-histamínicos, bloqueadores beta usados no controle da pressão alta e os tranquilizantes.

Se você não pode deixar de usar estes medicamentos, é importante consultar o seu médico a respeito desses efeitos colaterais e perguntar se existem outras opções do mesmo medicamento que não vão te deixar se sentir tão cansada.

5 – Problemas de tireoide

O hipotireoidismo pode causar não só fraqueza e cansaço como também ganho de peso e fala arrastada. Esses incômodos podem diminuir ainda mais a disposição. A doença pode ser controlada com a reposição dos hormônios que faltam para o pleno funcionamento dessa glândula, porém deve ser mantido por toda a vida para que não haja recaída da doença. Se você desconfia que este é o seu problema, procure um tratamento o mais rápido possível.

Se você não se identifica com nenhum desses problemas e se sente muito cansada, não deixe de procurar um médico e descubrir qual á a causa da sua fadiga excessiva.

 

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