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Created on 08 May 2017

Começam nesta segunda-feira (8), a partir das 10h, as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do Enem. O prazo de inscrição termina às 23h59 do dia 19 de maio. A taxa do exame este ano é R$ 82. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. 

Na hora da inscrição, os candidatos devem informar telefones fixo ou celular, além de e-mails, para que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) possa entrar em contato com o participante. Os dados devem estar atualizados. 

O estudante também terá que criar uma senha de, no mínimo, seis e, no máximo, dez caracteres. Essa senha deve ser guardada, pois o candidato precisará dela até o ano que vem seja para conferir o resultado do exame ou para participar de processos seletivos que utilizam as notas das provas, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni).

 



"O processo de recuperação de senha foi alterado este ano, para garantir maior segurança aos participantes. É importante que os candidatos anotem a senha, pois vão usá-la em vários momentos", diz a diretora de Gestão e Planejamento do Inep, Eunice Santos. 

Informações 

A inscrição começa com o fornecimento do CPF e da data de nascimento. O Inep cruzará as informações com o banco de dados da Receita Federal. O nome do participante, o nome da mãe e a data de nascimento serão preenchidos automaticamente e não podem ser alterados. 

Segundo o Inep, caso as informações estejam incorretas no processo de inscrição, embora corretas na base da Receita Federal, o participante deve sinalizar o fato em um campo próprio e prosseguir com a inscrição. Se o participante souber que seus dados estão errados, inclusive na Receita Federal, deve procurar a Receita, solicitar a correção e também sinalizar o fato no campo próprio. 

É também na inscrição que os candidatos escolhem a opção de língua estrangeira, inglês ou espanhol. Eles devem indicar a cidade onde querem fazer o exame, que não precisa ser o local onde o participante reside. 

Os candidatos poderão ainda solicitar atendimento especializado ou específico. Atualmente, o Inep disponibiliza guia-intérprete, tradutor-intérprete de Libras, leitura labial, prova ampliada, prova em braile, prova super ampliada, auxílio para leitura, auxílio para transcrição, entre outros mecanismos para promover a acessibilidade. 

Nesta edição, um novo recurso vai auxiliar participantes com surdez e deficiência auditiva: a prova em vídeo Libras, oferecida em caráter experimental. Participantes com surdez e deficiência auditiva poderão selecionar apenas um tipo de recurso. 

Os participantes transexuais e travestis devem fazer a inscrição com o nome civil. Só depois, entre 29 de maio e 4 de junho, poderão solicitar, pela Página do Participante, o uso do nome social. 

Quando for finalizado o processo de preenchimento dos dados, será gerado um número de inscrição em uma página, com o resumo das informações fornecidas. Nessa seção também é indicada a situação da inscrição. Os candidatos devem conferir os dados. Até o término das inscrições, é possível atualizar dados de contato, mudar o município escolhido para a realização das provas e a opção de língua estrangeira, além de solicitar atendimento especializado e/ou específico. Terminado o prazo de inscrição não é possível fazer qualquer alteração. 

Isenções 

Três grupos terão direito à isenção do pagamento da taxa de R$ 82. Para os concluintes do ensino médio no ano letivo de 2017, matriculados na rede pública de ensino, a isenção é automática. Os membros de família de baixa renda que declarem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, de acordo com o Decreto 6.135/2007, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), têm direito à isenção. Outro grupo beneficiado é o de membros de família com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio (R$ 1.405,50) e que cursaram todo o ensino médio na rede pública de ensino ou como bolsista integral em escola da rede privada, seguindo a Lei 12.799/2013. 

A isenção deve ser solicitada na inscrição, por meio de Declaração de Carência Socioeconômica. Nesse momento, o próprio sistema vai cruzar os dados inseridos pelo participante, de renda e de escolaridade, entre outros. Se a solicitação não for aceita, o sistema vai gerar, automaticamente, a Guia de Recolhimento da União (GRU). "Os participantes que tentarem burlar os critérios de isenção, que oferecerem informações falsas, poderão ser eliminados a qualquer momento do Enem, inclusive quando estiverem participando de processos seletivos para o ensino superior", diz Eunice. 

O prazo para o pagamento da taxa de inscrição vai até 24 de maio, respeitando os horários de compensação bancária. O participante isento da taxa no Enem 2016 e que não compareceu à prova só terá direito à isenção no Enem 2017 se justificar o motivo da ausência no sistema de inscrição. 

Enem 

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para obter financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

No primeiro domingo, dia 5 de novembro, os estudantes farão provas de ciências humanas, linguagens e redação. No segundo, no dia 12, as provas serão de matemática e ciências da natureza. 

Caso haja algum problema na hora de inscrição, os candidatos podem acionar o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

Geração de empregos formais segue em alta no Estado

 

Bonde

 
Created on 26 April 2017

A greve geral da próxima sexta-feira (28) será reforçada com a adesão de mais duas categorias. Na noite desta terça-feira (25), professores e estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) confirmaram participação no evento. O Sindiprol, por parte dos docentes, e o Diretório Central dos Estudantes (DCE), representando os alunos, vão se unir a pelo menos 25 sindicatos, como o dos Bancários, técnicos-administrativos da própria universidade e dos professores estaduais através da APP. As centrais sindicais vão protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária, em discussão no Congresso Nacional. 

A expectativa é reunir pelo menos 25 mil pessoas. Segundo o presidente do Sindiprol, Nilson Magnanin Filho, a aprovação foi unânime. Os professores vão participar do ato no Terminal Urbano a partir das 10h. Para a presidente do DCE da UEL, Anaeliza Rosisca, "os estudantes precisam somar com todos pela grve permanente. Só assim que iremos derrubar essas reformas do governo federal". A assembleia do DCE contou com a presença de 200 alunos. 

Depois do Terminal Urbano, os manifestantes vão percorrer o centro da cidade até a Concha Acústica. Um carro de som vai acompanhar o protesto. No último final de semana, os organizadores da greve geral em Londrina encontraram-se pessoalmente com os deputados federais Alex Canziani (PTB) e Luiz Carlos Hualy (PSDB) e pediram que os parlamentares não votassem a favor das reformas na Câmara dos Deputados.

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Bonde

 
Created on 07 February 2017

Uma estudante de escola pública de Ribeirão Preto alcançou a nota mais alta da Fuvest no curso mais concorrido do vestibular 2017 da Universidade de São Paulo (USP): o de medicina no campus de Ribeirão Preto. Bruna Sena, de 17 anos, estudou a vida inteira na rede pública e superou 6,8 mil candidatos que disputaram as 90 vagas de graduação, ficando em 1° lugar. A assessoria de imprensa da USP em Ribeirão Preto (SP) confirmou a colocação da candidata. Com a aprovação, ela se tornou a primeira pessoa de sua família a ingressar no ensino superior.

Um artigo publicado no site da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) menciona o primeiro lugar de Bruna.
A concorrência para o curso de medicina na USP Ribeirão foi de 75,58 candidatos por vaga, uma disputa que tem se tornado cada ano mais acirrada, depois que a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto aderiu parcialmente ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Há dois anos, a concorrência foi de 50,51 candidatos por vaga.
De família pobre, Bruna dedicou quase todos os seus dias no ano passado para se preparar para essa disputa: pela manhã, ela cursou o terceiro ano do ensino médio na Escola Estadual Alberto Santos Dumont, localizada no Sumarezinho, bairro de classe média de Ribeirão Preto. Durante a tarde, estudava sozinha. À noite, frequentava diariamente o cursinho popular PET-Medicina, iniciativa dos estudantes de medicina da USP na cidade, que dão aulas voluntariamente a estudantes de baixa renda.
Desde o início do ensino médio, Bruna tinha como objetivo passar na Fuvest, mas ela diz que se surpreendeu ao descobrir que conseguiu alcançar o sonho na primeira tentativa. Ela participou do Inclusp, o programa de inclusão social da USP, que oferece pontuação extra para estudantes da rede pública.
A iniciativa tem como objetivo incentivar que mais estudantes de escolas públicas se inscrevam na Fuvest, e ampliar a diversidade entre os estudantes de graduação. Em 2016, de todos os calouros matriculados na USP, 57,7% eram homens, 76,4% eram brancos e 63,3% tinham feito todo o ensino médio em uma escola particular. Bruna representa a minoria nos três casos.
"Não foi fácil, mas eu tive ajuda de muita gente. Minha mãe me ajudou, minha família e também o meu cursinho popular. Foi por isso que eu obtive a minha aprovação, além do meu esforço", afirma a mais nova caloura da USP.
Incentivo à inclusão
Pelo Inclusp, a estudante recebeu bônus tanto na primeira fase, que tem uma prova de 90 questões de múltipla escolha, e foi aplicada em novembro, quanto na segunda fase, onde os candidatos enfrentam três dias de provas com questões dissertativas, incluindo uma redação.
"Tive pontuação acrescida tanto na primeira quanto na segunda fase. Na verdade eu não me lembro como fiquei sabendo, mas acho que foi porque fui pesquisando mesmo porque eu sempre quis a USP, tanto que fiz a Fuvest no segundo ano e no terceiro [do ensino médio] e por isso tive um acréscimo", explica Bruna.
Desde 2014, a USP dá bônus de 15% na nota final para todos os alunos que fizeram o ensino fundamental todo na rede pública, e fazem ou estão fazendo o ensino médio em escolas públicas (no caso de quem só fez o ensino médio na rede pública, o bônus é de 12%). Para isso, é preciso ter no mínimo 27 acertos na primeira fase. Candidatos que participam também do Programa de Avaliação Seriada (Pasusp) têm direito a 20% de bônus: nesse caso, é preciso ter cursado o ensino fundamental na rede pública e ainda estar cursando o ensino médio em escola pública, além de fazer a Fuvest em dois anos seguidos, no segundo e no terceiro do ensino médio. Já os candidatos pretos, pardos e indígenas que cursaram ensino fundamental e médio em escola pública recebem ainda 5% de bônus adicional (neste caso, o bônus pode chegar a um teto de 25%).
Surpresa
Apesar de ter superado todos os concorrentes, Bruna diz que não se deu conta que havia obtido a primeira colocação geral até dias depois das notas terem sido divulgadas e de ter sido recebida pelos veteranos da medicina.
"Foi uma corrente do bem. No primeiro dia saiu a lista e depois vinha a opção de olhar o desempenho. No primeiro dia eu apenas olhei e só dois dias depois, quando fui ver a classificação, que notei que tinha sido a primeira. Eu bati o olho, mas não tinha me tocado."
Agora, Bruna diz que deverá efetuar sua matrícula já nesta primeira semana. Ela diz que a família não poderia estar mais orgulhosa e espera que organizem uma festa para celebrar sua conquista, afinal de contas, ela é a primeira pessoa da família que irá cursar o ensino superior.
"Não achei nem que fosse passar da primeira fase, te juro. Minha mãe, coitada, não acreditou. Sou a primeira da família a fazer faculdade e não sei se vão fazer alguma comemoração aqui em casa, mas espero que sim", explica aos risos.
Sem Sisu
Apesar de se encaixar nos requisitos, a estudante explica que não tentou se inscrever no Sisu porque afirma que não se saiu bem na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016.
"Com minha nota não dava pra passar em medicina porque no Enem eu realmente não fui muito bem. Treinei mais pra Fuvest porque o estilo das questões é muito diferente. Ambos tem prós e contras, o Enem é uma prova muito cansativa, são dois dias e a pessoa tem que fazer muito rápido. A maioria das universidades dão peso maior para redação e matemática, e ambas são no mesmo dia então é mais difícil, cansativo. A Fuvest é um vestibular muito tradicional e você pega o jeito de fazer", conta.
Escolha
Bruna diz que a admiração e eventual escolha por prestar medicina foi algo que ocorreu com o tempo e contato que ela mantinha com estudantes da área. Mas, para ela, prestar Fuvest e entrar na USP sempre foram seus principais objetivos há muito tempo.
"Eu comecei a querer medicina no começo do ano passado. Fui pegando admiração porque, como fiz um cursinho que funciona dentro da faculdade de medicina, a gente via os alunos, já que eles eram os professores, e fiquei admirada, mas sempre tive a ideia de prestar Fuvest, era meu foco desde o primeiro ano do ensino médio", diz.
Apesar disso, ela afirma que ainda não sabe em qual área deverá se especializar e conta que a decisão deverá ser tomada com o passar dos anos dentro do curso com o auxílio de professores e após ter contato com todas as áreas possíveis. "Ainda não sei no que vou me especializar, não tenho a menor noção. Primeiro vou fazer a matrícula on-line agora no dia 6, e só me apresentarei depois, no dia 13."
Preocupação
Apesar de estar feliz com a aprovação e a realização do sonho de estudar na USP, Bruna confessa que está um pouco preocupada com eventuais casos de preconceito e possíveis assédios. Negra e vinda de família pobre, ela afirma que já pensou sobre o assunto, mas diz que o primeiro contato com veteranos do curso foi animador. Ela diz ter sido recebida com muita simpatia – e tinta.
"Eu fico um pouco preocupada, mas muitos veteranos falaram comigo e me disseram que se acontecer alguma coisa eu posso falar, denunciar. Tem o disque trote que podemos ligar e dizer se algo ocorrer. Fico um pouco preocupada, mas, pelo que vi, o pessoal é bem legal."
Em junho do ano passado, alunas da USP de Ribeirão Preto relataram casos de machismo e assédio de professores na instituição. Após os episódios, elas chegaram a criar no Facebook a página 'Juntas Resistimos na FEA-RP', que acumula milhares de seguidores e espalha pelas redes sociais a hashtag ‘meu professor feano’, com denúncias anônimas contra os docentes. Já em novembro de 2014, a bateria da medicina da USP de Ribeirão Preto foi acusada de racismo por causa de um hino que foi entoado e divulgado no mesmo ano em um manual para calouros da medicina, juntamente com camisetas da atlética do curso.
"O pessoal que conheci ao menos é legal, parece que a maioria, mas pode ser que tenha uma minoria que talvez pegue no pé", conclui Bruna.
 

 

 
Created on 18 January 2017

O ministro da Educação, Mendonça Filho, confirmou nesta terça-feira (17) que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não servirá mais como meio para se obter uma certificação de conclusão do ensino médio. "A notícia deve ser oficializada amanhã [quarta, 18], a separação do Enem em relação ao Encceja [Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos]", disse Mendonça Filho após sair de uma reunião com a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Segundo o ministro, o Encceja, que já é aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) todos os anos como meio de certificação de conclusão do Ensino Fundamental, será ampliado para servir também como certificação do Ensino Médio já a partir do segundo semestre deste ano.

 



"O Enem não servirá como instrumento de certificação e conclusão de Ensino Médio e sim como instrumento de acesso ao ensino superior... [pois] termina exigindo de um jovem ou de adulto que queira a certificação no ensino médio mais do que seria necessário, é uma imposição de um ônus, de ter que ter um conhecimento a mais, para aqueles que só querem ter uma certificação no Ensino Médio", disse Mendonça Filho. 

A provável exclusão do certificado de conclusão do ensino médio do Enem havia sido antecipada pela presidente do Inep, Maria Inês Fini, em novembro. Outra possível alteração seria a exclusão de treineiros, aqueles que fazem a prova só para testar conhecimentos. 

Uma consulta pública será lançada nesta quarta-feira (18) a respeito de outras alterações no Enem, com o objetivo de adequar o exame à reforma no Ensino Médio, ainda em discussão no Congresso Nacional. Mendonça Filho dará entrevista coletiva sobre o assunto às 11h de quarta-feira. 

Bibliotecas em presídios 

O motivo da ida de Mendonça Filho ao STF foi para firmar com Cármen Lúcia um contrato que oficializa o fornecimento de 20 mil livros para a implantação de bibliotecas em 40 penitenciárias. 

Segundo o ministro da Educação, a primeira unidade contemplada deverá ser uma penitenciária feminina em Minas Gerais, na próxima quinta-feira, em solenidade com a presença de Cármen Lúcia, embora a agenda não tenha sido confirmada pela assessoria do STF. 

A parceria já vinha sendo discutida desde novembro, mas a oficialização da medida se deu somente nesta terça-feira, servindo também como um anúncio positivo em meio a uma das maiores crises já vividas pelo sistema carcerário nacional. 

Desde o início do ano, ao menos 127 presos foram assassinados durante rebeliões em unidades prisionais do Amazonas, de Roraima e do Rio Grande do Norte, estados que convivem com uma disputa entre facções pelo controle das prisões.

José Cruz/Agência Brasil

 

Bonde

 
Created on 10 November 2016

Divulgado o resultado da 1ª etapa do Vestibular 2017 da Universidade Estadual de Londrina (UEL), 8.911 candidatos foram aprovados. Confira no site da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops). Os aprovados deverão fazer a 2ª fase nos dias 4, 5 e 6 de dezembro. 

Ainda esta semana, na sexta-feira (11), a UEL divulgará o Boletim de Desempenho, com o qual todos os candidatos, independentemente de estarem aprovados, poderão saber exatamente o total de acertos dos 60 testes de Conhecimentos Gerais. A prova foi aplicada no último dia 23 de outubro. 

A 2ª fase começa no dia 4 de dezembro com as provas de Línguas e Literaturas: Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação; no dia seguinte, dia 5, será aplicada a prova discursiva de Conhecimentos Específicos. No dia 6 de dezembro serão aplicadas as Provas de Habilidades Específicas para candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico. 

Vagas 

Este ano o curso mais disputado é o de Medicina (sistema universal), com 125 candidatos/vaga, seguido por Psicologia (30,63) e Biomedicina (28,44). A Universidade oferece 2.480 vagas, em 53 cursos de graduação, sendo que outras 600 serão ofertadas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). 

O resultado final (classificados em 1ª convocação) sai em 24 de janeiro de 2017, ao meio dia no site da Cops

Cronograma 

- Resultado da 1ª fase: quarta-feira, dia 9 de novembro, às 17 horas. 

- Boletim de Desempenho: 11 de novembro, às 17 horas. 

- 2ª Fase: 4, 5 e 6 de dezembro. 

- 1ª Convocação da 2ª fase: 24 de janeiro de 2017, ao meio dia. 

 

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Agencia Uel

 
Created on 02 November 2016

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta terça-feira (1º) que o Enem 2016 será realizado normalmente no próximo final de semana, 5 e 6 de novembro, para 97,78% dos 8.627.195 inscritos em todo o País. Os 191.494 estudantes afetados pelas ocupações não serão prejudicados e farão nova prova nos dias 3 e 4 de dezembro. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que são 304 locais de aplicação de prova ocupados no País.
Os inscritos afetados pelas ocupações serão avisados pelo Inep por meio de SMS, e-mail e divulgação no site. Será possível, ainda, acessar o aplicativo Enem 2016 ou se informar pelo 0800 616161. 

Segundo o Inep, a mudança dos locais de prova na véspera da aplicação coloca em risco a segurança do Enem. O exame exige um plano logístico de distribuição do material, com rotas pré-definidas, escoltas policiais e efetivo policial destacado para a operação. A alteração desses locais implica em reprocessar todo o material para readequação da nova logística. O local requer, ainda, estrutura mínima para receber a aplicação, ter acessibilidade para deficientes físicos (banheiros adaptados, mobiliário adequado para cadeirantes, surdos, cegos e à faixa etária), além de salas extras e estudo de plano de risco. 

A nova aplicação será em tempo hábil para a utilização dos resultados no Sisu, Fies e Prouni. Do ponto de vista da prova, os novos itens serão equivalentes, de modo a garantir a isonomia do Enem. 

Os 304 locais estão distribuídos em todo o país. O Paraná, com 74, e Minas Gerais, com 59, têm o maior número de locais de provas ocupados. No total, 41.168 estudantes paranaenses serão afetados com a mudança de data da prova, o que representa 9,82% dos participantes. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed), até a tarde desta terça-feira, 256 escolas estavam sob posse dos estudantes na região. 

Participantes por Estado afetados pelo adiamento: 
1º – Minas Gerais – 42.671 
2º – Paraná – 41.168 
3º – Bahia – 29.810 
4º – Espírito Santo – 19.569 
5º – Pernambuco – 13.581 

Locais de prova ocupados: 
1º – Paraná – 74 
2º – Minas Gerais – 59 
3º – Bahia – 42 
4º – Espírito Santo – 40 
5º – Alagoas – 15 
5º – Pernambuco – 15 

Novos locais de prova 

O Inep está preparando um plano logístico para garantir a segurança e tranquilidade da aplicação das provas no início de dezembro. Os novos locais de prova serão divulgados oportunamente. 
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Bonde

 
Created on 19 October 2016

O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse nesta quarta-feira, 19, que a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser comprometida em 181 escolas do País que estão ocupadas por estudantes contra a reforma do ensino médio e a PEC 241, propostas do governo Michel Temer. Segundo ele, 95 mil participantes farão provas nessas unidades. 

Segundo Mendonça Filho, se as unidades não forem desocupadas até 31 de outubro, o Enem será cancelados nesses locais. "Se as escolas não estiverem desocupadas, por razões de segurança, as provas serão comprometidas nessas localidades", disse o ministro, que descartou a possibilidade de realocar a prova desses candidatos para outras escolas por problemas de logística. 

Ainda segundo o ministro, a Advocacia Geral da União (AGU) já foi acionada para tomar as "providências jurídicas cabíveis" para responsabilizar estudantes e entidades responsáveis pelas ocupações, caso a prova não seja realizada. "As providências para a responsabilização devem ser tomadas já que o Estado vai ter que cobrir os gastos para a realização de uma nova prova. Mas acredito que a situação não chegue a isso e, até o dia 31, estudantes e entidades, que patrocinam essas ações, colaborem." 

De acordo com o ministério, caso a prova seja cancelada nessas localidades, os custos da aplicação de um novo exame - cerca de R$ 90 por candidato - serão cobrados judicialmente dos responsáveis pelas ocupações. 

Paraná 

De acordo com o ministro, das 181 localidades de prova do Enem ocupadas, a maioria está localizada no Paraná. No Estado, dos 682 locais de prova, estavam ocupados nesta quarta-feira, 19. "Lá existe um outro debate, uma outra situação que envolve questionamentos de uma política local, da qual não quero e nem devo me envolver", disse Mendonça Filho. 

Maria Inês Fini, presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, disse que o MEC está fazendo o monitoramento presencial da situação de ocupação das escolas e trabalhado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de educação para convencer os alunos da necessidade de desocupação. "O número de 181 localidades de prova ocupadas revela uma fotografia estática do momento. Tudo pode mudar, escolas podem ser desocupadas porque temos esse apoio dos Estados e municípios", disse. 

Segundo Maria Inês, em apenas um dia 29 escolas teriam sido desocupadas. Ela disse que na terça-feira, 18, 210 localidades de prova estavam ocupadas e o número já caiu para 181 nesta quarta-feira. 

Entidade 

Na noite de terça, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) informou que 769 instituições de ensino de todo o País estavam ocupadas contra as propostas do governo Temer para a educação. A reportagem procurou a direção da Ubes para comentar o prazo estipulado pelo ministro, mas, até as 18h, ninguém havia sido localizado.

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Agência Brasil

 
Created on 19 October 2016

De acordo com a última atualização realizada às 18h40 desta quarta-feira (19) pelo Movimento Ocupa Paraná, em sua página do Facebook, o número de escolas ocupadas no Estado era 791. 

Na relação das universidades, foram incluídos os campi da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em Foz do Iguaçu, e de Ponta Grossa da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Uepg). No total, são 12 universidades ocupadas. 

Os Núcleos Regionais de Educação (NRE) de Laranjeiras do Sul, Pato Branco e Maringá também estão em posse dos alunos.

Em Assaí, um grupo de alunos estão participando do Movimento Ocupa Paraná e estão alojados no Colégio Carrão, e nesta quarta feira, 19, houve uma palestra para explicar aos alunos a respeito desse movimento. 

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Created on 13 October 2016

A assembleia estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), realizada na manhã desta quarta-feira (12), com a presença de dois mil educadores, em Curitiba, definiu que haverá greve geral na rede estadual da educação pública do Paraná, a partir da próxima segunda-feira (17). 

Conforme informações divulgadas pela APP-Sindicato, a maioria dos presentes decidiu em votação a deflagração da greve. O principal motivo foi devido ao não pagamento da data-base para janeiro de 2017, que era a conquista da última greve dos educadores. Foi enviada uma proposta à Assembleia Legislativa para "suspender o pagamento do direito e condicionar o pagamento das promoções e progressões (mais de 600 milhões em atraso) às sobras do caixa do Estado". 

Em nota emitida nesta quarta-feira (12), a Secretaria de Estado da Educação (SEED), reitera que tem mantido o diálogo aberto, com a realização de reuniões periódicas na secretaria e na Casa Civil. 

"Todas as demandas dos professores e funcionários da educação estão sendo analisadas", ressalta a nota. Em relação à principal reivindicação, do pagamento das promoções e progressões, a SEED afirma que pretende implantar esses pagamentos a partir de janeiro de 2017. 

A secretária de Estado da Educação, professora Ana Seres, destaca que o Governo do Estado tem feito todos os esforços para efetuar os pagamentos o mais breve possível, mas isso depende da evolução do orçamento. 

Sobre o calendário escolar, conforme a SEED, as reposições devem avançar até 2017, pois as aulas deste ano terminam em 21 de dezembro, devido às duas paralisações de 2015. Para dar sequência às negociações, um novo encontro está marcado para a próxima quarta-feira (19). 

Pauta 

A pauta de reivindicações desta greve é a retirada das emendas da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), contidas na Mensagem 043/2016 que alteram o pagamento da data-base, pagamento das dívidas com os educadores (promoção e progressão, equiparação do salário dos funcionários e funcionárias agente I ao mínimo regional e reajuste de vale transporte para os educadores e educadoras PSS); a retirada da falta do dia 29 de abril; a manutenção do PDE e das licenças especiais e, no âmbito nacional, contra a MP do Ensino Médio, a PEC 241, o PLS 54 (antigo PL 257) e contra a reforma da previdência. 

Calendário 

Nesta quarta-feira (12), comandos de greve e mobilização em todas as cidades já estão sendo organizados. Na quinta-feira (13), será realizado um debate sobre a MP do Ensino Médio, organizado pela SEED, nos Núcleos Regionais de Educação. Na sexta e no sábado (14 e 15), estão programadas vigília e mobilização junto aos deputados estaduais. 

Na segunda-feira (17), será iniciada a greve geral dos trabalhadores. Na terça-feira (19), terá a reunião do FES com o governo, com concentração em Curitiba e Região Metropolitana, além de uma reunião com o comando de greve para avaliar a convocação de uma assembleia estadual. No dia 25 de outubro, terá o ato estadual do FES e no dia 11 de novembro, está prevista a greve nacional unificada. 

UEL 

Os professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) deflagraram greve de três dias em assembleia realizada na terça-feira (11). De segunda a quarta-feira da próxima semana, as aulas na instituição estarão suspensas. Na quinta-feira (20), uma nova assembleia deve definir como serão as próximas mobilizações. 

O Sindicato dos Servidores Públicos Técnico Administrativos da Universidade Estadual de Londrina (ASSUEL), realiza nesta quinta-feira (13), duas assembleias para aprovação da greve da categoria, às 9h, no Anfiteatro do CESA/UEL (Centro de Estudos Sociais Aplicados) e às 12h no Anfiteatro do HU. 

UENP, UNESPAR e UNIOESTE 

Segundo o Sindicado dos Professores do Ensino Superior Público Estadual de Londrina e Região (SINDIPROL/ADUEL), docentes da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) de Bandeirantes e Apucarana decidiram por três dias de greve, após assembleias realizadas na terça-feira (11). 

As atividades serão paralisadas nos dias 17, 18 e 19 de outubro em resposta à proposta do governo do não pagamento da base-salarial. Na próxima quinta-feira (20), novas assembleias estão previstas. 

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Bonde

 
Created on 05 October 2016

Estudantes e professores de várias escolas de Londrina se reuniram mais uma vez em um protesto na manhã desta quarta-feira (5) na área central da cidade. Os manifestantes protestam contra as propostas do Governo Federal para mudanças no ensino médio. Com coros pedindo a saída do governador Beto Richa e prometendo invasão às escolas, caso a reforma seja aprovada, dessa vez o movimento teve o apoio direto de professores e funcionários de colégios. 

Segundo o professor Bruno Garcia, a principal reivindicação é que a reformulação do ensino médio seja discutida com estudantes, professores e movimentos sociais. "Não somos contra a reforma do ensino, pelo contrário, concordamos com ela. Mas defendemos que a alteração seja amplamente discutida com a comunidade escolar, que será atingida diretamente com qualquer que seja a mudança adotada pelo governo", afirmou. 

A opinião é compartilhada pelo professor de sociologia Camilo Serafim, que, além de criticar a "falta de diálogo na reforma", afirmou que a mudança deve desvalorizar a profissão. "Queremos que a reforma seja discutida com todos os envolvidos para evitar situações que prejudiquem um dos lados. A exclusão de disciplinas é um ponto que precisa ser reconsiderado, porque isso, além de prejudicar os professores, vai prejudicar também os alunos". 

Neste momento, os manifestantes fazem uma passeata na região central, percorrendo a avenida Higienópolis onde seguem até o Colégio Vicente Rijo. Uma assembleia está convocada para o início da tarde desta sexta-feira (7), onde a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes) definirá com os alunos a possibilidade do início de uma greve estudantil. 

 

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Bonde

 

 

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