Dr. Leonardo Leoachi

Fisioterapia - Studio Pilates - Podoposturologia

(43) 3262-0446 - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Imagem: Internet

Sabe bem estar de férias quem dorme até mais tarde pela manhã, fica mais com os amigos, relaxa, cuida melhor da alimentação, descansa a cabeça das preocupações, se dedica mais a si mesmo, revê conceitos, cuida do corpo e da saúde com mais dedicação. É por isso que hoje estamos aqui para sugerir a prática do Pilates, se você ainda não pratica! Além de ser uma atividade muito prazerosa, ela é lúdica, desafiadora, benéfica, energética, relaxante e eficiente. Quem pratica sabe! O método promove o aumento de força, flexibilidade, mobilidade articular e consciência corporal; aprimora o equilíbrio e a coordenação motora; alivia dores; reduz os níveis de estresse; melhora a postura, unifica corpo e mente. Resultando em muito mais vitalidade e disposição para aproveitar da melhor maneira as suas férias! E ao aderir à prática, terá um desempenho muito melhor nas tuas atividades diárias, desenvolvendo uma rotina com mais qualidade de vida.

Fonte: ClubedoPilates

Drº Leonardo Leoachi

O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Fisioterapia Studio Pilates

Podoposturologia (43) 3262-0446

 

Imagem: Internet

A International Continence Society (ICS) define a incontinência urinária como “uma condição na qual a perda involuntária de urina é um problema social ou higiênico e é objetivamente demonstrável”. As causas da IU são diversas, entretanto na maioria dos casos pode-se citar a idade avançada, a gravidez, o parto, a diminuição dos hormônios femininos na menopausa, o tratamento do Câncer de Próstata e as incapacidades físicas e mentais.


Causas primárias ou agravantes da incontinência urinária:


SEDENTARISMO – pouca atividade física associada a longo período de permanência na posição sentada causam diminuição na força da musculatura do períneo.

TABAGISMO – a nicotina diminui a síntese e a qualidade do colágeno, fundamental na manutenção da elasticidade muscular, e também favorece o surgimento de contrações involuntárias da bexiga. O excesso de tosse, comum aos tabagistas, causa danos aos tecidos de sustentação da uretra e da vagina.

DOENÇAS PULMONARES CRÔNICAS – a tosse provoca um aumento da pressão intra-abdominal em relação à pressão uretral, afora os danos acima mencionados.

DOENÇAS NEUROLÓGICAS – de origem central ou periférica como na doença de Parkinson, esclerose múltipla, lesão do cone medular, etc.

CONSEQUÊNCIA DE ALGUMAS CIRURGIAS

INFECÇÃO URINÁRIA – quando com infecção urinária, as mulheres apresentam piora do quadro de incontinência.

DIABETES – devido às alterações da inervação local e à maior predisposição de adquirir infecção urinária.
Outras causas podem ser de duração mais prolongada, até mesmo permanente: hiperatividade do músculo da bexiga, fraqueza dos músculos que seguram a bexiga no lugar, fraqueza no esfíncter uretral (músculo que circundam a uretra), problemas congênitos, aumento da próstata, lesões da coluna espinhal, cirurgias ou doenças envolvendo nervos e/ou músculos (esclerose múltipla, distrofia muscular, poliomielite e acidente vascular cerebral). Em muitos casos, vários fatores estão associados como causa da incontinência.


A necessidade de ir ao banheiro imediatamente, a perda de urina durante o sono ou depois de algum esforço como tossir ou pegar peso, ou não perceber que a bexiga está cheia são situações mais comuns do que se imagina.


Contudo a incontinência urinária se divide em alguns tipos:

INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO – ocorre quando a pressão abdominal é superior a pressão de fechamento da uretra, causando uma perda involuntária de urina em esforços como tossir, espirrar ou levantar peso. Ocorre devido a uma deficiência no suporte vesical e uretral que é feito pelos músculos do assoalho pélvico ou por uma fraqueza ou lesão do esfíncter uretral.

INCONTINÊNCIA DE URGÊNCIA– o indivíduo sente urgência em urinar, levando à perda do controle miccional. Acontece quando a bexiga está hiperativa, ou seja, contrai sem o seu comando ou desejo de que ela faça isso. Existem várias causas para essa condição. A bexiga pode tornar-se hiperativa devido uma infecção urinária que irrita a mucosa da bexiga ou por alterações nos nervos que normalmente controlam a bexiga e em muitos casos a causa pode não ser detectada.
INCONTINÊNCIA MISTA- é uma combinação das duas condições anteriores.

INCONTINÊNCIA PARADOXAL – o paciente não consegue eliminar toda urina da bexiga, causando sensação de gotejamento após a micção.

BEXIGA NERVOSA – normalmente a mulher deve ser capaz de suprimir o desejo de urinar e neste caso, ao tentar suprimi-lo ocorre uma contração involuntária do músculo da bexiga (músculo detrusor), escapando urina.

INCONTINÊNCIA POR TRANSBORDAMENTO – ocorre quando a bexiga não é esvaziada por longos períodos, tornando-se tão cheia que a urina simplesmente transborda. Isso pode acontecer quando existe uma diminuição da sensibilidade da bexiga (você não percebe que a bexiga está cheia), quando existe uma fraqueza do músculo da bexiga ou obstrução na uretra que dificulta o esvaziamento normal. A principal causa de incontinência por transbordamento é um aumento da próstata com obstrução da uretra. Por essa razão esse tipo de incontinência é mais comum no homem. Fraqueza do músculo da bexiga e diminuição da sensibilidade pode ocorrer em ambos, homens e mulheres, mas isso é mais comum em pessoas com diabetes, uso crônico de álcool e outros problemas que levem a diminuição da função neuronal.

ENURESE NOTURNA – Perda de urina durante o sono. Quando um indivíduo apresenta duas ou mais causas de incontinência, cada causa deve ser encontrada e tratada apropriadamente.
Embora atinja todas as idades e ambos os sexos, as mulheres são mais suscetíveis à incontinência urinária, apresentando uma probabilidade duas vezes maior de desenvolvê-la. A musculatura mais forte, a uretra mais longa e a presença da próstata contribuem para os índices mais baixos entre os homens.


Além de remédios e as intervenções cirúrgicas convencionais, o Pilates surge como uma nova alternativa de tratamento e também de prevenção à IU, já que tem como um dos principais focos o fortalecimento da musculatura pélvica – favorecendo assim um maior controle sobre o fluxo de urina.


Por isso, alunos de Pilates são menos suscetíveis à doença, já que, durante as aulas eles têm a chance de trabalhar mais as regiões do abdômen e pélvica, especialmente o períneo (área entre o ânus e a uretra).


É muito importante que cada aluno de Pilates seja avaliado quanto ao nível de consciência da ação dessa musculatura e ainda sejam continuamente monitorados quanto ao padrão respiratório correto durante a atividades. A conhecida “Manobra de Valsalva” (prender a respiração durante o exercício) deve ser reprovada, pois esse ato aumenta ainda mais a pressão intraabdominal e ocasiona maior sobrecarga ao assoalho pélvico, que se fadiga mais rápido e torna-se incapaz de manter-se contraído. O resultado disso é a perda involuntária de urina – evento totalmente constrangedor e indesejável.


No entanto é importante relembrar que os casos de incontinência urinária devem ser acompanhados por um médico que, aí então, poderá indicar o Pilates como uma solução para o problema. Ao fisioterapeuta, ou o instrutor de Pilates, caberá a tarefa de desenvolver e aplicar um plano de reeducação do pavimento pélvico, um processo individualizado e que dê resposta às necessidades de cada paciente.


Se você tem alguma dessas características ou conhece alguém que tenha a IU, entre em contato com os profissionais do Ed. Qualivitta, estaremos a disposição para sanar qualquer duvida e traçar o melhor tratamento.
Ed. Qualivitta esta localizado na Rua Brasil, 400 com o telefone (43) 3262-0446 em Assaí.


Drº Leonardo Leoachi
Fisioterapia
Studio Pilates
Podoposturologia
(43) 3262-0446
Fonte: ClubedoPilates









 

 

De acordo com levantamento publicado na Revista Brasileira de Epidemiologia, dores musculares em membros superiores e inferiores em profissionais da área da educação são comuns e estão relacionadas à esforços físicos e tempo de trabalho.
Às LER (lesões por esforços repetitivos) e DORT (distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho), ligados aos problemas de postura, estresse e trabalho excessivo, podem ser caracterizados por: tendinite, bursite e outras doenças do gênero.
O trabalho por tempo prolongado, em pé, gera sobrecarga na coluna e fadiga na musculatura. Mesmo sentado em seu escritório/sala para preparar as aulas, o uso inadequado do computador na escola (falta de apoio para os punhos, monitor fora do nível dos olhos, cadeira sem regulagem de altura, etc.), pode causar problemas de natureza ergonômica.
O trabalho do professor também é caracterizado pelo hábito de escrever no quadro em ângulo superior a 90 graus, pela correção de centenas de provas e trabalhos escolares. Contudo não é raro vê-los pelos corredores, carregado de livros e papéis.
O Pilates tem sido procurado por muitos profissionais desta área para a manutenção da boa postura e prevenção de lesões, em busca de um corpo saudável e mais resistente.
A incorporação do método nos exercícios de solo e aparelhos permiti que o praticante desenvolva um padrão postural melhor, aumente a flexibilidade e força de forma global, potencializando a coordenação motora e consciência corporal.
Para os profissionais da educação, é preciso enfatizar os grupos musculares estabilizadores da coluna, cintura escapular, membros superiores e membros inferiores, já que durante as aulas, são realizados movimentos dinâmicos e de grande amplitude. A respiração, a concentração e a fluidez de movimentos são princípios do método que permitem a conexão entre a mente e o corpo, dissipando tensões e stress. O que proporciona mais disposição e um melhor desempenho para o dia-a-dia.
Para isso o Pilates vem trazer alívio para esses profissionais. Baseado nos seus princípios, o metódo equilibra a saúde dos professores através do alongamento, respiração, equilíbrio, força muscular e flexibilidade. O Pilates não busca apenas aliviar a dor de forma imediata, mas sim restabelecer o equilíbrio corporal.

Drº Leonardo Leoachi

Fisioterapia

Studio Pilates

Podoposturologia

(43) 3262-0446



Fonte: ClubedoPilates



 

Atender ao telefone e apoiá-lo entre o pescoço e oombro é um erro.

A dor na região cervical (pescoço) da colunaé chamada de cervicalgia. Quando ela acontece de maneira transitória, épopularmente conhecida como torcicolo.

No Brasil, acredita-se que 55% da populaçãoterão estes sintomas, sendo que destes, 12% das mulheres e 9% dos homens terãocervicalgia crônica. E o que muitos não sabem, no entanto, é que ele não é umproblema em si e sim o sintoma de que pode haver algo errado com a sua colunacervical.

O torcicolo se traduz na dor e nadificuldade de movimentar o pescoço. Ele é um sintoma, ou seja, uma queixa dopaciente. Não é um diagnóstico de causa.

A causa mais comum do problema é uma sobrecargada musculatura (esternocleidomastoideo) da região cervical.

Ela pode ocorrer por diversos fatores, mas,especialmente por peso, estresse e tensão, ou postura inadequadas. O músculo,quando sobre carregado, desenvolve um quadro conhecido como “espasmo”, ou seja,uma contração contínua, não controlada e dolorida, que configura o torcicolo.

Repentino: decorrente de uma contraturamuscular, que pode ser resultado de uma má postura do pescoço, um movimentobrusco, tensão, exposição ao frio ou má posição ao dormir.

Congénito: existem bebêsque nascem com o problema, geralmente causado pela contratura do músculoesternocleidomastóideo durante o parto. Caso não ocorra um tratamentoadequado (fisioterapia), a criança pode crescer com inclinação homolateral erotação contralateral da cabeça. Algumas causas de torcicolo em crianças podemser o desequilíbrio dos músculos oculares e as deformidades musculares ouósseas da porção superior da coluna vertebral.

Quando há uma doença associada, por exemplo,um pinçamento de um nervo na coluna (hérnia de disco), o espasmo é umatentativa do organismo em proteger a região.        Asdoenças dos discos da coluna com osteófitos (bicos de papagaio, formaçõesósseas anormais) podem tornam os movimentos rígidos e dolorosos. Nos casos maisgraves podem ser uma manifestação de doença neurológica.



Como tratar

Dependendo da causa que origina o problema,há um tratamento indicado.

Além disso, o médico pode lançar mão deanalgésicos, relaxantes musculares ou anti-inflamatórios para abreviar odesconforto.

Na fisioterapia podem ser aplicadas diversastécnicas, nomeadamente o calor húmido, para relaxamento muscular e diminuiçãoda dor, a massagem, para relaxamento do músculo e possível redução e/oueliminação do nódulo que surge no torcicolo congénito; estiramentos, parafavorecer o alongamento do músculo encurtado; entre outras.

Atualmente a Fisioterapia com técnicas deterapia manual tem obtido grande sucesso no tratamento dos pacientes acometidospor torcicolo agudo.

Uma menuciosa avaliação postural é necessário,através dela podemos detectar se a lesão é ascendente (dos pés para a cabeça)ou descendente (da cabeça para os pés). Se caso ascendente podemos fazer uso deórteses como as palmilhas posturais ou descendente com tratamento junto a umdentista.



Dicas para evitar esse tipo de lesão:

·       Não veja TV deitado;

·       Evite leituras prolongadas nacama, prefira a posição lateral;

·       Ao atender o telefone não prenda-ocom o ombro:

·       Na sua mesa de trabalho, porexemplo, os objetos mais usados não podem obrigá-lo a girar a cabeça comfrequência. Eles precisam estar bastante acessíveis;

·       Ao sentar, encoste-se bem nacadeira. Evite debruçar-se sobre a mesa;

·       Não fique de costas para o arcondicionado, especialmente o frio;

·       Não deixe os músculos do seupescoço esfriarem-se subitamente;

·       Durma de lado com os travesseirosna altura de forma que sua cabeça fique reta;

·       Nos momentos tensos, relaxe.Perceba sua tensão, respire fundo e solte o ar sem fazer força.



Se você tem torcicolo freqüentemente vá até o Ed. Qualivitta ou liguemarcando uma avaliação. Estaremos prontos para lhe proporcionar o melhortratamento. Estamos localizados na Rua Brasil, 400 com o telefone 3262-0446 em Assaí.




Drº Leonardo Leoachi

Fisioterapia

Studio Pilates

Podoposturologia

(43) 3262-0446

 

Pagina 1 de 2

<< Iniciar < Ant 1 2 Próx > Fim >>