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Created on 08 May 2017

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (8) consulta ao lote de restituição residual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF), referente aos exercícios de 2008 a 2016. 

O crédito bancário para 128.232 contribuintes será realizado no dia 15 de maio, totalizando R$ 213,4 milhões, dos quais R$ 74,7 milhões referem-se aos contribuintes com prioridade no recebimento: 22.107 idosos e 1.930 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. 

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet, ou ligar para o Receitafone 146.

 



Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora. 

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do Imposto de Renda e situação cadastral no CPF – Cadastro de Pessoas Físicas. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF. 

Prazo para resgate 

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate dentro do prazo, deverá fazer o requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF. 

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Geração de empregos formais segue em alta no Estado

 

 

Bonde

 
Created on 27 April 2017

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis no País somaram R$ 4,01 bilhões em março. O montante representa queda de 9,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, e uma alta de 36,0% frente a fevereiro, quando houve menos dias úteis devido ao carnaval. 

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 27, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). 

No primeiro trimestre de 2017, os financiamentos imobiliários somaram R$ 10,06 bilhões, montante inferior em 7,8% ao registrado em igual período de 2016. Nos 12 meses encerrados em março, foram destinados R$ 45,75 bilhões, queda de 26,7% em relação ao apurado nos 12 meses precedentes.

A pesquisa da Abecip mostrou também que, em março, foram financiados 15,5 mil imóveis nas modalidades de aquisição e construção, alta de 26,5% comparativamente a fevereiro. Em relação a março do ano passado, as concessões ainda mostraram recuo de 21,1%. 

No primeiro trimestre de 2017, foram financiados 40,90 mil imóveis, queda de 14,4% em relação a igual período de 2016, quando foram financiadas 47,79 mil unidades. 

Tomado um período mais dilatado, o financiamento imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 192,79 mil imóveis em 12 meses, até março de 2017, queda de 31,1% relativamente aos 12 meses precedentes.
 
Bonde 
 
Created on 26 April 2017

Na contramão do que foi registrado no País, o Paraná tem saldo positivo na geração de empregos. Segundo o levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a diferença entre o número de contratados e demitidos foi de 1.126 novos postos em março no Paraná. No mesmo período, também segundo o Caged, o Brasil perdeu 63.624 vagas de emprego. 

"Esse resultado precisa ser comemorado, demonstra a retomada de crescimento se consolidando no Paraná e demonstra também que as decisões tomadas pelo governador Beto Richa estão funcionando", afirma Artagão Junior, secretário da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos. 

Vale ressaltar que, em 2016, o Paraná ficou em primeiro lugar no ranking que avalia o Programa de Intermediação de Mão de Obra, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho.

 



Os números no Estado são ainda melhores se comparados com igual período do ano passado, quando 3.855 postos de trabalho foram perdidos. No mês de março, o Paraná se manteve em quarto lugar no ranking nacional de geração de emprego. No acumulado do primeiro trimestre deste ano, o Estado ficou em terceiro lugar, atrás somente do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

Atividades 

Com relação aos setores que mais geraram empregos no Paraná, a indústria de transformação teve o maior destaque, com saldo de 1.926 postos. Na sequência vem o setor de serviços, com 783 postos, a administração pública, com 156 postos e a agropecuária, com 11 postos. 

No acumulado do primeiro trimestre de 2017, seis setores apresentaram saldo positivo e juntos somaram quase 20 mil novos postos de empregos formais: serviços, com 8.360 postos; indústria de transformação, com 7.673; construção civil, com 2.262; agropecuária, com 1.496, serviços industriais de utilidade pública, com 115 e administração pública, com 66.

No setor da indústria merecem ser destacados os subsetores sucroalcooleiro, especialmente na fabricação de açúcar em bruto, com 895 novos postos. Na sequência o abate de suínos, aves e outros pequenos animais, com 845 postos. "Os números vindos destas atividades demonstram que a indústria frigorífica do Paraná continua criando novas oportunidades de empregos formais", avaliou Artagão Júnior. 

Destaques municipais 

Dentre os municípios que mais se destacaram em março, São José dos Pinhais ocupa o primeiro lugar, com 772 novos postos de trabalho criados. A indústria de material de transportes teve a maior representatividade no saldo da cidade, com 669 postos vindos deste subsetor. A ocupação que mais contratou no local foi a de montadores de veículos automotores, com 494 postos em março. 

"Destacam-se ainda Pato Branco, com 518 postos; Cascavel, com 506 e Paranacity, com 458 postos, mostrando a força do interior do Estado na recuperação da economia do Paraná", analisou a economista do Observatório do Trabalho da Seju, Suelen Glinski.

BANDIDOS ARMADOS LEVAM VEÍCULO, CARTÕES E CELULAR EM NOVA SANTA BÁRBARA

Bonde

 
Created on 21 March 2017

Os preços da cebola continuaram a cair nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do País em fevereiro. A hortaliça produzida na Região Sul está abastecendo o mercado nacional e segurando os preços em baixos patamares. Em Brasília/DF, o quilo da cebola foi vendido no atacado a R$ 1,27, queda de 15,27%. Os dados estão no 3º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2017, divulgado nesta terça-feira (21) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo analisa os preços de comercialização no atacado em fevereiro deste ano. 

Em contrapartida, chuvas intensas e excesso de calor nas principais regiões produtoras comprometeram a produção de alface e cenoura, aumentando os preços. A maior alta foi registrada na Ceagesp, onde o preço da alface subiu 104,87% e o da cenoura, 59,19%, com o quilo saindo a R$ 2,86 e R$ 2,11, respectivamente. 

O mesmo ocorreu com o tomate, cuja cotação em queda desestimulou os produtores, reduzindo a oferta. Em consequência, em fevereiro o produto teve aumentos de 2,81% a 49,34%. O maior índice foi registrado em Recife/PE, onde o preço do quilo chegou a R$ 1,51. Caso se mantenha a tendência de redução de área plantada, o tomate poderá pressionar os índices inflacionários nas próximas safras.

 



Já a batata não apresentou movimento uniforme nos mercados analisados. Para se ter uma idéia da variação, o preço caiu 20,83% em Rio Branco/AC (R$1,90/kg) e subiu 19,46% em Curitiba/PR (R$ 0,94/kg). 

Frutas 

Banana e maçã apresentaram preços mais baixos em cinco das centrais de abastecimento analisadas, devido ao aumento na oferta dos produtos. A maior queda da banana foi de 31,53% em Curitiba/PR, com preço de R$ 1,57/kg. No caso da maçã, destaque para recuo de 26,82% na cotação em Vitória/ES, onde foi vendida por R$ 3,57/kg. 

O preço do mamão também caiu na maioria das Ceasas analisadas, de 2,39% (em Belo Horizonte/MG) a 14,97% (em Rio Branco). A laranja, no entanto, teve alta generalizada apesar da safrinha de São Paulo. Os maiores aumentos foram de 60,89% no Acre, onde a fruta foi vendida a R$ 2,01/kg, e de 36,87% em São Paulo/SP (R$ 2,49/kg). 

A análise de preços praticados pelas centrais de abastecimento é feita mensalmente pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Conab, a partir de informações fornecidas pelos principais entrepostos de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Pernambuco, Ceará, Acre e Distrito Federal.

 

Bonde

 
Created on 21 March 2017

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Hua Chunying disse nesta terça-feira, 21, em Pequim que a China adotou medidas "preventivas e temporárias" para garantir a segurança dos consumidores chineses, conforme reportagem da emissora de TV chinesa CCTV. 

"Esperamos que o Brasil possa lançar investigações rigorosas seguindo o princípio de ser aberto e transparente e que notifique a China sobre os resultados", afirmou Hua. "Esperamos que o Brasil possa tomar medidas mais rigorosas para garantir a segurança dos produtos alimentícios que exporta para a China. A China e o Brasil são importantes parceiros comerciais." 

Segundo a porta-voz do ministério, a China está "preocupada com a questão da qualidade dos produtos de carne do Brasil".

 



A indústria de carne do Brasil sofreu um revés com as revelações da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, de irregularidades na fiscalização de carnes entre frigoríficos e fiscais agropecuários, o que causou reação em vários mercados. "Esperamos que os dois países possam melhorar as comunicações e a coordenação e solucionar conflitos em tempo hábil na base da igualdade e do benefício mútuo, para garantir o desenvolvimento saudável e estável da cooperação econômica entre China e Brasil", afirmou a porta-voz. 

O ministério da Agricultura informou na segunda-feira que a China suspendeu o desembarque das carnes importadas do Brasil e pediu esclarecimentos ao governo brasileiro sobre a Operação Carne Fraca. Na segunda à noite, o ministro Blairo Maggi fez uma videoconferência com autoridades chinesas para prestar esclarecimentos. 

A expectativa do governo brasileiro é de que a China retome em breve o desembaraço das remessas brasileiras de carne, após as explicações dadas às autoridades sanitárias chinesas. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Luiz Rangel, os chineses queriam compreender melhor se os problemas detectados na Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, eram corrupção de agentes públicos ou de saúde pública. 

"Deixamos muito claro que não há risco à saúde", disse o secretário. Os chineses pediram essa garantia em um documento, que lhes será enviado ainda nesta terça. 

O Brasil tem 58 plantas autorizadas a exportar para a China. Dessas, apenas uma está autoembargada pelo governo brasileiro: a planta da Seara (JBS) em Lapa (PR), que será visitada logo mais pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

FURTO EM PROPRIEDADE RURAL EM ASSAÍ

 

Bonde

 
Created on 31 December 2016

O governo federal anunciou o reajuste do salário mínimo de R$ 880 para R$ 937 em 2017. O novo valor passa a vigorar no dia 1º de janeiro de 2017. O presidente Michel Temer assinou um decreto nesta quinta-feira (29) prevendo o reajuste. A medida deve ser publicada no Diário Oficial da União de amanhã (30) ou da próxima segunda-feira (2). 

Em nota divulgada no início da noite de hoje (29), o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão informa que o reajuste significa um aumento de R$ 38,6 bilhões da massa salarial em 2017. Esse valor representa 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB) e, segundo o governo, terá "efeitos positivos na retomada do consumo e do crescimento econômico ao longo do ano". 

No dia 15 de dezembro, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento Geral da União para 2017 estabelecendo o novo salário mínimo no valor R$ 945,80. No anúncio oficial do valor, mais baixo, o governo explicou o motivo da alteração. A justificativa está no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para calcular o reajuste do mínimo e que foi menor do que o previsto inicialmente.

"A estimativa para o INPC em 2016 é de 6,74% calculada pelo Ministério da Fazenda, menor do que a previsão de 7,5% realizada em outubro quando do envio da Lei Orçamentária Anual de 2017 [...]. No acumulado do ano, até novembro, o INPC está em 6,43%. Em virtude da inflação menor em 2016, o reajuste será menor do que o previsto na LOA [Lei Orçamentária Anual]. Trata-se, portanto, de aplicação estrita da legislação".
Agência Brasil
 
 
Created on 12 December 2016

O mercado financeiro espera que a inflação este ano fique bem próxima do teto da meta. De acordo com a pesquisa semanal – Boletim Focus - do Banco Central, feita junto a instituições financeiras, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 6,69% para 6,52%. O limite superior da meta de inflação é de 6,50% e o centro, 4,5%. Essa foi a quinta redução seguida na estimativa para o índice este ano. 

Para 2017, a taxa foi ajustada de 4,93% para 4,90%, segundo o boletim divulgado toda segunda-feira, em Brasília. A meta de inflação para o próximo ano é 4,5%, com teto em 6%. 

Na última sexta-feira, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse que a inflação corrente tem surpreendido favoravelmente. "É verdade que há sinais de uma pausa na margem, na desinflação de alguns componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária [decisões sobre a taxa básica de juros]. Todavia, surpresas positivas na inflação e a fraqueza na atividade tornam mais provável a retomada do processo de desinflação desses componentes", disse Goldfajn.

A inflação, medida pelo IPCA, ficou em 0,18% em novembro deste ano, abaixo do 0,26% do mês anterior. Essa também é a menor taxa para meses de novembro desde 1998. Em 12 meses, o IPCA acumula 6,99%, bem abaixo dos 7,87% de outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última sexta-feira. 

Taxa básica de juros 

Diante da recessão econômica e da melhora na inflação, o BC tem sinalizado que pode intensificar o corte da taxa básica de juros, a Selic. Nas suas duas últimas decisões, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,25 ponto percentual. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano.

Recessão

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano, piorou ao passar de 3,43% para 3,48%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi alterada de 0,80% para 0,70%, na oitava redução consecutiva.

 

Família é rendida e amarrada durante assalto em Rolândia

Bonde

 
Created on 19 October 2016

Na próxima semana, os cidadãos que têm problemas com dívidas nos serviços de telefonia poderão negociá-las através do primeiro "Mutirão de Super Endividamento", promovido pelo Núcleo Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-Ld), em parceria com o Ministério Público de Defesa do Consumidor. 

O serviço estará disponível entre os dias 24 a 27 de outubro, das 9 às 17 horas, na sede do Procon, que fica na Rua Mato Grosso, 299. As senhas de atendimento serão entregues até às 15 horas. Na sexta-feira (28), não haverá atendimento devido ao feriado do Dia do Servidor Público. 

No local, estarão presentes representantes das empresas TIM; Claro, NET, Embratel; Vivo e GVT e Sercomtel, que fornecerão equipamentos e sistema de senhas para o atendimento, bem como condições especiais para pagamento à vista e a prazo. Os interessados encontrarão dois funcionários de cada instituição telefônica para atendê-los. De acordo com o coordenador executivo do Procon-Ld, Rodrigo Brum, a população poderá encontrar melhores alternativas para a resolução dos problemas financeiros relacionados às telefônicas. 

"Durante o mutirão, o consumidor poderá resolver seu débito com as empresas, que oferecerão melhores condições de negociação e acordo do que as normalmente disponibilizam. Além disso, o cidadão que tiver o nome retirado do SCPC e do Serasa poderá voltar a desfrutar, se desejar, dos produtos e serviços disponíveis no mercado, o que é muito importante, visto que a telefonia celular é algo essencial nos dias de hoje", explicou Brum. 

Segundo o coordenador do Procon-Ld, todas as empresas participantes enviaram relatórios de descontos e prazos, que praticarão durante a semana. Algumas poderão dar desconto de 20% a 80%, com a possibilidade de parcelamento em mais dez vezes, além da não cobrança de juros ou correção monetária. 

A quantidade de desconto, o prazo em aberto do débito e o tempo de pagamento da dívida dependerão do produto envolvido, se telefonia móvel, fixa, internet ou torpedos, por exemplo, assim como das necessidades de cada consumidor. "Sabemos que, nos últimos anos, a telefonia móvel está em primeiro lugar no número de reclamações, por isso vamos realizar essa ação, que deve em dezembro ter sua segunda edição, no mutirão com as empresas bancárias", finalizou.

Resultado de imagem para Procon auxilia usuários a resolver pendências financeiras com operadoras telefônicas

 

Bonde

 
Created on 13 October 2016

A equipe econômica mantém aberta a possibilidade de partilhar com Estados e municípios parte da arrecadação com a cobrança de multas no programa de repatriação de recursos não declarados no exterior. Segundo apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, a avaliação é de que a divisão pode ser feita sem que haja necessidade de alterar regras ou o prazo de adesão, que termina no dia 31. 

Faltando poucos dias para a data limite, o entendimento é de que o melhor agora é deixar a lei do jeito que está e fazer a divisão da multa em projeto separado, evitando adiamentos no cronograma. "Para fazer a distribuição da multa com prefeitos e governadores, não precisa mudar a lei da repatriação", disse uma fonte da área econômica. 

O interesse em adiar essa divisão está ligado à situação das contas públicas federais. Para cumprir a meta fiscal para o ano - déficit de R$ 170,5 bilhões -, o governo precisa de pelo menos R$ 37,25 bilhões "extras". A previsão atual é que todo o programa de repatriação gere receita de R$ 50 bilhões. 

Depois da decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de retirar da pauta o projeto que altera a regularização dos recursos, uma das alternativas é enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei ou uma Medida Provisória (MP) com a divisão da multa. 

A preocupação da equipe econômica é afastar a insegurança em relação ao programa que cresceu com as negociações dos parlamentares para aprovar um novo projeto alterando a forma de tributação do Imposto de Renda (IR) que é cobrado do contribuinte que quer regularizar o dinheiro enviado ilegalmente ao exterior. 

Pelas regras atuais, o programa prevê o pagamento de 15% de Imposto de Renda e 15% de multa. Do total da arrecadação com o IR, 49% são divididos - Estados ficam com 21,5%, municípios, com 24,5%, e 3% são destinados ao desenvolvimento das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A multa é 100% destinada á União, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já acenou que pode começar a dividi-la quando a arrecadação superar R$ 50 bilhões. 

Até agora, a Receita Federal já recebeu declarações de contribuintes que somam uma arrecadação de R$ 11 bilhões. "Se não tivesse essa insegurança sobre o prazo, o valor seria maior", disse a fonte do governo. Os maiores contribuintes já deram indicações de que estão prontos para fazer a adesão até o dia 31. 

Crise 
Para o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski, é preciso resolver rapidamente a indefinição, porque os prefeitos precisam desse dinheiro. Pelos seus cálculos 95% das prefeituras passam por crise grave. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Governo corre para obter recursos da repatriação

 

Bonde

 
Created on 13 October 2016

À zero hora do próximo domingo (16) começa o horário de verão em 10 estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal. Nesses locais, os relógios devem ser adiantados em uma hora, deixando o domingo com 23 horas de duração. A operação inversa, que vai marcar o final do Horário de Verão, será realizada no dia 19 de fevereiro. 

Com base em edições anteriores, a estimativa da Copel é que o Horário de Verão contribua para reduzir em 4,5% os níveis máximos de demanda por energia elétrica entre as 18 e 21 horas. Isso corresponde a evitar, ao longo de quatro meses, a demanda por 200 megawattts de potência no sistema elétrico estadual neste horário, o que equivale à demanda máxima de uma cidade como Maringá. 

Reprodução

 

Redução da demanda 

A principal finalidade do Horário de Verão é proporcionar uma alívio à operação de instalações como usinas geradoras, subestações e linhas de transmissão no fim da tarde, quando o expediente comercial e na indústria coincidem com a ativação da iluminação pública. 

Aproveitando os dias mais longos do verão, o adiantamento do relógio permite antecipar as rotinas das pessoas e das empresas, descolando os horários de maior consumo de energia do horário de acionamento automático das lâmpadas nas ruas. 

A diluição do pico de consumo no fim da tarde previne sobrecargas no sistema elétrico, evitando o acionamento emergencial de usinas térmicas e também resguardando os estoques de água nos reservatórios das hidrelétricas. Tudo isso reverte em economia para os consumidores, já que o custo de geração adicional é sempre repassado às tarifas por meio das bandeiras tarifárias. 

Ar-condicionado 

Nos últimos anos, a popularização dos equipamentos de refrigeração tem deslocado o pico de consumo de energia para o intervalo entre 14 e 17 horas – período sobre o qual o Horário de Verão não tem efeito. Este fato reforça a importância de utilizar de modo racional o ar-condicionado no início da tarde. 

Histórico 

Esta será a 42ª vez que o Horário de Verão será adotado no país. A história da medida no Brasil começou na década de 30, pelas mãos do então presidente Getúlio Vargas: sua versão de estreia durou quase meio ano, vigorando de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Nos 35 anos seguintes, a medida foi instituída em nove oportunidades: em 1932, de 1949 a 1952, em 1963 e de 1965 a 1967. O recurso ressurgiria apenas em 1985 por decreto do presidente José Sarney, sendo adotado ininterruptamente desde então. 

O decreto 6558, de 2008, determinou que o Horário de Verão será aplicado nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, incluindo o Distrito Federal, com início sempre no terceiro domingo de outubro e encerramento no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

Bonde

 

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