Criado em 30 Janeiro 2013

A Universidade Estadual de Londrina esta oferecendo 400 vagas remanescentes, isto é, vagas que já não existem mais candidatos classificados no vestibular de 2013.

O preenchimento dessas vagas se dará com o aproveitamento do resultado do Enem 2012. Para concorrer, os interessados deverão ter obtido resultado igual ou superior a 500 pontos na média das notas das quatro provas objetivas do Enem, não tendo tirado zero em nenhuma delas.
Se essas vagas não forem todas preenchidas, mais tarde a UEL publicará outro edital, oferecendo-as para portadores de diploma de curso superior.
As inscrições e a impressão do boleto devem ser feitas até as 23 horas do dia 31 deste mês, unicamente pela internet.O preço público da
inscrição é de R$ 50, e poderá ser pago até o dia 1º de fevereiro.
As informações, documentação, critérios de classificação entre outras podem ser obtidas no edital que se encontra disponível no site http://www.cops.uel.br/. Noedital também consta a relação dos cursos com as respectivas vagas.
 
 
Criado em 24 Janeiro 2013

Foram homologadas 124.209 inscrições para 5.264 postos, o que dá 23,6 candidatos por vagaO concurso de soldado da Polícia Militar do Paraná (PM-PR) teve 124.209 inscrições homologadas, segundo o balanço preliminar da assessoria da PM. Com a oferta total de 5.264 vagas (4.444 na carreira de PM e 819 na de bombeiro), a concorrência por vaga é de 23,6 candidatos.
O número é quase três vezes maior que o registrado pelo concurso vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) — o mais concorrido no Estado —, que contou com 50.421 inscritos na última edição, em dezembro deste ano, para a oferta de 5.616 vagas. Ou seja, a concorrência do vestibular da UFPR teve 8,9 candidatos por vaga, considerando o número total de inscritos e o total de vagas ofertadas.
O detalhamento do perfil dos candidatos inscritos no concurso, que exige a conclusão do nível médio de ensino, será divulgado ao longo da semana. De acordo com a assessoria, essa contabilização com o cruzamento de dados leva mais tempo e, por isso, ontem ainda não havia a disponibilização dos dados.
O prazo final havia sido prorrogado de segunda-feira (21) para terça-feira (22), em função do número de inscrições feitas, mas não pagas, que somaram 130 mil até a manhã de segunda-feira.
Na oportunidade o comandante-geral da PM em exercício, coronel Cesar Alberto Souza, alertou aos candidatos que realizassem o pagamento do boleto a fim de não perderem a inscrição.
Atualmente a Polícia Militar do Paraná tem um efetivo de 19,5 mil policiais em todo o Estado. A última contratação foi de 2.510 mil policiais militares, 526 bombeiros militares e 189 cadetes, sendo que alguns já se formaram e outros se formarão até março de 2013.
A remuneração durante o curso de formação de soldados é de uma bolsa auxílio no valor de R$ 1.463,03, que é referente ao salário de um soldado de 2º classe, e após a conclusão o soldado, agora de primeira classe, recebe o valor de R$ 3.225,99.
As provas acontecerão no dia 24 de fevereiro de 2013, com 40 questões objetivas de Português, Matemática, História, Geografia, Informática, Estatuto da Criança e do Adolescente e atualidades. Haverá também redação.
O conteúdo corresponde ao conhecimento do Ensino Médio (2º Grau) e está disponível no edital. O processo de avaliação será dividido em prova escrita, teste físico, avaliação psicológica, exame clínico e uma avaliação social.
As vagas são regionalizadas sendo: 1º Núcleo - Curitiba, Região Metropolitana e Litoral; 2º Núcleo - Londrina e região; 3º Núcleo - Maringá e região; 4º Núcleo - Ponta Grossa e região; 5º Núcleo - Cascavel e região. 

 
Criado em 22 Janeiro 2013

O balanço final do Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou 1.032.873 inscritos. Os números divulgados nesta terça-feira (22) pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que o total de inscrições foi 2.011.538, considerando que cada candidato teve oportunidade fazer até duas opções de curso.

O estado com maior número de candidatos inscritos na primeira edição do programa neste ano foi São Paulo, com 187.489; seguido por Minas Gerais, com 141.839, e Rio de Janeiro, com 75.935.

A primeira convocação de candidatos pré-selecionados será feita na próxima quinta-feira (24) e o prazo para matrícula na instituição de ensino vai até o dia 31.

Em 8 de fevereiro, será feita a segunda chamada de pré-selecionados. O candidato deve providenciar a matrícula e a apresentação de documentos até o dia 19 do mesmo mês.

O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Para o primeiro semestre deste ano, estão sendo oferecidas 162.329 bolsas, sendo 108.686 integrais e 53.643 parciais (cobertura de 50% da mensalidade).

Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar por pessoa até um salário mínimo e meio (R$ 1.017). Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos (R$ 2.034) por pessoa. Cada estudante pode optar por até dois cursos.

O estudante que conseguir apenas uma bolsa parcial (50% da mensalidade) pode custear a outra parte por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), sem necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo.

Estão dispensados dos requisitos de renda para a obtenção de bolsa os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério na educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.

Gazeta do Povo.

 
Criado em 18 Janeiro 2013

Começam nesta sexta-feira as matrículas dos estudantes que foram convocados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O candidato selecionado deverá verificar, junto à instituição de ensino em que foi aprovado o local, horário e procedimentos para matrícula. O prazo termina na terça-feira (22). O resultado da segunda chamada será divulgado no próximo dia 28, com o prazo de matrícula de 1º a 5 de fevereiro.

O Sisu 2013 registrou a inscrição de 1,949 milhão de estudantes, que concorrem a 129,3 mil vagas em 3.752 cursos. De acordo com o Ministério da Educação, a edição deste ano teve uma alta de 11% no total de interessados em relação ao ano passado. A seleção é feita com base no desempenho do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 
Criado em 18 Janeiro 2013
 

Estão abertas, desde a última quinta-feira (17), as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). Os candidatos podem se inscrever até as 23h59 (horário de Brasília) da próxima segunda-feira (21), somente pelo site do programa.

Para participar, é preciso ter cursado todo o Ensino Médio em escola pública ou em estabelecimento particular como bolsista. Também é pré-requisito ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e atingido pelo menos 450 pontos, além de não ter zerado a nota da redação. Até o ano passado, a exigência mínima era alcançar 400 pontos.

O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de Terceiro Grau. A bolsa integral é concedida a estudantes com renda bruta familiar por pessoa até 1,5 salário mínimo, e as parciais àqueles com renda familiar até três salários mínimos por pessoa.

Na hora de se candidatar a uma vaga, o estudante deve informar o número de inscrição e a senha usados no Enem 2012. Ele escolhe, em ordem de preferência, até duas opções de instituição, curso e turno entre as bolsas disponíveis, de acordo com o seu perfil. Os candidatos podem consultar as vagas disponíveis no Portal do ProUni.

Na primeira edição deste ano, o Programa Universidade para Todos (ProUni) vai oferecer 144.639 vagas, das quais 99.223 são bolsas de estudo integrais e 45.416 parciais (50% da mensalidade).

A primeira divulgação dos resultados será no próximo dia 24 e a segunda, no dia 08 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das etapas poderá aderir a uma lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro. Após a divulgação dos resultados, os candidatos pré-selecionados terão um prazo para comparecer à instituição de ensino com os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição.

A bolsa do ProUni pode ser uma alternativa para quem não conseguiu uma vaga no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Caso o candidato seja selecionado nos dois programas, deverá optar por um deles, já que é vedado usar uma bolsa do programa e estar, simultaneamente, matriculado em instituição de ensino superior pública e gratuita.

O estudante que conseguir apenas uma bolsa parcial pode custear a outra parte por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) sem a necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

 
Criado em 17 Janeiro 2013
Calçadão da UEL. A lista dos aprovados sai às 12h (Foto: diariodoscampos.com.br)

Será divulgado às 12h, no site da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o resultado do vestibular 2013. Serão 3.100 aprovados para os 68 cursos ofertados, incluindo turno e habilitações. O resultado estará disponível no site da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops) e em edital impresso, na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), localizada no campus.

Dos mais de 20 mil candidatos inscritos, foram classificados 8.544 para a 2ª fase. Devido ao índice de ausentes, que ficou em 4,19%, cerca de 8.200 aguardam o resultado. 

A pré-matrícula dos aprovados estará aberta entre os próximos dias 21 e 24, a partir das 9h, no Portal do Estudante. Os candidatos que não forem chamados na primeira chamada podem manifestar interesse na lista de espera, no site da Cops. A segunda convocação do vestibular será divulgada no próximo dia 31, também ao meio-dia.

Portal do Estudante

 
Criado em 12 Janeiro 2013

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação (MEC), encerrou ontem às 23h59 seu período de inscrições, com o registro de 1,949 milhão de estudantes, que concorrerão a 129,3 mil vagas. Segundo nota divulgada hoje pelo MEC, a edição deste ano registrou um crescimento de 11% no total de interessados em relação ao ano passado.

As vagas deste ano estão divididas em 3.752 cursos oferecidos por 101 instituições públicas de educação superior. De acordo com o ministério, para este primeiro semestre, a chamada dos selecionados está prevista para segunda-feira, 14. Já uma segunda chamada será divulgada no dia 28 deste mês.

Nesta sexta, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região suspendeu uma segunda liminar que havia sido concedida pela Justiça Federal de Bagé (RS) exigindo a alteração do fim do prazo de inscrições e divulgação dos resultados do Sisu.

Com essa decisão, o calendário original do Sisu acabou não sofrendo alterações. Concorrem às vagas aqueles que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e obtiveram nota na redação que não tenha sido zero.

 
Criado em 28 Dezembro 2012

Ao todo, 4,1 milhões de pessoas fizeram a última edição da prova do Enem 2012 e nesta sexta-feira (28/12), O MEC divulgou as notas dos candidatos que deverão ser consultadas no site do Inep (órgão ligado ao Ministério da Educação e responsável pelo Enem).

Para consultar as notas da prova de conhecimentos gerais e da redação, os candidatos devem informar no site da instituição o CPF ou o número de inscrição, além da senha usada no ato do cadastro.

Com o resultado do Enem, o estudante pode se inscrever no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), adotado por instituições de ensino superior para selecionar estudantes que ingressarão nelas no próximo ano. Para o primeiro semestre de 2013, o sistema oferecerá 129.279 vagas, 19% a mais em relação ao mesmo período de 2012.

 

 

 
Criado em 22 Novembro 2012

Criado por lei em 2006, o ensino de 9 anos ainda provoca dúvidas nos municípios do Paraná, que adotam normas próprias para as matrículas das crianças

Instituído em 2006 pela Lei Federal 11.274, o ensino fundamental obrigatório de 9 anos, com início aos 6 anos de idade da criança, teve até 2010 para ser implantado. Mas entre ações judiciais, leis locais e resoluções conflitantes ainda há dúvidas a respeito da data correta para ingresso no 1.° ano dessa etapa de escolaridade. Um novo capítulo dessa história foi iniciado em outubro, com a divulgação do último parecer do Conselho Estadual de Educação do Paraná (CEE). Pelo documento, que orienta escolas públicas e privadas do Paraná, crianças que completam 6 anos até 31 de março devem obrigatoriamente ser matriculadas no 1.° ano do fundamental em 2013. Todas as que completam 6 anos desta data até 31 de dezembro devem continuar mais um ano na educação infantil, a menos que os pais façam uma manifestação expressa solicitando “antecipação” da matrícula.

A orientação do CEE foi mo­­tivada por uma consulta feita pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), que tem recebido muitos questionamentos de municípios paranaenses sobre as matrículas no fundamental. “No Paraná a questão está complicada e essa confusão prejudica crianças e suas famílias”, afirma a presidente da Undime, Cleuza Repulho. A dúvida das escolas é pertinente: apesar de o CEE e o Conselho Nacional de Educação (CNE) defenderem a diferenciação pelo aniversário dos estudantes, há uma lei estadual (16.049/09) que derruba essa data de corte e dá às crianças o direito de frequentar o 1.° ano independentemente do dia em que completam seis anos. 

Liminar

Antes da lei, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) já havia obtido na Justiça, em 2007, uma liminar determinando que as escolas fizessem a matrícula de todas as crianças que completassem 6 anos no decorrer do 1.° ano. Segundo o MP-PR, antes disso muitas famílias reclamavam por não conseguirem vaga. No ano passado, o Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) também recomendou que os estabelecimentos de ensino desconsiderassem totalmente uma restrição do CNE, de 2010 (que seguia no mesmo sentido que o parecer do CEE), por entender que a orientação viola a Lei Nacional de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Sem saber se seguem a recomendação dos conselhos estadual e nacional ou se obedecem à decisão judicial, as escolas se veem divididas e a matrícula das crianças acaba sendo definida de acordo com a postura do município onde moram. “O município não tem espaço para negociação. Ainda que discorde da liminar, ele se vê em situação complexa, pois está passível de processo jurídico”, afirma a doutora em Educação Catarina Moro.

Preocupações pedagógicas

As primeiras orientações do Ministério da Educação consideravam a pedagogia para o 1.º ano adequada a crianças de 6 anos completos, e não incompletos, afirma a doutora em Educação Catarina Moro, que concorda com a data de corte.

Por outro lado, a mestre e doutoranda em Educação Cristina Cardoso considera a liminar do MP justa, pois a criança com 6 anos tem de ter acesso ao fundamental. Com essa questão resolvida, ela afirma que se deve partir para a qualidade da proposta pedagógica. “Se fôssemos antes preparar a escola, quanto tempo iria levar?”, questiona.

A possível imaturidade­­ de uma criança pode ser uma condição que muda rapi­­da­­­­­­­­mente, segundo Fátima Chueire Hollanda, assessora pe­­dagógica do Sindicato das Escolas Particulares do Pa­­raná. “Uma criança que fica na educação infantil pode per­­ceber que no 1.º ano está muito grande em relação aos colegas.”

Para Ministério Público, data de corte confronta decisão judicial

Para a promotora Hermínia Dorigan de Matos Diniz, do MP-PR, o último parecer do CEE confronta decisão judicial e está sendo analisado. Ela rechaça a data de corte de 31 de março e diz que os pais não devem ser os responsáveis pela escolha entre educação fundamental e infantil. “O ensino fundamental é considerado uma etapa obrigatória e tem de ter critério objetivo. Não cabe a mim como mãe, leiga pedagógica e juridicamente, decidir se vou matricular ou não no 1.° ano", diz. "No ano em que a criança completa seis anos, a escola tem a obrigação de recebê-la e os pais têm a obrigação de matriculá-la”, ressalta. Hermínia recomenda aos pais que não conseguirem matricular o filho com seis anos incompletos no 1.° ano que procurem o Conselho Tutelar ou o MP.

Segundo o vice-presidente do CEE, José Dourival Peres, o posicionamento do conselho não vai contra a lei estadual ou a liminar do MP. Ele lembra que a Lei Federal 11.494/07 permite que as crianças permaneçam na pré-escola até o término do ano em que completam seis anos. “Nenhuma lei obriga a permanência da criança na educação infantil ou a matrícula no ensino fundamental, então cabe aos pais a decisão. A família também tem de opinar e, se decidir pela matrícula, o município tem de aceitar”, conta. Para Peres, ao antecipar o ingresso de crianças com seis anos incompletos no 1.° ano, há a possibilidade de os alunos terem problemas de adaptação. Por isso, os pais devem assinar um termo de responsabilidade. A exigência é considerada equivocada pelo MP, que deve se pronunciar nos próximos dias a respeito da nova resolução do CEE.

Marcelo Elias/Gazeta do Povo / <b>“Ela já está alfabetizada” -</b> Em 2013 Sophia vai direto para o 1.° ano de uma escola particular. A menina completa 6 anos somente em setembro, mas, segundo a mãe, já está alfabetizada e pode ir para o ensino fundamental. “Não tive conversas com a escola, pois ela começou a estudar lá com 4 anos, no infantil 4, e agora é natural que vá para o 1.° ano depois do infantil 5. Ela já está alfabetizada e continuar na educação infantil ia ser maçante”, diz Fabiane Bonafini Zanatta Flizikowski, de 37 anos. Mas o ingresso no ensino de 9 anos se torna uma preocupação para Fabiane quando o assunto é a filha caçula, que tem 2 anos. “Ela faz aniversário dia 8 de janeiro e estará na turma com crianças que farão 6 anos só no fim do ano. Ela será a mais velha e a mais madura”, conta

 

 
Criado em 31 Agosto 2012

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) demitiu 26 técnicos administrativos, que teriam se utilizado de diplomas e certificados falsos para obter promoções irregulares na instituição e, consequentemente, aumento nos salários. O comunicado foi feito através da divulgação de uma nota na tarde desta quinta-feira (30).

A decisão também inclui o ressarcimento dos valores recebidos indevidamente pelos servidores. Outros dois funcionários terão que fazer a devolução de parte dos salários pagos de maneira irregular, mas não serão demitidos, já que frequentaram, posteriormente, cursos e aulas regulares. Há, ainda, o caso de outros dois servidores, que não vão sofrer sanções por já estarem aposentados.

A decisão foi tomada pela reitora da UEL, Nadina Moreno, após analise do resultado das investigações feitas pela Comissão de Processo Administrativo Disciplinar da universidade e pela Procuradoria Jurídica da instituição. Os órgãos apuram a situação desde janeiro deste ano, quando o caso veio à tona.

Segundo Nadina, os pareceres "não deixam dúvidas e comprovam o ato doloso, com má fé e para benefício individual" dos servidores. A decisão da reitora pode ser questionada pelos servidores demitidos. Cabe recurso. A apuração relacionada à fraude dos diplomas segue na Polícia Civil e no Ministério Público (MP).

A exoneração dos servidores será comunicada ao programa Paraná Previdência, que ficará responsável por tomar as medidas cabíveis contra os acusados. Na nota, a UEL lembra ainda que as investigações continuam, contra outro servidor ainda não punido, que teria sido mencionado pelos colegas como o agenciador do esquema.

 

 

 

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