Criado em 27 Abril 2018

Dos 2,6 milhões de matrículas de alunos do ensino regular na rede pública e privada do Paraná, 35,3 mil são alunos com deficiência intelectual e estudam em classes comuns, conforme o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Há outras três mil matrículas de estudantes com deficiência intelectual que estudam em classes exclusivas. Os dados são de 2017 e foram divulgados pelo Inep em fevereiro deste ano.

São alunos que têm alterações significativas no desenvolvimento intelectual e na conduta adaptativa na forma expressa em habilidades práticias, sociais e conceituais. Uma delas é a síndrome de Down.

Na rede municipal de ensino de Curitiba, onde houve o caso envolvendoquatro crianças com síndrome de Down barradas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), são 140 mil estudantes matriculados. Deste total, 83 crianças da educação infantil e 45 alunos de ensino fundamental têm síndrome de Down, segundo a prefeitura.

Especialistas defendem que as escolas regulares devem dar condições de aprendizado para as crianças com deficiência intelectual e ressaltam as aptidões delas.

'Somos todos diferentes'

 

"Não é possível comparar processos de aprendizado. Cada criança tem um jeito diferente de aprender", afirma a professora de pedagogia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e doutora em educação especial, Mirian Célia Castellain Guebert.

A especialista afirma que é preciso "deixar de fazer essa marca": que criança com deficiência aprende menos.

"Não é porque a criança é deficiente que ela não aprende. Cada criança tem um ritmo e um processo de aprendizado", diz Mirian.

 

Ela explica que é preciso garantir o aprendizado das crianças e, por isso, há a necessidade da escola regular fazer a adaptação.

Para a especialista, o que importa é como a escola vai se organizar para cada criança aprender. "Toda criança vai aprender desde que lhe ensinem. Nós somos diferentes por natureza, o que nos dá aprendizado diferentes", explica.

 

"Nós aprendemos de formas diferentes. É claro que uma criança com rebaixamento cognitivo vai ter uma diferença no aprendizado, mas não significa que não vai aprender. Somos todos diferentes", afirma Mirian.

 

De acordo com a especialista, a retenção da criança é válida quando se tem a preocupação de preparar um projeto diferenciado, se pensando em processos colaborativos.

Caso contrário, conforme Mirian, não há necessidade da retenção. "Se reter, e no ano seguinte fica a mesma coisa, a mesma estratégia, não tem porque reter".

Ela reitera que isso é válido para qualquer criança. Mirian ainda aponta que há crianças e adolescentes – sem nenhuma limitação – que não aprendem. "O processo está errado", diz.

 

"A gente fala do aprendizado, mas esquece o que gera o aprendizado", pontua a especialista.

 

Ela também que ressalta que, na inclusão, é preciso trabalhar com todas as crianças.

 

Adaptações curriculares

 

Sandra Lopes Machado, diretora pedagógica de uma escola particular de Curitiba, afirma que as crianças com deficiência intelectual precisam ser educadas na escola de uma forma diferente.

 

"Elas vão precisar de um tempo maior para adquirir aprendizado – umas crianças mais, outras menos. Isso vai demandar adaptações curriculares durante toda a vida escolar”, explica Sandra.

 

Segundo a pedagoga, o processo de alfabetização de qualquer criança pode começar aos sete anos de idade. "Até essa fase, o mais importante é o letramento, é o estímulo para leitura e escrita. Brincar com letras e números, e isso ocorre da educação infantil".

Sandra acredita que a retenção por um ano é possível, desde que haja o parecer de profissionais que acompanhem a criança prescrevendo essa necessidade. "Se houver consenso, em benefício da criança, a retenção pode sim ser respeitada".

Contudo, ela diz que não adianta ficar retendo por muito tempo.

 

"Dificilmente, vai chegar ao mesmo nível de aquisição de conteúdo de uma criança típica, mas pode seguir. A escola tem que se adaptar, apresentar mais estímulos", afirma.

 

A diretora pedagógica exemplifica com o método de ensino utilizado onde trabalha, para crianças com síndrome de Down: "Traçamos metas de alfabetização que a criança tem que atingir até o 3º ano, enquanto que para uma criança típica seria no 1º ano. Isso é para que aprenda num tempo diferente e numa forma diferente".

 

Capacidade e potencial

 

A médica pediatra especialista em síndrome do Down Beatriz Begatin Bermudez destaca que as crianças com síndrome de Down têm muita capacidade e muito potencial.

Beatriz enfatiza a importância de um ambiente propício para o desenvolvimento delas e também do convívio com crianças que não tenham a síndrome de Down.

 

"Se ficar só com criança com síndrome de Down, fica complicado, não tem um espelho. Turma regular tem muito criança para imitar de maneira positiva", afirma Beatriz.

 

De acordo com a médica, a principal dificuldade da criança com Down está na fala e, consequentemente, na alfabetização.

Há também um atraso, mas menor, na parte motora, conforme a pediatra.

"Uma criança sem síndrome de Down senta até os sete meses; com Down, a partir dos nove meses. Uma criança sem Down começa a andar com um ano e meio, enquanto a criança com Down anda até os dois anos", compara.

Como na fala há mais demora, Beatriz explica que é necessário um acompanhamento bem particularizado: "Fonoaudiólogo é o profissional que mais vai precisar".

Ela diz que as crianças com síndrome de Down começam a falar bem aos quatro anos. Já as crianças sem Down desenvolvem bem a fala com dois anos.

No ambiente escolar, a médica destaca a necessidade de uma equipe de suporte para a inclusão ser viável.

 

"A Lei Brasileira de Inclusão prevê currículo adaptado, com a essência do conteúdo e avaliações diferenciadas", pontua a pediatra.

 

Ela também acredita que, quando o professor aperfeiçoa a forma de ensinar o conteúdo, todos em sala de aula vão aprender melhor. "Ninguém é tão igual ao outro. Aprimorando, todo mundo sai ganhando", garante.

Outro ponto essencial para o progresso das crianças com síndrome de Down é o apoio da família que, segundo a pediatra, precisar proporcionar autonomia: "Não se pode fazer tudo para a criança".

 

"Elas têm capacidade para fazer tudo sozinhas", afirma a pediatra.

 

 

'Crer na pedagogia inclusiva'

 

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), usou o Facebook para se manifestar sobre o caso.

"Ninguém quer tirar da Ana - e de seus 3 outros coleguinhas na mesma situação - nenhuma oportunidade de acolhida. Compreendo a aflição dos 4 casais de pais mas precisamos crer na pedagogia inclusiva. Temos 2600 crianças satlisfatóriamente acolhidas. Mandei estabelecer diálogo. Oferecer um tempo de adaptação. A lei é feita para as pessoas. As pessoas não são feitas para a lei. Porisso podemos criar um período de adaptação ao primeiro ano. Curitiba é de todos os curitibinhas. Ana incluída. Ana merece escolarização e aprendizado", diz Greca.

O comentário foi feito em uma publicação de Kraw Penas, pai de Ana, uma das crianças que não podem mais frequentar os CMEIs.

Nesta quinta-feira (25), o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), fez um comentário no Facebook sobre o caso (Foto: Reprodução/Facebook)

Relembre o caso

 

A prefeitura conseguiu uma liminar na Justiça suspendendo a permissão judicial que as quatro crianças tinham para frequentar os CMEIs. Conforme a administração municipal, por causa da idade das crianças, que completam seis anos em 2018, elas devem ser matriculadas no ensino fundamental.

Quatro crianças com síndrome de Down foram obrigadas a deixar de frequentar as aulas em CMEIs de Curitiba na segunda-feira (23), de acordo com relatos dos pais. Mas, a diretora de uma das creches permitiu que as duas crianças matriculadas no local continuem indo à creche.

Até a manhã desta sexta (27), as quatro famílias tentavam reverter a situação.

 

"As crianças estão muito ansiosas, estão tristes, estão pedindo para ir para a escola", afirma Marile Bravo, mãe de Ana.

 

Marile conta que as crianças estão chamando muito a atenção e querendo a presença dos pais. Ela diz que as crianças sentem o nervosismo e a ansiedade que as famílias têm vivido.

"Esta é a nossa realidade de hoje: quatro crianças dentro de casa sem entender o que está acontecendo, vendo os pais num estresse altíssimo. A gente sem poder trabalhar. A gente está com as mãos amarradas. A gente precisa muito que essas crianças voltem para a sua vida, para a sua rotina", diz Marile.

 

Liminar anterior

 

Em fevereiro, as famílias entraram com uma ação na Justiça pedindo a retenção das crianças na educação infantil.

As decisões liminares – que são provisórias e precisam ser confirmadas – autorizando a permanência delas são de fevereiro e de março, segundo a advogada Maira Bianca Belém Tomasoni, que representa as quatro famílias.

"A LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação] diz que toda criança a partir dos seis anos tem que estar no ensino regular. Essas crianças vão fazer seis anos neste ano, mas são especiais. Elas têm o aprendizado diferente, o tempo diferente de outras crianças", afirmou Marile Bravo quando a história veio à tona.

G1

 
 
Criado em 05 Abril 2018

Criança foi encontrada dentro de uma caixa de papelão no último domingo (1º), no Parque das Grevíleas. Se ficar comprovada a paternidade, ele disse que vai pedir a guarda do menino.

Um homem de 22 anos que se apresentou à polícia disse que pode ser o pai do bebê que foi abandonado dentro de uma caixa de papelão no último domingo (1º), em Maringá, no norte do Paraná.

O homem se dispôs a fazer o exame de DNA. Ele também procurou o Conselho Tutelar e informou que, se ficar comprovada a paternidade, vai pedir a guarda da criança.

Morador de Nova Esperança, mesma cidade da mãe da criança, o rapaz informou à polícia que, em 2017, no período que a mãe estava separada do marido, ele teve um relacionamento com ela.

Um inquérito policial foi aberto para investigar o caso. O conselheiro tutelar já foi ouvido, assim como o homem que procurou a polícia. A mãe deve ser a próxima a prestar depoimento.

O bebê continua em um abrigo de Maringá.

 

Relembre o caso

 

A criança foi deixada pela mãe, dentro de uma caixa de papelão, na frente de uma casa no Parque das Grevíleas, no último domingo (1º).

O presidente do Conselho Tutelar Jesiel Carrara contou que, depois de deixar o menino na frente dessa casa, a mulher voltou para Nova Esperança, que fica uns 60 quilômetros de Maringá. Ao chegar lá, cerca de seis horas depois, ela se arrependeu e voltou para buscar o filho.

A criança tinha três dias quando foi abandonada, conforme Carrara. A mulher, que não chegou a ser presa, contou ao presidente do Conselho Tutelar que se separou do marido e nesse período se relacionou com outra pessoa. Foi quando engravidou.

 

G1

 
Criado em 15 Fevereiro 2018

Um empresário, de 26 anos, e seu irmão, de 36, que não tiveram os nomes divulgados pela Polícia Civil, estão presos por serem suspeitos de atirar contra a youtuber de 14 anos, Isabelly Cristine Santos, em Paranaguá, Litoral do Estado. O caso aconteceu na madrugada de quarta-feira (14), após uma briga de trânsito em Balneário de Canoas, em Pontal do Paraná.

Na ocasião, foi apreendido uma pistola 380 e o carro utilizado no crime. A arma é legal e, conforme a Polícia Civil, o empresário atua na região Sul de Curitiba, no bairro Sitio Cercado, e que estava passando o feriado de Carnaval na praia. 

Os suspeitos ficaram detidos e estão a disposição da Justiça. A youtuber paranaense Isabelly Cristine Santos, dona do canal 'Isa Top Show', teve morte cerebral confirmada pelo Hospital Regional do Litoral em Paranaguá. Isabelly se tornou modelo aos 5 anos e montou o canal no YouTube há dois anos e tinha cerca de 28 mil inscritos.

 
 
Redação Bonde
 
Criado em 09 Fevereiro 2018

Valor cobrado por transferência é de R$ 1,69, a partir do segundo resgate. Segundo o governo, a taxa é referente à tarifa bancária cobrada do estado pelos bancos.

O programa Nota Paraná, do governo estadual, agora cobra pela transferência de créditos para contas bancárias, a partir do segundo resgate.

O valor cobrado por transferência é de R$ 1,69, tanto para depósitos em conta corrente quanto para em poupança. Segundo o governo, a taxa é referente à tarifa bancária cobrada do estado pelos bancos (veja a lista de instituições credenciadas).

A exceção é o Banco do Brasil, por ser a instituição financeira oficial do Paraná e, portanto, não cobrar taxas da administração estadual.

O uso dos créditos para IPVA segue sem ter descontos, pois não é uma operação bancária, de acordo com o governo.

Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

 
Criado em 08 Fevereiro 2018

novo secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp), Júlio Cezar dos Reis, disse, nesta quinta-feira (8), que os órgãos vinculados à Polícia Civil e à Polícia Militar (PM) possuem armamentos compatíveis para enfrentar a criminalidade.

Reis ocupava o cargo de delegado-geral da Polícia Civil do Paraná e assumiu o lugar de Wagner Mesquista. A mudança foi anunciada pelo governo do Paraná nesta segunda-feira (5).

"Tanto que diversas unidades detêm fuzis e carabinas para esse enfrentamento. Existe processo de novas aquisições em andamento. Claro que tudo demanda até de autorização do exército. É um processo um pouco burocrático, mas a polícia está muito bem capacitada para esse enfrentamento", acrescentou o novo secretário.

O novo diretor-geral da Sesp será o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Orlando Artur da Costa.

"Nossa prioridade é reestabelecer a harmonia – não entre as instituições que já existiam, mas até entre o comando da Sesp e todas as demais instituições. Volto a dizer: que isso cause um comprometimento maior de todos para o enfrentamento a esse assunto tão polêmico que é a segurança pública. Nosso compromisso com a sociedade é tão grande que acho que não é momento de identificar o que ocorreu para trás e, sim pensar para frente", comentou Reis logo após o anúncio da substituição.

De acordo com o governador Beto Richa, era preciso "dar mais um passo para um sintonia mais fina" entre as forças policiais no estado.

Reis está há mais de 20 anos na Polícia Civil do Paraná. Ele assumiu como delegado-geral em dezembro de 2014.

O novo secretário é pós-graduado em Gestão de Políticas Públicas e em Direito Penal. Já comandou a Divisão Policial do Interior (DPI) e a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), além das Subdivisões Policiais de Cascavel e de Pato Branco – e várias delegacias regionais.

O governador ainda não definiu quem vai comandar a Polícia Civil.

 
 
Criado em 06 Fevereiro 2018

Bandidos bloquearam a BR-376 na região da Colônia Witmarsum, entre São Luiz do Purunã e Ponta Grossa, nos Campos Gerais, na manhã desta terça-feira (6), para assaltar cinco carros-fortes que saíram de Curitiba. Os marginais tentaram arrombar os veículos e trocaram tiros com os vigilantes e a polícia, na altura do quilômetro 536. Sete pessoas foram baleadas no local, sendo cinco criminosos e dois inocentes. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirma que entre os inocentes está uma vítima fatal, Elton Alexandre de Aguiar Matta, o Coruja (PV), vereador de Barra do Jacaré, no Norte Pioneiro. O outro ferido seria Miguel Calixto (PSD), também vereador da mesma cidade.

O patrulheiro Cavalli, da PRF, disse que a tentativa de assalto aconteceu por volta das 8h50 e foi frustrada pelas equipes policiais. “Os bandidos não conseguiram levar nada devido à ação dos vigilantes e da polícia. Foram cinco marginais baleados, três no local e dois em matagal. Um vereador do interior do estado morto no local e uma civil baleada em estado grave. São estas as informações de momento”, descreveu.

Para bloquear a rodovia, os bandidos utilizara uma caminhão bitrem.

Não há previsão para a liberação da rodovia, que está interditada nos dois sentidos.

A Câmara de Vereadores de Barra do Jacaré informou que cinco parlamentares da cidade tinham viajado nesta madrugada para Curitiba, para compromissos políticos. O carro deles passava pelo local no momento do tiroteio. 

 

 

 
Criado em 26 Janeiro 2018

Os três confessaram o crime

Na tarde desta terça-feira, dia 23, a Polícia Militar de Quatiguá (sargento Peterson, soldados Ribeiro e Sobejeiro), com apoio de PMs de Joaquim Távora e Siqueira Campos capturaram três indivíduos, moradores em Siqueira Campos e Quatiguá, envolvidos no assalto à residência do saudoso ex-prefeito Toninho Zanini, Clarice (Foto/Arquivo npdiario) , onde roubaram vários objetos e dinheiro, fazendo a viúva, Clarice, e seu neto, reféns, usando de violência física e psicológica contra as vítimas.
Um marginal conhecido como “Dentinho” (detido nas dependências da Prefeitura de Quatiguá), foi prontamente reconhecido por uma das vítimas, como um integrante do bando.
Logo em seguida, Dentinho assumiu a participação no ocorrido e identificou mais dois comparsas. Os três acusados são Mateus Henrique Gabus, 20 anos, Robson Rogério de Paiva, 20, e Fabrício Rodrigues da Silva, 18, residente em Siqueira Campos e os demais residentes em Quatiguá.

Um dos bandidos confessou ter sido convidado por um homem conhecido por China, que possui um Gol branco e mora em Carlópolis, para praticarem o crime.

Na sequência, ao verificarem o smartphone de um dos presos viram mensagens em Whatapp com a namorada alertando que a polícia teria ido até a casa e seria melhor “se livrar do flagrante”, referindo-se a um pedaço de maconha e mais 14 invólucros embalados prontas para venda, escondidos no interior da residência.A moça também foi encaminhada para a unidade prisional por associação ao tráfico.
Os trêsconfessaram que haviam combinado de dividir os objetos do roubo com China no próximo sábado(27) em horário posteriormente a ser combinado por rede social. Também informaram que toda a droga que estão vendendo tem sido fornecida por um homem que mora em Quatiguá e sob o qual já existem inúmeras denúncias de comércio(Fotos dos marginais: Hélio Galvão).

 

NP DIÁRIO

 
Criado em 26 Janeiro 2018

Um homem teve sua caminhonete Hylux roubada por três indivíduos armados e vestidos com coletes pretos em uma caminhonete preta, próximo da ponte do rio Jacaré, sentido bairro São Roque do Pinhal.Foi em torno das 22 horas desta terça-feira, dia 23, em Joaquim Távora.
Conforme relatou a vítima, viajava pela PR-218 quando percebeu um sinal de luz vindo do veículo detrás. Imaginando que fosse alguma viatura policial, parou a caminhonete, quando então se dizendo policiais federais, dominaram o homem.
Em seguida, levaram a Toyota Hylux CD 4×4 de cor prata, ano 2011 (placas EDD-2515), seu celular e notebook.Com a vítima estavam mais dois indivíduos, destes foram levados respectivamente todos seus documentos, um celular e cerca de 185 reais em espécie; do senhor foram levados cerca de 70 reais, cartões de banco, colchões, entre outros.

Diante das informações prestadas foi dado alerta para toda região para eventual bloqueio policial pela via, bem como  realizadas buscas pelos bairros da cidade. Na estrada que passa pelo bairro chamado Quarenta foram encontrados quatro colchões jogados às margens distanciados um do outro, que provavelmente caíram da caminhonete.

A vítima relatou ter visto dois homens armado de pistola, um magro alto e um mais baixo.

NP Diário

 

 
Criado em 25 Janeiro 2018

Veículo com a carga ilegal estava no estacionamento de um posto de combustíveis em Ibaiti (PR); ninguém foi preso.

Policiais militares descobriram 275,8 kg de cocaína escondidos em um fundo falso de um caminhão em Ibaiti, no norte pioneiro do Paraná.

O flagrante foi feito na noite de terça-feira (23), após policiais desconfiarem do veículo que estava sendo guinchado no estacionado no pátio de um posto de combustíveis da cidade.

Após vistoriarem o veículo, os policiais encontraram nove sacos plásticos onde estavam distribuídos 240 tabletes da droga, alguns identificados com o símbolo de um cavalo e outros de um avião e a palavra "jet".

Aos agentes, o dono do guincho contou que o serviço havia sido contratado por dois homens. Segundo ele, a dupla disse que o caminhão, com placas de São Paulo, estava com problemas mecânicos e precisava ser levado até Paranaguá, no litoral.

O serviço de transporte, completou, foi acertado por R$ 2 mil e deveria ser feito durante a madrugada desta quarta-feira (24). Depois de ser ouvido, o dono do guincho foi liberado.

Buscas foram feitas pela região, mas, até a última atualização desta reportagem, nenhum dos responsáveis pela droga havia sido identificado ou preso.

G1

 
Criado em 19 Janeiro 2018

A Polícia Rodoviária Estadual de Santo Antônio da Platina atendeu acidente ocorrido em torno das sete horas desta sexta-feira, dia 19, no KM 33 da PR-218 entre Joaquim Távora Guapirama com quatro mortes: o motorista, Vanderley José Delboni, 42 anos; seu filho Gabriel Henrique Delboni, 12 ; Lucas Rafael Secco, 22, e David Guilherme Neves de Abreu, 16.

Estavam num Fiat Uno (placas de JT) e seguiam sentido Guapirama, onde Delboni e o colaborador Secco vistoriariam uma obra em construção, já que ele tem uma empresa do ramo.
Um caminhão Ford Cargo (placas de Francisco Beltrão) teria invadido a pista contrária e colidido frontalmente com o veículo. O condutor,Vagner da Silva Oliveira, 38, sofreu ferimentos leves e precisou ser atendido em função do nervosismo por causa da tragédia.
Os corpos foram recolhidos ao Instituto Médico Legal (IML) de Jacarezinho e depois entregues à família.
A delegada Silmara Revoredo instaurou inquérito para apurar as causas do acidente.  Os corpos estão sendo velados no ginásio de esportes Miguel D. Nicolelli e serão sepultados na manhã deste sábado, dia 20, no Cemitério Municipal( Imagens: Photo Grid, Hélio Galvão e João Henrique).
 
 
 

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