Criado em 16 Maio 2018

Rajadas de vento de até 65,5 km/h derrubaram treze árvores em Maringá, no norte do Paraná, na noite de terça-feira (15), segundo a Defesa Civil.

Os bairros Parque Residencial Cidade Nova, Jardim Oásis e Jardim Alvorada, todos na zona norte de Maringá, foram os mais atingidos, de acordo relatório da Defesa Civil.

As rajadas de maior intensidade foram registradas por volta das 22h.

A estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), instalada no câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), na zona norte da cidade, registrou um pico de 65,5 km/h.

Já na estação do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), que instalada na zona sul da cidade, a velocidade máxima foi de 57,6 km/h - além 11,2 mm de chuva, entre a noite de terça-feira e a madrugada desta quarta-feira (16)

Equipes da Defesa Civil trabalharam até a 1h na remoção de árvores e galhos. Ao menos um novo chamado foi realizado pela manhã. Uma sexta árvore caiu sobre a fiação elétrica na rua Rio Juparatuba, no Conjunto Residencial Branca Vieira, também na zona norte.

Os números podem subir ainda nesta manhã. "Normalmente, conforme vai amanhecendo novos chamados vão sendo realizados e os números podem ir aumentando", diz o gerente da Defesa Civil de Maringá, Adilson Costa.

 

Energia

 

Segundo a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), das 18 h à 0h, o fornecimento de energia foi interrompido para 37,2 mil unidades consumidoras de Maringá e região. Esse número, conforme a companhia, representa 20% das unidades atendidas. O total é de 185 mil.

De acordo com a Companhia, cada unidade consumidora corresponde a um imóvel - não há estimativa do número de pessoas afetadas. Por volta das 9h30, 1.043 unidades permaneciam desligadas em Maringá, o que de acordo com a Copel corresponde a menos de 1% do total de imóveis.

G1

 
Criado em 27 Abril 2018

Foi preso na noite desta quinta-feira (26) um empresário de Santo Antônio da Platina. Ele é suspeito de ser mentor de uma tentativa de homicídio, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

A prisão temporária, por 30 dias, foi protocolada pelo delegado Tristão Antônio Borborema de Carvalho para garantir as investigações. A polícia cumpriu mandados na casa e estabelecimento do empresário e aprendeu vários documentos.
A prisão ocorreu na rodovia no município de Ponta Grossa. Durante as buscas realizadas pela polícia civil na manhã desta quinta-feira, ele o não se encontrava nem em sua residência nem local de trabalho.
O grupo especializado da polícia civil Tigre (Tático Integrado de Grupo de Repressão Especial) foi acionado pelo delegado Tristão para dar apoio no cumprimento do mandado. Um bloqueio foi realizado na rodovia.Com apoio de policiais rodoviários federais a prisão foi concretizada. O preso foi encaminhado para cadeia de Santo Antônio da Platina para ser interrogado pela autoridade policial.
Ao todo pela manhã, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos a pedido do delegado Tristão Antonio Borborema de Carvalho e autorizados pelo juiz Júlio César Michelucci Tanga.
Todo efetivo da 38 Delegacia Regional de Polícia e policias do Grupo de Diligências Especiais de Jacarezinho cumpriram os mandados com acompanhando de dois promotores de Justiça da comarca, Diego André Coqueiro Barros e Nathalie Murilo Floroschk.
O alvo da operação já tinha sido um empresário da cidade suspeito de ser mandante de uma tentativa de assassinato, além de delitos de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Já é de domínio público de quem se trata.
Os policiais efetuaram varredura em uma residência situada no residencial Morumbi, em uma empresa situada na Vila Claro e numa sala de Recursos Humanos localizado no Condomínio Empresarial Palácio do Comércio (foto).
 
 
Blog do Chaguinha
 
Criado em 27 Abril 2018

Um bebê de um mês foi abandonado no bairro Maria Antonieta, em Pinhais, na Região de Curitiba, por volta das 18h30 de quinta-feira (26), segundo a Guarda Municipal. Os pais foram presos.

Uma testemunha contou aos guardas municipais que viu os pais do menino discutindo na rua e que o pai chegou a jogar uma aliança na mãe da criança. Relatou, ainda, que ela abandonou o carrinho no local, dizendo que não queria mais o filho.

A Guarda Municipal foi, então, acionada. O bebê, que completou 30 dias na quinta-feira, foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da cidade para atendimento médico. O Conselho Tutelar foi chamado para acompanhar o caso.

Segundo o conselheiro tutelar Márcio Staes, a criança está saudável. "O bebê foi encaminhado para a avó materna, que já cuida de outros dois filhos dessa mesma mãe", explicou.

Os guardas municipais fizeram buscas e localizaram a residência do casal no mesmo bairro. Os pais têm 30 anos. Eles foram presos por abandono de incapaz e levados para delegacia do município.

 
Criado em 27 Abril 2018

Paciente era um idoso de 68 anos e morava em Foz do Iguaçu; a cidade é a segunda com mais casos da doença no estado, atrás de Maringá.

Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, confirmou nesta sexta-feira (27) a segunda morte por dengue na cidade. O caso também é o segundo do estado.

O paciente era um idoso de 68 anos que morava na região norte da cidade. Ele tinha outras doenças que agravaram o quadro, como hipertensão arterial e leishmaniose tegumentar.

O homem chegou a ser internado no Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, mas não resistiu e morreu na terça-feira (24).

Segundo a Vigilância Epidemiológica do Município, desde agosto de 2017 foram confirmados 70 casos de dengue, a maioria entre jovens de 15 e 27 anos. O grupo é o público alvo da campanha de vacinação que termina neste sábado (28).

primeira morte provocada pela doença ocorreu em março, também em Foz do Iguaçu, e vitimou uma idosa de 83 anos. O último caso havia sido registrado no estado em abril de 2016.

Em todo o Paraná, foram confirmados 638 casos de dengue entre 1º de agosto de 2017 e terça. As cidades com o maior número de casos são Maringá (148), Foz do Iguaçu (69) e São João do Ivaí (61).

Saiba quais são os sintomas da dengue (Foto: Editoria de Arte G1)

 

 

 

 
Criado em 27 Abril 2018

Ação do Gaeco ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão. Mandados também foram cumpridos em Santa Fé, Colorado e Astorga, nesta sexta-feira (27).

m vereador de Guaraci, no norte do Paraná, e mais seis pessoas foram presas preventivamente em uma operação contra fraudes em licitações nesta sexta-feira (27). Entre os detidos estão dois contadores e quatro empresários. A ação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

A operação ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão. Além de Guaraci, os mandados também foram cumpridos em Santa Fé, Colorado e Astorga, todas as cidades localizadas na região norte.

De acordo com o promotor Guilherme Afonso Larsen Barros, a fraude em licitações teria provocado um prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão ao município de Guaraci, entre 2016 e 2017.

Barros explicou que o esquema consistiria em um acordo entre empresas de Santa Fé, Astorga e Colorado. Elas combinavam orçamentos que seriam apresentados nas licitações da prefeitura.

O promotor ainda explicou que o vereador preso era o responsável pelo setor de transportes da prefeitura na época dos fatos. O parlamentar tomou posse da vaga na Câmara de Vereadores no dia 16 de janeiro de 2018. Ele era o segundo suplente da vaga.

G1

 

 
Criado em 27 Abril 2018

Dos 2,6 milhões de matrículas de alunos do ensino regular na rede pública e privada do Paraná, 35,3 mil são alunos com deficiência intelectual e estudam em classes comuns, conforme o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Há outras três mil matrículas de estudantes com deficiência intelectual que estudam em classes exclusivas. Os dados são de 2017 e foram divulgados pelo Inep em fevereiro deste ano.

São alunos que têm alterações significativas no desenvolvimento intelectual e na conduta adaptativa na forma expressa em habilidades práticias, sociais e conceituais. Uma delas é a síndrome de Down.

Na rede municipal de ensino de Curitiba, onde houve o caso envolvendoquatro crianças com síndrome de Down barradas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), são 140 mil estudantes matriculados. Deste total, 83 crianças da educação infantil e 45 alunos de ensino fundamental têm síndrome de Down, segundo a prefeitura.

Especialistas defendem que as escolas regulares devem dar condições de aprendizado para as crianças com deficiência intelectual e ressaltam as aptidões delas.

'Somos todos diferentes'

 

"Não é possível comparar processos de aprendizado. Cada criança tem um jeito diferente de aprender", afirma a professora de pedagogia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e doutora em educação especial, Mirian Célia Castellain Guebert.

A especialista afirma que é preciso "deixar de fazer essa marca": que criança com deficiência aprende menos.

"Não é porque a criança é deficiente que ela não aprende. Cada criança tem um ritmo e um processo de aprendizado", diz Mirian.

 

Ela explica que é preciso garantir o aprendizado das crianças e, por isso, há a necessidade da escola regular fazer a adaptação.

Para a especialista, o que importa é como a escola vai se organizar para cada criança aprender. "Toda criança vai aprender desde que lhe ensinem. Nós somos diferentes por natureza, o que nos dá aprendizado diferentes", explica.

 

"Nós aprendemos de formas diferentes. É claro que uma criança com rebaixamento cognitivo vai ter uma diferença no aprendizado, mas não significa que não vai aprender. Somos todos diferentes", afirma Mirian.

 

De acordo com a especialista, a retenção da criança é válida quando se tem a preocupação de preparar um projeto diferenciado, se pensando em processos colaborativos.

Caso contrário, conforme Mirian, não há necessidade da retenção. "Se reter, e no ano seguinte fica a mesma coisa, a mesma estratégia, não tem porque reter".

Ela reitera que isso é válido para qualquer criança. Mirian ainda aponta que há crianças e adolescentes – sem nenhuma limitação – que não aprendem. "O processo está errado", diz.

 

"A gente fala do aprendizado, mas esquece o que gera o aprendizado", pontua a especialista.

 

Ela também que ressalta que, na inclusão, é preciso trabalhar com todas as crianças.

 

Adaptações curriculares

 

Sandra Lopes Machado, diretora pedagógica de uma escola particular de Curitiba, afirma que as crianças com deficiência intelectual precisam ser educadas na escola de uma forma diferente.

 

"Elas vão precisar de um tempo maior para adquirir aprendizado – umas crianças mais, outras menos. Isso vai demandar adaptações curriculares durante toda a vida escolar”, explica Sandra.

 

Segundo a pedagoga, o processo de alfabetização de qualquer criança pode começar aos sete anos de idade. "Até essa fase, o mais importante é o letramento, é o estímulo para leitura e escrita. Brincar com letras e números, e isso ocorre da educação infantil".

Sandra acredita que a retenção por um ano é possível, desde que haja o parecer de profissionais que acompanhem a criança prescrevendo essa necessidade. "Se houver consenso, em benefício da criança, a retenção pode sim ser respeitada".

Contudo, ela diz que não adianta ficar retendo por muito tempo.

 

"Dificilmente, vai chegar ao mesmo nível de aquisição de conteúdo de uma criança típica, mas pode seguir. A escola tem que se adaptar, apresentar mais estímulos", afirma.

 

A diretora pedagógica exemplifica com o método de ensino utilizado onde trabalha, para crianças com síndrome de Down: "Traçamos metas de alfabetização que a criança tem que atingir até o 3º ano, enquanto que para uma criança típica seria no 1º ano. Isso é para que aprenda num tempo diferente e numa forma diferente".

 

Capacidade e potencial

 

A médica pediatra especialista em síndrome do Down Beatriz Begatin Bermudez destaca que as crianças com síndrome de Down têm muita capacidade e muito potencial.

Beatriz enfatiza a importância de um ambiente propício para o desenvolvimento delas e também do convívio com crianças que não tenham a síndrome de Down.

 

"Se ficar só com criança com síndrome de Down, fica complicado, não tem um espelho. Turma regular tem muito criança para imitar de maneira positiva", afirma Beatriz.

 

De acordo com a médica, a principal dificuldade da criança com Down está na fala e, consequentemente, na alfabetização.

Há também um atraso, mas menor, na parte motora, conforme a pediatra.

"Uma criança sem síndrome de Down senta até os sete meses; com Down, a partir dos nove meses. Uma criança sem Down começa a andar com um ano e meio, enquanto a criança com Down anda até os dois anos", compara.

Como na fala há mais demora, Beatriz explica que é necessário um acompanhamento bem particularizado: "Fonoaudiólogo é o profissional que mais vai precisar".

Ela diz que as crianças com síndrome de Down começam a falar bem aos quatro anos. Já as crianças sem Down desenvolvem bem a fala com dois anos.

No ambiente escolar, a médica destaca a necessidade de uma equipe de suporte para a inclusão ser viável.

 

"A Lei Brasileira de Inclusão prevê currículo adaptado, com a essência do conteúdo e avaliações diferenciadas", pontua a pediatra.

 

Ela também acredita que, quando o professor aperfeiçoa a forma de ensinar o conteúdo, todos em sala de aula vão aprender melhor. "Ninguém é tão igual ao outro. Aprimorando, todo mundo sai ganhando", garante.

Outro ponto essencial para o progresso das crianças com síndrome de Down é o apoio da família que, segundo a pediatra, precisar proporcionar autonomia: "Não se pode fazer tudo para a criança".

 

"Elas têm capacidade para fazer tudo sozinhas", afirma a pediatra.

 

 

'Crer na pedagogia inclusiva'

 

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), usou o Facebook para se manifestar sobre o caso.

"Ninguém quer tirar da Ana - e de seus 3 outros coleguinhas na mesma situação - nenhuma oportunidade de acolhida. Compreendo a aflição dos 4 casais de pais mas precisamos crer na pedagogia inclusiva. Temos 2600 crianças satlisfatóriamente acolhidas. Mandei estabelecer diálogo. Oferecer um tempo de adaptação. A lei é feita para as pessoas. As pessoas não são feitas para a lei. Porisso podemos criar um período de adaptação ao primeiro ano. Curitiba é de todos os curitibinhas. Ana incluída. Ana merece escolarização e aprendizado", diz Greca.

O comentário foi feito em uma publicação de Kraw Penas, pai de Ana, uma das crianças que não podem mais frequentar os CMEIs.

Nesta quinta-feira (25), o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), fez um comentário no Facebook sobre o caso (Foto: Reprodução/Facebook)

Relembre o caso

 

A prefeitura conseguiu uma liminar na Justiça suspendendo a permissão judicial que as quatro crianças tinham para frequentar os CMEIs. Conforme a administração municipal, por causa da idade das crianças, que completam seis anos em 2018, elas devem ser matriculadas no ensino fundamental.

Quatro crianças com síndrome de Down foram obrigadas a deixar de frequentar as aulas em CMEIs de Curitiba na segunda-feira (23), de acordo com relatos dos pais. Mas, a diretora de uma das creches permitiu que as duas crianças matriculadas no local continuem indo à creche.

Até a manhã desta sexta (27), as quatro famílias tentavam reverter a situação.

 

"As crianças estão muito ansiosas, estão tristes, estão pedindo para ir para a escola", afirma Marile Bravo, mãe de Ana.

 

Marile conta que as crianças estão chamando muito a atenção e querendo a presença dos pais. Ela diz que as crianças sentem o nervosismo e a ansiedade que as famílias têm vivido.

"Esta é a nossa realidade de hoje: quatro crianças dentro de casa sem entender o que está acontecendo, vendo os pais num estresse altíssimo. A gente sem poder trabalhar. A gente está com as mãos amarradas. A gente precisa muito que essas crianças voltem para a sua vida, para a sua rotina", diz Marile.

 

Liminar anterior

 

Em fevereiro, as famílias entraram com uma ação na Justiça pedindo a retenção das crianças na educação infantil.

As decisões liminares – que são provisórias e precisam ser confirmadas – autorizando a permanência delas são de fevereiro e de março, segundo a advogada Maira Bianca Belém Tomasoni, que representa as quatro famílias.

"A LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação] diz que toda criança a partir dos seis anos tem que estar no ensino regular. Essas crianças vão fazer seis anos neste ano, mas são especiais. Elas têm o aprendizado diferente, o tempo diferente de outras crianças", afirmou Marile Bravo quando a história veio à tona.

G1

 
 
Criado em 05 Abril 2018

Criança foi encontrada dentro de uma caixa de papelão no último domingo (1º), no Parque das Grevíleas. Se ficar comprovada a paternidade, ele disse que vai pedir a guarda do menino.

Um homem de 22 anos que se apresentou à polícia disse que pode ser o pai do bebê que foi abandonado dentro de uma caixa de papelão no último domingo (1º), em Maringá, no norte do Paraná.

O homem se dispôs a fazer o exame de DNA. Ele também procurou o Conselho Tutelar e informou que, se ficar comprovada a paternidade, vai pedir a guarda da criança.

Morador de Nova Esperança, mesma cidade da mãe da criança, o rapaz informou à polícia que, em 2017, no período que a mãe estava separada do marido, ele teve um relacionamento com ela.

Um inquérito policial foi aberto para investigar o caso. O conselheiro tutelar já foi ouvido, assim como o homem que procurou a polícia. A mãe deve ser a próxima a prestar depoimento.

O bebê continua em um abrigo de Maringá.

 

Relembre o caso

 

A criança foi deixada pela mãe, dentro de uma caixa de papelão, na frente de uma casa no Parque das Grevíleas, no último domingo (1º).

O presidente do Conselho Tutelar Jesiel Carrara contou que, depois de deixar o menino na frente dessa casa, a mulher voltou para Nova Esperança, que fica uns 60 quilômetros de Maringá. Ao chegar lá, cerca de seis horas depois, ela se arrependeu e voltou para buscar o filho.

A criança tinha três dias quando foi abandonada, conforme Carrara. A mulher, que não chegou a ser presa, contou ao presidente do Conselho Tutelar que se separou do marido e nesse período se relacionou com outra pessoa. Foi quando engravidou.

 

G1

 
Criado em 15 Fevereiro 2018

Um empresário, de 26 anos, e seu irmão, de 36, que não tiveram os nomes divulgados pela Polícia Civil, estão presos por serem suspeitos de atirar contra a youtuber de 14 anos, Isabelly Cristine Santos, em Paranaguá, Litoral do Estado. O caso aconteceu na madrugada de quarta-feira (14), após uma briga de trânsito em Balneário de Canoas, em Pontal do Paraná.

Na ocasião, foi apreendido uma pistola 380 e o carro utilizado no crime. A arma é legal e, conforme a Polícia Civil, o empresário atua na região Sul de Curitiba, no bairro Sitio Cercado, e que estava passando o feriado de Carnaval na praia. 

Os suspeitos ficaram detidos e estão a disposição da Justiça. A youtuber paranaense Isabelly Cristine Santos, dona do canal 'Isa Top Show', teve morte cerebral confirmada pelo Hospital Regional do Litoral em Paranaguá. Isabelly se tornou modelo aos 5 anos e montou o canal no YouTube há dois anos e tinha cerca de 28 mil inscritos.

 
 
Redação Bonde
 
Criado em 09 Fevereiro 2018

Valor cobrado por transferência é de R$ 1,69, a partir do segundo resgate. Segundo o governo, a taxa é referente à tarifa bancária cobrada do estado pelos bancos.

O programa Nota Paraná, do governo estadual, agora cobra pela transferência de créditos para contas bancárias, a partir do segundo resgate.

O valor cobrado por transferência é de R$ 1,69, tanto para depósitos em conta corrente quanto para em poupança. Segundo o governo, a taxa é referente à tarifa bancária cobrada do estado pelos bancos (veja a lista de instituições credenciadas).

A exceção é o Banco do Brasil, por ser a instituição financeira oficial do Paraná e, portanto, não cobrar taxas da administração estadual.

O uso dos créditos para IPVA segue sem ter descontos, pois não é uma operação bancária, de acordo com o governo.

Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

 
Criado em 08 Fevereiro 2018

novo secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp), Júlio Cezar dos Reis, disse, nesta quinta-feira (8), que os órgãos vinculados à Polícia Civil e à Polícia Militar (PM) possuem armamentos compatíveis para enfrentar a criminalidade.

Reis ocupava o cargo de delegado-geral da Polícia Civil do Paraná e assumiu o lugar de Wagner Mesquista. A mudança foi anunciada pelo governo do Paraná nesta segunda-feira (5).

"Tanto que diversas unidades detêm fuzis e carabinas para esse enfrentamento. Existe processo de novas aquisições em andamento. Claro que tudo demanda até de autorização do exército. É um processo um pouco burocrático, mas a polícia está muito bem capacitada para esse enfrentamento", acrescentou o novo secretário.

O novo diretor-geral da Sesp será o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Orlando Artur da Costa.

"Nossa prioridade é reestabelecer a harmonia – não entre as instituições que já existiam, mas até entre o comando da Sesp e todas as demais instituições. Volto a dizer: que isso cause um comprometimento maior de todos para o enfrentamento a esse assunto tão polêmico que é a segurança pública. Nosso compromisso com a sociedade é tão grande que acho que não é momento de identificar o que ocorreu para trás e, sim pensar para frente", comentou Reis logo após o anúncio da substituição.

De acordo com o governador Beto Richa, era preciso "dar mais um passo para um sintonia mais fina" entre as forças policiais no estado.

Reis está há mais de 20 anos na Polícia Civil do Paraná. Ele assumiu como delegado-geral em dezembro de 2014.

O novo secretário é pós-graduado em Gestão de Políticas Públicas e em Direito Penal. Já comandou a Divisão Policial do Interior (DPI) e a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), além das Subdivisões Policiais de Cascavel e de Pato Branco – e várias delegacias regionais.

O governador ainda não definiu quem vai comandar a Polícia Civil.

 
 

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