Criado em 06 Maio 2016

Não há registro de microcefalia em virtude da doença no estado, diz Sesa.
PR teve 33 suspeitas de microcefalia; 24 foram descartadas e 5 são estudas.

A Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) acompanha atualmente o desenvolvimento do feto de 20 mulheres grávidas que foram infectadas pelo vírus da zika no estado.

"O que muda é um acompanhamento mais de perto. Não que sejam feitos mais exames ou intervenção, mas se acompanha mais de perto o crescimento, as alterações nas ultrassonografias são olhadas com muita mais atenção”, detalhou Marion Burger que é médica infecto pediatra da Secretaria de Saúde do Paraná.

Desde agosto de 2015, o estado registrou 25 mulheres, em gestação, com zika. Em dois casos, houve aborto espontâneo e três crianças nasceram, a princípio, sem reflexo da doença.

“Por enquanto não tem nenhum feto microcefálico. O que acontece é que essas gestantes tiveram zika há menos de um mês. Ainda não se tem dados para saber se esses fetos estão ou não atingidos”, explicou Marion Burger.

A zika é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e ainda cercada de mistérios. Um deles é a relação entre a doença e malformações fetais como a microcefalia – quando o bebê nasce com o diâmetro da cabeça igual ou inferior a 32 centímetros. (Tire algumas dúvidas no fim da reportagem).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que ainda não há comprovação definitiva da ligação entre o vírus da zika e a microcefalia e, por isso, cientistas seguem estudando em busca de uma confirmação.

A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná afirma que registrou 33 casos suspeitos de microcefalia (independente da causa), sendo que 24 foram descartados e cinco seguem em investigação.

“Tem cinco casos em investigação para ver, se não houver outra causa, e, se houver nos exames complementares algum indício de zika, a gente confirma, mas por enquanto nós não temos nenhuma microcefalia ligada ao zika”, disse Marion Burger.

O último boletim de microcefalia divulgado na quarta-feira (4) pelo Ministério da Saúde apontou que, até o dia 30 abril, foram confirmados 1.271 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita, em todo o país. Dos casos confirmados, 203 tiveram confirmação laboratorial para o vírus da zika.

No Paraná, conforme o boletim, foram quatro casos de microcefalia. Marion Burguer esclareceu que em duas situaçãoes houve aborto espontâneo das grávidas diagnosticadas com zika na fase aguda da doença. Em ambos os casos, os abortos ocorreram no primeiro trimestre da gestação.

“A mãe estava com infecção aguda do vírus. No mês que ela identificou a infecção aguda ela teve perda do feto. Então, a gente considera isso uma complicação da infecção por zika”, disse a médica.

Tudo ocorreu no início da gestação e isso impediu um diagnóstico de possível microcefalia em virtude da zika.

Além disso, Marion Burger pondera que não haveria tempo para um desenvolvimento da malformação.

Os outros dois estão relacionados a bebês que nasceram com alterações neurológicas devido à toxoplasmose – doença causada por um protozoário que pode estar presente nas fezes de felinos e também em carnes malpassadas.

Em geral, a toxoplasmose gera uma febre branda. Existe tratamento para a doença e, se for diagnosticada rapidamente, o risco de acarretar problemas para o feto diminui consideravelmente, de acordo com especialistas.

O que é zika?
É uma doença causada por um vírus do gênero Flavivírus. Identificada pela primeira vez em 1947 em um macaco rhesus na floresta Zika, da Uganda, foi diagnosticada no Brasil em abril de 2015. Entenda neste vídeo interativo como a zika se tornou um problema de saúde pública.

Quais são os sintomas?
Os principais são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos.

A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias.

O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue, por exemplo, e cerca de 80% dos pacientes não têm manifestações clínicas. O que assusta é sua possível relação com outras condições mais graves, como microcefalia e síndrome de Guillain-Barré.

Como o vírus é transmitido?
O principal transmissor é o mosquito Aedes aegypti, que, quando infectado, pode passar a doença a humanos pela picada. Outras possíveis formas de transmissão estão sendo estudadas.

O vírus pode ser transmitido por via sexual?
O risco de transmissão sexual ainda não foi comprovado cientificamente, mas vários casos de possível contágio intrigam cientistas e já levaram médicos a recomendar que grávidas usem proteção durante relações sexuais.

A OMS afirma que ainda não há evidências suficientes para provar que essa forma de disseminação do vírus de fato ocorreu e que ela é preocupante, mas também recomendou sexo seguro ou abstinência a quem está em regiões com surto de zika. Mais estudos estão sendo feitos. Saiba mais.

Pode ser transmitido pela saliva?
O vírus já foi encontrado em amostras de saliva, mas não se sabe se ele pode ser absorvido por esse meio por outra pessoa até chegar à corrente sanguínea. Ainda não existem casos suspeitos de infecção dessa forma.

Pode ser transmitido pelo leite materno?
O vírus também já foi encontrado no leite materno, mas nenhum caso suspeito de transmissão foi relatado.

Pode ser transmitido por transfusão de sangue?
Um estudo de abril de 2014 detectou o vírus da zika em amostras de sangue de doadores que não manifestavam sintomas no momento da doação.

Neste ano, foi constatado em Campinas um caso de transmissão do vírus da zika de um doador de sangue para um receptor. O Ministério da Saúde investiga o caso, que seria o primeiro do Brasil.

Existe vacina?
Atualmente, pelo menos 15 empresas e grupos acadêmicos estão empenhados na criação de vacinas contra o zika, de acordo com a OMS. Uma delas se mostrou promissora em ratos e outra começará a ser testada em animais em breve também (veja mais detalhes aqui).

Apesar do programa de trabalho acelerado, estima-se que serão necessários pelo menos 18 meses para que qualquer vacina contra o zika esteja pronta para ser utilizada em testes clínicos de larga escala.

Existe exame para diagnosticar o problema?
O método diagnóstico disponível atualmente é o PCR, um exame de alta complexidade que só é realizado em laboratórios muito especializados (veja alguns deles nesse link).

Segundo recomendações do Ministério da Saúde, nas regiões em que já houve diagnóstico laboratorial para zika, o diagnóstico dos outros pacientes deve ser clínico, ou seja, pela avaliação dos sintomas que o paciente apresenta.

Um dos problemas do PCR é que ele só detecta a presença do vírus em um período muito curto de tempo: cinco dias depois do aparecimento dos sintomas. Ou seja, é possível que o paciente ainda esteja manifestando sintomas da doença e o vírus não seja mais detectado em seu sangue.

Os cientistas estão desenvolvendo testes sorológicos, capazes de detectar os anticorpos contra o vírus, que poderia detectar a infecção em uma janela maior de tempo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já aprovou ao menos três testes do tipo, mas eles ainda não estão disponíveis comercialmente.

Existe tratamento?
Não há tratamento específico para a doença. Segundo o Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.

Quais países já registraram casos de zika?
A zika está se espalhando rapidamente pelas Américas e por outros países do mundo, o que preocupa a OMS. Pelas estimativas da organização, entre 3 e 4 milhões de pessoas vão ser infectadas pelo vírus no continente em 2016.

Uma das maiores preocupações com a epidemia diz respeito a seu elo com os casos de microcefalia que se multiplicaram no Brasil (Foto: Felipe Dana/AP)

G1

 
Criado em 05 Abril 2016

A acupuntura tem sido uma grande aliada das futuras mamães. Como alguns medicamentos e substâncias podem ser prejudiciais nos primeiros meses de gravidez, a prática da medicina chinesa é uma boa alternativa para colaborar no bem-estar e na saúde materna. "Durante a gestação, o uso da acupuntura é um dos recursos mais importantes para a mãe e para o bebê, uma vez que alguns remédios podem causar danos ao feto. Dessa forma, a prática tem trazido benefícios para ambos", explica a médica e diretora do Centro de Pesquisa e Estudo da Medicina Chinesa (Center AO), Marcia Lika Yamamura. 

Recomendada para aliviar alguns desconfortos da gravidez, a acupuntura tem forte aplicação nos enjoos e vômitos gravídicos, no inchaço, nas hipertensões arteriais (DHEG), nas dores como cefaleias, enxaquecas, lombalgia, além de auxiliar no controle de doenças como diabetes e hipotireoidismo. No pós-parto a acupuntura também é eficaz na hipogalactia, ou seja, quando a mãe não produz leite suficiente. 

"Como a prática oferece mais bem-estar para a mãe, o bebê também sentirá o reflexo dos benefícios através da relação materno fetal. A mãe que sofre de alguma doença, seja por dores ou emoções, pode transmitir essas sensações ao bebê. Com o auxílio da acupuntura, o bem-estar fetal também será proporcionado", explica a especialista 

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Saiba como funciona a acupuntura na gestação 

A acupuntura é uma técnica milenar da medicina chinesa que tem como objetivo estimular terminações nervosas por meio de agulhas finas e equilibrar as energias do corpo e da mente, reestabelecendo as energias do corpo. A técnica geralmente é aplicada em pontos específicos do corpo, porém, na gestação, as agulhas não devem ser aplicadas na pelve ou no abdômen abaixo da altura uterina, além de pontos que podem provocar contrações uterinas. "Por isso, recomenda-se que a acupuntura seja feita por um médico especializado na prática, pois é preciso conhecer a anatomia humana", afirma Marcia. 

Durante a gestação, a acupuntura pode ajudar nos seguintes sintomas: 

 Dores de cabeça: Enxaquecas e cefaleias, comuns para algumas mulheres durante a gravidez, podem ter os sintomas minimizados durante a gravidez; 

 Enjoos e vômitos: Nos primeiros meses de gravidez esses sintomas podem ser corriqueiros e a acupuntura é mais uma aliada para trazer alívio às gestantes, o método também pode ser eficaz contra a azia; 

 Inchaços: Em alguma fase da gravidez a gestante pode sentir as pernas inchadas. Para diminuir o incômodo, a acupuntura é uma alternativa para diminuir o desconforto, além de colaborar para uma melhor circulação sanguínea; 

 Lombalgias: Dores nas costas, na lombar ou mesmo má-postura pela nova condição corporal tendem a aparecer durante a gravidez. A prática também é bem-vinda para aliviar estes sintomas;

 Sintomas emocionais: Tristeza, raiva, revolta, preocupação, tensão, medo, ansiedade, depressão. São muitas emoções nesta fase da vida e a acupuntura também pode auxiliar no equilíbrio da mente, proporcionando mais bem-estar a futura mãe. 

Além dos sintomas acima, a acupuntura auxilia ainda a melhorar sintomas, como: constipação intestinal, sensação de falta de ar, indisposição, qualidade do sono, má posição fetal e pós-parto. "Quanto mais a mulher estiver saudável e com as emoções equilibradas, mais tranquila pode ser sua gestação", conclui Marcia.

 
Criado em 17 Março 2016

Um estudo recente publicado pela revista Scientific Reports constatou, através de testes em ratos, que quando uma mãe recebia paracetamol ou indometacina durante a gravidez, suas filhotes fêmeas tiveram menos óvulos, ovários menores e fetos menores do que aquelas que não receberam a droga. 

O paracetamol é um analgésico e antifebril encontrado em muitos medicamentos populares. A indometacina, pertence a mesma classe do ibuprofeno e da aspirina, porém tem seu uso muito mais restrito. 

O machos também foram afetados e, apesar da função reprodutiva ter se recuperado aos níveis normais quando eles se tornaram adultos, eles apresentaram as células precursoras dos espermatozoides em menor quantidade ao nascerem. 

Como os sistemas reprodutivos de ratos e humanos são parecidos, os cientistas acreditam que essa descoberta é de grande valia. Contudo, ainda é cedo para relacionar com as mulheres grávidas. Enquanto isso, os pesquisadores garantem que a melhor coisa a se fazer é que gestantes usem a menor dose possível dessas substâncias. 

O estudo mostrou que os analgésicos tomados na gravidez também afetaram as gerações imediatas dos ratos, as netas da mãe que recebeu o analgésico também apresentaram ovários de tamanho menor e função reprodutiva alterada. 

A pesquisa aponta que enquanto o feto está no útero, alguns analgésicos podem afetar o desenvolvimento das células germinativas, que dão origem aos óvulos e aos espermatozoides. Contudo, ainda não há uma resposta para dizer o porque de essas substâncias causarem tal efeito. Como o estudo é recente, não é possível afirmar que outros medicamentos semelhantes (como aspirina, o ibuprofeno, o diclofenaco) causem o mesmo efeito. 

Mas a maior preocupação dos profissionais é em relação ao paracetamol, já que ele pode ser conseguido sem receita. (Com informações de Diário de Biologia)

 

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Bonde

 
Criado em 01 Março 2016

A gastrite é um problema presente no dia a dia de muitas pessoas, provocando as vezes fortes dores abdominais e causando um grande incômodo. 

É uma inflamação que afeta o revestimento do estômago, podendo ser aguda ou crônica. A gastrite possui diversas causas, como o estresse e ansiedade, doenças, lesões mais graves, má alimentação, fumo, álcool ou até mesmo medicamentos. 

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Os sintomas da gastrite geralmente surgem após as refeições, e quando leves, duram algumas horas. Os principais são: 

- Dor e sensação de queimação no estômago; 
- Enjoo e vômito; 
- Dor de cabeça; 
- Arrotos; 
- Indigestão. 

Alimentos mais fortes acabam agredindo o estômago e agravando o problema. Por isso ter uma alimentação mais específica e saudável pode aliviar os sintomas da gastrite. 

O que se deve evitar: 

- Café, bebidas alcoólicas, refrigerantes, leite; 
- Temperos fortes (catchup, mostarda, alho, cebola); 
- Frituras e gorduras; 
- Molho de tomate; 
- Sucos e frutas ácidas; 

O que comer para melhorar: 

- Frutas não ácidas (mamão, banana, maçã, goiaba, melão); 
- Verduras e legumes (brócolis, cenoura, batata) 
- Iogurte; 
- Gelatina; 
- Ovo; 
- Pão integral; 

Além disso tome alguns cuidados como: não ingerir grande quantidade de alimento antes de dormir, mastigar bem, não conversar muito e não ingerir líquido durante a refeição, alimentar-se de 3 em 3 horas, também podem fazer a diferença na sua vida. 

Vale lembrar que o ideal é sempre conversar com seu médico e definir a melhor dieta para você.

Bonde

 
Criado em 22 Fevereiro 2016

Espinhas e cravos são os piores pesadelos dos adolescentes. Mas quando elas aparecem -sem permissão - na vida adulta, causa um total desespero em quem as tem na hora errada. Se nos mais jovens a causa é o aumento repentino de hormônios relacionados ao desenvolvimento, a acne pós puberdade está ligada à hábitos de vida e genética, como alimentação desequilibrada e pele oleosa. 

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Em entrevista ao site Revista Marie Claire, a dermatologista Denise Steiner diz que o problema pode estar associado a um distúrbio hormonal, como a síndrome dos ovários policísticos ou com o excesso de preocupação. "Picos de estresse e ansiedade fazem o corpo aumentar a produção do hormônio cortisol, o que pode desencadear o aparecimento de acne", esclarece Denise. 

COMO TRATAR 
O primeiro passo para tratar a acne em mulheres adultas é conhecer a origem do problema, por isso é fundamental consultar um médico. De acordo com Denise "se a acne estiver ligada a alterações hormonais, medicamentos convencionais como antibióticos e retinoídes vão oferecer uma melhora na aparência da pele, porém a solução não será definitiva, uma vez que esses medicamentos não corrigem o desequilíbrio que está causando a acne: o ideal é aliá-los com o tratamento especializado". 

A dermatologista acrescenta que casos de acne mais grave ou persistente uma solução eficiente são os tratamentos com espironolactona, um diurético que inibe a ação de hormônios masculinos, ou com isotretinoína (conhecido como Roacutan, e famoso por ser uma solução definitiva às espinhas). Ambos medicamentos tem efeitos colaterais e podem ser usados apenas sob recomendação de um especialista e com o acompanhamento adequado. 

Considerando que a acne pode ser um problema hormonal, muitas mulheres apostam no uso de anticoncepcional para manter a pele livre das espinhas. "É uma medida eficiente, porém apenas enquanto você tomar a pílula. Se você optar por deixá-la no futuro, o problema pode reaparecer", alerta a médica, e acrescenta que não são todos os anticoncepcionais que funcionam bem para esse fim. "É importante que seja um anticoncepcional com antiandrogênico, ou a acne pode até piorar." 

MUDANÇA NOS HÁBITOS 
Por muito tempo se discutiu se o chocolate era culpado ou não no aparecimento das espinhas. Denise diz que hoje estudos já comprovam que certos alimentos de fato podem desencadear ou piorar a acne se consumidos por pessoas com predisposição. "São alimentos com alto índice glicêmico, como carboidratos e doces. O consumo de leite e derivados também deve ser observado, pois a proteína do leite facilita a produção de hormônios que podem piorar a situação." A boa notícia é que alguns alimentos possuem um potencial anti-inflamatório e podem ajudar no tratamento da acne. 

Denise recomenda folhas verdes, frutas, carotenos, nozes e peixes. Manter a pele limpa e usar maquiagem e protetor solar adequados para a pele acneíca também são medidas essenciais para evitar que o problema se agrave. "E jamais esprema as espinhas, por mais irresistível que seja, pois você pode machucar a pele, deixar a espinha mais inflamada e ainda espalhar mais bactérias pela região", acrescenta. "Conte com uma esteticista para remover cravos e espinhas e em casa faça apenas esfoliação regularmente, para eliminar as células mortas da superfície da pele." 

Máscaras caseiras como de argila verde, iogurte ou mel funcionam apenas de maneira superficial, não melhorando de fato a pele. Denise faz um alerta sobre truques caseiros para espinhas inflamadas, como compressa com aspirina. "De fato o efeito anti-inflamatório acontecerá, mas esses produtos podem entupir ainda mais os poros da região ou irritar a pele. 

Na solução de um problema urgente, acaba acontecendo uma piora do quadro todo." A solução é investir em secativos que podem ser facilmente encontrados nas farmácias. A especialista ressalta ainda que o sol, em pequenas quantidades, pode ajudar no combate. Mas atenção: a longa exposição leva a um excesso de estímulo na glândula sebácea, aumentando a oleosidade e resultando em uma piora. 

(com informações do site Revista Marie Claire)Bonde

 
Criado em 16 Fevereiro 2016

É bem provável que, ao chegar no trabalho pela manhã, você encontre sua companheira fiel até a hora de ir embora: a cadeira. Aparentemente inofensiva, ela está associada a uma verdadeira epidemia no mundo do trabalho. Se somar as horas passadas em reuniões, horas extras ou em frente ao computador, ficamos praticamente o dia todo sentados. 

De acordo com o consultor da OMS, o médico Victor Matsudo, o hábito é muito mais perigoso do que parece. 

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"O sedentarismo, de forma geral, é um problema cuja gravidade costuma ser subestimada pelas autoridades do mundo inteiro", diz Matsudo. 

Para começar, trata-se do fator de risco mais comum de todos, com frequência superior a outros males mais "difamados", como tabagismo e obesidade. 

Pior, diz Matsudo: além de ser o mais prevalente, o sedentarismo é o segundo fator de risco que mais mata no mundo, atrás apenas da hipertensão. Por ano, ele tira a vida de 5,3 milhões de pessoas no mundo todo. 

Além de humanas, as perdas são também materiais. No Reino Unido, a falta de atividades físicas custa para a saúde 8,2 bilhões de libras esterlinas por ano. A título de comparação, as despesas anuais dos britânicos são de 4,2 bilhões com a obesidade e 3,9 bilhões com o alcoolismo. 

"Nosso corpo é uma máquina perfeita, mas uma máquina feita para estar em constante movimento", diz Fabiana Rachid, fisioterapeuta do trabalho da Qualiforma. "Ela não foi feita para as comodidades do século XXI, mas sim para correr, caçar, fugir dos predadores". 

A ausência de exercício físico reduz a expectativa de vida, acelera o envelhecimento, tira a força dos músculos e aumenta a incidência de doenças nos ossos. 

Tempo de cadeira 
Para fugir do sedentarismo, a recomendação oficial para adultos é fazer pelo menos 30 minutos de atividade física em pelo menos 5 dias por semana. Mas até uma rotina menos puxada pode trazer benefícios para o corpo. 

"Há evidências de que mesmo um exercício leve faz diferença para a saúde", diz Matsudo. Segundo ele, o movimento é sempre bem-vindo - seja uma série de exercícios na academia, seja uma caminhada até o outro lado do andar para buscar um café. 

Para aqueles que se esquecem de levantar durante o expediente, a dica do médico é passar 5 minutos em pé para cada 30 minutos sentado, ou 10 a cada 60, e assim por diante, com base em múltiplos de 5. 

Quer razões para seguir esses conselhos? Veja a seguir 6 riscos que você corre ao passar o dia colado à cadeira do escritório: 

1. Você tem chances de morrer mais cedo 
Pode parecer dramático, mas o fato é atestado por pesquisas científicas. Segundo um trabalho publicado pelo professor canadense Peter Katzmarzyk, ficar sentado por longas horas diminui a expectativa de vida. Segundo o estudioso, o risco de morrer aumenta 50 vezes entre aqueles que passam tempo demais acomodados na falsa segurança de suas poltronas. 

2. Você pode ter mais problemas com a balança 
Segundo Matsudo, pesquisas comprovam uma correlação pouco surpreendente: quanto mais tempo um indivíduo passa sentado, maior o seu IMC (Índice de Massa Corporal). Além de facilitar a obesidade, o hábito também aumenta a circunferência abdominal, acrescenta o médico. 

3. Sua fertilidade pode diminuir (se você for homem) 
Passar muito tempo no assento reduz a concentração de esperma no líquido espermático. De acordo com Matsudo, o homem pode perder até 30% da sua fertilidade se não se levantar de vez em quando. 

4. Sua coluna fica numa posição pouco natural 
"Quando nos sentamos, geralmente distribuímos o peso do corpo de maneira errada, não respeitando as curvaturas naturais da coluna vertebral", explica a fisioterapeuta Fabiana Rachid. Com isso, aumenta a pressão entre os discos intervertebrais, o que causa dores nas costas. Em alguns casos, a má postura pode trazer problemas mais graves, como hérnia de disco. 

5. Sua circulação fica prejudicada 
A posição sentada atrapalha a circulação sanguínea e linfática. Se for mantida por um tempo demais, explica Fabiana, essa postura traz problemas como inchaços nas pernas, dores e varizes.

6. Suas visitas ao médico serão cada vez mais frequentes 
O hábito de passar tempo demais sentado está relacionado a problemas de diversas ordens, como aumento nos índices de triglicérides, pressão arterial e diabetes. Não à toa, diz Matsudo, pessoas ativas frequentam menos consultórios médicos, passam por menos cirurgias, usam menos remédios e se submetem a menos internações hospitalares do que aquelas que preferem a cadeira. 

 

 

 
Criado em 11 Fevereiro 2016

Paraná tem 25 casos confirmados de zika e 11 de chikungunya

Mariana Franco Ramos - Equipe Folha - 11/02/2016 -- 08:45


O Paraná tem 25 casos confirmados de zika, segundo boletim epidemiológico atualizado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Destes, 11 são importados e três autóctones, isto é, foram contraídos no próprio município do paciente. Duas situações foram verificadas em Colorado (Noroeste) e uma em Londrina (Norte). As outras 11 ainda estão em investigação, para determinar a origem, e por isso não constam da tabela divulgada pela Sesa.

Até então, a secretaria só havia confirmado dois casos de zika. Conforme já adiantado na semana passada pelo chefe da pasta, Michele Caputo Neto, o aumento no número é resultado de uma nova metodologia utilizada desde o início de fevereiro pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), que faz o diagnóstico simultâneo dos três vírus transmitidos pelo Aedes aegypti – também da dengue e da chikungunya. A tecnologia ampliou a capacidade de análise do Lacen de 60 para 1,4 mil testes semanais. De acordo com a Sesa, até ontem foram realizados 980 exames, das três doenças.

"A partir da confirmação dos novos casos de zika no Paraná, o Estado amplia a investigação para determinar se há registros de infecção em gestantes, qual a procedência dessas pessoas e se há necessidade de monitoramento pelas equipes de saúde", explicou em nota a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide Oliveira. Não há, por enquanto, relatos de microcefalia associada ao vírus. Os mesmos testes também possibilitaram a ampliação na quantidade de confirmações de chikungunya, de dez para 11 neste período. Apenas um deles é autóctone – foi contraído no município de Mandaguari, na região de Maringá (Norte).

Em relação à dengue, o número de situações subiu 39,55%, de 3.444 para 4.806, sendo 586 importadas de outras localidades. Em 182 municípios já foram detectados casos da doença. A incidência no Estado é de 37,80 por 100 mil habitantes, considerada baixa pelo Ministério da Saúde (MS). Há, contudo, 14 cidades em epidemia (incidência maior que 300 por 100 mil habitantes), três a mais do que no boletim anterior.

Os municípios de Santa Terezinha de Itaipu, Tapira e Rolândia entraram na lista. Já Rancho Alegre, Munhoz de Mello, Assaí, Paranaguá, Santo Antônio do Paraíso, Cambará, Santa Isabel do Ivaí, Itambaracá, Nova Aliança do Ivaí, Mamborê e Guaraci seguem como epidêmicos. Paranaguá (931), Foz do Iguaçu (657) e Londrina (441), por sua vez, lideram o ranking de notificações.

MORTES

Também ontem, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS) confirmou a primeira morte por dengue na cidade no ano. Trata-se de um caso importado. Segundo a prefeitura, Luiz Flauzino Gomes, de 65 anos, era natural da capital paranaense, mas tinha viajado ao Paraguai, local com alta incidência da doença neste momento. De acordo com a assessoria de imprensa da SMS, ele foi internado no Hospital São Vicente, em Curitiba, no dia 4 de fevereiro. No entanto, a dengue evoluiu para a forma hemorrágica e Gomes acabou indo a óbito na madrugada de anteontem.

Na sexta-feira passada, a gestão municipal confirmou a identificação do primeiro caso de zika vírus, referente a uma mulher que viajou para o Rio de Janeiro e foi atendida num serviço de saúde da Regional Matriz. Segundo a secretaria, a paciente não está grávida e apresenta boa recuperação. A Sesa informou que o atual período epidemiológico totaliza seis mortes por dengue no Paraná. As demais aconteceram em Paranaguá (quatro) e Foz do Iguaçu (uma). Outros nove casos ainda estão em investigação.

Bonde

 
Criado em 19 Janeiro 2016

As crianças vêm sofrendo cada vez mais de dores nas costas e um dos fatores por trás disso é a má postura durante a utilização dos aparelhos celulares, segundo o neurocirurgião Vinicius Benitez, especialista em doenças da coluna. "O que se observa é que há realmente um aumento em queixas de jovens com dores cervicais nos últimos anos", constata.

Esse problema pode ter consequências sérias para as crianças. "Imediatamente, isso causa dores musculares e cansaço. Em longo prazo, pode se perpetuar e se transformar em uma dor crônica. Qualquer dor que dure mais de dois meses é considerada crônica", explica o médico. Ele recomenda trocar de posição com frequência ao utilizar os eletrônicos e, se possível, levantar o celular na altura da cabeça para não prejudicar a região cervical.

O neurocirurgião Alexandre Elias, especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, confirma que "uma fonte de dor é ficar olhando para baixo ao usar o celular, e outro perigo que se vê hoje é digitar enquanto caminha". De acordo com ele, a má postura não apenas causa desconforto, mas pode também levar ao agravamento de situações já existentes, como uma hérnia. Em alguns casos, a prática pode piorar uma dor prévia e exigir até uma operação.

Segundo os especialistas, é necessário fazer pausas a cada 40 minutos pelo menos, e não há uma forma de usar os aparelhos por tempo prolongado sem acarretar dores. "O ideal é não ficar horas na mesma posição, isso vale não só para o celular, mas também para pessoas que trabalham sentadas no computador", indica Elias.

"A má postura ou posição viciosa acelera o processo degenerativo que já ocorre naturalmente", explica Benitez, que enfatiza a necessidade de crianças e jovens praticarem exercícios físicos como forma de prevenção para esse tipo de problema.

O médico ressalta que a musculação é permitida apenas a partir dos 16 anos. "Pode ser uma atividade na água, com bola ou qualquer outra, desde que a criança goste. Ela não pode ser obrigada", defende.

O sedentarismo pode ser um agravante para as dores nas costas, pois, de acordo com Elias, a musculatura ao redor da coluna é muito frágil. "Quem pratica atividades físicas tem uma estrutura mais adequada para proteger a área", diz.

A obesidade pode atrapalhar também os adultos, que já podem recorrer à musculação, mas o médico alerta para os cuidados que deve-se tomar ao iniciar uma rotina de exercícios. "Deve ser feito sempre com a orientação de um profissional e aos poucos para não danificar a coluna", aconselha.

 

Bonde

 
Criado em 04 Janeiro 2016

Chega o verão e com ele a presença constante de insetos, principalmente os mosquitos. São muitas as pessoas que sofrem com alguma irritação causada por esses visitantes indesejáveis, seja por coceira, dor, ou até mesmo por aquele zunidos em volta do travesseiro.

Você pode aliviar esses incômodos com alguns remédios naturais, que substituem o uso de cremes e pomadas.É importante lembrar que em casos de reações alérgicas ou suspeita de dengue, é indispensável a avaliação de um médico.

Veja algumas dicas:

Casca de Banana - Esfregue a parte interna da casca na área afetada, isso fará que o local desinche e diminuirá o incômodo. Também pode ser usada para estancar sangramentos e na cicatrização de feridas. Além disso, essa é uma maneira sustentável de aproveitar por inteiro a fruta.

Manjericão - Amasse as folhas para extrair o líquido de cor escura que elas reservam. O óleo da erva alivia a alergia causada por picada de insetos, porque contém cânfora e timol, propriedades usadas no alívio de coceira.

Mel - Passe um pouco na picada para amenizar a irritação. Ele irá desinchar a pele, já que dificulta a coceira no local. O produto traz diversos benefícios, por ser composto por substancias antibacterianas e anti-inflamatórias.]

Gelo - Faça uma compressa com pedras de gelo ou com água gelada. As fibras da pele "congelam" isso faz com que a dor e o inchaço diminuam. Essa dica vale para picadas de mosquitos, abelhas e formigas. Não opte em fazer compressa com água quente, porque ela estimula o organismo a produzir histamina, substância responsável pela resposta alérgica do corpo.

Leite e Água - Deve ser preparado com os dois ingredientes bem gelados, em quantidades iguais: 100 ml de água para 100 ml de leite, por exemplo. Depois que a mistura estiver pronta, aplicar sobre a área da picada com um pedaço de tecido. Em pouco tempo, o inchaço, a dor e a coceira serão reduzidos. Pode ser usado também em casos de queimaduras causadas pelo sol. É importante lembrar que pessoas com intolerância à lactose não devem fazer esse procedimento. (Com informações Ciclo Vivo/ http://ciclovivo.com.br)

Reprodução

 

Bonde

 
Criado em 16 Dezembro 2015

Saiba como a questão pode impactar o trabalho e quando é preciso comunicar os superiores

A depressão pode prejudicar a capacidade de a pessoa trabalhar e estudar, pode ocorrer desde um alentecimento do raciocínio, passando por dificuldades de concentração, até uma vontade de "passar o dia inteiro deitada na cama". A depressão se caracteriza por uma constelação de sintomas e sinais incluindo: 

- sensação de tristeza, vazio ou falta de esperança a maior parte do tempo 
- grande diminuição da capacidade de sentir prazer ou do interesse em todas ou quase todas as atividades 
- aumento ou diminuição de apetite 
- insônia ou excesso de sono 
- agitação ou retardo psicomotor 
- fadiga e perda de energia 
- sentimento de inutilidade, culpa excessiva ou inadequada 
- capacidade diminuída de pensar, de concentrar-se ou indecisão 
- pensamentos de morte recorrentes, ideação suicida, tentativa de suicídio ou plano específico de cometer suicídio 

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Comunicar ou não aos superiores

Tratada a depressão, seu rendimento voltará ao normal
 
Comunicar ou não o estado da pessoa aos seus superiores é uma questão complicada. Dependendo dos chefes, pode haver compreensão e mesmo estímulo no sentido de a pessoa se tratar. Entretanto, mesmo hoje em dia, há pessoas que têm preconceitos contra os transtornos psiquiátricos e consideram a depressão como uma espécie de fraqueza ou mesmo preguiça. 

Se a depressão interferir na segurança da pessoa ou na de outros, é conveniente comunicar o problema aos superiores. Caso não seja este o caso, cabe à pessoa decidir. Uma coisa é certa: o médico jamais deve divulgar quaisquer dados a respeito do paciente, a não ser com expressa concordância deste. 

Em casos, por exemplo, em que há a necessidade de afastamento do serviço, cobertura dos custos do tratamento por planos de saúde ou afastamento pelo serviço de seguridade social, o médico deve advertir o paciente sobre a possibilidade de as informações caírem na mão de profissionais que não sejam da área de saúde (pois profissionais da área de saúde têm todos a obrigação de manter sigilo) e que este conhecimento pode trazer riscos para a estabilidade do emprego. 

Apesar de que, enquanto durar a doença e o tratamento, a pessoa não pode ser despedida, há patrões que não levam isto em consideração e, por outro lado, já houve casos em que, para não ter problemas trabalhistas, o patrão espera a melhora e, em seguida, desliga a pessoa de seu trabalho. 

Como conseguir fazer o dia render? 
Se a pessoa trabalhar numa área na qual o estado depressivo não traga riscos para ela própria ou para outros, ela poderá facilitar seu desempenho dividindo suas tarefas em vários segmentos. Por exemplo, um jornalista, nesta condição, ao invés de se lançar à produção de um texto jornalístico como um todo, deve proceder como um alpinista ao subir uma montanha, ou seja, só pensando em cada passo a ser seguido. Assim, o jornalista faz uma lista das pessoas a serem entrevistadas ou dos textos a serem lidos. Em seguida, lança-se apenas a uma tarefa que, por menor que seja, consiga executar, sem ter maiores ambições. 

Se conseguir apenas fazer a lista, num dado dia, pare por aí. Se, num outro dia, entrevistar uma das pessoas ou mesmo só marcar o horário da conversa, já deve admirar o seu trabalho pois, para alguém em depressão, todo esforço deve ser elogiado. Se sentir-se um pouco melhor fazendo intervalos entre cada tarefa, deve se permitir esta atitude. Assim, passo a passo, lentamente, a pessoa consegue realizar seu trabalho. Tratada a depressão, seu rendimento voltará ao normal. 

Finalmente, colegas e superiores que souberem do estado da pessoa devem ser compreensivos e insistir para que a pessoa se trate. Há bons tratamentos para a depressão e, se os superiores e colegas tiverem a devida paciência, geralmente, no espaço de algumas semanas ou meses terão de volta o funcionário com toda a sua capacidade de trabalho. 
(com informações do site Minha Vida)Bonde

 

 

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