Criado em 09 Setembro 2017

A operação "pente fino" deu um duro golpe na criminalidade de Ibiporã. Principal ferramenta de comunicação para quem vive atrás das grades, quase cem celulares foram apreendidos no interior da cadeia pública, um anexo da delegacia do município, no início desta semana. Drogas e outros objetos também foram recolhidos com o apoio dos agentes do SOE (Seção de Operações Especiais), do Departamento de Execução Penal do Paraná (Depen).

A Delegacia de Ibiporã tem capacidade para apenas 35 presos, mas encontrava-se com 155. A superlotação seria só mais um dos problemas enfrentados pelos policiais civis e agentes de cadeia que trabalham no local. "Um outro seria a próximidade da cadeia com a rua, o que facilita a aproximação das pessoas. Muitos dos aparelhos celulares são arremessados por cima da carceragem. Para piorar, o solário ainda fica de frente para a rua, facilitando o acesso. Alguns celulares ainda ficam enroscados nas telas do solário, porém os próprios presos usam varas para resgatá-los", conta o delegado de Ibiporã, Vitor Dutra de Oliveira, acrescentando que a parte dos objetos e drogas também entra na cadeia junto aos visitantes.

‘Arremessadores’ não ficam presos

Segundo ele, os arremessos acontecem no período noturno. Apesar da dificuldade de monitorar as ações, os policiais civis e militares realizam prisões em flagrante dos suspeitos. Vitor Dutra de Oliveira relata que dificilmente algum deles fica preso. "Dependendo da quantidade de entorpecentes, a pessoa pode até ser autuada pelo crime de tráfico de drogas. No entanto, quando introduzem ou lançam outros objetos para o interior da cadeia, a prática é considerada como crime de menor potencial ofensivo. É feito um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O suspeito acaba liberado após ser apresentado ao juiz e na sequência pode voltar a delinquir." Ainda de acordo com ele, por causa da sensação de impunidade, por não se tratar de um ato infracional com violência ou grave ameaça, muitos menores de idade também acabam convencidos a participar dos arremessos.

 
Criado em 06 Setembro 2017

Nesta terça, 05, por volta das  13hrs.,  compareceu ao Destacamento de Polícia uma senhora acompanhada por seu filho informando que no último final de semana tiveram sua metalúrgica arrombada e furtada. A vítima foi devidamente orientada.

 

 

 
Criado em 06 Setembro 2017

Nesta terça, 05, por volta das 15h40min,  a equipe da PM foi informada que duas mulheres aparentando estado de embriaguez após realizarem a compra de uma faca esconderam-na dentro de uma bolsa. De imediato a equipe passou a patrulhar pelas imediações do mercado onde a compra foi realizada, vindo a notar a presença de um veículo VW Voyage que ao perceber a viatura saiu rapidamente do local onde se encontrava sendo abordado mais a frente pela equipe. No veículo encontrava-se um senhor e a adolescente que junto com outra mulher teria adquirido a faca. Indagada sobre a localização da arma branca respondeu que se encontrava com sua tia. Mais uma vez os policias deslocaram até a área central da cidade onde a referida mulher pode ser abordada portando a faca e alegando que o objeto seria utilizado por sua sobrinha para matar uma pessoa também do sexo feminino. Diante dos fatos, a mulher foi encaminhada para a lavratura do Termo Circunstanciado por porte ilegal de arma branca.

 

Blog Do Chaguinha

 
Criado em 05 Setembro 2017

Vereador Emerson Petriv é condenado por injúria por xingar ex-prefeito de Assaí.

A pena de um mês e 10 dias de prisão em regime semiaberto foi convertida em multa de um salário mínimo.
Durante uma manifestação em 2014 o vereador Emerson Petriv, do PR, conhecido como Boca Aberta, esteve em Assaí quando a Câmara de vereadores da cidade instaurava uma Comissão Processante contra o então prefeito Luiz Alberto Vicente. Petriv durante a manifestação contra o prefeito acabou usando palavras ofensivas e xingamentos que levaram o então líder do Executivo Municipal de Assaí a mover uma ação contra Boca Aberta.
Nessa semana o Tribunal de Justiça do Paraná condenou o parlamentar por injúria.
De acordo com Elias Chagas, advogado de defesa de Petriv, a condenação que seria de um mês e 10 dias em regime semiaberto passou a ser de uma multa de um salário mínimo.
O parlamentar foi absolvido dos crimes de calúnia e difamação pela justiça, mas a defesa reconhece que houve o crime de injúria.
Apesar de a defesa reconhecer que houve crime de injúria, vai recorrer da decisão de converter a pena de prisão em multa, e tentar que a pena seja diretamente aplicada como multa, sem precisar ser convertida. Segundo Chagas, assim o parlamentar não corre risco de perder os direitos políticos futuramente.
Nossa reportagem não conseguiu localizar o então prefeito de Assaí para comentar o resultado da ação.
FONTE - CBN LONDRINA
 

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