Criado em 17 Março 2016

Um estudo recente publicado pela revista Scientific Reports constatou, através de testes em ratos, que quando uma mãe recebia paracetamol ou indometacina durante a gravidez, suas filhotes fêmeas tiveram menos óvulos, ovários menores e fetos menores do que aquelas que não receberam a droga. 

O paracetamol é um analgésico e antifebril encontrado em muitos medicamentos populares. A indometacina, pertence a mesma classe do ibuprofeno e da aspirina, porém tem seu uso muito mais restrito. 

O machos também foram afetados e, apesar da função reprodutiva ter se recuperado aos níveis normais quando eles se tornaram adultos, eles apresentaram as células precursoras dos espermatozoides em menor quantidade ao nascerem. 

Como os sistemas reprodutivos de ratos e humanos são parecidos, os cientistas acreditam que essa descoberta é de grande valia. Contudo, ainda é cedo para relacionar com as mulheres grávidas. Enquanto isso, os pesquisadores garantem que a melhor coisa a se fazer é que gestantes usem a menor dose possível dessas substâncias. 

O estudo mostrou que os analgésicos tomados na gravidez também afetaram as gerações imediatas dos ratos, as netas da mãe que recebeu o analgésico também apresentaram ovários de tamanho menor e função reprodutiva alterada. 

A pesquisa aponta que enquanto o feto está no útero, alguns analgésicos podem afetar o desenvolvimento das células germinativas, que dão origem aos óvulos e aos espermatozoides. Contudo, ainda não há uma resposta para dizer o porque de essas substâncias causarem tal efeito. Como o estudo é recente, não é possível afirmar que outros medicamentos semelhantes (como aspirina, o ibuprofeno, o diclofenaco) causem o mesmo efeito. 

Mas a maior preocupação dos profissionais é em relação ao paracetamol, já que ele pode ser conseguido sem receita. (Com informações de Diário de Biologia)

 

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Criado em 01 Março 2016

A gastrite é um problema presente no dia a dia de muitas pessoas, provocando as vezes fortes dores abdominais e causando um grande incômodo. 

É uma inflamação que afeta o revestimento do estômago, podendo ser aguda ou crônica. A gastrite possui diversas causas, como o estresse e ansiedade, doenças, lesões mais graves, má alimentação, fumo, álcool ou até mesmo medicamentos. 

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Os sintomas da gastrite geralmente surgem após as refeições, e quando leves, duram algumas horas. Os principais são: 

- Dor e sensação de queimação no estômago; 
- Enjoo e vômito; 
- Dor de cabeça; 
- Arrotos; 
- Indigestão. 

Alimentos mais fortes acabam agredindo o estômago e agravando o problema. Por isso ter uma alimentação mais específica e saudável pode aliviar os sintomas da gastrite. 

O que se deve evitar: 

- Café, bebidas alcoólicas, refrigerantes, leite; 
- Temperos fortes (catchup, mostarda, alho, cebola); 
- Frituras e gorduras; 
- Molho de tomate; 
- Sucos e frutas ácidas; 

O que comer para melhorar: 

- Frutas não ácidas (mamão, banana, maçã, goiaba, melão); 
- Verduras e legumes (brócolis, cenoura, batata) 
- Iogurte; 
- Gelatina; 
- Ovo; 
- Pão integral; 

Além disso tome alguns cuidados como: não ingerir grande quantidade de alimento antes de dormir, mastigar bem, não conversar muito e não ingerir líquido durante a refeição, alimentar-se de 3 em 3 horas, também podem fazer a diferença na sua vida. 

Vale lembrar que o ideal é sempre conversar com seu médico e definir a melhor dieta para você.

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Criado em 22 Fevereiro 2016

Espinhas e cravos são os piores pesadelos dos adolescentes. Mas quando elas aparecem -sem permissão - na vida adulta, causa um total desespero em quem as tem na hora errada. Se nos mais jovens a causa é o aumento repentino de hormônios relacionados ao desenvolvimento, a acne pós puberdade está ligada à hábitos de vida e genética, como alimentação desequilibrada e pele oleosa. 

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Em entrevista ao site Revista Marie Claire, a dermatologista Denise Steiner diz que o problema pode estar associado a um distúrbio hormonal, como a síndrome dos ovários policísticos ou com o excesso de preocupação. "Picos de estresse e ansiedade fazem o corpo aumentar a produção do hormônio cortisol, o que pode desencadear o aparecimento de acne", esclarece Denise. 

COMO TRATAR 
O primeiro passo para tratar a acne em mulheres adultas é conhecer a origem do problema, por isso é fundamental consultar um médico. De acordo com Denise "se a acne estiver ligada a alterações hormonais, medicamentos convencionais como antibióticos e retinoídes vão oferecer uma melhora na aparência da pele, porém a solução não será definitiva, uma vez que esses medicamentos não corrigem o desequilíbrio que está causando a acne: o ideal é aliá-los com o tratamento especializado". 

A dermatologista acrescenta que casos de acne mais grave ou persistente uma solução eficiente são os tratamentos com espironolactona, um diurético que inibe a ação de hormônios masculinos, ou com isotretinoína (conhecido como Roacutan, e famoso por ser uma solução definitiva às espinhas). Ambos medicamentos tem efeitos colaterais e podem ser usados apenas sob recomendação de um especialista e com o acompanhamento adequado. 

Considerando que a acne pode ser um problema hormonal, muitas mulheres apostam no uso de anticoncepcional para manter a pele livre das espinhas. "É uma medida eficiente, porém apenas enquanto você tomar a pílula. Se você optar por deixá-la no futuro, o problema pode reaparecer", alerta a médica, e acrescenta que não são todos os anticoncepcionais que funcionam bem para esse fim. "É importante que seja um anticoncepcional com antiandrogênico, ou a acne pode até piorar." 

MUDANÇA NOS HÁBITOS 
Por muito tempo se discutiu se o chocolate era culpado ou não no aparecimento das espinhas. Denise diz que hoje estudos já comprovam que certos alimentos de fato podem desencadear ou piorar a acne se consumidos por pessoas com predisposição. "São alimentos com alto índice glicêmico, como carboidratos e doces. O consumo de leite e derivados também deve ser observado, pois a proteína do leite facilita a produção de hormônios que podem piorar a situação." A boa notícia é que alguns alimentos possuem um potencial anti-inflamatório e podem ajudar no tratamento da acne. 

Denise recomenda folhas verdes, frutas, carotenos, nozes e peixes. Manter a pele limpa e usar maquiagem e protetor solar adequados para a pele acneíca também são medidas essenciais para evitar que o problema se agrave. "E jamais esprema as espinhas, por mais irresistível que seja, pois você pode machucar a pele, deixar a espinha mais inflamada e ainda espalhar mais bactérias pela região", acrescenta. "Conte com uma esteticista para remover cravos e espinhas e em casa faça apenas esfoliação regularmente, para eliminar as células mortas da superfície da pele." 

Máscaras caseiras como de argila verde, iogurte ou mel funcionam apenas de maneira superficial, não melhorando de fato a pele. Denise faz um alerta sobre truques caseiros para espinhas inflamadas, como compressa com aspirina. "De fato o efeito anti-inflamatório acontecerá, mas esses produtos podem entupir ainda mais os poros da região ou irritar a pele. 

Na solução de um problema urgente, acaba acontecendo uma piora do quadro todo." A solução é investir em secativos que podem ser facilmente encontrados nas farmácias. A especialista ressalta ainda que o sol, em pequenas quantidades, pode ajudar no combate. Mas atenção: a longa exposição leva a um excesso de estímulo na glândula sebácea, aumentando a oleosidade e resultando em uma piora. 

(com informações do site Revista Marie Claire)Bonde

 
Criado em 16 Fevereiro 2016

É bem provável que, ao chegar no trabalho pela manhã, você encontre sua companheira fiel até a hora de ir embora: a cadeira. Aparentemente inofensiva, ela está associada a uma verdadeira epidemia no mundo do trabalho. Se somar as horas passadas em reuniões, horas extras ou em frente ao computador, ficamos praticamente o dia todo sentados. 

De acordo com o consultor da OMS, o médico Victor Matsudo, o hábito é muito mais perigoso do que parece. 

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"O sedentarismo, de forma geral, é um problema cuja gravidade costuma ser subestimada pelas autoridades do mundo inteiro", diz Matsudo. 

Para começar, trata-se do fator de risco mais comum de todos, com frequência superior a outros males mais "difamados", como tabagismo e obesidade. 

Pior, diz Matsudo: além de ser o mais prevalente, o sedentarismo é o segundo fator de risco que mais mata no mundo, atrás apenas da hipertensão. Por ano, ele tira a vida de 5,3 milhões de pessoas no mundo todo. 

Além de humanas, as perdas são também materiais. No Reino Unido, a falta de atividades físicas custa para a saúde 8,2 bilhões de libras esterlinas por ano. A título de comparação, as despesas anuais dos britânicos são de 4,2 bilhões com a obesidade e 3,9 bilhões com o alcoolismo. 

"Nosso corpo é uma máquina perfeita, mas uma máquina feita para estar em constante movimento", diz Fabiana Rachid, fisioterapeuta do trabalho da Qualiforma. "Ela não foi feita para as comodidades do século XXI, mas sim para correr, caçar, fugir dos predadores". 

A ausência de exercício físico reduz a expectativa de vida, acelera o envelhecimento, tira a força dos músculos e aumenta a incidência de doenças nos ossos. 

Tempo de cadeira 
Para fugir do sedentarismo, a recomendação oficial para adultos é fazer pelo menos 30 minutos de atividade física em pelo menos 5 dias por semana. Mas até uma rotina menos puxada pode trazer benefícios para o corpo. 

"Há evidências de que mesmo um exercício leve faz diferença para a saúde", diz Matsudo. Segundo ele, o movimento é sempre bem-vindo - seja uma série de exercícios na academia, seja uma caminhada até o outro lado do andar para buscar um café. 

Para aqueles que se esquecem de levantar durante o expediente, a dica do médico é passar 5 minutos em pé para cada 30 minutos sentado, ou 10 a cada 60, e assim por diante, com base em múltiplos de 5. 

Quer razões para seguir esses conselhos? Veja a seguir 6 riscos que você corre ao passar o dia colado à cadeira do escritório: 

1. Você tem chances de morrer mais cedo 
Pode parecer dramático, mas o fato é atestado por pesquisas científicas. Segundo um trabalho publicado pelo professor canadense Peter Katzmarzyk, ficar sentado por longas horas diminui a expectativa de vida. Segundo o estudioso, o risco de morrer aumenta 50 vezes entre aqueles que passam tempo demais acomodados na falsa segurança de suas poltronas. 

2. Você pode ter mais problemas com a balança 
Segundo Matsudo, pesquisas comprovam uma correlação pouco surpreendente: quanto mais tempo um indivíduo passa sentado, maior o seu IMC (Índice de Massa Corporal). Além de facilitar a obesidade, o hábito também aumenta a circunferência abdominal, acrescenta o médico. 

3. Sua fertilidade pode diminuir (se você for homem) 
Passar muito tempo no assento reduz a concentração de esperma no líquido espermático. De acordo com Matsudo, o homem pode perder até 30% da sua fertilidade se não se levantar de vez em quando. 

4. Sua coluna fica numa posição pouco natural 
"Quando nos sentamos, geralmente distribuímos o peso do corpo de maneira errada, não respeitando as curvaturas naturais da coluna vertebral", explica a fisioterapeuta Fabiana Rachid. Com isso, aumenta a pressão entre os discos intervertebrais, o que causa dores nas costas. Em alguns casos, a má postura pode trazer problemas mais graves, como hérnia de disco. 

5. Sua circulação fica prejudicada 
A posição sentada atrapalha a circulação sanguínea e linfática. Se for mantida por um tempo demais, explica Fabiana, essa postura traz problemas como inchaços nas pernas, dores e varizes.

6. Suas visitas ao médico serão cada vez mais frequentes 
O hábito de passar tempo demais sentado está relacionado a problemas de diversas ordens, como aumento nos índices de triglicérides, pressão arterial e diabetes. Não à toa, diz Matsudo, pessoas ativas frequentam menos consultórios médicos, passam por menos cirurgias, usam menos remédios e se submetem a menos internações hospitalares do que aquelas que preferem a cadeira. 

 

 

 
Criado em 11 Fevereiro 2016

Paraná tem 25 casos confirmados de zika e 11 de chikungunya

Mariana Franco Ramos - Equipe Folha - 11/02/2016 -- 08:45


O Paraná tem 25 casos confirmados de zika, segundo boletim epidemiológico atualizado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Destes, 11 são importados e três autóctones, isto é, foram contraídos no próprio município do paciente. Duas situações foram verificadas em Colorado (Noroeste) e uma em Londrina (Norte). As outras 11 ainda estão em investigação, para determinar a origem, e por isso não constam da tabela divulgada pela Sesa.

Até então, a secretaria só havia confirmado dois casos de zika. Conforme já adiantado na semana passada pelo chefe da pasta, Michele Caputo Neto, o aumento no número é resultado de uma nova metodologia utilizada desde o início de fevereiro pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), que faz o diagnóstico simultâneo dos três vírus transmitidos pelo Aedes aegypti – também da dengue e da chikungunya. A tecnologia ampliou a capacidade de análise do Lacen de 60 para 1,4 mil testes semanais. De acordo com a Sesa, até ontem foram realizados 980 exames, das três doenças.

"A partir da confirmação dos novos casos de zika no Paraná, o Estado amplia a investigação para determinar se há registros de infecção em gestantes, qual a procedência dessas pessoas e se há necessidade de monitoramento pelas equipes de saúde", explicou em nota a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide Oliveira. Não há, por enquanto, relatos de microcefalia associada ao vírus. Os mesmos testes também possibilitaram a ampliação na quantidade de confirmações de chikungunya, de dez para 11 neste período. Apenas um deles é autóctone – foi contraído no município de Mandaguari, na região de Maringá (Norte).

Em relação à dengue, o número de situações subiu 39,55%, de 3.444 para 4.806, sendo 586 importadas de outras localidades. Em 182 municípios já foram detectados casos da doença. A incidência no Estado é de 37,80 por 100 mil habitantes, considerada baixa pelo Ministério da Saúde (MS). Há, contudo, 14 cidades em epidemia (incidência maior que 300 por 100 mil habitantes), três a mais do que no boletim anterior.

Os municípios de Santa Terezinha de Itaipu, Tapira e Rolândia entraram na lista. Já Rancho Alegre, Munhoz de Mello, Assaí, Paranaguá, Santo Antônio do Paraíso, Cambará, Santa Isabel do Ivaí, Itambaracá, Nova Aliança do Ivaí, Mamborê e Guaraci seguem como epidêmicos. Paranaguá (931), Foz do Iguaçu (657) e Londrina (441), por sua vez, lideram o ranking de notificações.

MORTES

Também ontem, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS) confirmou a primeira morte por dengue na cidade no ano. Trata-se de um caso importado. Segundo a prefeitura, Luiz Flauzino Gomes, de 65 anos, era natural da capital paranaense, mas tinha viajado ao Paraguai, local com alta incidência da doença neste momento. De acordo com a assessoria de imprensa da SMS, ele foi internado no Hospital São Vicente, em Curitiba, no dia 4 de fevereiro. No entanto, a dengue evoluiu para a forma hemorrágica e Gomes acabou indo a óbito na madrugada de anteontem.

Na sexta-feira passada, a gestão municipal confirmou a identificação do primeiro caso de zika vírus, referente a uma mulher que viajou para o Rio de Janeiro e foi atendida num serviço de saúde da Regional Matriz. Segundo a secretaria, a paciente não está grávida e apresenta boa recuperação. A Sesa informou que o atual período epidemiológico totaliza seis mortes por dengue no Paraná. As demais aconteceram em Paranaguá (quatro) e Foz do Iguaçu (uma). Outros nove casos ainda estão em investigação.

Bonde

 
Criado em 19 Janeiro 2016

As crianças vêm sofrendo cada vez mais de dores nas costas e um dos fatores por trás disso é a má postura durante a utilização dos aparelhos celulares, segundo o neurocirurgião Vinicius Benitez, especialista em doenças da coluna. "O que se observa é que há realmente um aumento em queixas de jovens com dores cervicais nos últimos anos", constata.

Esse problema pode ter consequências sérias para as crianças. "Imediatamente, isso causa dores musculares e cansaço. Em longo prazo, pode se perpetuar e se transformar em uma dor crônica. Qualquer dor que dure mais de dois meses é considerada crônica", explica o médico. Ele recomenda trocar de posição com frequência ao utilizar os eletrônicos e, se possível, levantar o celular na altura da cabeça para não prejudicar a região cervical.

O neurocirurgião Alexandre Elias, especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, confirma que "uma fonte de dor é ficar olhando para baixo ao usar o celular, e outro perigo que se vê hoje é digitar enquanto caminha". De acordo com ele, a má postura não apenas causa desconforto, mas pode também levar ao agravamento de situações já existentes, como uma hérnia. Em alguns casos, a prática pode piorar uma dor prévia e exigir até uma operação.

Segundo os especialistas, é necessário fazer pausas a cada 40 minutos pelo menos, e não há uma forma de usar os aparelhos por tempo prolongado sem acarretar dores. "O ideal é não ficar horas na mesma posição, isso vale não só para o celular, mas também para pessoas que trabalham sentadas no computador", indica Elias.

"A má postura ou posição viciosa acelera o processo degenerativo que já ocorre naturalmente", explica Benitez, que enfatiza a necessidade de crianças e jovens praticarem exercícios físicos como forma de prevenção para esse tipo de problema.

O médico ressalta que a musculação é permitida apenas a partir dos 16 anos. "Pode ser uma atividade na água, com bola ou qualquer outra, desde que a criança goste. Ela não pode ser obrigada", defende.

O sedentarismo pode ser um agravante para as dores nas costas, pois, de acordo com Elias, a musculatura ao redor da coluna é muito frágil. "Quem pratica atividades físicas tem uma estrutura mais adequada para proteger a área", diz.

A obesidade pode atrapalhar também os adultos, que já podem recorrer à musculação, mas o médico alerta para os cuidados que deve-se tomar ao iniciar uma rotina de exercícios. "Deve ser feito sempre com a orientação de um profissional e aos poucos para não danificar a coluna", aconselha.

 

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Criado em 04 Janeiro 2016

Chega o verão e com ele a presença constante de insetos, principalmente os mosquitos. São muitas as pessoas que sofrem com alguma irritação causada por esses visitantes indesejáveis, seja por coceira, dor, ou até mesmo por aquele zunidos em volta do travesseiro.

Você pode aliviar esses incômodos com alguns remédios naturais, que substituem o uso de cremes e pomadas.É importante lembrar que em casos de reações alérgicas ou suspeita de dengue, é indispensável a avaliação de um médico.

Veja algumas dicas:

Casca de Banana - Esfregue a parte interna da casca na área afetada, isso fará que o local desinche e diminuirá o incômodo. Também pode ser usada para estancar sangramentos e na cicatrização de feridas. Além disso, essa é uma maneira sustentável de aproveitar por inteiro a fruta.

Manjericão - Amasse as folhas para extrair o líquido de cor escura que elas reservam. O óleo da erva alivia a alergia causada por picada de insetos, porque contém cânfora e timol, propriedades usadas no alívio de coceira.

Mel - Passe um pouco na picada para amenizar a irritação. Ele irá desinchar a pele, já que dificulta a coceira no local. O produto traz diversos benefícios, por ser composto por substancias antibacterianas e anti-inflamatórias.]

Gelo - Faça uma compressa com pedras de gelo ou com água gelada. As fibras da pele "congelam" isso faz com que a dor e o inchaço diminuam. Essa dica vale para picadas de mosquitos, abelhas e formigas. Não opte em fazer compressa com água quente, porque ela estimula o organismo a produzir histamina, substância responsável pela resposta alérgica do corpo.

Leite e Água - Deve ser preparado com os dois ingredientes bem gelados, em quantidades iguais: 100 ml de água para 100 ml de leite, por exemplo. Depois que a mistura estiver pronta, aplicar sobre a área da picada com um pedaço de tecido. Em pouco tempo, o inchaço, a dor e a coceira serão reduzidos. Pode ser usado também em casos de queimaduras causadas pelo sol. É importante lembrar que pessoas com intolerância à lactose não devem fazer esse procedimento. (Com informações Ciclo Vivo/ http://ciclovivo.com.br)

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Criado em 16 Dezembro 2015

Saiba como a questão pode impactar o trabalho e quando é preciso comunicar os superiores

A depressão pode prejudicar a capacidade de a pessoa trabalhar e estudar, pode ocorrer desde um alentecimento do raciocínio, passando por dificuldades de concentração, até uma vontade de "passar o dia inteiro deitada na cama". A depressão se caracteriza por uma constelação de sintomas e sinais incluindo: 

- sensação de tristeza, vazio ou falta de esperança a maior parte do tempo 
- grande diminuição da capacidade de sentir prazer ou do interesse em todas ou quase todas as atividades 
- aumento ou diminuição de apetite 
- insônia ou excesso de sono 
- agitação ou retardo psicomotor 
- fadiga e perda de energia 
- sentimento de inutilidade, culpa excessiva ou inadequada 
- capacidade diminuída de pensar, de concentrar-se ou indecisão 
- pensamentos de morte recorrentes, ideação suicida, tentativa de suicídio ou plano específico de cometer suicídio 

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Comunicar ou não aos superiores

Tratada a depressão, seu rendimento voltará ao normal
 
Comunicar ou não o estado da pessoa aos seus superiores é uma questão complicada. Dependendo dos chefes, pode haver compreensão e mesmo estímulo no sentido de a pessoa se tratar. Entretanto, mesmo hoje em dia, há pessoas que têm preconceitos contra os transtornos psiquiátricos e consideram a depressão como uma espécie de fraqueza ou mesmo preguiça. 

Se a depressão interferir na segurança da pessoa ou na de outros, é conveniente comunicar o problema aos superiores. Caso não seja este o caso, cabe à pessoa decidir. Uma coisa é certa: o médico jamais deve divulgar quaisquer dados a respeito do paciente, a não ser com expressa concordância deste. 

Em casos, por exemplo, em que há a necessidade de afastamento do serviço, cobertura dos custos do tratamento por planos de saúde ou afastamento pelo serviço de seguridade social, o médico deve advertir o paciente sobre a possibilidade de as informações caírem na mão de profissionais que não sejam da área de saúde (pois profissionais da área de saúde têm todos a obrigação de manter sigilo) e que este conhecimento pode trazer riscos para a estabilidade do emprego. 

Apesar de que, enquanto durar a doença e o tratamento, a pessoa não pode ser despedida, há patrões que não levam isto em consideração e, por outro lado, já houve casos em que, para não ter problemas trabalhistas, o patrão espera a melhora e, em seguida, desliga a pessoa de seu trabalho. 

Como conseguir fazer o dia render? 
Se a pessoa trabalhar numa área na qual o estado depressivo não traga riscos para ela própria ou para outros, ela poderá facilitar seu desempenho dividindo suas tarefas em vários segmentos. Por exemplo, um jornalista, nesta condição, ao invés de se lançar à produção de um texto jornalístico como um todo, deve proceder como um alpinista ao subir uma montanha, ou seja, só pensando em cada passo a ser seguido. Assim, o jornalista faz uma lista das pessoas a serem entrevistadas ou dos textos a serem lidos. Em seguida, lança-se apenas a uma tarefa que, por menor que seja, consiga executar, sem ter maiores ambições. 

Se conseguir apenas fazer a lista, num dado dia, pare por aí. Se, num outro dia, entrevistar uma das pessoas ou mesmo só marcar o horário da conversa, já deve admirar o seu trabalho pois, para alguém em depressão, todo esforço deve ser elogiado. Se sentir-se um pouco melhor fazendo intervalos entre cada tarefa, deve se permitir esta atitude. Assim, passo a passo, lentamente, a pessoa consegue realizar seu trabalho. Tratada a depressão, seu rendimento voltará ao normal. 

Finalmente, colegas e superiores que souberem do estado da pessoa devem ser compreensivos e insistir para que a pessoa se trate. Há bons tratamentos para a depressão e, se os superiores e colegas tiverem a devida paciência, geralmente, no espaço de algumas semanas ou meses terão de volta o funcionário com toda a sua capacidade de trabalho. 
(com informações do site Minha Vida)Bonde

 

 
Criado em 04 Dezembro 2015

Com a epidemia de dengue e a explosão de casos de microcefalia relacionados ao zika vírus, o laboratório fabricante do repelente considerado o mais efetivo no combate ao mosquito Aedes aegypti aumentou em 200% a produção do item entre 2014 e 2015 e já prevê a necessidade de novo planejamento do processo de fabricação frente à ameaça de disseminação da zika para todos os Estados brasileiros.

"A alta na demanda já vem do início do ano, por causa da epidemia de dengue. Chegamos a ter problemas no fornecimento. Com base nisso, refizemos nosso planejamento para produzir 200% a mais para esse verão. Mas, desde a confirmação do Ministério da Saúde de que há relação entre zika e microcefalia, nossa demanda cresceu ainda mais e estamos aumentando nossa produção", conta Paulo Castejón Guerra Vieira, presidente do laboratório Osler no Brasil, produtor do repelente Exposis.

Segundo médicos, a marca é mais potente contra o mosquito por causa do princípio ativo, a icaridina, e da concentração dele no produto (25%). "É uma concentração mais alta do que os outros repelentes no mercado e o princípio também é outro. Os mais populares são feitos com DEET", diz o infectologista Celso Granato, diretor clínico do laboratório Fleury.

Grávida de quatro meses, a jornalista Marina Braga, de 34 anos, tem passado diariamente três tipos de repelente da marca. "Primeiro passo o produto em gel, depois 'selo' com o spray, me visto, e passo o repelente específico para roupas", conta ela, que já enfrenta dificuldade de encontrar o produto nas farmácias. "Na primeira vez que comprei, ainda não havia tanta divulgação da zika e encontrei com facilidade. Na semana passada, fui tentar comprar e estava em falta", diz.

Vieira afirma que o laboratório já entrou em contato com os fornecedores para aumentar a produção e, apesar de casos pontuais de desabastecimento, não deverá haver esgotamento do item. "Montamos uma operação de guerra para continuar a oferecer o produto."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo./Bonde

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Criado em 23 Novembro 2015

Já é sabido que frutos secos, também conhecidos popularmente como castanhas ou oleaginosas, são essenciais para a manutenção da saúde. No, entanto, será que seu consumo é feito do jeito certo? Qual seria o modo ideal? Cada nutriente contribui para qual parte do organismo? Um compilado de estudos das áreas de endocrinologia, bromatologia e nutrição publicado pelo jornal espanhol El País, da mesma responde essas perguntas.

Segundo recomendação da OMS, eles devem ser incluídas na refeição de um adulto diariamente. Ricos em gordura boa e ômega 3, embora não façam milagres e curem sozinhos, agem como uma cápsula cheia de nutrientes concentrados que contribuem para o bom funcionamento do organismo.

No entanto, o que especialistas vêm tentando alertar é para a forma de consumo, que se não for feita da maneira correta, diminui a eficácia.

Como consumir frutos secos? 

Já amplamente divulgados, os frutos secos fazem bem. Mas, os recentes estudos mostram que, no ocidente, eles são geralmente consumidos como aperitivos, fritos e salgados, e essas características diminuem a atividade dos nutrientes.

O que os estudiosos explicam é que o ideal é incluí-los como um alimento comum, usado no dia a dia como ingrediente das refeições. Entre os exemplos estão as saladas, o arroz e as carnes em molho. No total, até 50 gramas devem ser ingeridas diariamente.

Quais frutos secos fazem bem?

O compilado mostra que a combinação de oito tipos de frutos pode agir no combate de males que afetam a saúde a o desempenho de um indivíduo, entre eles estão:

  • Nozes
  • Avelãs
  • Amêndoas
  • Pistache
  • Macadâmia
  • Amendoim
  • Castanha de Caju
  • Pinhão

Frutos secos são bons para quê?

Diabetes: a combinação de castanhas de caju, pinhão, pistache e amêndoas pode auxiliar até no combate ou controle da diabetes. Isto por que são ricas em minerais essências para evitar a resistência à insulina.


Dor nos ossos: dor nos ossos geralmente é associada à falta de cálcio. Pinhões e amêndoas carregam alta quantidade do nutriente, além do zinco, que é capaz de favorecer a formação dos ossos.


Colesterol Alto: a combinação de amêndoas, avelãs e nozes pode contribuir para a saúde cardiovascular. Os flavonoides e os ácidos graxos presentes nos frutinhos controlam o colesterol, diminuem a pressão arterial e previnem outras doenças que afetam o coração.


Constipação: o trio de composto por macadâmia, nozes e pistache é rico em fibras vegetais, nutriente que estimula o funcionamento do intestino. Suas substâncias ainda reduzem o risco de câncer de cólon.


Perda cognitiva: avelãs e amêndoas podem, já que auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares e da diabetes, favorecer a função cognitiva e evitar o aparecimento da demência.


Sobrepeso: para quem quer barrar sobrepeso, as amêndoas, nozes e avelãs podem ser boas amigas como opções para lanches, já que aumentam consideravelmente a sensação e saciedade e, portanto, induzem a pessoa a comer menos.


Envelhecimento precoce: ricas em antioxidantes, fatores fotoprotetores e anti-inflamatórios, avelãs e amêndoas neutralizam os radicais livres e, portanto, o envelhecimento precoce das células.


Riscos da Gravidez: a dupla de amendoins e avelãs é rica em ácido fólico, nutriente essencial para a formação do feto que evita má formação e complicações posteriores.


TPM: pistache é amigo das mulheres que sofrem com irritabilidade e dor durante o período pré-menstrual. Isto porque ele é rico em vitaminas do complexo B, que ameniza os sintomas.

 

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