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Created on 21 March 2017

74% dos professores entrevistados disseram ter ocorrido violência entre alunos dentro da escola em que lecionam

Dados do questionário da Prova Brasil 2015, divulgados nesta segunda-feira (20), revelam que 22,6 mil professores de todo o País já foram ameaçados por estudantes e que outros 4,7 mil já sofreram atentados à vida nas escolas. As informações organizadas na plataforma Qedu mostram também que, no Paraná, 1,2 mil professores – 9% do total que respondeu o questionário – já foram ameaçados por alunos e que 213 (2%) já foram vítimas de atentado. O questionário da Prova Brasil é aplicado a diretores, alunos e professores 5º e do 9º ano do ensino fundamental.
As respostas mostram que há um cenário de violência nas escolas. As agressões não ocorrem apenas com professores e funcionários, mas também entre estudantes. A maioria dos professores (71%), o que equivale a 183,9 mil, disse ter ocorrido agressão física ou verbal de alunos a outros estudantes da escola. No Paraná, o percentual é ainda maior. Do total de professores entrevistados, 74% deles, ou 10.375, disseram ter ocorrido violência entre alunos dentro da escola em que lecionam.
A 4º Companhia da Patrulha Escolar, que tem sede em Londrina, é responsável por outros 83 municípios das regiões Norte Central e todo o Norte Pioneiro, registrou 146 casos de agressão em 2016, sendo 41 deles em Londrina. De acordo com o comandante da unidade, capitão Josmar Francisco Moreira, o maior número de ocorrências atendidas dentro das escolas se refere a brigas entre alunos ou ameaças a professores. "A Patrulha Escolar tem um forte serviço preventivo, com ações educativas, mas quando é necessário, temos que intervir em situações de violência", comentou o capitão.
O questionário também traz respostas de diretores. No Paraná, 354 disseram já ter sido ameaçados e 82 já se viram em situação de risco à vida por conta da violência. As situações continuaram no ano passado. Em junho de 2016, a diretora de uma escola de Arapoti, nos Campos Gerais, levou uma facada na nuca. O aluno agressor havia se revoltado porque a diretora havia ligado para os pais dele para relatar situações de desrespeito dentro da escola. A diretora foi hospitalizada e sobreviveu ao atentado.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), no entanto, os dados podem estar subnotificados. A secretária de Comunicação da APP em Londrina, Paola Gollner, informou que o sindicato tem informações de vários casos de professores e educadores agredidos verbal e fisicamente, mas, segundo ela, poucos fazem a denúncia ou registro por meio de boletim de ocorrência. Ela considera que, diferente dos demais servidores, os educadores têm, em sua maioria, uma relação mais humana com relação aos seus agressores, geralmente menores e de família carente, e não registram boletim de ocorrência de desacato ao funcionário público.
"São educadores que são ameaçados e possuem receio em fazer a denúncia. Outros acabam ficando com pena desses alunos por eles não possuírem estrutura em suas casas. E, ainda, temos casos que a própria escola solicitar ao profissional para não relevar a situação. Realmente são inúmeros casos. Infelizmente, chega até ser corriqueiro dentro das escolas", lamenta Paola.
A Secretaria Estadual de Educação (Seed) informa não ter dados sobre ameaças a professores. Por meio de nota, a pasta orienta que o professor deve levar o caso de ameaça ao Conselho Escolar para se verificar a gravidade da situação e definir os encaminhamentos necessários e para que sejam tomadas providências legais. "As escolas devem realizar ações junto aos estudantes para garantir a tranquilidade no ambiente escolar e coibir qualquer tipo de violência".

ARMAS
Mais de 2,3 mil professores afirmaram que estudantes frequentaram as aulas com armas de fogo e mais de 12 mil disseram que havia alunos com armas brancas, como facas e canivetes. Muitas vezes havia nas aulas estudantes que tinham bebido, segundo 13 mil professores, ou usado drogas, de acordo com 29,7 mil.
Segundo o pesquisador da Fundação Lemann, Ernesto Faria, muitos desses conflitos vêm de fora da escola. "O desafio não é tão simples porque a violência, muitas vezes, não está ligada à escola, mas a problemas locais na região. É importante não pensar a escola como uma caixinha sozinha. A escola vai ter que envolver a comunidade e pensar que tipo de parceria deve haver", diz.
Ao todo, 262,4 mil professores responderam aos questionários. Embora, percentualmente, os índices de violência não sejam tão altos, quando olhados em números, segundo o pesquisador, são preocupantes. "Temos que olhar o quanto o ambiente escolar é agradável, a relação de professores e alunos. Temos que pensar em gestão em sala de aula, disciplina, o trabalho com habilidades socioemocionais", diz. (Com Agência Brasil)

 

Folha de Londrina

 
Created on 21 March 2017

Cerca de 17 milhões de crianças até 14 anos – o que equivale a 40,2% da população brasileira nessa faixa etária – vivem em domicílios de baixa renda. No Norte e no Nordestes, regiões que apresentam as piores situações, mais da metade das crianças [60,6% e 54%, respectivamente] vivem com renda domiciliar per capita mensal igual ou inferior a meio salário mínimo. Desse total, 5,8 milhões vivem em situação de extrema pobreza, caracterizada quando a renda per capita é inferior a 25% do salário mínimo. 

Os dados fazem parte do relatório Cenário da Infância e Adolescência no Brasil, documento que faz um panorama da situação infantil no país , divulgado pela Fundação Abrinq. O estudo foi feito utilizando dados de fontes públicas, entre elas o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Nesta quarta edição, a publicação reúne 23 indicadores sociais, divididos em temas como trabalho infantil, saneamento básico, mortalidade e educação. A publicação também apresenta uma série de propostas referentes às crianças e que estão em tramitação no Congresso Nacional.

 



"Nesta edição, além de retratar a situação das crianças no Brasil, também apresentamos a Pauta Prioritária da Infância e Adolescência no Congresso Nacional. O conteúdo revela as principais proposições legislativas em trâmite no Senado e na Câmara dos Deputados, com os respectivos posicionamentos da Fundação Abrinq baseados na efetivação e proteção de direitos da criança e do adolescente no Brasil", disse Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq. 

Violência 

Um dos temas abordados no documento é a violência contra as crianças e adolescentes. Segundo o estudo, 10.465 crianças e jovens até 19 anos foram assassinados no Brasil em 2015, o que corresponde a 18,4% dos homicídios cometidos no País nesse ano. Em mais de 80% dos casos, a morte ocorreu por uso de armas de fogo. A Região Nordeste concentra a maior parte desses homicídios (4.564 casos), sendo 3.904 por arma de fogo. 

A publicação também mostra que 153 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes chegaram ao Disque 100 em 2015, sendo que em 72,8% das ligações a denúncia se referia a casos de negligência, seguida por relatos de violência psicológica (45,7%), violência física (42,4%) e violência sexual (21,3%). 

Trabalho infantil 

Com base em dados oficiais, o documento revelou que as condições do trabalho infantil estão mais precárias. Embora tenha diminuído o número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil na faixa de 10 a 17 anos [redução de cerca de 659 mil crianças e adolescentes ocupados em 2015 em comparação a 2014], houve aumento de 8,5 mil crianças de 5 a 9 anos ocupadas. 

O universo de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos que trabalhavam n somou 2,67 milhões em 2015. Mais de 60% delas são do Nordeste e do Sudeste, mas a maior concentração ocorre na Região Sul. 

O estudo mostrou também dados mais positivos, como a taxa de cobertura em creches do país, que passou de 28,4% em 2014 para 30,4% em 2015 - ainda distante, no entanto, da meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação, de chegar a 50% até 2024.

Estudo mostra que 40% das crianças de 0 a 14 anos no Brasil vivem na pobreza

 

Bonde

 
Created on 31 December 2016
O sorteio da Mega da Virada, às 20h deste sábado (31), pode pagar um prêmio de R$ 225 milhões para quem acertar as seis dezenas. O concurso será em São Paulo e terá transmissão ao vivo pela TV Globo.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, o valor integral do prêmio rende R$ 1,4 milhão ao mês se aplicado na poupança, ou permite comprar 37 imóveis de R$ 6 milhões cada um.
 

Para apostar na Mega da Virada

 
As apostas podem ser feitas até as 14h (de Brasília) deste sábado, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50. Correntistas da Caixa podem apostar pelo serviço de internet banking do banco, disponível em computadores, tablets e smartphones.
 

Probabilidades

 
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
 
Created on 16 December 2016

O juiz da 3ª Vara Criminal de Londrina, Juliano Nanuncio, condenou 42 réus na ação criminal da primeira fase da Operação Publicano, que apura desvios na Receita Estadual. A sentença, que contém 1.616 páginas, foi proferida nessa quinta-feira (15). Entre os condenados estão auditores, empresários, contadores e outras pessoas envolvidas no esquema de corrupção.

As maiores penas foram para o ex-inspetor-geral de fiscalização da Receita Estadual Márcio Albuquerque Lima (97 anos, um mês e 29 dias) e para a mulher dele, a também auditora Ana Paula Pelizari Marques Lima (76 anos e sete meses). Lima foi apontado pelo Ministério Público como o chefe da organização criminosa que desviou cerca de R$ 2 bilhões em todo o Estado.

Ele foi condenado em 30 situações, que envolvem crimes de integrar organização criminosa, corrupção passiva tributária e corrupção ativa. Além da pena de quase um século de reclusão, o juiz fixou multa de R$ 2,3 milhões. Já Ana Paula teve 29 penas aplicadas, pelos mesmos crimes do marido, com multa estipulada em R$ 1,5 milhões. O advogado que representa o casal, Douglas Maranhão, comentou que vai recorrer da decisão. "As penas foram muito pesadas, mas eu não concordo nem com a condenação de meu cliente. Por isso vamos ingressar recurso junto ao Tribunal de Justiça", disse.

Os auditores Antonio Carlos Lovato e Laércio Rossi foram condenados por integrar organização criminosa e corrupção passiva tributária. Cada um recebeu pena de 69 anos e seis meses de reclusão. Já o auditor Lídio Franco Samways Junior teve 14 condenações com pena de 51 anos e seis meses de reclusão.

Outro auditor condenado foi Luiz Antônio de Souza, também envolvido no processo que investiga uma rede de exploração de menores em Londrina. Souza foi condenado a 49 anos e um mês por 25 crimes cometidos, entre eles o de integrar organização criminosa, corrupção passiva tributária e corrupção ativa e violação do sigilo funcional. A mulher dele, Daniela Feijó de Souza, também foi condenada. Pelo crime de falsidade ideológica, terá que cumprir um ano e três meses de reclusão em regime aberto.

Caso o acordo de delação premiada de Souza estivesse em vigor – o termo foi rescindido em razão de reincidência criminosa apontada na Operação Publicano 5 – o principal delator poderia ficar isento de pena. Pelos termos iniciais do acordo, ele seria posto em liberdade no final de junho deste ano, o que não ocorreu. Ele segue preso.

Eduardo Ferreira, advogado de Luiz Antônio de Souza, considerou as penas elevadas e disse que vai recorrer. Segundo ele, todas as informações cedidas pelo cliente por meio de acordo de delação premiada se confirmaram. "Ele fez a parte dele e contribui com as investigações. Agora, vamos trabalhar para uma redução natural da pena", afirmou.

Já Walter Bittar, que defende os réus José Luiz Favoreto Pereira e Orlando Aranda, informou que não iria fazer comentários de ordem técnica ou jurídica quanto a sentença, porém, não relatou que "não há como concordar com os argumentos do juízo e, por isso, o que tem a ser dito será consignado no recurso de apelação". Favoreto foi condenado a 37 anos, oito meses e 15 dias de prisão por 19 crimes cometidos. Já Aranda teve pena estipulada em 14 anos e três meses.

Do total dos 42 réus condenados, 24 devem cumprir pena em regime fechado (para penas acima de oito anos), sete no semiaberto (entre quatro e oito anos de reclusão) e 11 no regime aberto (menos de quatro anos). Outros 14 réus, apesar de serem considerados culpados, tiveram as penas perdoadas pelo juízo. Nas etapas anteriores, cinco réus tiveram suspensão condicional do processo. Portanto, ontem, 12 do total de 73 réus foram absolvidos. Colaborou Loriane Comeli

 

 

 
Created on 28 November 2016

Um aplicativo desenvolvido no Rio Grande do Sul ajuda a evitar acidentes como o que causou a morte de um bebê de cinco meses, quarta-feira (23), esquecido no carro pelo pai durante a rotina de trabalho, em Araçatuba, interior de São Paulo. 

Marcos Santos/USP Imagens

 

Os sócios Érico Montejo e Larissa Moraes desenvolveram um sistema gratuito que avisa pelo celular quando a criança não é deixada na escola, creche ou onde deveria estar rotineiramente. O serviço, registrado com o nome de "Bebê Alerta", está disponível para celulares com tecnologia Android ou iOS.

 



Montejo é empresário da área de comunicação e Larissa, consultora empresarial. "O aplicativo nasceu da nossa preocupação em defender as crianças de fatalidades, ajudando os pais a reduzir o esquecimento dos filhos nos carros. Na vida atribulada de hoje, é algo que pode acontecer com qualquer pessoa", disse Larissa. 

O sistema registra a rotina da criança e emite alerta quando ela é quebrada. Se o filho não é deixado na escola no horário previsto, por exemplo, a mensagem indaga se os pais têm conhecimento da falta à aula. Isso também acontece quando a criança sai das aulas antes do horário ou permanece na escola mais tempo que o previsto. Segundo Larissa, o controle também evita casos, que ocorrem com certa frequência, de pais que se esquecem de buscar o filho após o período letivo. 

Lançado no início deste ano, o serviço já recebeu adesão de escolas de Estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, de forma gratuita. "Se a escola quiser inserir logotipo ou publicidade, aí é cobrada uma mensalidade", disse a consultora empresarial. Na escola, além do celular, o controle pode ser feito por tablet, notebook ou computador, permitindo a inserção de outros serviços, como a agenda escolar e informações para os pais. 

Larissa e Montejo pretendem ampliar o leque de utilidades do sistema. "Estamos preparando a segunda fase do projeto, em que os pais poderão usar o sistema de check-in e chek-out em outras atividades do dia a dia", disse Larissa. O funcionamento e formas de acessar o serviço estão disponíveis no site www.bebealerta.com.br.

Bonde

 
Created on 04 November 2016

Um caminhão carregado com carne tombou por volta da 0h desta sexta-feira (4) no quilômetro 303 da BR-376, em Mauá da Serra, na região norte do Paraná.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), cerca de 40 pessoas, entre índios e outras pessoas que passavam pelo local, tentaram saquear o veículo, mas não tiveram acesso à carga.

Com isso, conforme a polícia, os ânimos ficaram exaltados e uma viatura policial foi apedrejada. Um policial rodoviário federal foi atingido por uma pedra na cabeça e precisou de atendimento médico.

Ainda de acordo com PRF, os índios e populares também atearam fogo no caminhão.

O policial foi socorrido por uma ambulância da concessionária RodoNorte e foi encaminhado ao Unidade de Pronto Atendimento (UPA), também no norte doestado, onde levou 13 pontos. Ele passa bem. Houve interdição total da rodovia por cerca de duas horas.

Após o incidente no quilômetro 303, outro caminhão, com carga de eletrônicos, também sofreu uma tentativa de saque no mesmo local., conforme a polícia.

Viatura da PRF foi apedrejada, segundo a polícia (Foto: Divulgação/PRF)

G1

 

 
Created on 15 September 2016
Domingos Montagner, o Santo de "Velho Chico", da TV Globo, morreu nesta quinta-feira (15). Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a trinta metros de profundidade, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco. 

Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio. 

Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Policia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas. 
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL). 

Para a polícia, Pitanga afirmou que os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio. Em seguida, ela notou que havia muita correnteza e avisou Domingos. Ambos nadaram de volta para a pedra. A atriz tentou duas vezes segurar na mão dele, mas foi arrastado de volta para a água. 

Divulgação
Divulgação


Carreira 

O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Alguns papéis de destaque foram o Capitão Herculano Araújo de "Cordel Encantado" (2011) e o presidente Paulo Ventura de "O brado retumbante" (2012). 

Ele também chamou atenção como o Zyah de "Salve Jorge" (2012) e João Miguel de "Sete Vidas (2015). O ator estava no ar como o Santo de "Velho Chico" (2016). 
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro. 

Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico. 

O primeiro papel na TV foi no seriado "Mothern" (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: "Força Tarefa", "A Cura" e "Divã". A primeira novela, "Cordel Encantado", foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa "Gonzaga - de Pai Pra Filho", de Breno Silveira. 

(com informações do G1)

 

 
Created on 15 September 2016
A juíza da Vara Cível de Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina), Sonia Leifa Yeh Fuzinato, determinou nesta quinta-feira (15) a indisponibilidade de bens do ex-prefeito Alberto Baccarim, que ocupou o cargo até 2008, e de sócios-proprietários de uma funerária, contratada na época para prestação de serviços no Cemitério Municipal de Ibiporã. A denúncia chegou ao conhecimento do Ministério Público do Paraná (MP-PR), que transformou o processo em ação civil pública protocolada e enviada no final de agosto pela promotora Amarílis Picarelli Cordioli. 

O MP apurou possíveis irregularidades no procedimento licitatório realizado pela Prefeitura de Ibiporã e concluiu que 'houve apropriação indevida de valores decorrentes da alienação legal pela empresa requerida de bens públicos municipais (carneiras da ala destinada ao cemitério municipal a pessoas indigentes/carentes) pelo particular. O certame contemplava reforma de túmulos, jazigos, construção de carneiras simples, meios-fios e calçamento, além de outros serviços. 



De acordo com o Ministério Público, o ex-prefeito e os representantes legais da empresa teriam firmado verbalmente e 'de forma ilícita' uma permuta, que funcionaria da seguinte maneira: a empresa construiria uma ala provisória no cemitério municipal e, em vez de ser remunerada pelas respectivas obras, receberia, para cada 15 carneiras que edificasse na ala provisória, uma carneira destinada ao setor de sepultamento de pessoas carentes ou indigentes. 

Segundo as investigações, o acordo entre os envolvidos não constava no contrato. Ainda conforme o MP, a empresa, com consentimento do ex-prefeito, passou a vender os locais de forma direta. Os proprietários teriam se apropriado, de forma indevida, dos valores recebidos pelos usuários. A denúncia é reforçada por um ofício interno enviado pela administração municipal, que respondeu os questionamentos da promotora responsável pelo caso. 

Um laudo enviado pelo engenheiro civil do Município, Edson Luiz da Silva, detalhou que os jazigos construídos sequer tinham condições de uso. No documento, o servidor público detalhou que "falta executar serviços de chapisco, reboco e emboço. Além disso, os pilares estão expostos com ferragem, ausência de calçadas em torno das estruturas". No encerramento da licitação, verificou que as obras estavam inacabadas. A prefeitura precisou abrir crédito adicional de R$ 210 mil para atender 'melhorias no cemitério municipal'. 

O prejuízo para o erário municipal passava de R$ 55 mil na época. Com as correções monetárias, o montante passa de R$ 105 mil. O valor deverá ser ressarcido aos cofres públicos pelos denunciados na ação civil, que foi acatada pela Justiça. Em entrevista ao Portal Bonde, o ex-prefeito Alberto Baccarim informou que 'vai recorrer da decisão'. Ele argumentou que 'faltaram documentos para que a juíza fundamentasse a decisão'. Os proprietários da empresa envolvida no processo não quiseram se manifestar.

 

Bonde

 
Created on 15 September 2016

Uma nova rodada de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi realizada na tarde desta quinta-feira (15). No entanto, a Federação apresentou a mesma proposta, já rejeitada pelo Comando Nacional dos Bancários na rodada da última terça-feira (13), que prevê reajuste de 7% e um abono de R$ 3,3 mil. 

No 10º dia de greve nacional, a mobilização cresceu ainda mais no Paraná e segundo levantamento da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito no Paraná (FETEC-CUT-PR) realizado nesta quinta-feira, 787 agências estão fechadas. São 17,8 mil bancários em greve. 

Em Londrina e região, a adesão à greve aumenta a cada dia. Com a suspensão das atividades na agência do Banco do Brasil, em Jaguapitã, a adesão chega a 90,4%. 

São 115 agências e quatro PABs paralisados, totalizando 1.922 bancários em greve em Londrina, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Ibiporã, Rolândia, Assaí, Sertanópolis, Alvorada do Sul, Jataizinho, Primeiro de Maio, Uraí, Tamarana e Jaguapitã. 

Na última segunda-feira (12), antes de completar uma semana de greve, segundo levantamento, 80% das agências estavam com serviços paralisados a clientes, com exceção de aposentados e pensionistas. Na quarta-feira (14), o número subiu para 89,2%. 

A presidente do Sindicato dos Bancários de Londrina (Sindiban), Regiane Portieri, afirma que esta sexta-feira (16) será um dia difícil para a categoria. "Ainda não sabemos como será amanhã, estamos aguardando as orientações do Comando Nacional. Vamos ver o que vai dar". Segundo a presidente, neste momento, é importante que as mobilizações sejam fortalecidas. 

O Comando Nacional orienta a continuidade da greve e a ampliação do movimento até que os bancos se prontifiquem a tratar com seriedade as negociações. 

Em âmbito nacional, foram contabilizadas 12.608 agências fechadas, o que representa 54% do total.

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Bonde

 
Created on 12 September 2016

Em uma mesa de negociação realizada nesta sexta-feira (9), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou aos bancários uma nova proposta de reajuste. A Fenaban propôs 7% de reajuste nos salários e benefícios e um abono de R$ 3,3 mil, que será pago 10 dias após a assinatura do acordo. 

Em greve desde terça-feira (6), os bancários pedem reajuste de 14,78% [sendo 5% de aumento real e mais a correção da inflação], 14o salário, participação nos lucros e resultados (PLR) de R$ 8.297,61, entre outros. 

"O valor fixado para o abono está 10% acima da proposta inicial apresentada no dia 29 de agosto e, somado ao reajuste no salário, superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, representa um ganho expressivo para a maioria dos bancários", afirma, em nota, a Fenaban. 

Segundo a federação, o modelo de aumento composto por abono e reajuste sobre o salário é o mais adequado para o atual momento de transição na economia brasileira, de inflação alta para uma inflação mais baixa. 

De acordo com a Fenaban, após a proposta de hoje, as negociações continuam. Na segunda-feira (12), o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região faz assembleia a partir das 17h, quando a categoria deve decidir sobre os rumos do movimento. 

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Agência Brasil

 

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