Criado em 19 Dezembro 2017

As inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Secretaria de Estado da Educação serão abertas em 2 de janeiro de 2018. As vaga são para professores, pedagogos, guias, tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais, que atuarão ao longo do próximo ano letivo.

Interessados poderão se inscrever gratuitamente até 12 de janeiro pelo site do governo. A classificação será divulgada no final de janeiro, a tempo de fazer a distribuição de aulas.

O PSS consiste em prova de títulos referentes à escolaridade, tempo de serviço e aperfeiçoamento funcional. Os profissionais serão divididos entre os 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs), conforme a necessidade de cada regional.

Acesse o edital para PSS/professor na íntegra.

Agência de Notícias do Paraná - AEN
 
 
Criado em 03 Dezembro 2017

O primeiro dia da 2ª fase do Vestibular 2018 da UEL registrou uma abstenção de 443 candidatos, o equivalente a 5,26% dos 8.421 estudantes que passaram para esta etapa. O índice dos faltosos foi considerado dentro da média histórica. No ano passado a 2ª fase registrou uma abstenção de 6,22%. Neste domingo (3) os candidatos responderam a 30 questões de Língua Portuguesa, Literaturas, Língua Estrangeira e Redação. O gabarito oficial da prova será divulgado a partir das 20 horas, no site www.cops.uel.br.

Segundo Cristiane Medina, da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops) da UEL, este ano foram solicitados dois desafios dentro prova de Redação. O primeiro foi um texto opinativo de no máximo 14 linhas sobre Violência contra a Mulher. Foram apresentadas letras de três músicas, além de uma tira de jornal onde duas mulheres estabelecem um diálogo.

A segunda redação exigida foi um texto argumentativo/dissertativo de até 16 linhas sobre o tema Justiça com as próprias mãos. Para embasar, os examinadores apresentaram três reportagens com casos relacionados à temática. "A prova da UEL exige mais do que conhecimento do conteúdo do Ensino Médio, desafiando estudantes a opinarem sobre fatos ligados ao cotidiano e à sociedade", esclareceu Cristiane.

Inclusão - ainda segundo Cristiane, este ano, pela primeira vez a UEL aplicou uma prova 100% em braile, o que exigiu preparação minuciosa por parte da Cops. A prova foi feita praticamente de forma artesanal. O candidato é um estudante deficiente visual, do Ensino Médio (escola pública), que presta Direito como treineiro. O menino conseguiu aprovação na 1ª Fase, demonstrando estar preparado, mesmo sem ter concluído o 2º grau.

Ainda de acordo com a Coordenadora da Cops, nesta 2ª Fase a UEL está atendendo a 36 estudantes especiais, desde mães amamentando bebês, pessoas com limitações temporárias, deficientes visuais e estudantes portadores de Transtorno de Déficit de Atenção (TDA). Os candidatos estão divididos em 27 salas especiais, no Campus da UEL. "Acredito que são casos que servem de incentivo a todos os estudantes. Buscamos atender a todos, ninguém deixa de fazer o concurso em virtude de alguma limitação. Para nós isto representa inclusão", comentou.

Provas - Nesta segunda-feira (4), a UEL aplica a Prova de Conhecimentos Específicos, das 14 às 18 horas, contendo questões discursivas de Artes, Biologia, Espanhol, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa/Literaturas em Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia. A prova trará conteúdo de três disciplinas, dependendo do curso escolhido. No dia 5 de dezembro, das 8 às 11 horas, e das 14 às 18 horas, serão aplicadas as Provas de Habilidades Específicas (PHE) para candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico.

O resultado do Vestibular será publicado no dia 24 de janeiro, ao meio dia, no site www.cops.uel.br.

Plantão - A Coordenadoria de Processos Seletivos (COPS/UEL) vai estar de plantão nesta segunda-feira, das 8h30 às 11 horas, no prédio da Pró-reitoria de Graduação (Prograd), localizado no Campus Universitário. O plantão é direcionado a candidatos que perderem o documento, sendo necessário apresentação de Boletim de Ocorrência. O Plantão vai emitir um documento de identificação complementar, válido para o acesso aos locais de provas.

Atividades acadêmicas - em virtude da realização da 2ª fase do Vestibular da UEL, as atividades acadêmicas e administrativas no Campus Universitário sofrerão alteração nesta segunda-feira (4), ficando interrompidas entre às 11h30 e 14h30. Nos centros onde serão aplicadas as provas (CCA, CTU, CCB, CCE, CESA, CCH, CECA e CEFE) as atividades serão interrompidas durante todo o dia. O Restaurante Universitário (RU) da UEL também não vai funcionar nesta segunda-feira, 4 de dezembro.

Já no dia 5, dia das Provas de Habilidades Específicas, ficarão interrompidas as atividades apenas no CECA, CTU e CESA.

Redação Bonde com Agência UEL
 
Criado em 31 Outubro 2017

Detectores de metal e de ponto eletrônicos, fiscalização de lanches e provas personalizadas são algumas medidas que serão adotadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para garantir a segurança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano.

Ao todo, serão utilizados 67 mil detectores de metal durante o Enem, um para cada 100 participantes. O número garante a vistoria dos candidatos na entrada e na saída de todos os banheiros das 13.632 coordenações de local de aplicação.

Novidade neste ano, os detectores de aparelhos de ponto eletrônico de ouvido serão usados de forma experimental em alguns locais de prova. O sistema encontra os aparelhos de transmissão pelo sinal de rede móvel de banda larga, por radiofrequência de wi-fi e bluetooth. Outras medidas já consolidadas nas demais edições do exame serão mantidas, como a coleta da impressão digital dos participantes.

Nome na prova

Pela primeira vez, neste ano será usada a prova personalizada, com os cadernos de questões e a folha de respostas identificados com o nome e número de inscrição do participante. Ao receber a prova, o candidato deverá verificar se o caderno de questões e o cartão-resposta têm a mesma quantidade de itens, se o nome dele está correto e se não há defeito gráfico.

Segundo o Inep, a identificação das provas e dos cartões de resposta vai contribuir para inibir possíveis fraudes no exame, além de facilitar a transcrição das respostas. Os cadernos continuam tendo cores diferentes, mas não será mais necessário assinalar a cor do caderno no cartão de resposta. Até o ano passado, o próprio candidato fazia a identificação da cor do caderno de questões na folha de resposta, o que poderia possibilitar a troca de informações entre pessoas com provas diferentes. Continua obrigatória a transcrição da frase de segurança apresentada na capa do caderno de questões para o cartão-resposta.

O cartão-resposta e a folha de redação, também com o nome do candidato, virão encartados no caderno de questões e serão entregues a partir das 13h. Depois desse horário, o candidato só pode ir ao banheiro acompanhado do fiscal de sala. O aluno só poderá deixar o local duas horas depois do início da prova. Além disso, só é possível sair com o caderno de questões nos últimos 30 minutos antes do fim da aplicação.

Itens proibidos

De acordo com o edital, não é autorizado o uso de celular ou qualquer aparelho eletrônico durante as provas. Os equipamentos terão de ser colocados em um porta-objetos com lacre, que deverá ficar embaixo da cadeira até o final das provas.

O candidato também não poderá usar lápis, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações, óculos escuros, boné, chapéu, gorro e similares e portar armas de qualquer espécie, mesmo com documento de porte. Se estiver com um desses objetos, eles deverão ser colocados no porta-objetos.

Lanche vistoriado

É permitido levar lanches para comer durante as provas, mas os alimentos industrializados, como biscoitos, salgadinhos e iogurte precisam estar com as embalagens lacradas, e todos os itens serão vistoriados antes do ingresso na sala.

O Enem será aplicado nos dias 5 e 12 de novembro para 6,7 milhões de candidatos. No primeiro domingo, os estudantes farão provas de ciências humanas, linguagens e redação. No segundo, as provas serão de matemática e ciências da natureza.

Agência Brasil
 
 
Criado em 09 Setembro 2017

Terminam na próxima segunda-feira (11) as inscrições para o vestibular 2018 da UEL, que podem ser feita aqui, o valor é de R$ 146. A prova da 1ª fase será realizada em 29 de outubro.

O diretor administrativo da Cops, Roberto Mantoani, informa que a confirmação da inscrição é o pagamento da taxa pública, que pode ser feita até o dia 12 de setembro. O vestibulando pode acompanhar o seu processo no site da Cops, na aba Situação da Inscrição.

São oferece 2.482 vagas em 53 cursos de graduação. Este ano ocorreram modificações na oferta de vagas de alguns cursos, a partir de alterações propostas pelos Colegiados, que reduziram ou aumentaram as vagas no Sistema de Seleção Unificada (SISU).

Todos os detalhes sobre os cursos podem ser acessados no Manual do Candidato.

Cotas
O Conselho Universitário aprovou reserva de 45% das vagas para cotas, sendo 20% para alunos provenientes de escola pública, 20% para negros de escola pública e 5% para negros. Na prática as cotas aumentaram em 5% em relação ao concurso de 2017. Este percentual reservado aos estudantes autodeclarados negros beneficiam candidatos negros de forma irrestrita, mesmo que este estudante tenha cursado algum período no ensino privado.

Provas
A Prova de Habilidades Específicas para o curso de Música será aplicada em 24 de setembro. O resultado sai em 29 de setembro. A 1ª fase está marcada para 29 de outubro, com Provas de Conhecimentos Gerais. As provas da 2ª fase serão realizadas dias 3, 4 e 5 de dezembro. No dia 3 de dezembro serão aplicadas as provas de Línguas e Literaturas, Língua Estrangeira e Redação; dia 4 os candidatos fazem a prova de Conhecimentos Específicos. No dia 5 de dezembro serão aplicadas as Provas de Habilidades Específicas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico.

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
 
 
Criado em 06 Setembro 2017

UEL superou o índice de alguns itens em relação ao último levantamento

Com seis universidades a menos no ranking mundial, o Brasil teve 21 instituições classificadas entre as mil melhores do mundo, conforme a publicação britânica "Times Higher Education". O estudo World University Rankings analisa 13 indicadores de desempenho divididos em ensino, pesquisa, perspectivas internacionais e transferência de conhecimento para a sociedade. Os dados são fornecidos pelas próprias instituições.

No caso do Paraná, três universidades caíram de posição em relação ao ano passado: UEL (Universidade Estadual de Londrina), UEM (Universidade Estadual de Maringá) e UFPR (Universidade Federal do Paraná). As duas primeiras, antes classificadas no grupo entre 801 e 1.000 melhores universidades do mundo, ficaram entre na faixa entre 1.001 e 1.100 mais bem avaliadas neste ano. Neste mesmo grupo estão Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), de Cascavel, e UFPR que já chegou a ocupar uma posição entre as 601 e 800 melhores instituições do mundo.

Apesar do resultado, a diretora de Avaliação e Acompanhamento Institucional da UEL, Sandra Regina Garcia, explicou que a universidade superou o índice de alguns itens em relação ao último levantamento. "Não avaliamos como uma queda porque o índice da UEL foi superior ao do ano passado. A avaliação foi realizada com 1.500 instituições de ensino superior em 79 países. Sendo que 1.102 foram classificadas. Para nós, essa classificação é muito satisfatória e acompanha um pouco os resultados que a universidade vem tendo em outras avaliações externas, especialmente nas internacionais", ressaltou. "Representa também o esforço das instituições estaduais em manter a qualidade do ensino superior no interior do Estado. A UEL é a 6ª universidade entre as estaduais no Brasil", lembrou.

Os indicadores relacionados ao ensino, conforme a diretora, reforçam a qualidade dos cursos de graduação da UEL. "A perspectiva internacional aumentou de 15,5% para 16,3%. Outro indicador importante é o da pesquisa, que subiu de 6,7% para 9,4%. As citações de docentes que trabalham com pesquisa na UEL saltaram de 7,9% para 10,6%", detalhou. "Mesmo diante das dificuldades, a universidade consegue ainda manter esse padrão, mas temos preocupação com o futuro da instituição. Muitos professores e pesquisadores estão se aposentando e isso pode ter um impacto futuro", ressaltou. A assessoria da UEM também foi procurada, mas nenhum representante da universidade se manifestou sobre o resultado do ranking.

Em comum, as universidades estaduais do Paraná sofrem com a falta de recursos, de professores e de funcionários. A UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), que não aparecia no ranking no ano passado, passou a integrar o grupo entre 801 e 1.000 melhores instituições do mundo. Dessa forma, a UEPG foi a única estadual do Paraná classificada entre as mil. A PUC-PR também está no mesmo grupo que a UEPG, mantendo a posição do ano anterior.

O pró-reitor de Planejamento da UEPG, Ariângelo Hauer Dias, contou que recebeu a notícia com alegria, mas sem esquecer dos desafios diários. "As últimas contratações na universidade foram feitas há muito tempo. Aproximadamente, entre 30% e 40% dos professores e agentes universitários das instituições do Estado estão em vias de se aposentar e não estamos tendo essa reposição. Isso cria uma dificuldade porque o laboratório e a estrutura não estão ruins, mas poderiam estar melhores. Temos um deficit imediato na UEPG de, pelo menos, 50 professores e cem agentes universitários", afirmou Dias.

Questionado sobre a classificação das universidades estaduais, o secretário em exercício da Seti (Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Décio Sperandio, exaltou a qualidade das instituições. "Acredito que estamos avançando em termos de qualidade. Recentemente, no Enade, 57 cursos de graduação foram avaliados no Estado e 80% desses cursos tiveram notas 4 e 5 (sendo 5 a nota máxima). É importante destacar o mérito das próprias universidades. Em relação à UEL e à UEM, não podemos considerar isso como uma queda. UEL, UEM e UEPG estão entre as 70 melhores da América Latina. Não é uma queda que traz preocupação para o sistema. Conhecemos a qualidade das nossas universidades", comentou.

Segundo ele, mesmo comemorando os resultados, o desempenho no ranking não deve acomodar o governo. "Temos que ir em busca de melhorias no ensino. O ranking tem que servir como estímulo para a gente melhorar sempre", destacou. Porém, ao ser questionado sobre os inúmeros pedidos de contratações, o secretário em exercício disse apenas que "os processos estão tramitando e esperamos em um futuro próximo resolver essa questão".

Em nota, a assessoria de imprensa da UFPR afirmou que a universidade respeita os resultados, mas que "cada ranking possui métricas e metodologias distintas de avaliação". "A atual gestão acadêmica, com o apoio de toda a comunidade universitária, segue investindo no aperfeiçoamento dos processos internos e no incentivo à pesquisa, ensino, extensão e internacionalização, apesar dos cortes de investimentos na educação superior e em ciência e tecnologia", concluiu.

BRASIL
A USP (Universidade de São Paulo), classificada no grupo entre 251 e 300 melhores do mundo, é a primeira instituição nacional a aparecer no ranking. Em seguida estão: Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), UFABC (Universidade Federal do ABC), Universidade Federal de Itajubá, UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), UFRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e Unesp (Universidade Estadual de São Paulo). As federais da Bahia, de Goiás, de Ouro Preto, de Santa Maria, de Lavras e de Viçosa deixaram o grupo das mil mais bem avaliadas.

MUNDO
A Universidade de Oxford ficou em primeiro lugar, seguida da Universidade de Cambridge, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, da Universidade de Stanford, do instituto de Tecnologia de Massachusetts e da Universidade de Harvard. (Com Agência Estado)

Viviani Costa
Reportagem Local