Criado em 06 Janeiro 2014

Os estudantes que querem concorrer a uma vaga de ensino superior em instituições públicas podem se inscrever a partir de hoje (6) no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A inscrição é feita exclusivamente pela internet e vai até o dia 10. Pode se inscrever no Sisu quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e não tirou nota zero na redação.

O estudante vai precisar do número de inscrição e da senha no Enem. Quem estiver sem esses dois números pode recuperá-los no site do exame. O estudante concorre às vagas disponíveis no Sisu com as notas no Enem, mas não é preciso tê-las em mãos no momento da inscrição. Quando o candidato insere no site o número de inscrição e a senha, o Sisu recupera, automaticamente, as notas obtidas no exame.

Ao se inscrever no Sisu, o participante pode escolher até duas opções de curso, por ordem de preferência.  É possível mudar essas opções durante todo o período de inscrição. O candidato também precisa definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência, às vagas reservadas à lei federal de cotas ou às vagas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições. Pela lei federal de cotas, as instituições devem reservar pelo menos 25% das vagas do Sisu para alunos que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas.

Algumas instituições adotam notas mínimas para inscrição em determinados cursos. Se a nota do candidato não for suficiente para concorrer àquele curso, o sistema emitirá uma mensagem com essa informação.

Uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte para cada curso com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.  A  nota de corte é a menor para ficar entre os potencialmente selecionados. Ela é apenas uma referência para auxiliar o candidato a monitorar sua inscrição e não é garantia de seleção para a vaga ofertada.

Durante o período de inscrição, o candidato pode consultar a classificação parcial na opção de curso escolhido em seu boletim na página do Sisu. Essa classificação é apenas uma referência e pode ser vista pelo estudante durante o período em que o sistema estiver aberto para as inscrições.

Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados e o boletim de acompanhamento irá trazer a classificação e o resultado final. O candidato que não for selecionado em nenhuma das duas opções de curso nas chamadas regulares e aquele selecionado na segunda opção poderá aderir posteriormente à lista de espera. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 13 de janeiro e o da segunda, no dia 27.

 

 
Criado em 02 Janeiro 2014

O número de vagas em cursos superiores disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que terá as inscrições abertas de segunda-feira (6) até sexta-feira (10), será 33% maior em relação ao processo seletivo do início de 2013. Segundo levantamento feito pelo G1com base nos dados disponíveis no site do Sisu, a edição do primeiro semestre deste ano vai disponibilizar 171.756 vagas, um terço a mais em relação a janeiro do ano passado, quando foram abertas 129.279 vagas.

Também são maiores o número de instituições participantes (passou de 101 para 115) e o número de cursos oferecidos (de 3.751 para 4.731).

Somente poderá se inscrever no processo seletivo do Sisu referente à primeira edição de 2014 o estudante que tenha participado da edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e que tenha obtido nota acima de zero na prova de redação. O Ministério da Educação anunciou que vai divulgar a nota do Enem até o final desta semana. Pela lei federal de cotas, o Sisu deve reservar pelo menos 25% das vagas para alunos que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas.

Assim como nos últimos anos, o Nordeste e o Sudeste, juntos, concentram dois terços das vagas disponíveis. O Nordeste tem 67.899 vagas, o que corresponde a 37,5%. O Sudeste tem 48.081 vagas (28%). A região Sul tem 22.367 vagas (13%), o Centro-Oeste tem 21.608 (12,6%), e o Norte, 11.801 (6,9%).

Minas Gerais é o estado com o maior número de vagas disponíveis (20.029), seguido por Rio de Janeiro (16.740), Bahia (12.459), Rio Grande do Sul (12.062), Paraíba (11.619) e São Paulo (10.304). O Tocantins é o estado com menor número de vagas: 624.

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é a instituição que oferece o maior número de vaga pelo Sisu: 7.555. Em seguida estão as federais do Ceará (UFC), com 6.378 vagas; Bahia (UFBA), 5.938; Sergipe (UFS), 5.440; e Mato Grosso (UFMT), 5.408.

Site do Sisu disponibiliza a consulta às vagas que estarão disponíveis para cursos superiores (Foto: Reprodução/Inep)

 

VEJA AS INSTITUIÇÕES QUE VÃO OFERECER VAGAS NO SISU DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014
UF Instituição
Acre
(2.650 vagas)
IFAC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre
UFAC - Universidade Federal do Acre
Alagoas
(5.499 vagas)
IFAL - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas
UFAL - Universidade Federal de Alagoas
Amazonas
(2.868 vagas)
IFAM - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas
UFAM - Universidade Federal do Amazonas
Amapá
(795 vagas)
IFAP - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá
UNIFAP - Universidade Federal do Amapá
Bahia
(12.459 vagas)
 
IFBAIANO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano
IFBA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
UNEB - Universidade do Estado da Bahia
UESC - Universidade Estadual de Santa Cruz
UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
UFBA - Universidade Federal da Bahia
UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Ceará
(8.417 vagas)
IFCE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará
UNILAB - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
UFC - Universidade Federal do Ceará
Distrito Federal
(2.069 vagas)
IFB - Instituto Federal de Educação, Ciencia e Tecnologia de Brasilia
UNB - Universidade de Brasília
Espírito Santo
(1.008 vagas)
IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
Goiás
(3.476 vagas)
IFG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia De Goiás
IF GOIANO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano
UFG - Universidade Federal de Goiás
Maranhão
(3.788 vagas)
IFMA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão
UFMA - Universidade Federal do Maranhão
Mato Grosso
(8.057 vagas)
 
IFMT - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso
UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
(8.006 vagas)
 
UFGD - Fundação Universidade Federal Da Grande Dourados
IFMS - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Mato Grosso Do Sul
UEMS - Universidade Estadual De Mato Grosso Do Sul
UFMS - Universidade Federal De Mato Grosso Do Sul
Minas Gerais
(20.029 vagas)
 
CEFET/MG - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
IFTM - Instituto Federal de Educação, Ciência d Tecnologia do Triângulo Mineiro
IFMG  - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais
IFNMG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais
IFSEMG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais
IF SUL DE MINAS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais
UNIFAL-MG - Universidade Federal de Alfenas
UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá - Unifei
UFJF - Universidade Federal de Juiz De Fora
UFLA - Universidade Federal de Lavras
UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto
UFSJ - Universidade Federal de São João Del Rei
UFU - Universidade Federal de Uberlândia
UFV - Universidade Federal de Viçosa
UFTM - Universidade Federal do Triângulo Mineiro
UFVJM - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Pará
(3.694 vagas)
 
IFPA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
UFPA - Universidade Federal do Pará
UNIFESSPA - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia
Paraíba
(11.619 vagas)
 
IFPB - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba
UEPB - Universidade Estadual da Paraíba
UFPB - Universidade Federal da Paraíba
Pernambuco
(4.658 vagas)
UNIVASF - Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco
IFPE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
IF SERTAO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano
UFPE - Universidade Federal de Pernambuco
UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco
Piauí
(8.765 vagas)
IFPI - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí
UESPI - Universidade Estadual do Piauí
UFPI - Universidade Federal do Piauí
Paraná
(8.417 vagas)
 
FECEA - Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana
IFPR - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná
UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
UNILA - Universidade Federal da Integração Latino-Americana
UFPR- Universidade Federal do Paraná
UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Rio de Janeiro
(16.740 vagas)
CEFET/RJ - Centro Federal De Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca
UEZO - Centro Universitário Estadual da Zona Oeste
ENCE - Escola Nacional de Ciências Estatísticas
FAETERJ PARACAMBI - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro
FAETERJ PETRÓPOLIS - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro
FAETERJ RIO DE JANEIRO - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro
IFRJ - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro
IF FLUMINENSE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense
ISERJ - Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro
ISEPAM - Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert
UENF - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
UFF - Universidade Federal Fluminense
UFRRJ - Universidade Federal Rural Do Rio De Janeiro
Rio Grande do Norte
(7.049 vagas)
 
IFRN- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte
UFERSA - Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Rio Grande do Sul
(12.062 vagas)
UFCSPA - Fundação Universidade Federal De Ciências Da Saúde De Porto Alegre
UNIPAMPA - Fundação Universidade Federal Do Pampa - Unipampa
IFRS - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio Grande Do Sul
IFFARROUPILHA - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Farroupilha
IFSUL - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Sul-Rio-Grandense
UERGS - Universidade Estadual Do Rio Grande Do Sul
UFPEL - Universidade Federal De Pelotas
UFSM - Universidade Federal De Santa Maria
FURG- Universidade Federal Do Rio Grande
Rondônia
(12.062 vagas)
IFRO - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia
Roraima
(12.062 vagas)
IFRR - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima
UFRR - Universidade Federal de Roraima
Santa Catarina
(1.888 vagas)
UDESC- Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina
IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina
IF CATARINENSE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense
UFFS - Universidade Federal da Fronteira Sul
Sergipe
(5.645 vagas)
 
IFS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe
UFS - Universidade Federal de Sergipe
São Paulo
(10.304 vagas)
 
UFABC - Fundação Universidade Federal do ABC
IFSP - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos
UNIFESP- Universidade Federal de São Paulo
Tocantins
(624 vagas)
 
UFT - Fundação Universidade Federal eo Tocantins
IFTO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins
UNITINS - Universidade do Tocantins
Fonte: MEC/Inep

Como participar
Ao acessar o sistema, os estudantes poderão checar todas as vagas disponíveis para a seleção. Porém, cada estudante só poderá se inscrever em duas opções de vagas. No ato da inscrição, será preciso escolher, em ordem de preferência das vagas, a instituição, o local de oferta, o curso e o turno em que ele é ministrado.

Entre a próxima segunda-feira (6) e as 23h59 do dia 10 de janeiro, o estudante poderá trocar suas opções no sistema quantas vezes quiser, e também cancelar sua inscrição. Durante o período, o Sisu informará a nota de corte de cada curso e turno, ou seja, a nota mínima no Enem para ser aprovado naquele curso, segundo o número total de inscritos e o número de vagas oferecidas. O Sisu considera apenas as últimas opções cadastradas no momento do fechamento das inscrições.

Cotas para alunos da rede pública
Na hora de fazer as duas opções de vaga, o candidato deve escolher uma das três modalidades de concorrência: a concorrência pelo sistema de cotas que segue a lei federal, a concorrência pelo sistema de ação afirmativa determinado pela instituição de ensino que oferece a vaga, e a ampla concorrência.

Pela lei federal de cotas, em 2014 pelo menos 25% das vagas de cursos em instituições de ensino superior públicas devem ser destinadas a alunos oriundos de escola pública. Dentro desse grupo, metade das vagas serão reservadas a estudantes com renda familiar de até 1,5 salário-mínimo. Outra parte será ocupada por alunos negros, pardos e indígenas, em divisão feita proporcionalmente à porcentagem de negros, pardos e índios na população do estado da instituição, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar de as instituições serem obrigadas a oferecer pelo menos 25% das vagas nessas condições no próximo ano, elas são livres para aplicar outras medidas de ação afirmativa com as demais vagas. No primeiro semestre de 2013, as universidades federais brasileiras já reservavam em média 30% das vagas do Sisu e do vestibular tradicional para cotistas.

Resultados
No dia 13 de janeiro será divulgada a primeira chamada do Sisu do primeiro semestre de 2014. Os candidatos aprovados deverão fazer a matrícula nos dias 17, 20 e 21 de janeiro nas instituições de ensino que oferecem as vagas, apresentando os documentos exigidos por elas e pela lei federal de cotas.

A segunda chamada será divulgada no dia 27 de janeiro, e a matrícula deverá ser feita nos dias 31 de janeiro e 3 e 4 de fevereiro.

Os candidatos que não forem convocados nas duas chamadas terão entre os dias 27 de janeiro e 7 de fevereiro para manifestar interesse em participar da lista de espera, usada pelas instituições de ensino para preencher as vagas que ainda estiverem abertas.

Cronograma do Sisu 2014
Início das inscrições: 6 de janeiro
Fim das inscrições: 10 de janeiro (às 23h59 do horário de Brasília)
Primeira chamada: 13 de janeiro
Matrícula da primeira chamada: 17, 20 e 21 de janeiro
Segunda chamada: 27 de janeiro
Matrícula da segunda chamada: 31 de janeiro, 3 e 4 de fevereiro
Inscrição na lista de espera: 27 de janeiro a 7 de fevereiro (às 23h59)

 
Criado em 11 Novembro 2013

Mais de 20 mil candidatos participaram da primeira fase na prova de Conhecimentos Gerais com 60 questões objetivas

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) divulgou na noite deste domingo os gabaritos dos três tipos de provas do Vestibular 2014, aplicadas em 28 locais neste domingo (10).

Confira os gabaritos. 

Mais de 20 mil candidatos participaram da primeira fase na prova de Conhecimentos Gerais com 60 questões objetivas sobre Artes, Biologia, Filosofia, Física, Geografia, História, Matemática, Química e Sociologia.

O resultado da primeira fase do Vestibular 2014 será divulgado no dia 21 de novembro, às 17 horas, no site da Coordenadoria de Processos Seletivos (COPS).

A segunda fase será realizada nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro, com as provas de Línguas e Redação (dia 1º); Conhecimentos Específicos (dia 2) e Habilidades Específicas (dia 3).

Divulgação

 

 

 
Criado em 06 Novembro 2013

A 1ª fase do vestibular da Universidade Estadual de Londrina de 2014 está marcada para este domingo (10). A prova vai cobrar 60 questões objetivas de conhecimentos gerais, em disciplinas como artes, biologia, filosofia, física, geografia, história, matemática, química e sociologia.

Os portões dos locais de provas vão ser abertos às 13h20 e fechados às 14h. A organização do vestibular orienta os candidatos que vão fazer as provas no Campus Universitário, na Unopar e na Pitágoras a chegarem com duas horas de antecedência por causa das obras na PR-445.


Ao todo, 22.700 pessoas se inscreveram e vão ser distribuídas em 619 salas. Para ter acesso a elas, o candidato deve apresentar documento original com foto, o cartão de inscrição – disponível no site da COPS para impressão – caneta esferográfica preta transparente, lápis de borracha.

O resultado da 1ª fase sai no dia 21 deste mês, às 17h, no site da COPS (www.cops.uel.br). Os aprovados vão fazer a prova da 2ª fase nos dias 1º e 2 de dezembro.

 

 

 

 

 

Tudo Ibiporã

 
Criado em 23 Outubro 2013

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será realizado neste fim de semana, nos dias 26 e 27 de outubro, no Brasil inteiro. A prova é uma forma de avaliar a educação brasileira e tem como um dos principais objetivos facilitar o acesso a universidades públicas no Brasil.

Neste momento final antes da prova ser aplicada, professores recomendam que os estudantes diminuam o ritmo de estudos, para que no dia estejam com a cabeça descansada.

Nesta edição do Enem foram 7.173.574 inscritos que farão as provas em 1.161 municípios.  No primeiro dia, a prova terá quatro horas de duração, com questões de ciências humanas e ciências da natureza. O segundo dia de avaliação será sobre linguagens, códigos, matemática e redação, com o tempo de cinco horas para concluir a prova.

O candidato que não receber a confirmação pelo correio deve acessar o cartão na página do Inep na internet e imprimi-lo. Para isso, precisa ter em mãos o número do CPF e a senha de cadastro no Enem. Em caso de problemas, o participante deve ligar para a Central de Atendimento no 0800 61 61 61.

 
Criado em 08 Outubro 2013

A segunda edição da Virada Cultural Paraná, realizada pelo Governo do Estado, vai reunir um pouco da diversidade cultural brasileira, em mais de 500 atividades. Onze cidades recebem, nos dias 26 e 27 de outubro, o Palco Conexões, onde o público poderá conferir gratuitamente atrações locais e nacionais. Campo Mourão, Cianorte, Cornélio Procópio, Cascavel, Guarapuava, Londrina, Maringá, Pato Branco, Ponta Grossa, Toledo e São José dos Pinhais participam do evento.



A realização da Virada Cultural Paraná 2013 é uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura e Departamento de Trânsito do Estado (Detran), e conta com o apoio do Sesi-PR, Sesc-PR e prefeituras. “As parcerias para esta edição permitiram que o período do evento se estendesse para uma semana de atividades. Assim, conseguimos atender uma das principais metas da cultura no governo Beto Richa, que é descentralizar as ações culturais”, explica o secretário da Cultura, Paulino Viapiana.

SEMANA – Este ano o evento apresenta uma novidade: a semana de arte-educação com ações voltadas à educação no trânsito. De 21 a 26 de outubro, pedestres, motoristas e ciclistas irão ampliar conhecimentos em busca de uma convivência pacífica nas calçadas, ruas e ciclovias. Mais de 200 atividades foram programadas, como caminhadas, apresentações de teatro, oficinas de arte urbana, demonstrações, palestras, exposições e blitze educativas. 

“O Governo do Paraná busca novas formas de chamar a atenção dos motoristas para a urgência da mudança de atitude ao volante. Por isso, investimos nas diversas formas de educação para o trânsito, seja na música, dança, cinema, arte urbana, circo ou qualquer expressão cultural que fale diretamente ao condutor”, conta o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Paraná, Marcos Traad.

SHOWS – Jair Rodrigues, Almir Satter, 14 Bis, Zélia Duncan, Fafá de Belém, Teatro Mágico, Tangos e Tragédias, Raimundos, Planta e Raiz, Sandra de Sá, Molungo, Gentileza, Maxixe Maxine, Viola Quebrada, Big Time, A Banda Mais Bonita da Cidade, Trombone de Frutas, Sá e Guarabyra, Moraes Moreira, Djambi e Charme Chulo são algumas das atrações programadas. Algumas cidades vão contar com mais de um palco, proporcionando shows com atrações locais, ampliando o acesso do público.

O repertório de atividades disponível à população é ainda maior. São mais de 500 atrações durante toda a semana, entre shows com artistas nacionais e regionais, apresentações de dança, intervenções cênicas, orquestras, contação de histórias e leitura, atividades recreativas, oficinas de estêncil, circo e artesanato, exposições, exibição de vídeos, teatro, jogos, coral, declamação de poesias e muito mais.

“A realização das edições da Virada Cultural tem sido de extrema felicidade, já que o evento se transformou em uma das promoções mais consistentes do calendário cultural paranaense, empolgando o público e gerando grande expectativa na população”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio Paraná, Darci Piana. 

“O Sesi apoia a Virada Cultural Paraná, desde a sua primeira edição, porque vislumbra na cultura um valor indispensável na vida do trabalhador da indústria e de toda a sociedade, contribuindo inclusive para a melhoria da qualidade de vida. É importante destacar a abrangência do evento, que ao chegar a 11 cidades simultaneamente promove e democratiza o acesso ao bem cultural”, Anna Zétola, gerente da área de cultura do Sesi/PR.

MUNICÍPIOS - A expectativa dos municípios que recebem a Virada Cultural Paraná em 2013 é grande. “Campo Mourão está feliz de receber no mês de seu aniversario de 66 anos, pela segunda vez a Virada Cultural. Essa parceria com a Secretaria de Estado da Cultura que tem rendido muitos frutos para nossa população, para que ela tenha acesso pleno à cultura e à cidadania”, diz a prefeita de Campo Mourão, Regina Dubay.

“Este ano a Virada Cultural ganha dimensão ainda mais forte. A inclusão de um maior número de cidades torna evidente a preocupação do Governo do Paraná em estimular ações neste sentido”, destaca o prefeito de Cascavel, Edgar Bueno. 

“É uma honra receber um evento desta magnitude em nosso município. Vejo a cultura como forma de inclusão social, na qual cores, raças e tribos se misturam. A Virada Cultural vem ao encontro do que buscamos para Cianorte, uma junção de diversão, arte e socialização”, opina o prefeito de Cianorte, Claudemir Bongiorno.

“A atual administração vai inserir Guarapuava no cenário cultural do Paraná. Nosso primeiro passo foi promover a primeira conferência municipal e sediar a conferência estadual. Agora, em parceria com o Governo do Estado, temos a satisfação de oferecer aos a Virada Cultural, que será um grande evento”, avalia o prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho. 

O prefeito de Pato Branco, Augustinho Zucchi, ressalta a importância da iniciativa do Governo do Estado ao descentralizar a Virada Cultural, atendendo a região Sudoeste do Paraná. “Para Pato Branco será um evento muito significativo, pois a população deseja eventos culturais que envolvam a comunidade e promovam a cidadania”. 

PRIMEIRA EDIÇÃO – Em 2012, a Virada Cultural foi realizada simultaneamente em Curitiba e mais quatro municípios. Em Campo Mourão, Cianorte, Foz do Iguaçu e Maringá, cerca de 100 mil pessoas puderam conferir de graça apresentações musicais, de dança, teatro, circo, artes plásticas, performances artísticas e exposições. No total, mais de 280 mil pessoas participaram da Virada nas cinco cidades.

Este ano, a Virada Cultural Paraná nas cidades do interior ocorre em data diferente do evento realizado em Curitiba, que está programado para 9 e 10 de novembro. A capital também irá receber o Palco Conexões do Governo do Estado e a programação será divulgada em breve.

Agência de Notícias

 
Criado em 08 Outubro 2013

Cerca de 30% dos cursos avaliados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2012 apresentaram resultado insatisfatório, com notas 1 e 2 (de um teto de 5), informou nesta segunda-feira, 07, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O Enade é um teste do governo federal que serve para avaliar redes de ensino, públicas e privadas. A edição de 2012 avaliou 7.228 cursos de 1.646 instituições de ensino superior - participaram 536 mil estudantes concluintes, do penúltimo e último semestre de seus respectivos cursos.

A cada três anos, o Ministério da Educação (MEC) aplica o Enade para um mesmo conjunto de cursos. Ao todo, dez cursos de bacharelado (administração, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo e turismo) e seis que conferem diploma de tecnólogo (gestão comercial, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais) foram avaliados no Enade 2012.

Em 2009, ano em que o mesmo grupo de cursos foi avaliado, o porcentual de cursos com desempenho abaixo da média (notas 1 e 2) foi de 24,9%. Para o ministro, no entanto, o aumento na quantidade de cursos com desempenho insatisfatório deve-se à diminuição na quantidade de cursos sem conceito avaliados pelo Enade: em 2009, 26,6% dos cursos avaliados não apresentaram uma nota final, em virtude da não formação de turmas ou boicote dos estudantes. A quantidade de cursos sem conceito diminuiu para 1,8% na edição de 2012.

A quantidade de cursos com conceito 5 (nota máxima) no Enade aumentou de 1,0% para 5,4%, entre 2009 e 2012. No mesmo intervalo, os cursos com conceito 4 saltaram de 9,7% para 19% e os cursos com conceito 3, de 37,8% para 43,9%.

Enade 2013

O próximo Enade vai ser aplicado no dia 24 de novembro. Deverão participar da prova cerca de 200 mil estudantes de 4.916 cursos da área de ciências de saúde e agrárias. Pela primeira vez, a USP participará em caráter experimental do exame, em caráter amostral.

Para evitar boicote dos estudantes, o MEC vai passar a exigir que os alunos que forem submetidos ao exame fiquem pelo menos uma hora na sala de prova durante a aplicação.

MEC reprova 30% dos cursos avaliados em 2012

Agência Estado

 
Criado em 05 Setembro 2013

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, divulgaram nesta quinta-feira, 05, o Guia do Participante Enem 2013, com as novas regras para a redação do exame.

O ministro voltou a afirmar que na edição deste ano do exame haverá mais rigor na correção de redações das provas do que nos anos anteriores. "Se o jovem inserir no texto informações totalmente diferentes do que foi pedido, há grande risco de que ele tire zero. No ano passado, ele perdia só metade da nota", alertou.

Os candidatos poderão consultar o espelho da redação depois da divulgação dos resultados, conforme Termo de Ajustamento de Conduta entre o Ministério Público Federal e o Ministério da Educação. 

O Enem também prevê recursos de ofício, avaliados por uma dupla de corretores. Se a diferença máxima entre as notas de cada avaliador ultrapassar 100 pontos, um terceiro corretor será convocado. Até o exame de 2012, a discrepância limite era de 200 pontos. Nos casos em que permanece a distorção, o texto será avaliado por uma banca de três especialistas. A participação prevista para o exame neste ano é de 7,2 milhões de estudantes.

 
Criado em 15 Agosto 2013

O governador Beto Richa sancionou a lei que institui o programa Todos Iguais Pela Educação, que torna obrigatório que as escolas básicas de Educação Especial tenham os mesmos direitos e recursos que o governo destina às escolas da rede estadual de ensino. A lei foi proposta pelo próprio governador e é pioneira no Brasil. 

Sancionada no dia 12 de agosto, a lei 17.656/2013 formaliza e torna permanente uma prática que já vinha acontecendo desde o início deste ano, quando as escolas de Educação Especial, mantidas por Apaes e outras instituições, passaram a integrar a rede pública. 

“Com a lei, essa prática passa a se configurar como política pública, ela institucionaliza o tratamento igualitário”, afirma o governador Beto Richa. “Isso quer dizer que as escolas de Educação Especial não ficarão mais dependentes da vontade dos governantes para terem o apoio do governo”, diz Richa. 

A presidente da Federação das Apaes do Paraná, Neusa Soares de Sá, comemorou a lei. “Com a sanção, o governador confirma que dentro da política do Estado do Paraná a pessoa com deficiência tem todos os direitos assegurados, assim como o aluno da rede comum de ensino. Agora, realmente somos todos iguais na educação”, afirmou.

O governador ressalta que, com essa medida, o Paraná se coloca em posição oposta à do Governo Federal. O novo texto do Plano Nacional de Educação (PNE), que está em debate no Senado, acaba com o atendimento dos alunos com deficiência em escolas e instituições especiais. 

Se aprovado, o PNE torna obrigatória a transferência dos alunos para a escola pública convencional e proíbe, de forma indireta, os repasses públicos para as Apaes e as instituições que atuam na educação especial. “O Paraná, ao contrário, incorporou a educação especial, respeitando as suas características, sem dissolver as instituições”, afirma Richa. 

TODOS OS PROGRAMAS – O Paraná possui 413 escolas e instituições, que hoje atentem 42.618 alunos com deficiência, de diferentes idades. Elas agora têm o amparo legal para receber dotação orçamentária do Estado para melhorias e adequações nas instalações físicas e ações pedagógicas. Também fica assegurado que elas recebam todos os demais programas desenvolvidos pelo governo estadual na área da educação, como o transporte escolar, merenda, Brigada Escolar e recursos descentralizados. 

“É fundamental que todos, diferentes nas suas necessidades, sejam iguais no direito à educação de qualidade para desenvolver plenamente o seu potencial. Agora, isso é lei no Paraná”, afirma Beto Richa.

Neste primeiro ano, o Programa Todos Iguais pela Educação destina R$ 436 milhões às escolas de educação básica na modalidade educação especial. Os recursos são para investimentos em pessoal como diretores, professores, pedagogos e demais profissionais de educação; para custeio administrativo e infraestrutura, equipamentos, reformas, merenda escolar, além de ônibus para o transporte. 

DISCRIMINAÇÃO – O vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns, critica a proposta incluída no novo texto do Plano Nacional de Educação. “Essa proposta é discriminatória e arrogante e, se aprovada, irá comprometer um trabalho de quase 60 anos, que vem sendo desenvolvido com muita seriedade e competência pelas instituições”, afirma ele. 

Os representantes das escolas especiais pedem que seja aprovado o texto original da meta quatro do PNE, que sugere que alunos de 4 a 17 anos com necessidades especiais sejam preferencialmente matriculados na rede regular de ensino. A medida, no entanto, garante o suporte público para as escolas especiais. A nova proposta, sugerida pelo senador José Pimentel, prevê a inclusão obrigatória e proíbe, de forma indireta, os repasses públicos para essas entidades.

Confira os investimentos em 2014 em Educação Especial 

RENOVAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE CONVÊNIOS – R$ 388 milhões

413 escolas e instituições

42.618 alunos atendidos

14.699 profissionais da educação: professores, pedagogos, diretores, secretárias, atendentes, instrutores, merendeiras, auxiliares de serviços gerais e administrativos.

ÔNIBUS PARA TRANSPORTE ESCOLAR

Investimento: R$ 19.863.200,00

Quantidade: 110 veículos

REFORMAS DESCENTRALIZADAS

Investimento: R$ 16.500.000,00

MERENDA ESCOLAR

Investimento: R$ 2.097.960,00 

Alunos das escolas de educação especial têm acesso aos mesmos alimentos fornecidos aos demais alunos da rede estadual de educação. Além dos gêneros alimentícios não perecíveis e de alimentos frescos, produzidos pela agricultura familiar, as escolas especiais terão suprimento de itens específicos, como mingau de arroz, de milho, flocos de cereais e farinha láctea. São produtos de fácil deglutição e absorção para atender alunos com características alimentares especiais.

EQUIPAMENTOS

Investimento: R$ 5.500.000,00

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

Investimento R$ 1.304.399,00

BRIGADA ESCOLAR

Investimento: R$ 1.138.000,00

Treinamento e instalação de equipamentos para segurança e prevenção de riscos, que está sendo desenvolvido nas escolas da rede estadual de educação básica e também nas unidades de educação especial.


 
Criado em 08 Julho 2013

Os alunos que ingressarem nos cursos de medicina a partir de 2015 terão que atuar dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para receber o diploma. A medida é válida para faculdades públicas e privadas e faz parte do Programa Mais Médicos, anunciado nesta segunda-feira (8) pelo governo federal. Com isso, o curso passará de 6 anos para 8 anos de duração.

Os estudantes irão trabalhar na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública. Eles vão receber uma remuneração do governo federal e terão uma autorização temporária para exercer a medicina, além de continuarem vinculados às universidades. Os profissionais que atuarem na orientação desses médicos também receberão um  complemento salarial. Os últimos dois anos do curso, de atuação no SUS, poderão contar para residência médica ou como pós-graduação, caso o médico escolha se especializar em uma área de atenção básica.

Com a mudança nos currículos, a estimativa é a entrada de 20,5 mil médicos na atenção básica. “Esse aumento será sentido a partir de 2022, quantos os médicos estarão formados”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

De acordo com os ministérios da Educação e Saúde, as instituições de ensino terão que acompanhar e supervisionar o aluno. Após o estudante ser aprovado no estágio no SUS, a autorização temporária de exercício será convertida em inscrição no Conselho Regional de Medicina. Por haver recursos federais no programa, os alunos das escolas particulares deverão ficar isentos do pagamento de mensalidade. Esse trabalho na rede pública não acaba com o internato, no quinto e no sexto anos do curso.

Até 2017, a oferta de vagas nos cursos de Medicina terá um aumento superior a 10%. Com o programa Mais Médicos, serão abertas 3.615 vagas nas universidades públicas e, entre as particulares, devem ser criadas 7.832 novas matrículas.

O aumento deve ser sentido este ano, quando abertas 1.452 vagas. Em 2014, serão 5.435, anuciou Mercadante. De acordo com o ministro, haverá uma descentralização dos cursos que serão instalados em mais municípios. A residência médica terá de acompanhar o ritmo de vagas abertas na graduação.

“Não basta abrir curso de medicina para fixar um médico em uma região que temos interesse para ter. É preciso residência médica, que é um fator decisivo para a fixação, além de políticas na área de saúde. Estados que têm oferta de residência médica, tem uma concentração grande de médicos, como Rio de Janeiro e São Paulo”, disse o ministro.

Segundo ele, haverá uma melhor distribuição dos cursos pelo país. Atualmente, 57 municípios oferecem cursos de medicina, com o programa de residência. Mais 60 passarão a ofertar, totalizando 117 municípios no país. Isso acarretará, para as federais, a contratação de 3.154 professores e 1.882 técnicos-administrativos.

Nas particulares, segundo Mercadante, não haverá mais a “política de balcão”, onde os institutos apresentam as propostas para a abertura de cursos. Agora, a oferta de cursos de medicina será definida por meio de editais públicos, de acordo com a necessidade do país. “Vamos verificar as áreas que têm condições e necessidade de ofertar vaga e lá ofertaremos”.

Reprodução

 

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