Criado em 03 Setembro 2018

pós a passagem da frente fria, nesta semana as temperaturas devem cair em Londrina. Segundo a agrometeorologista do Simepar (Sistema Metereológico do Paraná) Heverly Morais, a partir de quarta-feira (5) a mínima ficará entre 9°C a 13°C. 

A segunda-feira (3) amanheceu nublada com mínima de 11°C e a máxima não deve passar dos 21°C. O dia vai permanecer com nuvens e pode ocorrer chuvisco em locais isolados.

A frente fria foi de fraca intensidade na cidade. Ela provocou instabilidade e nebulosidade, porém, com volume baixo de chuva, com registro de 4.2 mm (milímetros) entre sábado (1º) e domingo (2). 


*Sob supervisão do repórter Andre Bueno. 

Giovana Oliveira - Redação Bonde
 
Criado em 22 Agosto 2018

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) reajuste nas contas de luz para consumidores de seis estados: Maranhão, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraíba, Paraná e Santa Catarina. Para os consumidores do Paraná, os novos valores começarão a ser cobrados no domingo (26); para os de São Paulo e Mato Grosso do Sul,na segunda-feira (27); para os do Maranhão e da Paraíba,na terça-feira (28); e para os de Santa Catarina, na quarta-feira (29). 


Os consumidores que terão contas reajustadas reajustadas domingo são os atendidos pela concessionária Força e Luz Coronel Vivida Ltda. (Forcel), no Paraná, com efeito médio de 29,86%. Para os consumidores residenciais, o aumento será de 20,51%; para a baixa tensão, de 20,64%, e para a alta tensão, de 43,78%.
 


A empresa atende a 7.670 unidades consumidoras localizadas no município de Coronel Vivida no Paraná. Segundo a Aneel, impactaram no aumento fatores relacionados ao fato de a empresa ter deixado de ser suprida pela Copel Distribuição. "Isso fez com que, entre 2017 e 2018, ela tivesse de arcar com custos relativos ao rateio das cotas de Itaipu – cuja energia é precificada em dólar – e ao risco hidrológico", disse a agência. 

A Aneel aprovou também o aumento na conta de luz,com efeito médio de 24,42%, para os consumidores atendidos pela empresa Elektro Eletricidade e Serviços S/A (Elektro) . Para os consumidores residenciais, o aumento será de 23,12%; para os atendidos na baixa tensão, de 23,20%, e, para a alta tensão, de 26,75%. 

A concessionária atende a 2,6 milhões de unidades consumidoras localizadas em 223 municípios de São Paulo e cinco de Mato Grosso do Sul. O reajuste entrará em vigor segunda-feira. 

Segundo a Aneel, o que mais influenciou no reajuste da Elektro foram os chamados componentes financeiros, principalmente relacionados à aquisição de energia e ao risco hidrológico. 

Para os consumidores atendidos pela Companhia Energética do Maranhão (Cemar), o efeitos médio do reajuste tarifário será 16,94%, sendo 16,67% para os consumidores residenciais. Para os atendidos na baixa tensão, o reajuste médio será de 16,77% e, para a alta tensão, de 17,86% 

A concessionária atende a 2,4 milhões de unidades consumidoras localizadas em 217 municípios maranhenses. O reajuste entrará em vigor terça-feira. 

Os consumidores atendidos pela Energisa Paraíba Distribuidora de Energia (EPB) também terão as contas reajustadas na próxima terça-feira, com efeito médio de 15,73%. Os consumidores residenciais atendidos na baixa tensão terão aumento de 15,29%. Para os consumidores da alta tensão, o reajuste será de 16,75% e, para os de baixa tensão, de 15,41%. 

A empresa atende a 1,4 milhão de unidades consumidoras em 216 municípios da Paraíba. Pesaram no reajuste fatores relacionados ao risco hidrológico e a aquisição de energia. 

A diretoria da Aneel aprovou aidna o reajuste tarifário da Cooperativa Aliança (Cooperaliança), que atende a 37,4 mil unidades consumidoras nos municípios de Içara, Jaguaruna, Araranguá e Sangão de Santa Catarina. 

O efeito médio será de 14,38%, ficando em 12,47% para os consumidores residenciais; em 12,57% para os atendidos na baixa tensão e em 17,17%, para os da alta tensão. Os novos valores serão cobrados a partir do dia 29). 

De acordo com a Aneel, pesaram no reajuste fatores ligados à prestação do serviço como aquisição de energia, transmissão de energia e pagamento de encargos setoriais. 

"No caso da Cooperaliança, o maior impacto advém de componentes financeiros do processo tarifário anterior. É importante observar que, nos últimos 10 anos, as tarifas residenciais da Cooperaliança têm registrado variação menor do que a inflação calculada pelo IGP-M [Índice Geral de Preços de Mercado] e pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] no mesmo período", explicou a Aneel.
 

Agência Brasil

 

 
 
Criado em 06 Agosto 2018

MP-PR tem até esta segunda-feira (6) para apresentar denúncia contra Luís Felipe Manvailer, suspeito de matar a mulher. Advogada foi achada morta depois de cair do 4º andar em Guarapuava, no Paraná.

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) tem até esta segunda-feira (6) para oferecer denúncia à Justiça contra Luís Felipe Manvailer, de 32 anos, suspeito pela morte da mulher, Tatiane Spitzner, de 29 anos, em Guarapuava, na região central do estado.

A advogada foi achada morta depois de cair do 4º andar do prédio onde morava com o marido.

À RPC, o MP-PR adiantou que vai pedir à Justiça que Luís Felipe vá a júri popular. Ele deve ser denunciado por homicídio qualificado, por quatro motivos: meio cruel, que foi a asfixia; impossibilidade de defesa da vítima; motivo torpe, um crime para terminar uma discussão; e feminicídio, que é assassinato pelo simples motivo da vítima ser mulher.

"Houve prática do feminicídio mediante violência contra mulher, que foi sendo praticada durante o relacionamento de forma muito progressiva e visível", afirmou a promotora Dúnia Serpa Rampazzo.

A perícia feita no local da morte já constatou: Tatiane teve uma fratura no pescoço, característica de quem sofreu esganadura. A RPC teve acesso ao laudo, que também indica marcas nas laterais do pescoço.

A suspeita é a de que Luís Felipe tenha apertado o pescoço da mulher com as mãos até provocar uma asfixia e a fratura.

Lutador de artes marciais, Luis Felipe é faixa roxa de jiu-jítsu.

Um atleta de 32 anos que agrediu a mulher por mais de 20 minutos, como revelaram imagens de câmeras de segurança, e que, para ficar mais musculoso, vinha tomando suplementos alimentares e anabolizantes.

 

Todos esses produtos foram encontrados no apartamento de Luís Felipe Manvailer, que está preso, acusado de jogar Tatiane pela sacada do prédio onde moravam. As fotos das embalagens estão no inquérito policial.

 

“A musculatura dele aumentou muito em pouco tempo. O médico tinha receitado uma dosagem normal. Ele tomava doses cavalares para a musculatura”, conta o pai de Tatiane, Jorge Spitzner.

 

Para a RPC, Jorge falou que, em abril deste ano, Luís Felipe, que é biólogo e professor universitário, brigou com um homem em uma festa.

“Três ou quatro não conseguiam segurar. Teve uma explosão de agressividade, mas mal sabia eu que um dia a minha filha poderia ser o alvo disso", disse.

 

A família de Tatiane criou páginas nas redes sociais para incentivar a luta contra o feminicídio.

Tatiane e Luís Felipe se casaram em 2013 e se mudaram para Alemanha, onde foram estudar. Uma amiga de Tatiane, Rosenilda Bielack, que conviveu com o casal no exterior, contou que a advogada era maltratada pelo marido.

 

“Tudo era motivo para ele maltratar a Tati, falar coisas pesadas, pejorativas sempre”, afirmou.

 

Rosenilda suspeita que as agressões já aconteciam naquela época, já que outras amigas viram Tatiane com hematomas.

“Ela chegava roxa no braço. Cheguei a perguntar várias vezes: ‘Existe agressão física?’. Ela não falava sobre isso", relatou.

Entre março e junho deste ano, a advogada mandou mensagens para Rosenilda, reclamando do marido; disse que ele era "grosseiro, estúpido" e que "tinha ódio mortal dela".

 

Os promotores estão analisando as imagens e os depoimentos das testemunhas e resultados de exames da polícia científica que começaram a sair.

Até o momento, o MP-PR tem em mãos o inquérito da Polícia Civil, que tem 400 páginas com 18 depoimentos, relatório detalhado da imagens das câmeras de segurança e o laudo do local da morte que mostra marcas no pescoço de Tatiane.

Ainda faltam os laudos da necropsia que deve indicar se a advogada foi morta antes de cair ou com a queda do quarto andar; da perícias nos celulares de Tatiane e de Luís Felipe; e da perícia feita com ajuda de um boneco no prédio em que o casal morava.

ntenda o caso

 

A queda de Tatiane foi na madrugada do dia 22 de julho, no Centro. Conforme a Polícia Civil, depois da queda, Luis Felipe recolheu o corpo de Tatiane e o levou de volta para o apartamento.

Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil de Guarapuava, na região central do Paraná, relatou que viu o marido recolhendo o corpo e que ouviu gritos: “Meu amor, acorda”.

 

O marido foi preso após sofrer um acidente de carro na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, a 340 quilômetros de Guarapuava.

Ele foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio qualificado, motivo torpe, uso de meio cruel que impossibilitou a defesa da vítima e condição do sexo feminino (feminicídio), além do furto do carro da vítima. Ela nega as acusações e diz que a esposa se jogou da sacada.

O casal estava junto havia cinco anos e era "feliz", de acordo com a defesa do marido. O Ministério Público (MP-PR), porém, diz que Tatiane vivia um relacionamento abusivo. A família e amigos da vítima relataram que ela queria o divórcio.

G1

 
Criado em 20 Julho 2018

Advogado dos militares comemorou resultado nas redes sociais: 'Absolvidos!!!'. Julgamento ocorreu na quinta-feira (19), cinco anos depois das três mortes.

O júri popular absolveu, na madrugada desta quinta-feira (19), os cinco policiais militares acusados de matar três jovens suspeitos de um assalto em outubro de 2013, no bairro Umbará, em Curitiba.

A informação foi confirmada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) e pelo Tribunal do Júri. O MP informou que não haverá recurso.

José Eleutério da Rocha, Vagner de Oliveira Moro, Clério Carneiro, Silvestre de Oliveira Lopes e Élinson Chitiko foram acusados de triplo homicídio qualificado e fraude processual. O advogado deles, Eduardo Miléo, comemorou a absolvição nas redes sociais.

Em nota, ele disse que a defesa demonstrou que os policiais "agiram bem" e que "revidaram a injusta agressão". Afirmou, ainda, que a Justiça devolveu os PMs "para os seus devidos lugares, as ruas paranaenses, para que possam continuar a nos defender".

Para o júri popular, foram arroladas 22 testemunhas de defesa. O MP-PR dispensou as testemunhas de acusação. Sete jurados - seis homens e uma mulher - participam do julgamento.

Antes do júri popular, uma das mães pediu Justiça. "Ele era um amor de pessoa. Todo mundo da vila gostava muito dele, sabe?", disse.

"Agora, eu espero Justiça. Que eles paguem o que eles fizeram. É muito ruim ficar sem o meu filho. De manhã, de tarde e de noite a gente lembra dele", acrescentou.

 

A denúncia

 

De acordo com a denúncia do MP-PR, no dia 19 de outubro de 2013, por volta das 4h30, três ladrões armados assaltaram uma casa na Rua Waldomira Zortela, no bairro Umbará, de onde roubaram um carro e outros bens.

Na fuga, entretanto, de acordo com a denúncia, o carro roubado bateu na Rua José Chimanski, próximo ao local do roubo. Ali, o veículo foi abandonado. A polícia foi acionada e fez buscas na região.

Foi, então, que eles abordaram os três jovens: de 16, 17 e 25 anos. Para os policiais, eles eram os responsáveis pelo assalto a casa, conforme o Ministério Público.

A denúncia relata que os rapazes foram rendidos, revistados, colocados no interior de um carro policial e levados até um matagal. No local, foram baleados no peito e na cabeça. Ao todo, 16 tiros foram disparados.

O MP-PR também sustenta que os policiais adulteraram a cena do crime, colocando armas de fogo ao lado das três vítimas para simular que houve um confronto.

Ainda conforme o Ministério Público, um dos acusados também inseriu uma informação falsa no Boletim de Ocorrência (B.O), dizendo que os três jovens atiraram contra os policiais.

G1

 
Criado em 02 Julho 2018

Situação é reflexo da greve dos caminhoneiros; produtores reclamam de falta de insumos para cultivo das lavouras e dificuldades para conseguir escoar as produções.

falta de transporte para escoar a produção de grãos do interior do Paraná até o Porto de Paranaguã, no litoral, tem gerado acúmulo em armazéns de todo o estado, segundo produtores e empresários.

Especialistas do setor afirmam que a situação é reflexo da greve dos caminhoneiros.

Nas lavouras, produtores afirmam que também lidam com dificuldades para receber insumos necessários para o cultivo.

 

G1

 

 
 
 
Criado em 08 Junho 2018

Imagens do circuito interno flagraram como foi a ação do adolescente de 13 anos acusado de estuprar um menino de nove anosdentro do prédio que abriga uma escola municipal, na região Oeste de Cascavel. O caso, como mostra no vídeo, aconteceu no dia 5 de junho, terça-feira, às 16 horas.

O acusado, de blusa preta e capuz, circula pelos corredores tranquilamente e entra no banheiro, atrás de um garoto.
Dez minutos depois ele sai, volta até a porta e faz ameaças. Ele agride o menino com um soco. Em seguida desce as escadas e as crianças saem correndo em busca de ajuda.

De acordo com a polícia, o adolescente infrator já está apreendido e vem de uma família desestruturada, com seis filhos. O adolescente disse à polícia que não conhecia a vítima, e tinha ido até a escola com a intenção de praticar aquele ato, tendo escolhido o menino aleatoriamente.

O adolescente infrator foi apreendido e responderá pelo ato infracional correspondente ao crime estupro de vulnerável, sendo internado no Cense I, onde permanece á disposição da Vara da Infância e Juventude.

Banda B

 

 
Criado em 06 Junho 2018

O frio que chegou a Curitiba e demais regiões do Paraná deve aumentar ainda mais ao longo da semana. A massa de ar polar que atinge o estado provoca uma queda brusca nos termômetros já a partir desta quarta-feira (6). No Sul, nas cidades de Rio Negro, União da Vitória, Pato Branco e regiões do entorno as mínimas devem variar entre 1°C e 2°C neste dia. Para piorar, um frio mais intenso ainda deve chegar no sábado (10), quando os termômetros chegam muito perto de 0°C nessas regiões. As informações são do Instituto Simepar.

 

Gazeta do Povo

 
Criado em 16 Maio 2018

Rajadas de vento de até 65,5 km/h derrubaram treze árvores em Maringá, no norte do Paraná, na noite de terça-feira (15), segundo a Defesa Civil.

Os bairros Parque Residencial Cidade Nova, Jardim Oásis e Jardim Alvorada, todos na zona norte de Maringá, foram os mais atingidos, de acordo relatório da Defesa Civil.

As rajadas de maior intensidade foram registradas por volta das 22h.

A estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), instalada no câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), na zona norte da cidade, registrou um pico de 65,5 km/h.

Já na estação do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), que instalada na zona sul da cidade, a velocidade máxima foi de 57,6 km/h - além 11,2 mm de chuva, entre a noite de terça-feira e a madrugada desta quarta-feira (16)

Equipes da Defesa Civil trabalharam até a 1h na remoção de árvores e galhos. Ao menos um novo chamado foi realizado pela manhã. Uma sexta árvore caiu sobre a fiação elétrica na rua Rio Juparatuba, no Conjunto Residencial Branca Vieira, também na zona norte.

Os números podem subir ainda nesta manhã. "Normalmente, conforme vai amanhecendo novos chamados vão sendo realizados e os números podem ir aumentando", diz o gerente da Defesa Civil de Maringá, Adilson Costa.

 

Energia

 

Segundo a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), das 18 h à 0h, o fornecimento de energia foi interrompido para 37,2 mil unidades consumidoras de Maringá e região. Esse número, conforme a companhia, representa 20% das unidades atendidas. O total é de 185 mil.

De acordo com a Companhia, cada unidade consumidora corresponde a um imóvel - não há estimativa do número de pessoas afetadas. Por volta das 9h30, 1.043 unidades permaneciam desligadas em Maringá, o que de acordo com a Copel corresponde a menos de 1% do total de imóveis.

G1

 
Criado em 27 Abril 2018

Foi preso na noite desta quinta-feira (26) um empresário de Santo Antônio da Platina. Ele é suspeito de ser mentor de uma tentativa de homicídio, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

A prisão temporária, por 30 dias, foi protocolada pelo delegado Tristão Antônio Borborema de Carvalho para garantir as investigações. A polícia cumpriu mandados na casa e estabelecimento do empresário e aprendeu vários documentos.
A prisão ocorreu na rodovia no município de Ponta Grossa. Durante as buscas realizadas pela polícia civil na manhã desta quinta-feira, ele o não se encontrava nem em sua residência nem local de trabalho.
O grupo especializado da polícia civil Tigre (Tático Integrado de Grupo de Repressão Especial) foi acionado pelo delegado Tristão para dar apoio no cumprimento do mandado. Um bloqueio foi realizado na rodovia.Com apoio de policiais rodoviários federais a prisão foi concretizada. O preso foi encaminhado para cadeia de Santo Antônio da Platina para ser interrogado pela autoridade policial.
Ao todo pela manhã, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos a pedido do delegado Tristão Antonio Borborema de Carvalho e autorizados pelo juiz Júlio César Michelucci Tanga.
Todo efetivo da 38 Delegacia Regional de Polícia e policias do Grupo de Diligências Especiais de Jacarezinho cumpriram os mandados com acompanhando de dois promotores de Justiça da comarca, Diego André Coqueiro Barros e Nathalie Murilo Floroschk.
O alvo da operação já tinha sido um empresário da cidade suspeito de ser mandante de uma tentativa de assassinato, além de delitos de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Já é de domínio público de quem se trata.
Os policiais efetuaram varredura em uma residência situada no residencial Morumbi, em uma empresa situada na Vila Claro e numa sala de Recursos Humanos localizado no Condomínio Empresarial Palácio do Comércio (foto).
 
 
Blog do Chaguinha
 
Criado em 27 Abril 2018

Um bebê de um mês foi abandonado no bairro Maria Antonieta, em Pinhais, na Região de Curitiba, por volta das 18h30 de quinta-feira (26), segundo a Guarda Municipal. Os pais foram presos.

Uma testemunha contou aos guardas municipais que viu os pais do menino discutindo na rua e que o pai chegou a jogar uma aliança na mãe da criança. Relatou, ainda, que ela abandonou o carrinho no local, dizendo que não queria mais o filho.

A Guarda Municipal foi, então, acionada. O bebê, que completou 30 dias na quinta-feira, foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da cidade para atendimento médico. O Conselho Tutelar foi chamado para acompanhar o caso.

Segundo o conselheiro tutelar Márcio Staes, a criança está saudável. "O bebê foi encaminhado para a avó materna, que já cuida de outros dois filhos dessa mesma mãe", explicou.

Os guardas municipais fizeram buscas e localizaram a residência do casal no mesmo bairro. Os pais têm 30 anos. Eles foram presos por abandono de incapaz e levados para delegacia do município.

 

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