
A Universidade Estadual de Londrina esta oferecendo 400 vagas remanescentes, isto é, vagas que já não existem mais candidatos classificados no vestibular de 2013.

Foram homologadas 124.209 inscrições para 5.264 postos, o que dá 23,6 candidatos por vagaO concurso de soldado da Polícia Militar do Paraná (PM-PR) teve 124.209 inscrições homologadas, segundo o balanço preliminar da assessoria da PM. Com a oferta total de 5.264 vagas (4.444 na carreira de PM e 819 na de bombeiro), a concorrência por vaga é de 23,6 candidatos.
O número é quase três vezes maior que o registrado pelo concurso vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) — o mais concorrido no Estado —, que contou com 50.421 inscritos na última edição, em dezembro deste ano, para a oferta de 5.616 vagas. Ou seja, a concorrência do vestibular da UFPR teve 8,9 candidatos por vaga, considerando o número total de inscritos e o total de vagas ofertadas.
O detalhamento do perfil dos candidatos inscritos no concurso, que exige a conclusão do nível médio de ensino, será divulgado ao longo da semana. De acordo com a assessoria, essa contabilização com o cruzamento de dados leva mais tempo e, por isso, ontem ainda não havia a disponibilização dos dados.
O prazo final havia sido prorrogado de segunda-feira (21) para terça-feira (22), em função do número de inscrições feitas, mas não pagas, que somaram 130 mil até a manhã de segunda-feira.
Na oportunidade o comandante-geral da PM em exercício, coronel Cesar Alberto Souza, alertou aos candidatos que realizassem o pagamento do boleto a fim de não perderem a inscrição.
Atualmente a Polícia Militar do Paraná tem um efetivo de 19,5 mil policiais em todo o Estado. A última contratação foi de 2.510 mil policiais militares, 526 bombeiros militares e 189 cadetes, sendo que alguns já se formaram e outros se formarão até março de 2013.
A remuneração durante o curso de formação de soldados é de uma bolsa auxílio no valor de R$ 1.463,03, que é referente ao salário de um soldado de 2º classe, e após a conclusão o soldado, agora de primeira classe, recebe o valor de R$ 3.225,99.
As provas acontecerão no dia 24 de fevereiro de 2013, com 40 questões objetivas de Português, Matemática, História, Geografia, Informática, Estatuto da Criança e do Adolescente e atualidades. Haverá também redação.
O conteúdo corresponde ao conhecimento do Ensino Médio (2º Grau) e está disponível no edital. O processo de avaliação será dividido em prova escrita, teste físico, avaliação psicológica, exame clínico e uma avaliação social.
As vagas são regionalizadas sendo: 1º Núcleo - Curitiba, Região Metropolitana e Litoral; 2º Núcleo - Londrina e região; 3º Núcleo - Maringá e região; 4º Núcleo - Ponta Grossa e região; 5º Núcleo - Cascavel e região.

O balanço final do Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou 1.032.873 inscritos. Os números divulgados nesta terça-feira (22) pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que o total de inscrições foi 2.011.538, considerando que cada candidato teve oportunidade fazer até duas opções de curso.
O estado com maior número de candidatos inscritos na primeira edição do programa neste ano foi São Paulo, com 187.489; seguido por Minas Gerais, com 141.839, e Rio de Janeiro, com 75.935.
A primeira convocação de candidatos pré-selecionados será feita na próxima quinta-feira (24) e o prazo para matrícula na instituição de ensino vai até o dia 31.
Em 8 de fevereiro, será feita a segunda chamada de pré-selecionados. O candidato deve providenciar a matrícula e a apresentação de documentos até o dia 19 do mesmo mês.
O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Para o primeiro semestre deste ano, estão sendo oferecidas 162.329 bolsas, sendo 108.686 integrais e 53.643 parciais (cobertura de 50% da mensalidade).
Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar por pessoa até um salário mínimo e meio (R$ 1.017). Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos (R$ 2.034) por pessoa. Cada estudante pode optar por até dois cursos.
O estudante que conseguir apenas uma bolsa parcial (50% da mensalidade) pode custear a outra parte por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), sem necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo.
Estão dispensados dos requisitos de renda para a obtenção de bolsa os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério na educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.

Gazeta do Povo.
Começam nesta sexta-feira as matrículas dos estudantes que foram convocados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O candidato selecionado deverá verificar, junto à instituição de ensino em que foi aprovado o local, horário e procedimentos para matrícula. O prazo termina na terça-feira (22). O resultado da segunda chamada será divulgado no próximo dia 28, com o prazo de matrícula de 1º a 5 de fevereiro.
O Sisu 2013 registrou a inscrição de 1,949 milhão de estudantes, que concorrem a 129,3 mil vagas em 3.752 cursos. De acordo com o Ministério da Educação, a edição deste ano teve uma alta de 11% no total de interessados em relação ao ano passado. A seleção é feita com base no desempenho do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).


Estão abertas, desde a última quinta-feira (17), as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). Os candidatos podem se inscrever até as 23h59 (horário de Brasília) da próxima segunda-feira (21), somente pelo site do programa.
Para participar, é preciso ter cursado todo o Ensino Médio em escola pública ou em estabelecimento particular como bolsista. Também é pré-requisito ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e atingido pelo menos 450 pontos, além de não ter zerado a nota da redação. Até o ano passado, a exigência mínima era alcançar 400 pontos.
O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de Terceiro Grau. A bolsa integral é concedida a estudantes com renda bruta familiar por pessoa até 1,5 salário mínimo, e as parciais àqueles com renda familiar até três salários mínimos por pessoa.
Na hora de se candidatar a uma vaga, o estudante deve informar o número de inscrição e a senha usados no Enem 2012. Ele escolhe, em ordem de preferência, até duas opções de instituição, curso e turno entre as bolsas disponíveis, de acordo com o seu perfil. Os candidatos podem consultar as vagas disponíveis no Portal do ProUni.
Na primeira edição deste ano, o Programa Universidade para Todos (ProUni) vai oferecer 144.639 vagas, das quais 99.223 são bolsas de estudo integrais e 45.416 parciais (50% da mensalidade).
A primeira divulgação dos resultados será no próximo dia 24 e a segunda, no dia 08 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das etapas poderá aderir a uma lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro. Após a divulgação dos resultados, os candidatos pré-selecionados terão um prazo para comparecer à instituição de ensino com os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição.
A bolsa do ProUni pode ser uma alternativa para quem não conseguiu uma vaga no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Caso o candidato seja selecionado nos dois programas, deverá optar por um deles, já que é vedado usar uma bolsa do programa e estar, simultaneamente, matriculado em instituição de ensino superior pública e gratuita.
O estudante que conseguir apenas uma bolsa parcial pode custear a outra parte por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) sem a necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

Será divulgado às 12h, no site da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o resultado do vestibular 2013. Serão 3.100 aprovados para os 68 cursos ofertados, incluindo turno e habilitações. O resultado estará disponível no site da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops) e em edital impresso, na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), localizada no campus.
Dos mais de 20 mil candidatos inscritos, foram classificados 8.544 para a 2ª fase. Devido ao índice de ausentes, que ficou em 4,19%, cerca de 8.200 aguardam o resultado.
A pré-matrícula dos aprovados estará aberta entre os próximos dias 21 e 24, a partir das 9h, no Portal do Estudante. Os candidatos que não forem chamados na primeira chamada podem manifestar interesse na lista de espera, no site da Cops. A segunda convocação do vestibular será divulgada no próximo dia 31, também ao meio-dia.
O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação (MEC), encerrou ontem às 23h59 seu período de inscrições, com o registro de 1,949 milhão de estudantes, que concorrerão a 129,3 mil vagas. Segundo nota divulgada hoje pelo MEC, a edição deste ano registrou um crescimento de 11% no total de interessados em relação ao ano passado.
As vagas deste ano estão divididas em 3.752 cursos oferecidos por 101 instituições públicas de educação superior. De acordo com o ministério, para este primeiro semestre, a chamada dos selecionados está prevista para segunda-feira, 14. Já uma segunda chamada será divulgada no dia 28 deste mês.
Nesta sexta, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região suspendeu uma segunda liminar que havia sido concedida pela Justiça Federal de Bagé (RS) exigindo a alteração do fim do prazo de inscrições e divulgação dos resultados do Sisu.
Com essa decisão, o calendário original do Sisu acabou não sofrendo alterações. Concorrem às vagas aqueles que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e obtiveram nota na redação que não tenha sido zero.
Ao todo, 4,1 milhões de pessoas fizeram a última edição da prova do Enem 2012 e nesta sexta-feira (28/12), O MEC divulgou as notas dos candidatos que deverão ser consultadas no site do Inep (órgão ligado ao Ministério da Educação e responsável pelo Enem).
Para consultar as notas da prova de conhecimentos gerais e da redação, os candidatos devem informar no site da instituição o CPF ou o número de inscrição, além da senha usada no ato do cadastro.
Com o resultado do Enem, o estudante pode se inscrever no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), adotado por instituições de ensino superior para selecionar estudantes que ingressarão nelas no próximo ano. Para o primeiro semestre de 2013, o sistema oferecerá 129.279 vagas, 19% a mais em relação ao mesmo período de 2012.

Criado por lei em 2006, o ensino de 9 anos ainda provoca dúvidas nos municípios do Paraná, que adotam normas próprias para as matrículas das crianças
Instituído em 2006 pela Lei Federal 11.274, o ensino fundamental obrigatório de 9 anos, com início aos 6 anos de idade da criança, teve até 2010 para ser implantado. Mas entre ações judiciais, leis locais e resoluções conflitantes ainda há dúvidas a respeito da data correta para ingresso no 1.° ano dessa etapa de escolaridade. Um novo capítulo dessa história foi iniciado em outubro, com a divulgação do último parecer do Conselho Estadual de Educação do Paraná (CEE). Pelo documento, que orienta escolas públicas e privadas do Paraná, crianças que completam 6 anos até 31 de março devem obrigatoriamente ser matriculadas no 1.° ano do fundamental em 2013. Todas as que completam 6 anos desta data até 31 de dezembro devem continuar mais um ano na educação infantil, a menos que os pais façam uma manifestação expressa solicitando “antecipação” da matrícula.
A orientação do CEE foi motivada por uma consulta feita pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), que tem recebido muitos questionamentos de municípios paranaenses sobre as matrículas no fundamental. “No Paraná a questão está complicada e essa confusão prejudica crianças e suas famílias”, afirma a presidente da Undime, Cleuza Repulho. A dúvida das escolas é pertinente: apesar de o CEE e o Conselho Nacional de Educação (CNE) defenderem a diferenciação pelo aniversário dos estudantes, há uma lei estadual (16.049/09) que derruba essa data de corte e dá às crianças o direito de frequentar o 1.° ano independentemente do dia em que completam seis anos.
Liminar
Antes da lei, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) já havia obtido na Justiça, em 2007, uma liminar determinando que as escolas fizessem a matrícula de todas as crianças que completassem 6 anos no decorrer do 1.° ano. Segundo o MP-PR, antes disso muitas famílias reclamavam por não conseguirem vaga. No ano passado, o Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) também recomendou que os estabelecimentos de ensino desconsiderassem totalmente uma restrição do CNE, de 2010 (que seguia no mesmo sentido que o parecer do CEE), por entender que a orientação viola a Lei Nacional de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Sem saber se seguem a recomendação dos conselhos estadual e nacional ou se obedecem à decisão judicial, as escolas se veem divididas e a matrícula das crianças acaba sendo definida de acordo com a postura do município onde moram. “O município não tem espaço para negociação. Ainda que discorde da liminar, ele se vê em situação complexa, pois está passível de processo jurídico”, afirma a doutora em Educação Catarina Moro.
Preocupações pedagógicas
As primeiras orientações do Ministério da Educação consideravam a pedagogia para o 1.º ano adequada a crianças de 6 anos completos, e não incompletos, afirma a doutora em Educação Catarina Moro, que concorda com a data de corte.
Por outro lado, a mestre e doutoranda em Educação Cristina Cardoso considera a liminar do MP justa, pois a criança com 6 anos tem de ter acesso ao fundamental. Com essa questão resolvida, ela afirma que se deve partir para a qualidade da proposta pedagógica. “Se fôssemos antes preparar a escola, quanto tempo iria levar?”, questiona.
A possível imaturidade de uma criança pode ser uma condição que muda rapidamente, segundo Fátima Chueire Hollanda, assessora pedagógica do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná. “Uma criança que fica na educação infantil pode perceber que no 1.º ano está muito grande em relação aos colegas.”
Para Ministério Público, data de corte confronta decisão judicial
Para a promotora Hermínia Dorigan de Matos Diniz, do MP-PR, o último parecer do CEE confronta decisão judicial e está sendo analisado. Ela rechaça a data de corte de 31 de março e diz que os pais não devem ser os responsáveis pela escolha entre educação fundamental e infantil. “O ensino fundamental é considerado uma etapa obrigatória e tem de ter critério objetivo. Não cabe a mim como mãe, leiga pedagógica e juridicamente, decidir se vou matricular ou não no 1.° ano", diz. "No ano em que a criança completa seis anos, a escola tem a obrigação de recebê-la e os pais têm a obrigação de matriculá-la”, ressalta. Hermínia recomenda aos pais que não conseguirem matricular o filho com seis anos incompletos no 1.° ano que procurem o Conselho Tutelar ou o MP.
Segundo o vice-presidente do CEE, José Dourival Peres, o posicionamento do conselho não vai contra a lei estadual ou a liminar do MP. Ele lembra que a Lei Federal 11.494/07 permite que as crianças permaneçam na pré-escola até o término do ano em que completam seis anos. “Nenhuma lei obriga a permanência da criança na educação infantil ou a matrícula no ensino fundamental, então cabe aos pais a decisão. A família também tem de opinar e, se decidir pela matrícula, o município tem de aceitar”, conta. Para Peres, ao antecipar o ingresso de crianças com seis anos incompletos no 1.° ano, há a possibilidade de os alunos terem problemas de adaptação. Por isso, os pais devem assinar um termo de responsabilidade. A exigência é considerada equivocada pelo MP, que deve se pronunciar nos próximos dias a respeito da nova resolução do CEE.


A Universidade Estadual de Londrina (UEL) demitiu 26 técnicos administrativos, que teriam se utilizado de diplomas e certificados falsos para obter promoções irregulares na instituição e, consequentemente, aumento nos salários. O comunicado foi feito através da divulgação de uma nota na tarde desta quinta-feira (30).
A decisão também inclui o ressarcimento dos valores recebidos indevidamente pelos servidores. Outros dois funcionários terão que fazer a devolução de parte dos salários pagos de maneira irregular, mas não serão demitidos, já que frequentaram, posteriormente, cursos e aulas regulares. Há, ainda, o caso de outros dois servidores, que não vão sofrer sanções por já estarem aposentados.
A decisão foi tomada pela reitora da UEL, Nadina Moreno, após analise do resultado das investigações feitas pela Comissão de Processo Administrativo Disciplinar da universidade e pela Procuradoria Jurídica da instituição. Os órgãos apuram a situação desde janeiro deste ano, quando o caso veio à tona.
Segundo Nadina, os pareceres "não deixam dúvidas e comprovam o ato doloso, com má fé e para benefício individual" dos servidores. A decisão da reitora pode ser questionada pelos servidores demitidos. Cabe recurso. A apuração relacionada à fraude dos diplomas segue na Polícia Civil e no Ministério Público (MP).
A exoneração dos servidores será comunicada ao programa Paraná Previdência, que ficará responsável por tomar as medidas cabíveis contra os acusados. Na nota, a UEL lembra ainda que as investigações continuam, contra outro servidor ainda não punido, que teria sido mencionado pelos colegas como o agenciador do esquema.